Eldorado do Sul, Guaíba e Região Carbonífera, 07 de Dezembro de 2019. Página Inicial | Contato
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Edicão n° 196 de Outubro 2019


SAúDE

Especialistas alertam para importância do tratamento bucal no combate à sífilis


Considerada uma epidemia no Brasil, a sífilis é uma das infecções sexualmente
transmissíveis (IST) mais comuns. O Rio Grande do Sul está em segundo lugar no
ranking nacional e a tendência é de crescimento. Em 2017, a taxa no Estado era de
113,8 por 100 mil habitantes, muito acima da nacional, que está em 58 por 100 mil
habitantes.

A situação é tão preocupante que virou tema central da 18ª Semana Estadual de Saúde
Bucal e foi debatida no Seminário Manifestações bucais das infecções sexualmente
transmissíveis – sífilis e Aids, que ocorreu nesta quinta-feira (24/10), no Centro
Administrativo Fernando Ferrari (Caff), em Porto Alegre.

Conforme Fernanda Carvalho, da Coordenação Estadual de IST/Aids da Secretaria da
Saúde (SES), trata-se de uma doença negligenciada e o “esquecimento” em torno da
prevenção e tratamento “está cobrando seu preço em termos de estratégia de saúde
pública”.

No Rio Grande do Sul, os problemas estão mais concentrados nas regiões Metropolitana,
Missioneira, Norte, Sul e Serra, nesta ordem. Os casos de sífilis congênita (transmitida
ao feto pela placenta) também são considerados altos no Estado, que já é o terceiro no
ranking nacional, com quase dois mil casos este ano.

“Sífilis é uma doença antiga e estigmatizada. A sociedade não quer falar sobre isto, mas
é preciso”, observa Fernanda, acrescentando que há cura com tratamento, que é barato.
O cirurgião dentista e especialista em estomatologia, Matheus Claudy, concorda que é
preciso romper com a cultura de não falar sobre a questão. “Podemos fazer o teste
rapidamente em uma UBS (Unidade Básica de Saúde), mas os pacientes relutam e é
preciso mudar isto”. Segundo ele, o diagnóstico precoce resulta em tratamento mais
rápido e eficaz. “É uma doença fácil de tratar, por isto temos de acabar com o estigma”.

À plateia, formada por cirurgiões-dentistas, auxiliares e técnicos em saúde bucal de
municípios gaúchos, ele fez um apelo: “Nós, que atendemos na rede pública, peçamos o
teste, é mais fácil começar por aí”. Fernanda Carvalho apoiou a manifestação e disse
muitos profissionais investigam lesões, mas não costumam pedir testes de sífilis e HIV.

Além deste seminário, promovido pela Coordenação Estadual de Saúde Bucal da SES, a
18ª Semana Estadual de Saúde Bucal é marcada também por um Encontro Regional de
Saúde Bucal, que ocorre nesta sexta-feira (25/10), na Universidade de Santa Cruz do
Sul (Unisc), voltado para cirurgiões- dentistas da rede pública e acadêmicos da
Faculdade de Odontologia. ...

Vale dos Sinos contará com um moderno laboratório de biologia molecular


A partir de novembro, o Vale dos Sinos terá seu mais novo e moderno laboratório de biologia
molecular. Com métodos moleculares, é possível identificar microrganismos e agentes que não
são facilmente reconhecidos em métodos tradicionais – como agentes de infecções
sexualmente transmissíveis e vírus respiratórios. O recurso também torna mais preciso o
diagnóstico para enfermidades que podem se confundir com outras em função da semelhança
dos sintomas, como é o caso da coqueluche e da gripe. A novidade será oferecida pelo Exame
Laboratório, que já é referência na região há trinta anos.

A unidade ficará no Centro Clínico Regina, em Novo Hamburgo, e será coordenada pelo
consultor técnico Dr. Vlademir Cantarelli. “Esses laboratórios exigem equipamentos específicos
e profissionais com alto grau de treinamento na área. Nosso objetivo é oferecer exames em
laboratório próprio, com ampla gama de testes e prazos em tempo adequado para o manejo
clínico do paciente”, ressalta o especialista. Segundo ele, será possível apresentar a grande
maioria dos resultados no mesmo dia.

