Eldorado do Sul, Guaíba e Região Carbonífera, 17 de Junho de 2019. Página Inicial | Contato
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Edicão n° 192 de Junho 2019


SAúDE

Cobertura da campanha de vacinação contra a gripe no Estado supera índices do ano passado


A campanha de vacinação contra a gripe no Rio Grande do Sul apresentou neste ano
uma mobilização maior do que na edição de 2018. Até esta quarta-feira (12/6), o Estado
tinha 84,% dos grupos prioritários vacinados, enquanto no ano passado esse índice foi
de 81,1%.

Contudo, apesar da melhora, o número ainda está abaixo da meta de 90%,
principalmente entre os públicos de crianças, gestantes e doentes crônicos. Como a
vacinação continua ocorrendo em cidades onde existem estoques de doses, os índices
deste ano devem se alterar.

Mesmo no caso das crianças, com adesão de 77% em 2019, houve um avanço na
procura pelas doses em comparação a 2018. No ano passado, apenas 67% das crianças
foram vacinadas contra a gripe. Em virtude da baixa cobertura, esse público
(juntamente com as gestantes) foi o primeiro a começar a vacinação neste ano, em 10
de abril.

Além disso, nesta edição a faixa etária foi ampliada em um ano, abrangendo todas as
crianças maiores de 6 meses a menores de 6 anos. O aumento na procura e a ampliação
na idade representaram um número de doses aplicadas 165 mil superior a 2018.

Comparação 2018 x 2019 – Cobertura da vacinação da gripe no RS

Crianças: 66,9% em 2018 / 77,2% em 2019
Gestantes: 72% em 2018 / 75,7% em 2019
Puérperas: 93,2% em 2018 / 96,1% em 2019
Trabalhador da saúde: 83,1% em 2018 / 84,7% em 2019
Idosos: 93,9% em 2018 / 95,7% em 2019
Professores: 92,8% em 2018 / 109% em 2019
Doentes crônicos: 69,1% em 2018 / 73,6% em 2019

Total dos grupos prioritários: 81,1% em 2018 / 84,9% em 2019

Fonte: Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI/MS),
acesso em 12/6/2019, às 9h

Vacinação aberta para público geral até acabarem os estoques

Desde a semana passada, a vacinação contra a gripe passou a ser oferecida para a
população em geral. No entanto, a recomendação no RS é que as secretarias municipais
de saúde reservem doses para que os grupos das crianças, das gestantes e das pessoas
com comorbidades atinjam 90% de cobertura. Até esta quarta-feira (12/6), cerca de 3,7
milhões de doses já haviam sido aplicadas no Estado, considerando 404 mil pessoas
vacinadas fora dos grupos prioritários.

Dos 497 municípios gaúchos, 307 ultrapassaram a meta de vacinar ao menos 90% dos
grupos prioritários. Outras 125 cidades apresentam, até o momento, índice entre 80 e
90%. Os demais 65 ficaram abaixo de 80%.

Em 2018, 289 cidades atingiram a meta da campanha, 143 ficaram entre 80 e 90% e 66
ficaram abaixo de 80%. ...

Vacinação contra a gripe no Estado vai até fim dos estoques


Durante a campanha de vacinação contra a gripe, as doses foram ofertadas na rede
pública apenas para os grupos prioritários. Com o encerramento da campanha, no dia 31
de maio, a vacinação foi aberta para a população em geral até acabarem os estoques
nos municípios.

Não haverá envio de novas vacinas por parte do Ministério da Saúde. Por isso, nessa
etapa, a vacinação fica limitada ao estoque das doses que não foram utilizadas durante
a campanha.

A Secretaria da Saúde orientou os municípios a reservarem doses para atingir a meta de
90% no caso das crianças, grávidas e doentes crônicos. Nos municípios em que a meta
foi atingida, não restaram vacinas para a população em geral. O estoque restante
depende desse desempenho do município.

No Estado, 82,8% das pessoas dos grupos prioritários já foram vacinadas. Além disso,
270 municípios gaúchos ultrapassaram a meta de 90% de cobertura dos grupos
prioritários.

Até esta quinta-feira (6/6), dados registrados no Sistema de Informações do Programa
Nacional de Imunizações indicavam que 3.356.658 doses já haviam sido aplicadas no RS
– incluindo os grupos prioritários e a população em geral.

Cobertura dos grupos prioritários no RS

Crianças 74,7%
Gestantes 73,4%
Trabalhador da saúde 83,4%
Puérperas 94,5%
Idosos 93,8%
Professores 106,8%
Doentes crônicos 71%
Total 82,8%
...

