Eldorado do Sul, Guaíba e Região Carbonífera, 02 de Junho de 2020. Página Inicial | Contato
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Edicão n° 201 de Março de 2020


SAúDE

O que fazer com as crianças?


As atividades externas, sempre incentivadas pelo bem que proporcionam às crianças,
estão temporariamente suspensas. Porém isso não deve ser sinônimo de tristeza ou
frustração. A necessária imposição de confinamento mudou o hábito de toda a população
e a orientação da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul é que os pais estejam
muito atentos não só a saúde física, mas também mental de adultos e crianças.

O pediatra, psiquiatra infantil e psicanalista, Victor Mardini, comenta um aspecto positivo
do novo comportamento imposto pela necessidade de todos ficarem em casa.

"Há uma série de proposição de brincadeiras, jogos, colorir, esconde-esconde e
atividades que estavam esquecidas no momento atual da nossa sociedade. Parece que
houve um lado de aproximação dos pais com os filhos. Obrigados a adotar, em muitos
casos, um formato home office, os pais acabam ficando mais tempo com os filhos. Isso
pode, sim, ser construtivo”, comenta.

Como soluções criativas, o médico cita o uso de fantoches e contação de histórias.
Sempre que possível, é válido envolver irmãos e irmãs em todas as atividades. Quebra-
cabeças, brincadeiras antigas e receitas de comidas também são bem vindas.

Um aspecto importante, destacado pelo médico, é a criação de uma rotina estabelecida
com a família. É importante ter um horário de início e fim do trabalho, pausas para
almoço e até atividades físicas dentro de casa organizadas em família.

Quanto ao uso da tecnologia, eles podem ser aliados

“Estamos incentivando que as crianças não deixem de manter o relacionamento com
amigos, familiares e coleguinhas da escola. O celular e tablet, deve ser um instrumento
a nosso favor nessa hora. Esses momentos são bons”, completa

Com as aulas paradas, o especialista sugere que atividades virtuais também sejam
mantidas. Atividades on line podem ser feitas, mas o médico sugere que além da
simples entrega e devolução de tarefas exista uma interação e relacionamento com os
professores com áudio e vídeo para que esse aprendizado seja mais produtivo.


Fonte: PlayPress ...

Vigilância passará a testar para o coronavírus apenas casos de pessoas internadas


A declaração de situação de transmissão comunitária do novo coronavírus no Rio Grande
do Sul, anunciada na sexta-feira (20/3), provocou uma mudança no monitoramento dos
casos no Estado. A partir de agora, serão investigados laboratorialmente somente os
casos graves que necessitem de internação hospitalar. As definições foram descritas em
uma nota informativa disponível aqui.

Para os casos leves, sem necessidade de internação, chamados de síndromes gripais, a
recomendação é o isolamento domiciliar do suspeito e de pessoas que residem na
mesma casa por 14 dias. A medida foi adotada já que não é mais possível identificar a
fonte de transmissão da doença, o que indica que o vírus já circula entre a população.
Por isso, deixa-se de trabalhar com os critérios de viagem ao exterior que vinham sendo
adotados até então.

O plano de contingência para a Covid-19 está em revisão final pelo Centro de Operações
Emergenciais (COE) para adequações em consonância com as orientações do Ministério
da Saúde, previstas para esta semana.

As notificações feitas até agora por parte dos municípios e que já tiveram amostras
encaminhadas para o Laboratório Central do Estado (Lacen) seguirão o processo de
análise até serem concluídas.

Síndromes gripais

Os casos de síndrome gripal são caracterizados por febre de início súbito (mais de
37,8°C) acompanhada de tosse ou dor de garganta e, pelo menos, um outro sintoma
(como dor muscular, nas articulações ou de cabeça). Em crianças, o critério é a febre e
outro sinal respiratório (tosse, coriza ou congestão nasal).

Esses casos poderão ser atendidos ambulatorialmente numa Unidade Básica de Saúde
ou outro serviço com esse propósito, evitando a procura de emergências hospitalares na
ausência de sinais de maior gravidade, como dificuldade para respirar. Para casos leves,
o protocolo é de isolamento domiciliar obrigatório de 14 dias para os casos suspeitos e
para os respectivos contatos que morem na mesma residência (intradomiciliares), sem a
necessidade de coleta de amostra para análise laboratorial. Essas medidas estão
previstas na Portaria da Secretaria da Saúde Nº 211/2020, publicada na sexta-feira
(20/3).