A inauguração está prevista para a primeira semana de novembro. A expectativa é, conforme
a demanda, implementar novos serviços e aumentar a capacidade de atendimento. “Nosso
objetivo não é superlotar o laboratório, mas atender a todos com a rapidez necessária para o
início do tratamento”, conclui Cantarelli, que é PhD em microbiologia pela Universidade de
Osaka (Japão) e tem pós-doutorado na mesma universidade. Ele comandará uma equipe de
especialistas que atuarão no local.

Alguns exemplos de aplicações do laboratório de biologia molecular:

• Detecção e identificação de vírus respiratórios (incluindo vírus influenza A e B, parainfluenza
1, 2 e 3, RSV, adenovírus). Inclui, também, rinovírus, metapneumovírus, bocavírus humano
entre outros. Permite caracterizar mais precisamente alguns desses vírus, sobretudo o
influenza nas suas variantes sazonais, H1N1 de origem suína (cepa de 2009), entre outros.

• Detecção de patógenos causadores de meningites: herpesvírus tipo 1 e 2, varicela-zoster,
enterovírus e agentes bacterianos (meningococo, pneumococo, Haemophilus influenzae,
Listeria monocytogenes). Também é possível identificar a presença de Cryptococcus
neoformans e C. gattii.

• Detecção molecular de Mycobacterium tuberculosis em materiais clínicos diversos.

• Detecção de bactérias causadoras de doenças respiratórias atípicas, como Bordetella
pertussis (coqueluche) Mycoplasma pneumoniae, Chlamydia pneumoniae.

• Aplicação na detecção de vírus do grupo herpes (herpes simples, VZV, CMV, EBV herpes 6, 7
e 8) em diversos materiais clínicos.

• Aplicação na elucidação de patologias da coagulação (mutação do Fator V de Leiden,
Mutação do gene da protrombina), MTHFR e mutações do gene ligado a hemocromatose, e
marcadores tumorais.

Sobre o Exame Laboratório

Com 59 unidades no Estado, o laboratório busca ser o maior do Rio Grande do Sul até 2020.
Realizará 800 mil atendimentos e mais de 6 milhões exames em 2019, e emprega 460
colaboradores. Recentemente, abriu cinco novas unidades em Porto Alegre. ...

Curso sobre Farmácias Vivas prepara profissionais para uso de plantas medicinais


A Secretaria da Saúde (SES/RS), por intermédio da Política Intersetorial de Plantas Medicinais e
Fitoterápicos, encerrou nesta quinta-feira (10) o Curso de Farmácias Vivas. Voltadas para
farmacêuticos que atuam nos municípios gaúchos, as Farmácias Vivas são um serviço exclusivo
do Sistema Único de Saúde (SUS), produzem chás medicinais e manipulam medicamentos
fitoterápicos. Atuam também na educação em saúde sobre o uso de plantas medicinais. O
insumo, ensina a farmacêutica Silvia Czermainski, é manipulado, não industrializado.

A implantação das Farmácias Vivas faz parte da Política de Plantas Medicinais e Fitoterápicos no
Rio Grande do Sul. “É uma prática que promove a saúde, desmedicaliza, no sentido de reduzir o
uso de medicamentos convencionais. Contribui para a humanização do serviço e é uma prática
integrativa, ou seja, atua na parte física, emocional e comunitária. E, conforme algumas
medicinas tradicionais, também no âmbito espiritual”. Ela informa que também promove o
autocuidado e melhora a alimentação. Silvia acrescenta que a fitoterapia é uma prática
estratégica para o sistema de saúde.
As Farmácias Vivas são diferenciadas das convencionais, porque é necessária a existência de
horto medicinais junto ao serviço. A farmacêutica ressalta que “estimular a implantação de
Farmácias Vivas no Estado é hoje nossa maior estratégia”. ...