Com estoques insuficientes, bancos de leite materno precisam de doações


Toda mulher que amamenta é uma possível doadora de leite humano, basta ser saudável e
não tomar medicamento que interfira na amamentação. O leite materno doado aumenta as
chances das crianças prematuras se recuperarem mais rapidamente, além de protegê-las de
infecções, diarreias e alergias. Um pote de leite materno doado pode alimentar até 10 recém-
nascidos por dia.

Como os estoques não são suficientes para atender a demanda, é necessário incentivar e
estimular as doações. Provedor da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, Alfredo
Guilherme Englert ressalta a importância da doação, já que a necessidade de litros por dia
aumentou. "Assim como uma mãe pode doar, ao mesmo tempo existe outra mãe que está
necessitando da doação", afirma.

Em razão disso, na quinta-feira (16/3), a Brigada Militar deflagrou a terceira ação da
Campanha Solidária apoiando a Campanha Nacional de Doação de Leite Materno, do
Ministério da Saúde, que busca sensibilizar as mães que estão amamentando, os profissionais
de saúde e a sociedade sobre a importância dessa doação para as crianças prematuras, de
baixo peso, que estão internadas em unidades neonatais e não podem ser alimentadas
diretamente nos seios de suas mães.
A iniciativa da BM busca incentivar as policiais militares da instituição que estão
amamentando a fazerem a doação, além de disseminar informações sobre a importância da
doação de leite a outras mães. O lançamento ocorreu no auditório Centro Histórico Cultural da
Santa Casa, em Porto Alegre, e contou com a presença do comandante-geral da Brigada
Militar, coronel Mário Yukio Ikeda, de profissionais da saúde que atuam no Banco de Leite do
Hospital da Santa Casa, além de policiais militares doadoras e profissionais dos bancos de
leite parceiros da campanha.

Nutricionista da Santa Casa há 19 anos e supervisora do Banco de Leite Humano, Claudia
Helena Abreu Nunes reforçou a importância do ato de doar. “A Brigada Militar está
incentivando e estimulando a doação através do seu efetivo e divulgando para a comunidade,
o que traz um grande benefício para os nossos bebês, que se beneficiam imensamente com o
leite materno, o leite ideal e apropriado para o seu desenvolvimento saudável”, afirma.

Doação

A produção do leite depende do esvaziamento da mama, por isso, quanto mais a mulher
amamenta ou esvazia as mamas, mais leite produz. Todo leite doado é analisado,
pasteurizado e submetido a um rigoroso controle de qualidade antes de ser ofertado a uma
criança.

Confira aqui a lista de Bancos de Leite em todo o RS onde você poderá se informar a respeito
da doação de leite humano.

Clique aqui e saiba a correta higienização antes da coleta e ainda como retirar e conservar o
leite, além de outras dicas.
...

Hemocentro de Porto Alegre precisa de doações de sangue tipo O positivo e negativo


O Hemocentro do Estado do Rio Grande do Sul (Hemorgs) está precisando de doações de
sangue, principalmente dos tipos O positivo e O negativo. As doações podem ser feitas de
segunda a sexta-feira das 8h às 18h, na Avenida Bento Gonçalves, 3.722, bairro Partenon.

Em Porto Alegre, o hemocentro é responsável pelo fornecimento de hemocomponentes para
os hospitais de Pronto Socorro (HPS), Materno Infantil Presidente Vargas, Independência,
Santa Ana e Restinga Extremo Sul. Os demais serviços são da Região Metropolitana e Litoral.

O que é preciso para doar?

– Estar em boas condições de saúde;
– Apresentar documento oficial de identidade com foto;
– Ter idade entre 16 e 69 anos, sendo que os candidatos a doadores com menos de 18 anos
deverão estar acompanhados pelos pais ou por responsável legal;
– Pesar no mínimo 50kg com desconto de vestimentas;
– O limite de idade para a primeira doação é de 60 anos;
– Não estar em jejum e evitar alimentação gordurosa;
– Ter dormido pelo menos 6 horas antes da doação;
– Não ter ingerido bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores à doação;
– Não fumar pelo menos duas horas antes da doação.

Quais os impedimentos temporários?

– Gripe ou febre;
– Gestantes ou mães que amamentam bebês com menos de 12 meses;
– Até 90 dias após aborto ou parto normal e até 180 dias após cesariana;
– Tatuagem ou acupuntura nos últimos 12 meses;
– Exposição à situação de risco para a Aids (múltiplos parceiros sexuais, ter parceiros
usuários de drogas);
– Herpes labial.

