Eldorado do Sul, Guaíba e Região Carbonífera, 20 de Junho de 2019. Página Inicial | Contato
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Edicão n° 190 de Abril 2019


SAúDE

A doença que se apresenta em silêncio


Dia Nacional de Prevenção e Combate a Hipertensão Arterial busca informar e conscientizar a
população a realizar exames que possam identificar e controlar a pressão arterial

Por se tratar de uma enfermidade de caráter assintomático e afetar um número expressivo de
pessoas, o dia 26 de abril dedica-se a divulgar informações e a incentivar a população a adotar
hábitos saudáveis e realizar constantes verificações dos níveis de pressão arterial. O médico
cardiologista e associado da Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS), Oscar Morency
Otto Martins, explica que, nos últimos anos, os casos vêm crescendo e reforçando a importância
desta data.

- A doença é silenciosa e não possui sintomas confiáveis. Por isso, é preciso medir a pressão e
controlá-la. O que vem chamando atenção é o grande número de pessoas que não têm o
controle adequado de sua pressão arterial. Entre outros fatores, esse fenômeno ocorre pela
ausência de hábitos saudáveis, seja na alimentação, ou na ausência de atividades físicas -
salienta.

O médico ressaltou a importância de, no mínimo, uma vez ao ano, efetuar a verificação da
pressão arterial. Em condições normais, a pressão sanguínea deve estar com máxima de 120 e
mínima de 80 milímetros de mercúrio, o que é chamado de 12 por 8. ...

Vacina contra a gripe precisa ser feita antes do inverno para apresentar resultados


Todas as pessoas que fazem parte dos grupos prioritários devem fazer a vacina contra a gripe
antes da chegada do inverno. A orientação é do Ministério da Saúde e da Secretaria da Saúde
(SES) em virtude do tempo que leva para que os anticorpos gerem a proteção necessária.

A campanha começou dia 10 de abril para crianças e gestantes, sendo aberta para os demais
públicos elegíveis no dia 22. No total, são 3,8 milhões de gaúchos elegíveis para a vacinação,
sendo que mais de 270 mil pessoas já se vacinaram contra a gripe neste ano no RS.

Além dos órgãos governamentais, a recomendação é apoiada pela Sociedade Brasileira de
Imunizações. O presidente da entidade, Juarez Cunha, explica que a vacina age na pessoa
como se fosse a doença natural, só que sem causar o quadro clínico e os sintomas.

“Quando tu tens uma gripe, o teu organismo cria anticorpos para combater o vírus. Após a
vacina, o organismo identifica o vírus e também produz esses anticorpos, que permanecerão
ativos no sistema imunológico por um período”, explica. “Assim, quando tu tiveres contato
com o vírus, já vais ter a proteção produzida”, completa.

Ainda conforme o médico, para essa proteção começar a ser efetiva, leva em torno de 15 dias
após a aplicação, enquanto o maior efeito precisa de um mês.

A enfermeira responsável pela vigilância da influenza no Centro Estadual de Vigilância em
Saúde, Letícia Garay Martins, também enfatiza que é importante se vacinar agora, durante a
campanha e não depois.

“A vacina tem esse tempo de ao menos duas semanas para gerar anticorpos, que irão nos
proteger de doenças”, afirma. “Por isso procuramos fazer a vacinação da população o quanto
antes possível. Antes de o inverno começar é quando temos a circulação mais intensa do vírus
influenza”, acrescenta.

Por esse motivo, a campanha que ocorre no Brasil começa geralmente em abril, que é quando
os laboratórios produtores da vacina conseguem começar a entregar as doses atualizadas com
os vírus que mais circularam na temporada anterior.

Grupos prioritários na vacinação contra a gripe:

– Crianças (maiores de seis meses e menores de seis anos)

– Gestantes

– Puérperas (mulheres até 45 dias após o parto)

– Trabalhadores da área da saúde

PORTO ALEGRE, RS, BRASIL, 23/04/2019 - Início da campanha da vacinação em povos
indígenas na aldeia Van-Kã, dos Caigangue, no bairro Lami. Fotos: Felipe Dalla Valle/Palácio
Piratini
Povos indígenas estão entre os grupos prioritários para receberem vacina contra a gripe -
Foto: Felipe Dalla Valle / Palácio Piratini
– Povos indígenas

– Pessoas acima dos 60 anos

– Professores

– Sistema prisional (funcionários e apenados)

– Forças de segurança e salvamento

– Pessoas com comorbidades (doenças crônicas respiratórias, cardíacas, renais, neurológicas
ou hepática; diabetes; imunossupressão; obesidade; transplantados ou pessoas com
trissomias) ...

