Eldorado do Sul, Guaíba e Região Carbonífera, 23 de Abril de 2019. Página Inicial | Contato
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Edicão n° 185 de Novembro 2018


SAúDE

Dezembro Laranja foca na prevenção ao câncer de pele


O Ambulatório de Dermatologia Sanitária (ADS), da Secretaria da Saúde (SES), participa do
Dezembro Laranja, campanha nacional de prevenção ao Câncer de Pele, promovida pela
Sociedade Brasileira de Dermatologia. Em 2018, o movimento traz o tema “Se exponha mas não
se queime” e visa a informar e conscientizar a população sobre a exposição solar e evitar a
doença de maior incidência no Brasil e no mundo.

Neste sábado (1º), das 9h às 15h, o ADS estará aberto para atender a população que poderá ser
examinada preventivamente de forma gratuita.

O ambulatório está localizado na Avenida João Pessoa, 1327, em Porto Alegre. ...

Ação vai oferecer avaliações à procura de lesões de câncer de pele no Centro de Saúde IAPI


De forma pioneira o “Postão do IAPI” vai fazer parte das ações do Dezembro Laranja em nosso
Estado. A Campanha Contra o Cancer de Pele da Sociedade Brasileira de Dermatologia tem como
objetivo principal alertar para importância do diagnóstico e prevenção do câncer de pele. No
local, serão oferecidas 150 fichas para atendimento, distribuídas a partir das 9h do dia 1o de
dezembro. O atendimento será por ordem de chegada.

O câncer de pele não melanoma é o mais frequente do Brasil, correspondendo a 33% dos
diagnósticos. A principal forma de prevenção são as medidas de fotoproteção diárias,
principalmente para pessoas com pele mais clara e com exposição direta ao sol.

A Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção RS - agradece o apoio da Sociedade de Cirurgia
Plástica do Rio Grande do Sul e a disponibilidade da Secretaria Municipal de Saúde, que
contribuirá com o local e pessoal de apoio, bem como auxiliará no encaminhamento para
resolução de eventuais casos suspeitos identificados no IAPI durante a Campanha .

Fonte: PlayPress ...

Atenção integral à saúde do homem pode prevenir tipos mais comuns de câncer


A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) aproveita a celebração do Novembro
Azul para alertar a população masculina sobre a importância da prevenção e diagnóstico
precoce de outros tipos de tumores frequentes entre os homens, como os de pele,
pulmão, colorretal, estômago, região da boca, cabeça e pescoço.



“O câncer de próstata é o segundo mais prevalente entre os homens e as campanhas de
conscientização são fundamentais para discutir o problema e tirar o estigma que envolve
a detecção da doença, tendo em vista que os homens costumam ser mais negligentes
em relação à prevenção e realização de exames. Porém, é importante ressaltar que há
outros tumores muito comuns entre a população masculina que podem ser evitados ou
tratados com sucesso quando diagnosticados precocemente”, comenta o Dr. Volney
Soares, oncologista clínico e diretor da SBOC.



De acordo com pesquisa realizada pela SBOC, por conta das diversas campanhas de
prevenção, 67% dos homens sabem que deveriam fazer exames de próstata e 42%, que
deveriam passar por exames de PSA. No entanto, na hora de colocar em prática essa
atitude preventiva, os números despencam. Apenas 22% dos brasileiros fazem exame
de próstata e 20% de PSA. “Este é um dado bastante preocupante, em especial, porque
a taxa de conversão, ou seja, o número de brasileiros que sabem que deveriam fazer
exames e não os fazem é extremamente alta”, afirma o Dr. Volney Soares.



Para orientar a população, a SBOC preparou uma relação com os tipos de tumores mais
comuns entre os homens e como fazer a prevenção ou o diagnóstico.



Câncer de pele

Para 2018, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) estima 85.170 casos novos de câncer
de pele não melanoma nos homens. Este é o tipo de câncer mais frequente entre os
brasileiros e o principal fator de risco para a doença é a exposição excessiva à radiação
solar. Dessa maneira, a prevenção individual com o uso de filtros solares é eficaz e de
custo relativamente baixo.

