Eldorado do Sul, Guaíba e Região Carbonífera, 22 de Agosto de 2019. Página Inicial | Contato
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Edicão n° 194 de Setembro de 2019


SAúDE

Encontro estadual discute o fortalecimento da atenção básica


Nesta quarta e quinta-feira (dias 21 e 22/8) ocorre em Porto Alegre o Encontro Estadual
para Fortalecimento da Atenção Primária à Saúde. A atividade reúne na Sogipa centenas
de gestores de saúde e tem o objetivo de discutir os principais programas e propostas
para aprimorar a atenção básica. O evento é promovido pela Secretaria de Atenção
Primária à Saúde do Ministério da Saúde em parceria com a Secretaria da Saúde (SES) e
o Conselho dos Secretários Municipais de Saúde do RS (Cosems/RS).

Na abertura do evento, a secretária da Saúde, Arita Bergmann, destacou que “a atenção
primária é a porta de entrada e centro articulador do acesso dos usuários ao Sistema
Único de Saúde (SUS)”. Ela ainda falou do projeto prioritário da planificação da saúde,
que busca orientar o processo de trabalho dos profissionais da atenção básica por meio
de oficinas e tutorias de acompanhamento permanente. “Neste ano, já começamos na
Fronteira Oeste com foco na área materno-infantil e, na Região Sul, na especialidade de
saúde mental. No futuro queremos fazer um trabalho sobre o cuidado com os idosos”,
afirmou.

O evento que abriu o encontro contou com a participação do secretário de Atenção
Primária à Saúde do Ministério da Saúde, Erno Harzheim. Ele apresentou a agenda
estratégica da Atenção Primária em Saúde (APS). “Queremos reforçar o papel dos
municípios, pois eles são a ponta da rede de saúde”, disse.

O encontro promove ainda, nesses dois dias, oficinas temáticas sobre a ampliação do
acesso na APS e Programa Saúde na Hora, avaliação e monitoramento e integração da
vigilância com a atenção básica. ...

Prova AMRIGS conta com parceria da Associação de Psiquiatria do RS


A Associação de Psiquiatria do Rio Grande do Sul passou a integrar a banca da prova que analisa
conhecimentos médicos e seleciona estudantes para os programas de Residência Médica. A
participação é feita através do presidente da entidade, Flávio Shansis. O objetivo é qualificar o
processo de seleção que, a cada ano, torna-se mais importante para os estudantes e
profissionais da classe médica.

- Esta parceria é muito importante porque qualifica e mostra o prestígio que a Prova AMRIGS
tem nesta área tão importante do conhecimento médico que é a psiquiatria. Estamos falando de
uma área básica do conhecimento médico que consta no programa da Prova AMRIGS e que tem
relação com diversas outras especialidades - afirmou o coordenador da Prova AMRIGS, Antônio
Carlos Weston.

Na edição de 2018, a Prova AMRIGS registrou recorde de participantes e consolidou-se como um
dos principais métodos de avaliação de conhecimento médico no Brasil. Ao todo, 6,5 mil
estudantes de medicina prestaram o exame em cinco estados do Brasil, Rio Grande do Sul,
Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Rondônia. ...

Enfrentamento à tuberculose será debatido em encontro no Hospital Sanatório Partenon


O Hospital Sanatório Partenon (HSP), referência estadual para tuberculose/HIV,
promove nesta terça-feira (13/8) o 1º Encontro sobre Intersetorialidade no Cuidado à
Pessoa com Tuberculose e Comorbidades: Desafios Atuais. A atividade irá promover
debates sobre o panorama atual da doença no Estado e no Brasil, bem como
possibilidades de intervenção intersetorial para os cuidados.

O encontro ocorre no auditório do hospital, com abertura às 9h. Logo após, a primeira
mesa enfocará “Enfrentamento intersetorial da tuberculose em tempos de crise:
experiências atuais e possibilidades de intervenção”, tema dividido em quatro partes.

A primeira, situação epidemiológica e comorbidades, ficará a cargo da diretora técnica
do HSP, a médica pneumologista Carla Jarczewski. A segunda, coinfecção
tuberculose/HIV, será tratada pela enfermeira Aline Sortica, da Coordenação de
IST/AIDS da Secretaria da Saúde (SES). A terceira parte, perspectivas do trabalho em
rede na conjuntura atual, estará sob a responsabilidade da assistente social Maria Lucia
Silveira, do Grupo Hospitalar Conceição.