Outros critérios que impedem a doação serão verificados por ocasião da entrevista de
triagem. ...

Vacinação contra a gripe será aberta à população geral a partir da próxima segunda-feira no Estado


A partir da próxima semana, a Secretaria da Saúde orienta os municípios a prosseguirem com
a campanha de vacinação contra a gripe, ampliando a imunização para toda a população. Até
esta sexta-feira (31/5), mais de 3 milhões de pessoas já haviam se vacinado no RS, o que
representa 79% de cobertura dos grupos prioritários.

A recomendação do Estado foi tomada em conjunto com o Conselho das Secretarias
Municipais de Saúde do Rio Grande do Sul (Cosems/RS) e segue a mesma indicação do
Ministério da Saúde.

Contudo, a orientação é que os municípios que ainda não atingiram a meta de 90% de
cobertura para os grupos das crianças, gestantes e pessoas com comorbidades permaneçam
priorizando estratégias de vacinação para essa população, que tem maior risco de desenvolver
complicações graves em decorrência da infecção pelo vírus da Influenza. Cada município
deverá avaliar a cobertura vacinal para esses grupos, reservando as vacinas necessárias para
atingir a meta de 90%.

Número de municípios do RS segundo a cobertura dos grupos prioritários

Acima dos 90%: 199 municípios
Entre 80 e 89%: 165 municípios
Entre 70 e 79%: 101 municípios
Entre 60 e 69%: 26 municípios
Entre 50 e 59%: 5 municípios
Abaixo de 50%: 1 município

População, doses aplicadas e cobertura dos grupos prioritários no RS

Crianças (734 mil): 521 mil doses aplicadas (71%)
Gestantes (106 mil): 75,5 mil doses aplicadas (71,1%)
Trabalhadores da saúde (315 mil): 253.312 mil doses aplicadas (80,4%)
Puérperas (17,4 mil): 15,7 mil doses aplicadas (90,3%)
Indígenas (25,4 mil): 22 mil doses aplicadas (87%)
Idosos (1,47 milhão): 1 milhão e 335 mil doses aplicadas (90,9%)
Professores (110 mil): 112 mil doses aplicadas (102,2%)
Doentes crônicos (969 mil): 636 mil doses aplicadas (65,6%)
TOTAL (3.829.699): 3.025.349 doses aplicadas (79%)*
* incluindo os grupos da população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional e
policiais e militares

Fonte: Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI/MS) – acesso
em 31/5/2019, às 13h ...

Agravamento de casos de sarampo no Brasil é tema de encontro em Porto Alegre


Os surtos de sarampo no Brasil trazem grande preocupação e fizeram com que médicos de
diversas especialidades voltassem a estar atentos para uma doença que, antes, era
considerada erradicada no país. O evento acontece no Hotel Deville Prime, em Porto Alegre
(RS) até sábado (01/06) e reúne dermatologistas e profissionais de outras áreas. A médica
dermatologista, Francisca Regina Oliveira Carneiro (PA), traçou um panorama preocupante
sobre o cenário no Brasil, principalmente na região norte do país.

- Existem picos de epidemia, que em geral ocorrem no final de inverno e início da primavera.
O que é muito grave é que em países com alta taxa de natalidade, os surtos são grandes e
irregulares. Também há um fator preocupante em relação a segunda dose. Lembramos que
15% das crianças vacinas não conseguem desenvolver imunidade na primeira dose – afirmou
a palestrante que possui graduação em Medicina pela Universidade Federal do Pará, mestrado
em Medicina (Dermatologia) e doutorado em Medicina (Dermatologia) pela Universidade
Federal de São Paulo.

O cenário foi agravado com a vinda de estrangeiros da Venezuela. Amazonas é o estado que
lidera em número de casos, tendo chegado em 2018 a mais de 9.803 casos confirmados. Na
sequência aparecem estados de Roraima e Pará. O Rio Grande do Sul, vem logo em seguida,
com 46 casos em 2018. Os estados considerados pelo Ministério da Saúde com o surto ativo,
em 2019, são Amazonas, Roraima e Pará. O RS, apesar de 46 casos no ano passado, é
considerado com surto encerrado em 2018.

O sarampo é uma doença infecciosa, febril, aguda, exantemática, extremamente contagiosa e
de complicações e óbitos. Evolui em 30% dos casos para complicações e é muito preocupante
do ponto de vista de mortalidade infantil. O vírus pode ser propagado em distâncias curtas.
Fica suspenso no ar em partículas por várias horas e por isso há o temor de fácil propagação.