Dia Mundial de Saúde Mental chama atenção para aumento de adoecimentos no século XXI


Adoecimentos mentais têm crescido mundialmente e já estão entre as principais causas de
incapacitações no século XXI. Especialmente a depressão, tida como fator de maior risco de
suicídio em todo o mundo. Em 10 de outubro é celebrado o Dia Mundial de Saúde Mental. E
justamente a promoção da vida e a prevenção ao suicídio foi foco da Secretaria de Saúde
(SES/RS), deste ano, junto ao Setembro Amarelo.

No Rio Grande do Sul, além da depressão e transtornos de humor, é também fator
preocupante o uso de álcool e outras drogas, em especial o crack, “por toda a questão social
envolvida”, informa a especialista em saúde Marilise Souza, que atua na Política Estadual de
Saúde Mental da SES. Segundo ela, é elevado o número de usuários de álcool em solo gaúcho,
que se revela “um adoecimento mais crônico, contínuo, ao longo da vida”.

Marilise destaca que o papel da Secretaria é incentivar a implantação da Rede de Atenção
Psicossocial (Raps), composta de dispositivos que atendam aos municípios, com papel de
cofinanciar os serviços, bem como fazer o monitoramento e avaliação e capacitar os
profissionais. “O objetivo é fazer com que os serviços estejam nos municípios e funcionem
bem”.

Mas um problema, diz, é que a maioria dos municípios gaúchos é de pequeno porte e não
possui sequer os mecanismos especializados, que são os Caps (Centro de Atenção
Psicossocial). “É uma característica do nosso Estado, 75% municípios gaúchos possuem menos
de 15 mil habitantes e este serviço é para municípios acima deste total”.

Algumas regiões possuem vazios de atendimento porque não tem população suficiente. “Então
temos um aparato para atuar junto com a atenção básica”. São os NAB (Núcleo de Apoio à
Atenção Básica) e os Nasf (Núcleo de Apoio à Saúde da Família), de responsabilidade do
Ministério da Saúde”. Tratam-se de equipes especializadas que dão o matriciamento para a
atenção básica que é, em geral, a porta de entrada para os serviços.

Porém, dependendo da gravidade do sintoma, o usuário pode ter acesso a outros pontos da
rede. “Casos graves e persistentes vão para esta rede especializada no município que tiver”.
Uma rede composta pelos Caps e os ambulatórios de saúde mental. E, quando há riscos e
necessidade de internação, são acionadas as instituições hospitalares. Marilise destaca que o
usuário de saúde mental possui uma característica específica, que é a de reinternações. “Por
isto é importante ter uma rede articulada”.

Além disto existe a rede de reabilitação, com unidades de acolhimento nos municípios após
período de desintoxicação. Outra estratégia utilizada na atenção à saúde mental é a chamada
redução de danos, que são práticas adotadas para reduzir os danos associados ao
uso/dependência de drogas. ...

Harmonia no rosto e beleza fazem crescer procura por procedimentos estéticos nos lábios


Apesar de não haver estatísticas oficiais é perceptível, nos últimos anos, o aumento na
procura pelo e preenchimento labial, considerado um procedimento estético que tem
como principal função aumentar o volume dos lábios, deixá-los mais simétricos e
harmoniosos e evidenciar o seu contorno. Por ser minimamente invasivo e realizado de
forma segura e efetiva com poucos efeitos colaterais, tem despertado ainda mais
interesse.

Segundo a médica dermatologista e tesoureira da Sociedade Brasileira de Dermatologia
– Secção RS (SBD-RS), Analupe Weber, são realizadas injeções com ácido hialurônico no
contorno dos lábios, no próprio lábio e eventualmente em pontos ao redor dos lábios.

- Os cuidados mais importantes são antes do procedimento, pois o paciente deve ser
avaliado por um dermatologista para ver a indicação adequada, e também saber qual
produto utilizar e a técnica a ser aplicada em cada paciente. Além disso, é importante
verificar ser o paciente ficará com o rosto harmônico após o procedimento. Durante o
processo pode haver dor e após, hematomas e edema. É importante que você tenha o
contato do seu médico pois se houver dor mais intensa, formigamentos ou edema que
vá aumentando após o procedimento, ele deve ser contatado – alerta.

Em geral o procedimento é mais procurado para aumento do volume labial ou mesmo
para repor o colágeno e volume perdido ao longo dos anos, que contribuem para a
formação das rugas ao redor do lábio.