A quarta e última parte desta mesa, articulações nacionais em foco na proteção social
para a pessoa com tuberculose, estará com a consultora técnica do Programa Nacional
de Controle da Tuberculose do Ministério da Saúde, Aline Beraldo.

No início da tarde, às 13h30, serão debatidas “Estratégias para o fortalecimento da rede
de apoio à pessoa com tuberculose e comorbidades”. O tema trará novamente Aline
Beraldo em diálogo com a assistente social Eliziane Ferraz, da Secretaria do Trabalho e
Assistência Social, a promotora de justiça de direitos humanos do Ministério Público
Estadual, Liliane Pastoriz, do militante do Movimento Nacional de População de Rua,
Cícero Gomes, da presidente da Fundação de Assistência Social e Cidadania de Porto
Alegre, socióloga Vera Ponzio, da coordenadora do Comitê Estadual Intersetorial de
Políticas para a População de Rua, assistente social Cíntia Bonder e, ainda, da bióloga
Veridiana Machado. O evento está previsto para encerrar às 17h. ...

Cachoeira do Sul recebe palestra sobre Responsabilidade Civil e Ética do Médico


Na próxima edição da Caravana AMRIGS, que ocorre dia 15 de agosto, na cidade de Cachoeira
do Sul (RS), às 19h30min, na Unimed (Rua Saldanha Marinho, 562 - Centro) o evento abordará
as questões jurídicas da Medicina e de prevenção diante de possíveis ocorrências que acabam
levando a um processo judicial. Responsável por abordar o tema, o advogado e consultor jurídico
da Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS), Luis Gustavo Andrade Madeira, explica
que é fundamental compreender a relação humana entre médico e paciente.

- Para os profissionais da saúde, os principais compromissos éticos estão na verdade e na
humanização, através da Medicina Paliativa. Quando abordamos este tópico, é preciso analisar e
entender como agir quando a vontade do paciente não está de acordo com a prática médica
necessária - salienta.

O evento é gratuito e não há necessidade de inscrição prévia. Mais informações podem ser
obtidas através do telefone 51 3722 2812. A iniciativa é da AMRIGS. ...

Imama busca apoio da Secretaria da Saúde para colocar Mamamóvel na estrada


Representantes do Instituto da Mama do Rio Grande do Sul (Imama) estiveram em reunião
com a secretária da Saúde, Arita Bergmann, e a diretora do Centro Estadual de Vigilância em
Saúde, Rosângela Sobieszczanski, nesta quinta-feira (8/8).

O Imama pede apoio da Secretaria da Saúde (SES) para realizar exames de mamografia em
áreas remotas do Estado por meio do Mamamóvel, ônibus que transporta um mamógrafo.
Rosângela explicou que o alvará de funcionamento do veículo está na fase final de avaliação
pela Vigilância Sanitária do Estado e, em breve, deverá ser liberado para atender a população.

A secretária Arita se mostrou interessada no projeto, para garantir que o exame preventivo
chegue também às mulheres que moram em locais de mais difícil acesso aos serviços de
saúde, em lugares de vazios assistenciais ou que têm filas para a realização de mamografias.
A ideia será analisada em nova reunião com a presença do Conselho das Secretarias
Municipais de Saúde do Rio Grande do Sul (Cosems), para que sejam planejadas ações
conjuntas entre Estado e municípios.

“O Mamamóvel traz mais do que a simples realização do exame. Ele proporciona uma rede de
apoio às mulheres que recebem o resultado positivo para câncer por meio dele”, explica
Samsara Nyaya Nunes, que esteve na reunião representando o Imama.

Também participaram do encontro a coordenadora de projetos do Imama, Cristiane Souza, e a
deputada estadual Franciane Bayer. ...

Redução da mortalidade infantil avança no Rio Grande do Sul


O Rio Grande do Sul caminha para ter uma taxa de mortalidade infantil que se consolide
abaixo do coeficiente de dez mortes a cada mil nascidos vivos. Porém, para melhorar os
indicadores, tem como grande desafio cuidar melhor da saúde das mães e dos recém-
nascidos.