A programação trouxe ainda a temática do Diagnóstico Diferencial dos Exantemas virais, com
a dermatologista Ana Paula Dornelles da Silva Manzoni (RS) e da Varicela Zoster:
Manifestações Clínicas, Tratamento e Prevenção, com Walter Belda Junior (SP).

Durante a tarde, os temas foram mictobacteriose, pênfigo e dermatoses por animais
peçonhentos, com a apresentação do médicos Vidal Haddad Junior e Arival Cardoso de Brito.
A AIDS, com temática de manifestações dermatológicas, controle e Profilaxia Pré-Exposição
(PrEP) e Profilaxia Pós-Exposição (PEP). O painel contou com a presença dos médicos Paula
Berenhauser D' Elia (RS), Beatriz Moritz Trope (RJ) e Gustavo Gonçalves C. Pinto Corrêa (RS).

Hanseníase: um falso cenário que preocupa

Outro tema que foi destaque foi a hanseníase. Desde 1994, foi anunciado que não há mais
casos da doença no Rio Grande do Sul. Os números, porém, são questionados por médicos
dermatologistas que alertam para a interrupção do trabalho de pesquisa feito para diagnóstico
da doença. As estatísticas mostravam 134 casos, em 2014; 114 casos, em 2015; 103 casos,
em 2016 e 109 casos, em 2017. Em 2018 não há dados disponíveis.

- O termo eliminado, quando falamos de problema de saúde pública, vem de um indicador
que diz que há prevalência menor do que um doente para cada dez mil habitantes. Quando
isso acontece, teoricamente ela está controlada, mas não quer dizer que está erradicada.
Existem casos e não estão sendo notificados. Existe uma endemia oculta grande no RS.
Outros agravantes prioritários foram colocados à frente, e deixou-se de ter um olhar com
mais atenção para hanseníase. Ou seja, a doença cai no esquecimento e não se faz mais
diagnóstico. Casos novos estão progredindo e o grande problema da hanseníase não são
lesões de pele, mas o acometimento de troncos, mãos, rosto e pés que levam a deformidades
físicas, ou seja, ela é uma doença incapacitante – explica a médica dermatologista e
associada da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção RS, Letícia Maria Eidt.

Outro fator lembrado pela médica é o histórico preconceito que existe com os pacientes que
têm a doença, no passado conhecida por Lepra. A hanseníase é uma doença contagiosa
causada pela transmissão do Bacilo de Hansen, através da respiração. Ela se manifesta em
diversos sintomas, como através de lesões na pele, ausência de sensibilidade à dor e ao tato
em qualquer parte do corpo. Durante as aulas realizadas no primeiro painel sobre hanseníase,
os especialistas debateram clínicas usuais, diagnóstico laboratorial, manejo das reações,
tratamento e panorama atual da doença. A abordagem contou com a participação dos
médicos Sinésio talhari (AM), Heitor de Sá Gonçalves (CE), Egon Daxbacher (RJ), Sandra
Maria Barbosa Durães (RJ), Maria Araci Pontes Aires (CE), Gerson Oliveira Penna (DF) e
Letícia Maria Eidt (RS).

O DERMATROP é promovido pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), com o apoio da
SBD-RS, seccional gaúcha. O encerramento do evento, no sábado (01/06), conta com
atividades relacionadas a micoses, dermatozoonoses e vacinas. A programação completa pode
ser conferida no site sbd.org.br.

Fonte: PlayPress ...

Cremers cria canal para denúncias de exercício ilegal da Medicina


Com o objetivo de proteger a sociedade contra os riscos do exercício ilegal da Medicina, o
Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul (Cremers) lançou um canal
exclusivo para receber denúncias da sociedade. A partir de agora, qualquer pessoa pode entrar
em contato pelo e-mail denuncia@cremers.org.br.

O conselho encaminha a denúncia para os órgãos responsáveis pela investigação, como o
Ministério Público. De acordo com o presidente do Cremers, Eduardo Trindade, o objetivo é
disponibilizar à sociedade uma ferramenta que contribua na fiscalização. E, assim, reduza os
problemas decorrentes de procedimentos praticados por profissionais sem registro.

“O Cremers está atento aos casos de exercício ilegal da Medicina. Contamos com a cooperação
das pessoas para coibir esse tipo de prática”, afirma Eduardo Trindade. “Estamos criando novos
canais de comunicação com a categoria e com a população em geral, para assegurar que os
procedimentos sejam de fato realizados por profissionais capacitados. A qualidade e a segurança
no atendimento devem ficar em primeiro lugar”, complementa.

Fonte: PlayPress ...




Edição n° 192 - Junho 2019

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