Fonte: PlayPress ...

Instituto da Criança com Diabetes participa da campanha nacional da ADJ Diabetes Brasil sobre Retinopatia Diabética


Com o intuito de sensibilizar as pessoas sobre a importância do diagnóstico precoce do
diabetes e do controle glicêmico para prevenção de complicações do diabetes, a ADJ
Diabetes Brasil realiza no Rio Grande do Sul, em parceria com o ICD - Instituto da
Criança com Diabetes a campanha nacional Fique de olho - Retinopatia Diabética.



A iniciativa já passou por Brasília, Birigui (interior de São Paulo), Rio de Janeiro,
Fortaleza e Belo Horizonte, e no próximo dia 28 de outubro, será a vez de Porto Alegre
receber a ação no Instituto da Criança com Diabetes (ICD) com palestras ministradas
pelo médico endocrinologista Dr. Balduino Tschiedel, Diretor Presidente do ICD,
juntamente com o oftalmologista Dr. Abdo Abed e a jornalista Vanessa Pirolo. Na
ocasião, os profissionais irão abordar temas como “A Importância do Controle Glicêmico”
e os “Aspectos práticos da prevenção da retinopatia diabética”, entre outros assuntos. O
evento é gratuito e acontecerá das 9h às 12h, mas as pessoas interessadas deverão se
inscrever pelo e-mail eventos@icdrs.org.br

Alerta sobre a doença

Segundo a Organização Mundial da Saúde, o Brasil possui 16 milhões de pessoas com
diabetes. O porcentual de homens de Porto Alegre que apresentou o diagnóstico de
diabetes dobrou (112,8%), entre os anos de 2006 e 2017, dados estes da Pesquisa de
Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito
Telefônico, publicada em julho de 2018.



Dados da pesquisa da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo apontam que
77,2% dos indivíduos com diabetes tipo 2 não aderem ao tratamento no país, o que
ocasiona sérias complicações. Uma delas é a retinopatia diabética, que afeta cerca de
40% das pessoas com diabetes.



As altas taxas de glicemia degeneram a retina e, com o tempo, a visão pode ser afetada,
sendo a principal causa de cegueira. A retinopatia diabética pode ser de dois tipos: a não
proliferativa, forma inicial da doença que é detectada quando os vasos do fundo do olho
estão danificados, causando hemorragia e vazamento de líquido da retina, chamado de
Edema Macular Diabético; e a proliferativa é diagnosticada quando os vasos da retina ou
do nervo óptico não conseguem trazer nutrientes para o fundo do olho e por
consequência, há formação de vasos anormais, que causam o sangramento.



Além de sensibilizar as pessoas sobre os riscos da retinopatia diabética, a campanha
também tem como objetivos específicos: educar as pessoas para que mudem seus
hábitos e consigam controlar as taxas de glicemia e incentivar a visita ao oftalmologista
regularmente, para realizar os exames preventivos de visão.



Para a realização destas ações, a ADJ Diabetes Brasil conta com o apoio da Abbott, da
Allergan e da Novartis. Mais informações podem ser acessadas no www.adj.org.br.



Programação - Fique de olho - Retinopatia Diabética

9h00 – Abertura – Jornalista Vanessa Pirolo

9h15 – A importância do controle glicêmico – Dr. Balduino Tschiedel

10h15 - Coffe Break

10h30 - Aspectos práticos da prevenção da retinopatia diabética – Dr. Abdo Abed

11h15 - Influência da Farmacovigilância no tratamento – Jornalista Vanessa Pirolo



Sobre o Instituto da Criança com Diabetes (ICD)

O ICDRS é uma entidade privada sem fins lucrativos, em funcionamento desde janeiro
de 2004, completando este ano 15 anos de atendimento ao paciente. Presta assistência
interdisciplinar a 4.000 crianças e jovens com diabetes Tipo 1, através de um Programa
de Educação Continuada em Diabetes, Tratamento (com acesso também a novas
tecnologias) e Assistência Social, em uma infraestrutura completa com Hospital-Dia,
Ambulatório e Hot Line, uma linha telefônica para atendimento específico aos pacientes,
familiares e cuidadores.