Os óbitos de crianças menores de um ano apresentam uma maior concentração em causas
evitáveis por conta da inadequada atenção à mulher na gestação, sendo essa proporção um
pouco maior no Estado do que no Brasil. É o que aponta um estudo divulgado pela Secretaria
de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag) nesta quarta-feira (31/7) que traça um
panorama sobre as metas fixadas pela Organização das Nações Unidas (ONU) para garantir
melhor saúde e bem-estar da população.

Números preliminares indicam que a taxa de mortalidade infantil no Rio Grande do Sul fechou
2018 em 9,67 casos para cada mil nascimentos, o que se aproxima em muito do coeficiente
de 9,50 estabelecido para ser alcançado até o final deste ano. Dados já consolidados de 2017
colocam o Estado com uma mortalidade infantil em números bem mais favoráveis em relação
ao cenário nacional: 10,07 casos para cada conjunto de mil nascidos vivos, sempre
considerando também os óbitos neonatais (até 28 dias após o parto). O Brasil conseguiu
recuar para 12,39 a taxa em 2017 (era de 12,72 no ano anterior).

Quando se considera o cenário da mortalidade na infância (crianças de até cinco anos,
portanto mais abrangente), os números do Rio Grande do Sul se mantiveram praticamente
estáveis desde 2015. Este é o critério de avaliação sobre algumas das metas fixadas pela ONU
através dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS 3). Em 2017, com uma taxa de
11,92, ficava atrás apenas do Paraná (11,79) e de Santa Catarina (11,39), sendo o terceiro
Estado com melhor desempenho no Brasil. Estes indicadores mostram que o RS tem boas
chances de alcançar a meta que o país se comprometeu a atingir em 2030 (taxa de 8). O que
serve de alerta, no entanto, é que o RS chegou a ocupar o segundo lugar dois anos antes.

“O estudo tem uma importância grande para criarmos uma cultura de prestação de contas
sobre as políticas públicas e o quanto precisamos qualificar os serviços”, destacou o
secretário-adjunto de Planejamento e Orçamento da Seplag, Gilberto Pompilio de Melo Filho.
Ele observa que esses indicadores servirão de referência para as prioridades dos próximos
anos. “O governo está encaminhando nesta semana a proposta do Plano Plurianual (PPA 2020-
2023), em que o desafio está em integrar estas políticas da saúde e de outras áreas que
afetam as metas”, acrescentou.

Desenvolvida pelos analistas pesquisadores Daiane Menezes e Guilherme Risco, que integram
o Departamento de Economia e Estatística (DEE), a avaliação sobre algumas das metas
fixadas pelos ODS 3 incluiu ainda as situações que levam crianças a morrer antes de um ano
de idade por causas evitáveis. Eles ressaltam a importância de programas como o Primeira
Infância Melhor (PIM), que tinha perto de 54 mil famílias atendidas no final de 2018. A meta e
chegar a 60,2 mil ao final deste ano.

Um dos indicadores com resultados positivos que o estudo aponta se refere à taxa de gravidez
na adolescência. Uma das metas é assegurar acesso universal aos serviços de saúde sexual e
reprodutiva, incluindo planejamento familiar e mais informações sobre o tema. O RS tem uma
situação mais favorável na comparação com as taxas nacionais, bem como em relação aos
demais estados da região Sul. Em 2017, registrou 17.574 casos de mães adolescentes a cada
mil (entre 15 e 19 anos), ao passo que o Paraná (também com uma população de pouco mais
de 11 milhões de habitantes) teve 21.444 adolescentes grávidas.

Cobertura vacinal
O estudo mostra também que o Rio Grande do Sul segue uma tendência nacional e perigosa
em termos de queda na cobertura vacinal. Uma série histórica com informações do Ministério
da Saúde mostra que as imunizações aplicadas (percentual da população vacinada) passou a
cair a partir de 2013 para doenças como hepatite B e poliomielite, entre outras doenças.

Este comportamento explica, em parte, os casos de mortes por doenças transmissíveis, como
são os casos, além da hepatite, da tuberculose e da dengue. Uma das metas dos ODS 3 é
acabar com as epidemias de doenças transmissíveis, o que inclui aids e malária. Em 2017, o
RS teve 8,8% dos óbitos por causas evitáveis como decorrência de doenças infecciosas, um
pouco abaixo dos 9,2% verificados no país.