Mais de 90 mil crianças e gestantes já se vacinaram contra a gripe no estado


Quase 75 mil crianças e 15 mil gestantes se vacinaram contra a gripe no Rio Grande do Sul
até a terça-feira (16/4). O movimento da campanha, iniciada no dia 10, representa 10% e
15% de cobertura desses grupos, respectivamente. A meta é chegar ao final, em 31 de maio,
com o alcance de 90%.

Entre as crianças com idades entre 6 meses e 2 anos de idade, já foram aplicadas 26 mil
doses. Outras 41 mil com idades entre 2 e 5 anos estão imunizadas. Na faixa etária incluída
neste ano, menores de 6 anos (5 anos, 11 meses e 29 dias), a campanha já teve cerca de 8
mil vacinados. Os dados são do Sistema de Informações do Programa Nacional de
Imunizações.

Crianças e gestantes foram priorizadas este ano porque foram as que menos se vacinaram em
2018. Os dois grupos impactaram negativamente a cobertura no estado, que fechou em 85%
do total da meta - foram vacinadas 67% das crianças e 72% das gestantes.

Na segunda-feira (22/4), a campanha se estende aos outros públicos, como pessoas acima
dos 60 anos, trabalhadores da saúde, puérperas, doentes crônicos e professores.

Grupos que devem receber a vacina até 18/4:
- Crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias)
- Gestantes (em qualquer idade gestacional)

Grupos que devem receber a vacina a partir de 22/4:
- Crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias)
- Gestantes (em qualquer idade gestacional)
- Puérperas (mulheres até 45 dias após o parto)
- Pessoas com 60 anos ou mais
- Povos indígenas aldeados
- Trabalhadores de saúde dos serviços públicos e privados
- População privada de liberdade e funcionários do sistema prisional
- Professores de escolas públicas e privadas
- Portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais*

*Doenças crônicas respiratórias, cardíacas, renais, neurológicas ou hepática, diabetes,
imunossupressão, obesidade, transplantados ou pessoas com trissomias.

Atualização das cadernetas de vacinação

Durante a campanha, gestantes e crianças poderão atualizar as demais vacinas previstas no
calendário básico. Por isso, é importante levar a caderneta de vacinação aos postos para que
um profissional da unidade de saúde avalie a situação. Não há contraindicação em se fazer
mais de uma vacina juntamente com a da gripe, tanto crianças como em gestantes. No
calendário infantil estão previstas 12 vacinas. Às gestantes recomenda-se a aplicação das
vacinas contra a hepatite B e a tríplice bacteriana (ou dTpa), que previne contra difteria,
tétano e coqueluche.

Texto: Ascom/SES ...

Saúde orienta sobre cuidados com crianças e adolescentes na era digital


O uso excessivo da internet por crianças e adolescentes e os riscos associados preocupam
pais, educadores e profissionais da saúde. O mundo virtual é uma ferramenta de
aprendizagem e socialização para os jovens, mas é um espaço que os deixam vulneráveis a
conteúdos inapropriados ou, ainda, reféns da criminalidade online.

Redes de pedofilia, ciberbullying, assédio e violência sexual, jogos e desafios que induzem à
autoagressão e ao óbito por suicídio estão entre os perigos da era digital. Com o intuito de
alertar a sociedade para esses riscos, neste mês o Comitê Estadual de Promoção da Vida e
Prevenção do Suicídio divulgou nota de esclarecimento sobre jogos virtuais para os meios de
comunicação, familiares e população em geral.

A psicóloga do Núcleo de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis do Centro
Estadual de Vigilância em Saúde, Nathalia Fattah, explica que o suicídio é um fenômeno
complexo e multifacetado, que nunca resulta de um único evento, como a reprovação em um
exame ou o término de um relacionamento.

Ocorre pela interação de diversos fatores, como discriminação, violência, conflitos familiares,
transtornos mentais e comportamentais, uso prejudicial de álcool e outras drogas, traços
significativos de impulsividade e agressividade. Uma tentativa prévia é o principal fator de
risco isolado para uma morte por suicídio. Pais, responsáveis e profissionais envolvidos devem
ficar ainda mais atentos quando um jovem apresenta tentativa de suicídio.