Sobre a ADJ Diabetes Brasil

Fundada em 10 de março de 1980, a ADJ Diabetes Brasil é uma entidade não
governamental, sem fins lucrativos, legalmente registrada no Registro Civil de Pessoas
Jurídicas. Seu objetivo é promover educação nesse campo para pessoas com diabetes,
familiares, profissionais de saúde e comunidade.



Atende gratuitamente as pessoas com todos os tipos de diabetes, de qualquer faixa
etária e classe socioeconômica. Oferece um trabalho integrado realizado por uma equipe
multidisciplinar.



A ADJ está em contagem regressiva para celebrar seus 40 anos de existência em 2020 e
já começa a planejar suas iniciativas para marcar seu aniversário.



Fonte: Conteúdo Comunicação ...

Emendas parlamentares garantem R$ 127 milhões para hospitais e instituições de saúde do Estado


Secretária Arita disse que o governo tem priorizado investimentos em saúde,
viabilizando repasses mensais para evitar passivos - Foto: Itamar Aguiar / Palácio
Piratini (foto anexa)
A saúde gaúcha recebeu um reforço na manhã desta segunda-feira (7/10). Em
solenidade na Casa da Ospa, no Centro Administrativo Fernando Ferrari, o governador
Eduardo Leite e a secretária da Saúde, Arita Bergmann, assinaram os repasses de R$
127 milhões para hospitais, Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e
outras entidades de saúde. Ao todo, 176 instituições de 142 municípios serão
beneficiadas com recursos federais liberados por emendas parlamentares de deputados
e de senadores.

O valor será aplicado no custeio de hospitais e de Apaes, como aumento temporário do
Teto MAC (Média e Alta Complexidade) do Estado. A negociação envolveu 42
parlamentares gaúchos, desta legislatura e da anterior, e se divide em R$ 68 milhões via
emendas de bancada, R$ 32,6 milhões de emendas de comissão e R$ 27 milhões de
emendas individuais.

O governador agradeceu a parceria dos deputados federais e dos senadores, já
demonstrada quando do repasse de verba federal, via emenda, para a segurança
pública. "Além do investimento, representa alento às entidades, e dá a certeza de que
podemos contar com a solidariedade e com a parceria dos parlamentares. É bom
sabermos que não estamos sozinhos nesta jornada", disse.

Leite reafirmou a máxima de que saúde demanda políticas públicas de prevenção e
investimento de recursos públicos. "Além de focar a prevenção, é preciso tratar as
doenças que já se estabeleceram. Com a participação e a competência de quem está na
ponta, é possível elaborar um bom plano de aplicação de recursos", explicou.
Leite reafirmou a máxima de que saúde pública demanda políticas públicas de prevenção
e investimento de recursos públicos - Foto: Itamar Aguiar / Palácio Piratini (foto anexa)
Ao todo, foram contemplados 154 hospitais, 19 Apaes, além da Secretaria de Saúde de
Porto Alegre, do Banco de Sangue de Erechim e a Associação Cristã de Deficientes
Físicos de Passo Fundo. As entidades tiveram direito a três tipos de emendas: individual
do parlamentar, de bancada ou de comissão.

Os critérios para a aplicação das verbas foram definidos em acordo com a Federação das
Santas Casas e Hospitais Beneficentes, Religiosos e Filantrópicos do Rio Grande do Sul.
Um dos pontos garante uma parcela mínima de 20% do valor para a oferta de novos
serviços ou o aumento dos já contratualizados. Os hospitais e entidades podem usar os
repasses, por exemplo, para consultas, exames e procedimentos cirúrgicos.

A secretária Arita garantiu que o governo do Estado tem priorizado o investimento em
saúde, a começar pelo esforço empenhado em viabilizar repasses mensais aos hospitais
e aos municípios, evitando novos passivos, e na quitação de dívidas deixadas pela
gestão anterior. "Temos razões para dizermos que estamos no caminho certo,
promovendo saúde e salvando vidas", celebrou. "Em tempo recorde, fizemos um plano
de aplicação para os recursos e garantimos que cada emenda se traduza no
cumprimento de metas qualitativas e quantitativas", detalhou.