Casos graves

Os casos que terão análise para o novo coronavírus, causador da doença Covid-19, são
os de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Essas já são as mesmas situações
que o Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) investiga para os outros vírus
respiratórios mais comuns em circulação no país, como os influenza A e B,
parainfluenza, adenovírus e vírus sincicial respiratório.

Profissionais da saúde e segurança

A exceção para o protocolo estabelecido são os profissionais das áreas da saúde e
segurança. Para que os contingentes de trabalho nessas áreas essenciais não baixem em
virtude de afastamentos por síndromes gripais, esses profissionais serão testados
(mesmo sem necessitar de internação) para o coronavírus quando estiverem com
sintomas. O fluxo operacional específico para esse público será definido pelo Centro de
Operações de Emergência para o coronavírus do Estado em breve.

Essa e outras estratégias de testagem (inclusive para segurança pública) serão
reformuladas e orientadas em um novo documento a partir da disponibilidade de testes
rápidos anunciados pelo Ministério da Saúde e da aquisição de um quantitativo extra
pelo Estado. ...

Pessoas com sintonas gripais devem ficar em isolamento domiciliar por 14 dias


Uma portaria da Secretaria Estadual da Saúde estabelece o protocolo de isolamento
domiciliar obrigatório de 14 dias em todo o Estado para pessoas com sintomas gripais,
independentemente de confirmação laboratorial da Covid-19. Em caso de piora dos
sintomas, deve-se procurar uma unidade de atendimento para avaliação clínica. O protocolo
não se aplica a servidores das áreas da saúde e segurança.

A Portaria SES Nº 211/2020 ainda prevê que os exames coletados de profissionais que
trabalham na rede primária de saúde ou em urgências e emergências e de profissionais do
sistema prisional tenham prioridade para o diagnóstico da Covid-19.

A secretária Arita Bergmann explica que o conteúdo do documento foi elaborado em
conjunto com Ministério Público, Sindicato Médico do RS (Simers), Conselho Regional de
Medicina (Cremers) e demais entidades integrantes do Centro de Operações e Emergência
(COE). ...

Crianças são de baixo risco para coronavírus mas transmissoras do vírus


Os estudos mostram que as crianças estão mais protegidas contra o coronavírus. No
entanto, isso não significa que os cuidados devam ser menores. Pelo contrário. Segundo
o médico pediatra e diretor da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS),
Benjamin Roitman, as crianças são de baixo risco para a doença grave. Porém,
assintomáticas ou oligossintomáticas, são transmissoras do vírus.

“Se a criança adoecer não se deve deixar sob cuidado dos avós, estes, sim, um público
de alto risco. Também estamos recomendando que, se possível, evitem a creche ou
escolinha neste período. Havendo um quadro leve, evitar levar a criança para
emergências ou postos de saúde. Pode-se fazer o tratamento em casa com analgésicos e
higiene nasal mantendo o isolamento fazendo uso de paracetamol e dipirona, evitando o
uso do Ibuprofeno”, explica.

Segundo especialistas, os anti-inflamatórios como o Ibuprofeno aumentam a quantidade
de um receptor químico nas células que facilita a entrada do vírus em nosso organismo.
O remédio mais indicado para combater os sintomas da covid-19 é o paracetamol.

O resultado de pesquisa relacionada à ação do Covid-19 nas crianças, foi publicado no
The Pediatric Infectious Disease Journal, na última sexta-feira (13/03) e deixa mais
evidente o que especialistas do mundo inteiro têm evidenciado: o coronavírus, em geral,
causa menos sintomas e gera menos doenças graves no público infantil. Ainda assim, a
Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou pela primeira vez, nesta segunda-feira
(16), que já foram registradas mortes de crianças devido ao coronavírus.

Recomendações Básicas sugeridas na consulta com o pediatra:

1) Não cumprimente dando a mão, beijo ou abraço. Um sorriso e um cumprimento a
uma certa distância é suficiente;
2) Lave bem s mãos ou use álcool gel 70% frequentemente;
3) Cuidados ao espirrar, tossir e usar lenços descartáveis já são largamente divulgados
pela mídia;
4) Brinquedos não estarão disponíveis na sala de espera neste período;
5) Traga o menor número possível de acompanhantes junto co a criança que vem
consultar; Não traga os avós, pois eles são os mais vulneráveis ao coronavírus;
6) Avise a secretário que é um caso de febre quando marcar a consulta;
7) Quadros leves, sem febre ou com febre baixa, podem ser tratados em casa;
8) Evite emergências que estão lotadas. Só saia de casa com a criança se realmente for
importante.

Fonte: PlayPress ...