Ansiedade e isolamento

Familiares e educadores precisam estar atentos a mudanças no comportamento do jovem,
como aumento da ansiedade, isolamento, afastamento da família e de amigos, adesão ao
cyberbullying, agressividade, baixo rendimento escolar e transtornos de sono e de
alimentação. Esses sinais não devem ser considerados isoladamente, mas chamar a atenção,
sobretudo, se muitos desses aspectos se manifestam ao mesmo tempo. Esse comportamento
pode esconder uma ideação suicida. Lesões autoprovocadas também apontam para esse risco.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o suicídio é a segunda principal causa de
morte em todo mundo para pessoas de 15 a 29 anos de idade e mata mais jovens do que o
HIV. No Brasil, dados do Ministério da Saúde apontam que a morte por lesão autoprovocada
aumentou em 30% nos últimos anos, na faixa etária de 15 a 19 anos.

Desde junho de 2011, as tentativas de suicídio se tornaram agravos de notificação
compulsória e, desde 2014, de notificação imediata nos serviços de saúde públicos e privados
em todo o território nacional. O que indica a necessidade de acionamento imediato da rede de
atenção e proteção para a adoção de medidas adequadas a cada caso.

Prevenção

A sensibilização dos profissionais de saúde que atuam na rede de assistência é importante
para ampliar e qualificar as notificações. “Assim podemos atuar a partir da realidade do Estado
e dos territórios, desenvolver estratégias de prevenção e organizar os fluxos assistenciais”,
avalia a psicóloga.

Neste ano, o Programa Estadual de Vigilância da Violência Interpessoal e Autoprovocada
completa 10 anos. Nesse período, foram realizadas capacitações permanentes em todas as
regiões do estado para trabalhadores e gestores das redes de saúde e intersetorial. Os
profissionais de saúde também precisam estar preparados para atuar no acolhimento e na
escuta qualificada de usuários com risco de morte por suicídio.

A psiquiatra do Hospital Psiquiátrico São Pedro, Roberta Rossi Grudtner, destaca que o suicídio
pode ser evitado em 90% dos casos e, por isso, é altamente prevenível. “As pessoas não
querem acabar com a vida, ao contrário, querem alívio do sofrimento. O conteúdo recorrente
do pensamento sobre morte, morrer, querer se matar é um sintoma, ou seja, é sinal de grave
adoecimento que se reflete em comportamento(s) de risco” afirma Roberta.

Segundo ela, o enfrentamento ao suicídio passa também por uma mudança cultural, pois a
morte por lesão autoprovocada ainda é encarada como um tema tabu. “Precisamos avançar ao
falar e orientar a população sobre o assunto”, avalia.

Exilado no mundo virtual

Familiares e amigos devem estar atentos ao que escutam, enxergam e sentem e perguntar
diretamente ao identificar que alguém está estranho, diferente, inquieto ou assustado.
“Pergunte, influencie, aja: isto salva vidas”, esclarece. Se a pessoa está em sofrimento e,
nestes casos, correndo risco, sentirá alívio ao saber que pode contar com alguém para buscar
ajuda nos serviços de saúde ou atendimento de profissional da área de saúde mental.

“No caso dos jovens, os pais e responsáveis devem controlar a qualidade, intensidade e o
tempo de uso da internet. Devem observar se esta criança ou adolescente está exilado no
mundo virtual”, alerta a psiquiatra. De acordo com ela, estudos indicam que mais de uma hora
por dia de exposição a telas de TV, computador, celular ou outros dispositivos, especialmente
depois da 19h, começa a atrapalhar o sono, o desenvolvimento e a memória.

“Antes, os pais tinham a preocupação de orientar os filhos a não conversarem ou brincarem na
rua com desconhecidos. A tendência hoje é achar que os filhos estão protegidos em casa. Só
que um jovem passar uma tarde sozinho navegando na internet e nas redes sociais e se
comunicando com uma pessoa que conhece pelo mundo virtual traz os mesmos riscos. Com o
fenômeno da internet, os perigos da rua também estão presentes no ambiente doméstico, pois
a rede é um espaço público e aberto”, avalia.

Roberta orienta ainda que é preciso equilibrar as horas de jogos online com o convívio em
família e amigos, atividades esportivas, brincadeiras, exercícios ao ar livre ou em contato
direto com a natureza.

