Eldorado do Sul, Guaíba e Região Carbonífera, 15 de Dezembro de 2018. Página Inicial | Contato
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Edicão n° 186 de Dezembro 2018


SAúDE

Chegou a hora de retirar o bico


Tirar o hábito do bico ou chupeta pode ser encarado como um momento difícil para muitos pais.
O consolo é que segundo o pediatra da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul, Benjamin
Roitman, é possível chegar lá, sem que haja o sentimento de perda ou sem que haja sofrimento.
Uma dica é iniciar estabelendo um dia no qual a criança ficará sem o bico, podendo ser em datas
festivas como Natal, Páscoa ou Dia das Crianças.

- A criança não tem muita noção de tempo, mas sabe que a Páscoa está chegando, logo, ela
trabalha dentro dela mesma a perda que ocorrerá. Assim damos um tempo para a criança
elaborar a perda do bico - afirma.

Contudo é importante que os pais cumpram o prometido. Retirem o bico, entregando para o
"coelho", sem voltar atrás. A criança já trabalhou a perda e em até 3 dias, o bico será esquecido.
Vale ressaltar que a criança pode regredir e pedir, mas os pais devem ser firmes, não ceder,
confirmando a fase de mudança.

Fonte: PlayPress ...

Medicina brasileira deve contar com nova área de atuação: a oncogenética


Um importante passo foi dado para regulamentar a oncogenética no Brasil. No final de
novembro, foi apresentada pela Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica (SBGM)
à comissão científica da Associação Médica Brasileira (AMB) a criação de uma área de atuação
da especialidade.

A proposta foi apresentada na reunião pela médica Patrícia Ashton-Prolla, representante da
SBGM com apoio da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), Sociedade Brasileira de
Cirurgia Oncológica (SBCO), Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP) e Sociedade
Brasileira de Mastologia (SBM).

- Seguindo o ordenamento das especialidades médicas, a capacitação na área de atuação
deverá ser feita no período de um ano, com carga horária de 2.880 horas. A formação deve
contemplar a formação sólida no atendimento clínico aos pacientes em risco para câncer
hereditário; aconselhamento genético; diagnóstico diferencial das síndromes genéticas de
predisposição ao câncer; técnicas básicas de biologia molecular aplicadas à oncogenética;
interpretação dos resultados dos testes moleculares; recomendação de medidas terapêuticas
específicas e orientação aos familiares – explica Patricia.

O diretor de relacionamento da SBGM, Diogo Soares, também participou da reunião na AMB e
destacou a importância de regulamentar a especialidade no país.

- Estima-se que 10% dos casos de câncer são hereditários. A projeção para 2018 é de 600 mil
novos registros, ou seja, destes, 60 mil teriam algum fator genético envolvido. Temos poucos
profissionais, médicos geneticistas e não geneticistas, para atender esta demanda. Então,
existe a necessidade de formar e regulamentar a especialidade. Esta vitória na comissão da
AMB é um ótimo começo - comenta Soares.

Foram cinco argumentos que embasaram a proposta apresentada por Patricia Prolla: a
transdisciplinaridade e complexidade inerentes às atividades que englobam a prática da
oncogenética; a prevalência das síndromes de predisposição hereditária ao câncer e estimativa
da necessidade de profissionais na área e o reduzido número de médicos devidamente
capacitados exercendo atividades de assistência. Além disso, a ausência de treinamento
devido nos programas de residência e a rápida expansão com ampla disponibilização da
tecnologia, que muitas vezes leva a solicitações de exames por profissionais sem a devida
capacitação ou a teste genético sem intermediação do profissional capacitado, também foram
citadas.

Durante a reunião, as outras sociedades manifestaram interesse em pleitear esta área de
atuação por terem atividades afins ao tema. Desta forma, a AMB vai realizar uma consulta
formal com todas as suas especialidades antes do tema ser encaminhado para análise e
deliberação pelo Conselho Federal de Medicina.

Fonte: PlayPress ...

Saúde na Escola é abordado em seminário no Centro Administrativo


Coordenadores regionais das secretarias da Saúde e da Educação estarão reunidos até esta
sexta-feira (7), no Centro Administrativo Fernando Ferrari (Caff), em Porto Alegre, onde
acontece o Seminário Estadual Qualificando a Gestão do Programa Saúde na Escola. O evento,
que conta com apoio dos Ministérios da Saúde e Educação, tem por objetivo proporcionar aos
participantes um modelo de trabalho para ser multiplicado com os municípios.