Suicídios aumentam
Outro alerta do estudo é para os casos de morte por doenças não transmissíveis, com maior
incidência na população adulta. Os óbitos por causas evitáveis na faixa entre 20 e 59 anos
(doenças cardiovasculares, neoplasia, doenças infecciosas, causas externas, entre outras)
chegam a atingir patamares de 49,4% dos falecimentos. A mortalidade prematura por
doenças não transmissíveis fica cinco pontos percentuais acima da média nacional.

Neste aspecto, é preocupante a escalada de casos de suicídio no Estado e no país. Em 2017, a
taxa de suicídios no RS chegou a 11.65 casos por 100 mil habitantes (1.349 mortes), sempre
com viés de alta nos últimos três anos.

Menos mortes nas estradas
O RS vem conseguindo diminuir o número de mortes no trânsito desde 2010, antes mesmo do
desafio de atender a uma das metas da ONU de reduzir pela metade os casos fatais e de
feridos até 2020. Mesmo com uma pequena oscilação em 2017 (16,42 mortes por 100 mil
habitantes), o Estado tem indicadores mais positivos na comparação com os vizinhos do Sul.
Com este comportamento histórico, o RS hoje é o 8º entre os estados brasileiros com menor
taxa de mortalidade de acidentes de trânsito.

Além das metas definidas nos ODS 3, o estudo elaborado pelo Departamento de Economia e
Estatística buscou analisar também os resultados das ações definidas como prioritárias pelo
governo no Plano Plurianual 2016-2019, tanto nas ações de preventivas da saúde, como de
educação para um trânsito mais seguro. ...

Alergia a proteína do leite: o que fazer?


O aumento do número de casos de todos os tipos de alergias tem preocupado pais e médicos.
Os casos incluem a asma (alergia respiratória), a dermatite atópica (alergia de pele) e as
alergias alimentares. A teoria que existe por trás desse aumento é que fatores ambientais
foram responsáveis por isso. Uma das teorias fala que as nossas bactérias protetoras foram
desaparecendo aos poucos.

A presidente da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) e gastroenterologista,
Cristina Targa Ferreira, explica que existem dois tipos de alergias alimentares: as que ocorrem
imediatamente após o contato com a proteína alergênica - alergias imediatas ou IgE mediadas
- que geralmente cursam com urticária e sintomas de pele e as alergias tardias ou não-IgE
mediadas, que cursam com sintomas gastrointestinais, como cólicas, diarreia, sangue nas
fezes, vômitos e dor abdominal. Hoje, só existem exames para as alergias imediatas. Para as
alergias gastrointestinais, não existem exames.

- Nas alergias gastrointestinais, o diagnóstico é feito excluindo a proteína do leite e depois que
a criança apresentar melhora, deve-se desencadear, ou seja, colocar o leite de novo para
comprovar que á alergia mesmo. Então, a criança tira o leite e derivados, melhora, e depois
testa para ver se era isso mesmo. Quando o bebe está sendo amamentado quem deve tirar
leite e derivados da dieta é a mãe – explica.

O tratamento é excluir, por um tempo, a proteína do leite. Esse tempo depende do tipo de
manifestação que o paciente apresenta. Os mais alérgicos ficam mais tempo sem leite. As
colites alérgicas, que são tão comuns, isto é aquela criança que apresenta sangue nas fezes
deve ficar os 6 primeiros meses de vida, em geral.

Fonte: PlayPress ...

RS tem 85 cidades com alto risco de transmissão de dengue, zika e chikungunya


O Rio Grande do Sul tem 85 municípios onde a infestação do mosquito Aedes aegypti é
considerada de alto risco para a transmissão de dengue, zika e chikungunya. Essas cidades
tiveram no último levantamento do índice da presença do inseto, realizado entre maio e junho,
mais de 4% dos imóveis vistoriados onde foram identificados locais com água contendo
presença de larvas do mosquito. Neste ano, já houve registro de mais de mil casos
confirmados de dengue no Estado. A Secretaria da Saúde (SES) alerta que as medidas de
prevenção devem permanecer mesmo agora durante o inverno, época em que há uma
redução na circulação do mosquito.

O Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) permite que,
com base nas informações coletadas, sejam identificados os bairros onde estão concentrados
os focos de reprodução do mosquito, bem como o tipo de criadouro predominante. O objetivo
é que, com a realização do levantamento, os municípios tenham melhores condições de fazer
o planejamento das ações de combate e controle do mosquito. O índice de infestação predial
(IIP) gerado pelo método indica o percentual de amostras onde foram identificadas larvas no
inseto.