Ela explica que o computador não pode ser de uso individual para uma criança ou adolescente.
Os pais ou responsáveis devem ter a senha de acesso a esses dispositivos. Esclarece que,
nesse processo, é fundamental a família manter diálogo com os jovens, orientando e
informando sobre os riscos do ambiente virtual. “Só o fato de os pais saberem a senha de
acesso dos jovens já os protege e desperta para um uso mais consciente e responsável destas
mídias, pois isso pressupõe um diálogo anterior sobre o tema e passa a mensagem: estou
aqui para te defender e proteger”, informa a psiquiatra.

Em relação ao tratamento, Roberta acrescenta que o preconceito e o tabu podem ser barreiras
para a solução do problema. “Ao longo da vida, teremos fragilidades específicas e dificuldades
importantes, mas temos ferramentas para superarmos esses momentos. É possível unirmos
esforços para assegurarmos uma vida e um desenvolvimento mais protegidos, tranquilos e
funcionais nesse processo de transformação de jovens em cidadãos”, conclui a psiquiatra.

Locais para buscar ajuda:

– Unidades Básicas de Saúde (Saúde da Família, Postos e Centros de Saúde)

– UPA 24H, Samu 192, Pronto Socorro, hospitais

– Centros de Apoio Psicossocial (Caps), uma iniciativa do SUS

– Centro de Valorização da Vida – telefone 188 (ligação gratuita) ...

Vacinação contra gripe deve levar 3,7 milhões a postos de saúde no RS


A Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe começou nesta quarta-feira (10/4). O
lançamento oficial ocorreu em Porto Alegre, com a presença do ministro da Saúde, Luiz
Henrique Mandetta, acompanhado do governador Eduardo Leite e do prefeito da capital,
Nelson Marchezan Júnior.

Em um primeiro momento, até 18 de abril, a imunização focará crianças (maiores de seis
meses e menores de seis anos) e gestantes (de qualquer período de gravidez) – grupos mais
vulneráveis às complicações causadas pela influenza. Uma das novidades deste ano é a
ampliação da faixa etária do público-infantil, de até cinco anos para até menores de seis anos.

Em todo o país, o Ministério da Saúde pretende vacinar 58,6 milhões de pessoas até 31 de
maio e, para isso, enviou 63,7 milhões de doses de vacinas aos estados. No RS, mais de 3,7
milhões de pessoas estão elegíveis para a campanha. Os demais grupos prioritários (veja
abaixo) poderão se vacinar a partir de 22 de abril.

“Vacinar é um direito das crianças e um dever dos pais e responsáveis”, afirmou o ministro.
Mandetta também reforçou o Movimento Vacina Brasil, lançado na terça-feira (9), em Brasília.
A iniciativa do governo federal quer reverter o quadro de queda das coberturas vacinais no
país nos últimos anos. O movimento será difundido ao longo do ano, reunindo uma série de
ações integradas entre órgãos públicos e empresas, para conscientizar a população sobre a
importância da vacinação. Além disso, gestantes e crianças poderão atualizar as vacinas
previstas na Caderneta de Vacinação.

Reiterando o apelo do ministro, Leite convidou pais e responsáveis para levarem crianças aos
postos de saúde do RS. O governador também se mostrou comprometido a, durante a gestão,
saldar a dívida com municípios (R$ 600 milhões) e com hospitais (R$ 480 milhões). “Estamos
focando o cumprimento dos repasses. Os municípios não recebiam desde junho, e os
hospitais, desde setembro”, comentou.

RS pede elevação do MAC

O governador aproveitou a visita de Mandetta para entregar ao ministro documento solicitando
um aporte mensal de recursos do Tesouro Nacional a fim de custear a integralidade da
produção de serviços de média e alta complexidade apresentadas pelos prestadores do
Sistema Único de Saúde (SUS). O Teto Financeiro de Média e Alta Complexidade (MAC), hoje
repassado pelo Fundo Nacional de Saúde, não contempla a totalidade dos atendimentos e dos
procedimentos executados pelo SUS.

Ainda durante o evento de lançamento da campanha de vacinação contra a gripe, o Ministério
da Saúde anunciou o repasse de R$ 17,3 milhões em duas portarias que estabelecem recursos
para habilitações de serviços que beneficiam hospitais e municípios do RS. Foram
contemplados Arvorezinha, Caxias do Sul, Esteio, Novo Hamburgo, Passo Fundo, Porto Alegre,
Rio Grande, Santa Cruz do Sul, Três de Maio e Viamão. ...