Na abertura, nesta quinta-feira (6), o diretor do Departamento de Ações em Saúde, Elson
Farias, representando o secretário estadual da Saúde, Francisco Paz, falou do desafio que é
fazer um trabalho intersetorial, principalmente envolvendo duas áreas importantes, um
trabalho que ultrapassa o término de uma gestão específica. O secretário estadual da
Educação, Ronald Krummenauer, enfatizou a busca por parcerias para a construção de
soluções conjuntas.

A programação inclui palestras sobre as ações realizadas pelo programa como situação
vacinal, prevenção ao uso de álcool, tabaco e drogas, promoção da cultura de paz, infecções
sexualmente transmissíveis, alimentação saudável, saúde bucal, ocular e auditiva, entre
outros tópicos.

O Programa Saúde na Escola promove ações integrais, de Educação e Saúde, voltadas a
crianças, adolescentes, jovens e adultos nos diferentes níveis da rede de ensino público
(Creche, Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio). Abrange 3.500 instituições
de ensino no Rio Grande do Sul e 800 mil alunos, inclusive escolas indígenas e escolas
técnicas agrícolas rurais. ...

Casos de Aids registram redução progressiva nos últimos dez anos no RS


A taxa de detecção de Aids no Rio Grande do Sul apresentou redução progressiva nos últimos
dez anos, passando de 46,1 novos casos por 100 mil habitantes em 2007 para 29,4 em 2017,
o que representa queda de 36,2%. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Saúde (MS)
nessa terça-feira (27), em alusão ao Dia Mundial de Luta contra a Aids (1º de dezembro).

Na data, a Secretaria da Saúde (SES) reforça o compromisso de enfrentar a epidemia, já que
o RS apresenta uma taxa superior à do Brasil (18,3 casos/100 mil habitantes), sendo a
terceira mais elevada do país (1º Roraima com 36,8 e 2º Amapá com 29,8 casos/100 mil
habitantes). Em dezembro, será lançada a versão virtual do boletim epidemiológico estadual,
que será disponibilizada no site da Secretaria da Saúde.

Gestantes

A taxa de detecção de gestantes com HIV no Brasil apresentou tendência de aumento, sendo
de 2,8 casos para cada mil nascidos vivos em 2017. O RS ocupa o 1º lugar no ranking dos
estados com a maior taxa de detecção, com 9,5 casos para cada mil nascidos vivos.

No Brasil, no período de 2007 a 2017, foi possível observar uma redução na taxa em crianças
menores de cinco anos, chegando a 2,0/100.000 habitantes em 2017. No RS, essas taxas vêm
oscilando ano a ano, porém com tendência de declínio, passando de 13,1 casos por 100 mil
habitantes em 2007 para 6,0/100 mil habitantes em 2017, o que corresponde a uma queda de
54,2%. Porto Alegre, apesar da tendência de declínio, segue sendo a capital com a maior taxa
no país (12,9/100 mil habitantes em 2017).

O tratamento oportuno e adequado das gestantes infectadas pelo HIV evita a transmissão
vertical e consequentemente diminui o número em crianças. A adoção de todas as medidas de
profilaxia, desde o pré-natal até o parto e nascimento, pode reduzir as chances de transmissão
vertical para menos de 1%. A iniciativa estadual de adotar em caráter obrigatório a testagem
do HIV em todas as gestantes e parturientes, independentemente do número de testagens
anteriores, resultou no aumento expressivo da cobertura, principalmente em instituições
privadas e conveniadas, passando de 83% em 2013 para 97,2% em 2017. Essas ações
contribuíram para o aumento do número de gestantes com diagnóstico conhecido.

Mortalidade

No Brasil, o coeficiente de mortalidade padronizado por Aids no período de 2007 a 2017
apresentou uma queda, passando de 5,6 para 4,8 óbitos/100 mil habitantes. Na Região Sul, o
mesmo fato se repete, tendo o coeficiente passado de 8,0 para 6,4 óbitos/100 mil habitantes.
No RS, a mortalidade por Aids tem sido quase o dobro da mortalidade no Brasil nos últimos
anos. Porém, é possível observar um declínio de 21,7% na mortalidade no estado, passando
de 11,5 em 2007 para 9,0 óbitos/100 mil habitantes em 2017. Na capital, apesar da redução
da mortalidade nos últimos anos, é possível verificar que Porto Alegre apresenta o maior
coeficiente entre as capitais brasileiras em 2017, sendo de 24,2 óbitos/100 mil habitantes.