Repasses de recursos

O governo do Estado investiu R$ 4.837.420,79 neste ano para que 361 municípios
desenvolvessem ações de prevenção e combate ao Aedes. Os recursos foram destinados às
cidades consideradas infestadas pelo inseto, ou seja, que tiveram ao menos um foco de larvas
do mosquito identificados nas armadilhas nos últimos 12 meses. Entre essas cidades, estão as
85 com o índice de infestação considerado de alto risco.

Como eliminar o mosquito em casa

Os depósitos preferenciais para os ovos do Aedes aegypti são recipientes com água parada ou
até a parede desses, mesmo quando secos. Os principais exemplos são pneus, latas, vidros,
cacos de garrafa, pratos de vasos, caixas d’água e outros reservatórios mal-tampados. Para
evitar o acúmulo de água onde o mosquito pode se reproduzir, é preciso tomar alguns
cuidados:

Tampar caixas d’água, tonéis e latões
Manter limpos os bebedouros de animais
Guardar garrafas vazias com o gargalo para baixo
Guardar pneus sob abrigos
Manter desentupidos ralos, canos, calhas, toldos e marquises
Não acumular água nos vasos de plantas
Manter a piscina tratada durante todo o ano
Colocar embalagens de vidro, lata e plástico em lixeiras fechadas
Índice de infestação predial (IIP) por municípios

Nonoai – 16,3
Espumoso – 13,7
Salto do Jacuí – 13,5
Giruá – 12,0
Dezesseis de Novembro – 11,6
Nova Palma – 10,8
Não-Me-Toque – 10,6
Tapejara – 10,6
Victor Graeff – 10,5
Vila Maria – 10,5
Boa Vista do Cadeado – 9,5
Salvador das Missões – 9,5
Jaguari – 9,4
Santiago – 9,4
Frederico Westphalen – 9,3
São José das Missões - 9,1
Tenente Portela – 9
Jacuizinho – 8,8
Santo Cristo – 8,7
Ajuricaba – 8,3
Uruguaiana – 8,3
Santo Antônio das Missões – 8,2
Canoas – 8,1
Tapera – 8,1
São Pedro do Sul – 7,8
Inhacorá – 7,7
Sananduva – 7,7
Santa Maria – 7,7
Panambi – 7,5
São Sebastião do Caí – 7,4
Pejuçara – 7,3
Alvorada – 7,2
Nova Ramada – 7,2
Novo Hamburgo – 7,2
Porto Vera Cruz – 7,2
Tucunduva – 7,2
Mato Queimado – 7,0
Getúlio Vargas – 6,9
São Nicolau – 6,9
Santo Antônio do Planalto – 6,7
Itaqui – 6,6
Tio Hugo – 6,6
São Pedro do Butiá – 6,3
Vista Gaúcha – 6,3
São Luiz Gonzaga – 6,2
Ibiaçá – 6,1
São Miguel das Missões – 6,1
Ibirubá – 6
Jacutinga – 6
Porto Xavier – 6
Passo Fundo – 5,9
Tuparendi – 5,9
Veranópolis – 5,8
Esteio – 5,7
Novo Machado – 5,7
Horizontina – 5,6
Estação – 5,5
Pirapó – 5,5
Quaraí – 5,4
Cruz Alta – 5,3
Santo Augusto – 5,3
Três Passos – 5
Planalto – 4,9
Bossoroca – 4,8
Roque Gonzales – 4,8
São João da Urtiga – 4,8
Campo Novo – 4,7
Campos Borges – 4,6
Sapucaia do Sul – 4,6
São Paulo das Missões – 4,5
São Sepé – 4,5
Novo Tiradentes – 4,4
São Borja – 4,4
Trindade do Sul – 4,4
Vila Lângaro – 4,4
Cerro Largo – 4,3
Guarani das Missões – 4,3
Santa Cruz do Sul – 4,3
Vicente Dutra – 4,3
Ciríaco – 4,2
Porto Lucena – 4,2
Joia – 4,1
Alto Alegre – 4
Feliz – 4
Nova Esperança do Sul – 4
Texto: Ascom SES
Edição: Secom ... ...




Edição n° 194 - Setembro de 2019

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