Fepam emite licença ambiental para obra do Hospital de Clínicas


A Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) emitiu a licença prévia e de instalação
unificadas conferindo a viabilidade ambiental para a Subestação de Energia Elétrica (SE) do
Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA).

Marjorie Kauffmann, diretora presidente da Fepam, destaca que o empreendimento contribui
para a segurança do sistema elétrico do complexo hospitalar, além de possibilitar o aumento
de carga para suprir a expansão da instituição.

O documento licenciatório contempla as exigências, restrições e condicionantes aplicadas para
a fase de construção da subestação, que o empreendedor deverá cumprir durante a instalação
do empreendimento licenciado. Será necessária a execução do Programa de Manejo Florestal,
referente ao corte de árvores localizadas na área afetada pela obra, sob supervisão ambiental
de técnicos habilitados, assim como a compensação ambiental diante das intervenções
pertinentes.

Além disso, deverão ser cumpridos dois programas, o de gerenciamento de resíduos sólidos e
o de emergência e contingência. O empreendedor deverá providenciar ainda o treinamento de
todos os funcionários envolvidos na implantação do empreendimento visando à adoção de
posturas relacionadas à mitigação dos impactos ambientais.

Marjorie Kauffmann destaca que a equipe técnica da Fepam realizou com celeridade a análise
do licenciamento ambiental, com emissão final de parecer de licença prévia e de instalação no
prazo de 23 dias, com intuito de contribuir para a conclusão das obras de ampliação do
complexo e vislumbrando a operacionalidade do hospital.

Benefícios da obra de ampliação

De acordo com site do HCPA, o novo complexo hospitalar, previsto para ser concluído em
2019, dará especial atenção aos pacientes criticamente enfermos – aqueles que necessitam
cuidados urgentes ou intensivos. A comunidade passará a contar com uma maior capacidade
de atendimento e qualificada infraestrutura.

A emergência, por exemplo, que atualmente conta com cerca de 1,7 mil m², ficará com mais
de 5 mil m², podendo oferecer melhores condições de acolhimento aos pacientes. Já o Centro
de Tratamento Intensivo (CTI) passará de 54 para 110 leitos. Com os novos prédios, haverá
liberação de áreas no edifício principal, proporcionando a instalação de mais 155 leitos de
internação.

Por ser um hospital universitário vinculado academicamente à Universidade Federal do Rio
Grande do Sul (Ufrgs), o Clínicas também vai ampliar os espaços dedicados ao ensino e à
pesquisa. ...

Pelotas recebe primeira edição do ano da Caravana AMRIGS


A primeira edição de 2019 da Caravana AMRIGS, que leva conhecimento a diversos municípios
do interior do Rio Grande do Sul, acontece na cidade de Pelotas, no dia 5 de abril. A atividade
inicia às 19h30min na Associação Médica de Pelotas (Rua Quinze de Novembro, 607).

O tema "Ultrassonografia no Diagnóstico Pré-Natal para Redução da Mortalidade Perinatal"
será abordado pelo médico André Campos da Cunha.

- Os exames são fundamentais para diagnóstico de uma série de doenças, malformações e
problemas no desenvolvimento do feto – explica.

André Campos da Cunha é graduado em Medicina pela Faculdade Federal de Ciências Médicas
de Porto Alegre. Possui Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia no Hospital Materno
Infantil Presidente Vargas de Poa/RS e é pós-graduado em Infertilidade Conjugal pela
Fundação Universitária de Endocrinologia e Infertilidade – UFRGS. É especialista em
Ultrassonografia em Ginecologia e diretor da ECOMOINHOS/POA, médico do Serviço de
Obstetrícia de Alto Risco e Medicina Fetal do Hospital Materno Infantil Presidente Vargas
(HMIPV) Porto Alegre/RS e ex-docente da cadeira de Ginecologia e Obstetrícia da Universidade
Luterana do Brasil – ULBRA.

Já o tema "Câncer e a Reconstrução da Mama" será apresentado pelo médico José Luiz
Pedrini. O especialista deve falar sobre as novidades e avanços no tratamento do câncer de
mama e detalhar como funciona o diagnóstico e a conduta cirúrgica, principalmente nos casos
de reconstrução mamária.

- A novidade é que a paciente não precisa ter o trauma da doença para que se consiga a cura.
Pretendo mostrar as técnicas que estão sendo usadas com grandes resultados e pesquisa de
novos medicamentos. As pesquisas com anticorpos têm servido para nos mostrar o
entendimento melhor do câncer – disse.