Os planos operativos enviados pelas entidades foram avaliados pela Secretaria da
Saúde, considerando as necessidades locais e regionais de cada estabelecimento e do
sistema de saúde. As emendas parlamentares podem também ser usadas para outros
fins (veja lista abaixo). Até o dia 10 de setembro, R$ 87,4 milhões já haviam ingressado
na conta do Fundo Estadual da Saúde (FES).

O governador Leite, a secretária Arita e o líder da bancada gaúcha, deputado federal
Giovani Cherini, assinaram os contratos que envolvem as instituições beneficiadas.

Aplicação de recursos garantidos via emendas da bancada gaúcha:

- Oferta de novos serviços ou expansão dos já contratualizados
- Consultas, procedimentos cirúrgicos e exames
- Reformas e adequações para qualificar a estrutura física e para sanar apontamentos da
Vigilância Sanitária ou elaboração, aprovação e execução do Plano de Prevenção e
Proteção Contra Incêndio (PPCI)
- Compra de insumos, medicamentos, órteses e próteses entre outros
- Realização de exames de biópsias e anatomopatológicos (preferencialmente de
próstata, tireoide e pele)
- Pagamento de pessoal (permitido exclusivamente às emendas de bancada e de
comissão)
- Compensação dos serviços realizados que ultrapassaram o teto orçamentário
disponibilizado ao hospital nos últimos 12 meses
- Manutenção de equipamentos e materiais permanentes
- Pagamento de contas de luz, água e telefone
- Programas de Qualidade e Segurança do Paciente, relativos a protocolos e processos
de acreditação hospitalar
...

Instalada Frente Parlamentar em Defesa dos Portadores de Psoríase e Artrite Psoriática


Ela acomete não apenas a pele, mas o equilíbrio emocional e convívio social. A gravidade do
assunto e a necessidade de serem criadas políticas públicas em relação ao tratamento da
doença motivaram a criação da Frente Parlamentar em Defesa dos Portadores de Psoríase e
Artrite Psoriática. O ato de instalação foi realizado na Assembleia Legislativa do Estado do Rio
Grande do Sul no início da noite desta quarta-feira (02/10). A vice-presidente da Sociedade
Brasileira de Dermatologia – Secção RS, Clarissa Prati, participou do encontro representando,
também, a Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS).

A presidente da Associação Psoríase Brasil, Gladis Lima, lembrou a dificuldade, hoje, de contar
com políticas públicas que sejam voltadas aos pacientes.

- Eles demoram no acesso a um dermatologista. Para conseguir ser ouvido, o paciente tenta
diversas vezes e desiste. É preciso um trabalho na atenção primária. Precisamos ter uma base
de dados, identificar os pontos críticos e fazer mais campanhas de esclarecimento. A pessoa
que tem a doença acaba se afastando da sociedade por falta de informação sobre o assunto. É
uma doença impactante em termos físicos e mentais – declarou.

A psoríase caracteriza-se por placas avermelhadas espessas na pele, cobertas por escamas
esbranquiçadas ou prateadas que aparecem em geral nos cotovelos, joelhos ou couro
cabeludo. Entretanto a doença pode afetar qualquer parte do corpo, em alguns casos atinge
articulações, está relacionada a outras doenças, como as cardiovasculares, e a uma maior
mortalidade. As lesões podem apresentar coceira, dor, queimação e descamação.

- É de fundamental importância que o poder público seja capaz de proporcionar uma vida mais
tranquila e próxima da normalidade para as pessoas que têm a doença. É dever do Estado
minimizar os efeitos perversos da doença. Me sinto grata em unir forças em defesa de uma
causa tão nobre – afirmou a deputada propositora da Frente Parlamentar, Fran Somensi.

A psoríase não é contagiosa e não tem cura, mas com tratamento adequado pode ser
controlada proporcionando, assim, qualidade de vida aos pacientes. Há vários tipos de
psoríase e o dermatologista poderá identificar a doença, classificá-la e indicar a melhor opção
terapêutica.