Acolhimento às pessoas com autismo e seus familiares é tema de jornada


O autismo e seu impacto na vida das pessoas que têm esse transtorno e suas famílias
são abordados na Jornada de Sensibilização ao Transtorno do Espectro do Autismo,
realizado no Centro Administrativo Fernando Ferrari (Caff) na quinta (5/3) e sexta-feira.
O evento faz parte das discussões entre diversos entes da sociedade que resultarão na
nova política pública da Secretaria da Saúde (SES) voltada a este público, uma
prioridade do governo do Estado para este ano.

A diretora do Departamento de Ações em Saúde, Ana Costa, abriu a jornada ressaltando
a importância da qualificação dos profissionais que trabalham com pessoas com autismo
e a necessidade de lançar um olhar também sobre as famílias. “Esse transtorno
perpassa as ações de todos os públicos: está inserido na saúde da criança, da mulher,
do homem, do idoso. É uma discussão ampla, por isso precisa ser intersetorial”, disse.
Existam cerca de 2 milhões de pessoas com autismo no Brasil, sendo aproximadamente
200 mil no Rio Grande do Sul e quase 50 mil em idade escolar.

O grupo de trabalho que está debatendo a questão em busca das melhores alternativas
para oferecer aos cidadãos é formado por técnicos de diversas áreas da saúde e também
das secretarias da Educação (Seduc), de Trabalho e Assistência Social (Stas) e de
Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH), assim como da Federação das
Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), Sociedade de Pediatria do RS,
Rede Gaúcha Pró-Autismo, Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas
Públicas para Pessoas com Deficiência e com Altas Habilidades no Rio Grande do Sul
(Faders) e do Telessaúde, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs).

A primeira palestra, na manhã desta quinta-feira, foi dada pelo professor Nelson Kirst,
coordenador da Associação Pandorga, de São Leopoldo, que há 25 anos atende pessoas
com autismo grave. Ele apresentou a realidade do cotidiano dessas pessoas e suas
famílias. “Nós, que não temos um autista na família, não fazemos ideia de como o
transtorno afeta tão profundamente a vida de todos os que estão em volta”, disse.
“Quem tem um filho ou familiar com autismo geralmente precisa se dedicar
exclusivamente àquela pessoa e perde outros aspectos da vida, como trabalhos, estudos
e tempo de lazer.”

O professor afirmou que o transtorno do espectro do autismo é “absolutamente
democrático, pois não conhece geografia, raça, cor ou situação econômica”. Conforme
Kirst, “toda a sociedade precisa entender o que é o autismo e entender as pessoas que
têm este transtorno”.

Na programação da jornada, ainda estão previstas palestras com Ricardo Halpern, Gledis
Lisiane Motta, Débora Jacks, Adriana Bastos e Luciana Santos da Silva. ...

Projeto na área de saúde do idoso tem foco no atendimento a portadores de Alzheimer


Um projeto inovador na área de saúde do idoso, com ênfase em orientações a familiares
e cuidadores de pacientes com Alzheimer e outras demências é a proposta de uma
parceria entre o governo do Estado e a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia
do Rio Grande do Sul (SBGG/RS).

O assunto foi tratado pela secretária da Saúde Arita Bergmann e pelo presidente da
SBGG/RS, João Singer, nesta segunda-feira (2/3). Singer estava acompanhado pelo
jornalista e escritor Fernando Aguzzoli Peres, representante do Instituto Global Brand
Healdt/Atlantic Fellows, organizações internacionais que atuam na área de equidades.
Na oportunidade, o escritor entregou exemplares do seu novo livro Vovô é um super
herói à secretária Arita e à diretora do Departamento de Ações em Saúde, Ana Costa.

“Como a expectativa de vida da população gaúcha aumenta a cada ano, o governo do
Estado considera o atendimento em saúde do idoso uma prioridade nesta gestão”,
afirmou a secretária Arita. Segundo ela, a ideia é formar uma parceria interinstitucional
para efetivar um serviço com atendimento por telefone, como uma linha de socorro aos
familiares e cuidadores (no estilo Help Live), começando pela rede básica de saúde.

É considerada idosa a população com 60 anos ou mais. Atualmente, a expectativa de
vida no RS é de 78 anos, sendo a quinta maior no Brasil. Na liderança se encontra Santa
Catarina, com 79,4 anos. A menor média pertence ao Maranhão, com 70,9 anos. De
acordo com o IBGE, a população geral do Estado é de aproximadamente 11,3 milhões de
habitantes, sendo 18,2%,de idosos, o equivalente a cerca de 2 milhões de pessoas.
...




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