Atualmente são 60 mil novos casos no Brasil de câncer de mama, sendo 5.500 só no RS. O
estado gaúcho tem uma das maiores incidência, por conta das características genéticas da sua
população.

A partir de 2020, provavelmente, o câncer será a principal causa de morte, pela primeira vez,
superando as doenças cardiovasculares.

José Luiz Pedrini é graduado em Medicina pela Universidade Federal de Pelotas (1973), Mestre
em Patologia Geral e Experimental pela Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde
de Porto Alegre (2001), Doutor em Patologia Geral e Experimental pela Fundação Universidade
Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (2009) e especialista em Medicina do Trabalho,
Ginecologia e Mastologia. É médico do Hospital Nossa Senhora da Conceição e possui 21
publicações internacionais com mais de 3.500 citações em revistas indexadas. ...

Serra gaúcha recebe o VI Encontro Internacional de Neonatologia


O VI Encontro Internacional de Neonatologia, que ocorre de 11 a 13 de abril, no Hotel Wish
Serrano, na cidade gaúcha, proporcionará o debate de temas de extrema relevância para a
medicina e a Neonatologia. A programação, que preencherá de quinta-feira (11/04) a sábado
(13/04), abordará temas como "seguimento do recém-nascido pré-termo extremo","novas
estratégias para recém-nascidos em risco de sepse precoce", "oxigenação ótima para o recém-
nascido" e "melhores práticas no manejo do canal arterial do recém-nascido prematuro" todos
com o intuito de ampliar conhecimento e aprimorar ainda mais o atendimento aos bebês.

— Nosso principal objetivo realizando esse tipo de evento, anualmente, é atualizar professores
e pesquisadores, nacionais ou internacionais, que vem publicando estudos sobre a
Neonatologia, novas vertentes e temas atuais. Os palestrantes trazem para as conversas o que
colheram em seus trabalhos e suas linhas de pesquisa — salientou o Dr Renato Soibelmann
Procianoy, assessor da presidência da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), e
que é um dos coordenadores do evento junto com a Dra Rita de Cassia Silveira

Por ser um processo de caráter multidisciplinar, a assistência ao recém-nascido abrange
diversas áreas da saúde, além da pediatria, como enfermagem, fonoaudiologia, nutrição e
fisioterapia. Na edição deste ano, cerca de 800 profissionais são aguardados para o encontro.

A programação completa está disponível no site do evento
(http://www.encontrodeneonatologia.com.br). Mais informações podem ser obtidas na
secretaria da SPRS (Avenida Carlos Gomes, 328 – conjunto 305), pelos telefones (51) 3328
4062 e (51) 3328 6337 ou pelo e-mail sprs@sprs.com.br. Paralelamente, ocorre o VI Simpósio
Interdisciplinar de Atenção ao Prematuro, que também abordara diversos assuntos relevantes
a pediatria, como a estimulação precoce aos prematuros. ...

Secretaria da Saúde de Eldorado do Sul amplia oferta de exames de Raio X até meia-noite


A Secretaria de Saúde de Eldorado do Sul (SMS) vem buscando, constantemente, melhorar os
serviços prestados aos usuários do SUS. Nesse contexto, avaliando a demanda de exames e suas
ofertas, a gestão decidiu ampliar o horário de funcionamento do novo equipamento de raio-x
digital até meia-noite, diariamente.

O equipamento anterior era analógico, foi adquirido no ano de 1999 e falhava devido ao desgaste
causado pelo tempo. Em 2018, graças ao esforço financeiro mútuo entre a secretária de Saúde,
Juliana Carvalho e o secretário de Fazenda, Ricardo Alves, foi viabilizada a compra de um
equipamento moderno, digital e inovador, com recursos próprios do Município. A aquisição foi
feita mesmo diante da dificuldade financeira que o Estado enfrenta para repassar recursos aos
municípios, e estes tendo que arcar com altos custos de manutenção de serviços que são de
competência estadual, e não municipal.

O antigo raio-x levava até 10 dias para ficar pronto, já o novo equipamento leva em média 30
segundos para gerar a imagem na tela do médico na emergência. Investir na qualidade do
diagnóstico é uma das prioridades da gestão municipal da Saúde. A SMS segue avançando, na
certeza de que ainda há muito trabalho pela frente. ...




Edição n° 190 - Abril 2019

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