Os dados do boletim epidemiológico apontam redução da taxa de detecção na população em
geral e em menores de cinco anos e queda na mortalidade ao longo dos últimos anos. Apesar
dos avanços, o RS ainda apresenta a terceira taxa de detecção mais elevada entre os estados
brasileiros. Atualmente, aproximadamente 59.600 pessoas fazem uso de terapia antirretroviral
no estado.

Prevenção e diagnóstico

Para fazer frente a este desafio, o Rio Grande do Sul vem investindo em ações de prevenção
combinada, enquanto estratégia de combate e controle da epidemia. Entre as diferentes
tecnologias de prevenção, destaca-se a PEP (Profilaxia Pós-Exposição ao HIV), que consiste no
uso de antirretrovirais em até 72h após uma possível exposição ao vírus, com objetivo de
evitar a infecção. Outra opção de prevenção, destinada a subgrupos populacionais específicos,
é a PREP (Profilaxia Pré-Exposição), que consiste no uso continuado de antirretrovirais por
pessoas soronegativas.

A Atenção Básica tem sido o espaço prioritário de oferta de testagem para HIV, Sífilis e
Hepatites Virais, considerando o papel fundamental das unidades de saúde nas comunidades.
Atualmente, 391 (98%) dos municípios gaúchos oferecem testagem para essas infecções na
Atenção Básica. ...

Governo contrata 40 médicos reguladores para atuar no Samu estadual


O governador do Estado, José Ivo Sartori, assinou, nesta quinta-feira (29), Decreto para
nomeação de 40 médicos para exercício exclusivo de funções inerentes à área de regulação na
Secretaria da Saúde (SES). Os profissionais vão atuar no Complexo Regulador Estadual do
Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), localizado em Porto Alegre. A contratação se
dará em caráter emergencial e pelo tempo determinado de 12 meses, a contar da data de
admissão.

A norma será publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta sexta-feira (30). Segundo a
Secretaria da Saúde, a contratação vai preencher uma lacuna existente na central de regulação
do Samu e significa importante reforço na equipe de médicos reguladores, especialmente no
período de final de ano. ...

Dermatologistas visitam escolas de Porto Alegre e incentivam fotoproteção das crianças


Verão é tempo das crianças aproveitarem as férias para viajar à praia, brincar ao ar livre e
tomar banho de piscina. Tudo isso, claro, protegidos dos raios solares. Para incentivar nos
pequenos a consciência da fotoproteção, a Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção RS
(SBD-RS), através de uma parceria com o Lions Clube Porto Alegre Barão do Cahy, realizou,
na manhã de sexta-feira (30/11), ações em duas escolas da capital. A iniciativa que marcou a
véspera do início do Dezembro Laranja, trouxe a campanha “Sol, amigo da infância” para a
cidade.

As atividades ocorreram na Escola Estadual de Ensino Fundamental Prudente de Morais e na
Escola Estadual de Ensino Básico Monsenhor Leopoldo Hoff. Na ocasião, a coordenadora
regional da campanha, Suzana Hampe, conversou com os alunos sobre a importância de
cuidar da pele.

- A nossa pele é a nossa proteção, pois impede que fungos e bactérias entrem em nosso
corpo. A pele negra conta com uma camada de melanina que protege do sol, já a mais
clarinha, muitas vezes, é mais sensível. Porém, todas são iguais e temos que nos cuidar. O sol
é bom, mas quando em excesso pode prejudicar a nossa pele – explicou Suzana.

Para reforçar a mensagem de forma lúdica, o Palhaço Pinguinho interagiu com as crianças,
simulando estar queimado após se expor ao sol. Além disso, foi utilizado um pequeno filme da
Turma da Mônica para atrair a atenção dos pequenos. Ao final, foram entregues revistas e
desenhos para colorir.

A ação deve se repetir na quarta-feira (05/12), no Colégio Nossa Senhora do Bom Conselho,
às 16h15.

Fonte: PlayPress ...




Edição n° 186 - Dezembro 2018

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