Participaram do encontro, ainda, o coordenador do Ambulatório de Dermatologia Sanitária,
Francisco Isaias; o médico dermatologista, Leandro Leite; a psicóloga clínica e doutora em
psicologia, Hericka Zogbi Jorge; a representante dos Conselhos dos Secretários Municipais de
Saúde, Maria Alessandra Alburquerque e o deputado federal, Carlos Gomes.

Fonte: PlayPress ...

Vigilância em Saúde ressalta a importância da prevenção à raiva em animais domésticos


Foram diagnosticados, até agosto deste ano, 49 casos de raiva em bovinos, um caso em
equino e três em morcegos no Rio Grande do Sul. Ao longo de todo o ano passado foram
52 casos confirmados da doença.

A raiva é de extrema importância para a saúde pública, já que a sua letalidade é
considerada 100%, seja no animal ou no humano. A doença é transmitida ao homem
pela saliva de animais infectados, principalmente por meio de mordedura, arranhadura
ou lambedura.

A coordenadora do Programa Estadual de Controle e Profilaxia da Raiva do Centro
Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), Aline Campos, diz que os casos registrados são
transmitidos por morcegos. “Em áreas rurais esses animais podem infectar o gado e
equinos, mas nas áreas urbanas um cão ou um gato pode tentar caçar um morcego ou
ter contato com um desses animais infectados, correndo o risco de contaminação, que
depois pode passar para uma pessoa”, salienta.

O Dia Mundial de Luta contra a Raiva (28/9) marca a importância de conscientizar sobre
a prevenção à doença, que pode ser transmitida dos mamíferos para o humano. A
vacinação de cães e gatos é a principal forma de controle e prevenção da doença.

O Cevs mantém o monitoramento do agravo, mesmo que no RS a doença não seja
diagnosticada em humanos desde 1981. Em cães não há registros desde 1988. Contudo,
ainda há uma atenção com a raiva, pois a doença continua sendo transmitida por
morcegos, principalmente para bois e cavalos.

Vacinação

A vacinação anual de cães e gatos, disponível na rede privada, é eficaz na prevenção da
raiva nesses animais, o que consequentemente previne também a raiva humana. Deve-
se evitar se aproximar de cães e gatos sem donos, não mexer ou tocá-los quando
estiverem se alimentando, com crias ou mesmo dormindo. Nunca tocar em morcegos ou
outros animais silvestres diretamente, principalmente quando estiverem caídos.

Em caso de possível exposição ao vírus da raiva (mordeduras, arranhaduras,
lambeduras e contatos indiretos), é imprescindível a limpeza do ferimento com água
corrente abundante e sabão ou outro detergente. A limpeza deve ser cuidadosa, visando
eliminar as sujeiras sem agravar o ferimento. As exposições devem ser avaliadas pela
equipe médica na unidade de saúde mais próxima de acordo com as características do
ferimento e do animal envolvido, conforme esquema de profilaxia.

O Cevs dispõe do telefone 150 do Disque Vigilância para tirar dúvidas sobre o que fazer
em caso de acidente e orientações sobre qual esquema de profilaxia adotar. O horário
de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 22h, e nos sábados,
domingos e feriados, das 8 às 20h. O contato também pode ser feito pelo e-mail
disquevigilancia@saude.rs.gov.br. ...

Secretaria da Saúde discute políticas públicas para idosos com Associação Parkinson


Aplicando a política de valorização das boas práticas que acontecem no Estado, a secretária
da Saúde Arita Bergmann recebeu nesta segunda-feira (30) a direção da Associação
Parkinson do Rio Grande do Sul (Apars). O objetivo do encontro foi conhecer o trabalho da
entidade com o público idoso e replicar ideias que funcionam. A Política Estadual da Saúde
do Idoso é um dos eixos prioritários desta gestão.

“Os grupos de apoio são fundamentais para as pessoas que convivem com a doença”,
ressalta a vice-presidente da Apars, Neusa Chardosim. Um dos trabalhos realizados pela
associação são os cursos para cuidadores para pessoas com Parkinson. “É importante
capacitar e descentralizar os cuidados”, acrescentou o presidente, Guilherme Gomes Sousa
Machado. ...




Edição n° 196 - Outubro 2019

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