Pessoas de pele clara possuem um risco aumentado para o desenvolvimento do câncer
de pele, sendo que a incidência aumenta com a idade e é mais frequente na população
masculina do que na feminina. O bronzeamento artificial também é considerado um fator
de risco, especialmente em idades jovens.



“O cuidado com o sol deve começar já na infância, com o uso de protetor solar em toda
exposição mais prolongada, e mantida na vida adulta. Ao primeiro sinal de surgimento
de novas manchas na pele ou alterações em manchas já existentes, como modificações
de cor e tamanho, é preciso procurar um médico para que seja feita a correta avaliação
e, se for necessário, que o tratamento comece o quanto antes”, recomenda Dr. Rodrigo
Munhoz, oncologista diretor da SBOC.



Câncer de pulmão

O tabagismo é responsável por, aproximadamente, seis milhões de mortes anuais no
mundo, e aproximadamente 147 mil mortes no Brasil, incluindo as decorrentes de
câncer. Segundo o Inca, estima-se que o Brasil apresente 18.740 casos de câncer de
pulmão entre os homens, em 2018.



“O câncer de pulmão é um dos mais agressivos e, ironicamente, um dos mais fáceis de
ser evitado, uma vez que o principal fator de risco para o desenvolvimento da doença é
o tabagismo”, comenta a oncologista e diretora da SBOC Dra. Clarissa Mathias. Em
geral, os fumantes têm cerca de 20 a 30 vezes mais risco de desenvolver câncer de
pulmão, quando comparados a pessoas que nunca fumaram.

Os sintomas da doença incluem tosse, que pode vir acompanhada de sangue, dores no
peito, espirros, perda de peso e não costumam aparecer até que o câncer esteja em
estado avançado, o que dificulta o tratamento.



Câncer colorretal

Para 2018, o Inca estima 17.380 casos novos de câncer de cólon e reto em homens no
Brasil. Este tipo de tumor está ligado ao consumo de carnes vermelhas e carnes
processadas, à pouca ingestão de frutas, legumes e verduras, à obesidade e, à falta de
atividade física.

“Sabemos que o consumo de alimentos ricos em fibras e a prática regular de atividade
física são considerados medidas preventivas contra a doença, portanto este é mais um
tipo de tumor que pode ser evitado com a adoção de hábitos de vida saudáveis”, explica
Dr. Gustavo Fernandes, oncologista Diretor da SBOC.

A suspeita do câncer colorretal deve ser investigada em casos de alteração do hábito
intestinal e eliminação de sangue nas fezes.



Câncer de próstata

Considerado o segundo tumor mais comum na população masculina em todo o mundo, o
câncer de próstata deve atingir 68.220 novo casos no Brasil em 2016, segundo
estimativas do Inca. O principal fator de risco para a doença é a idade, uma vez que a
maioria casos é diagnosticada em homens acima dos 65 anos e menos de 1% é
diagnosticado em homens abaixo dos 50 anos.

“Quando o câncer de próstata é diagnosticado em fase inicial, 90% dos casos têm
chance de cura. Mesmo estágios mais avançados podem ser tratados com bons
resultados. É preciso saber que ainda existe a chance de diagnosticar na fase inicial da
doença. A realização do exame de toque realizado pelo urologista associado ao exame
de sangue denominado PSA são as melhores maneiras de se detectar a doença”, alerta o
Dr. Volney Lima.

Câncer do estômago

Com a melhor conservação dos alimentos – uso de geladeira e redução do consumo de
conservas e alimentos salgados –, a incidência do câncer de estômago caiu muito ao
longo do século XX. Mesmo assim, esse tumor continua sendo um dos mais comuns
entre os homens no Brasil.

Os sintomas do câncer de estômago inicial são parecidos com os de uma gastrite ou de
uma úlcera e o diagnóstico é realizado por uma endoscopia.

Como o câncer está relacionado à infecção pela bactéria Helicobacter Pylori, que
também responde por boa parte das gastrites, sua presença deve ser sempre
pesquisada em pacientes que apresentam essa doença. A eliminação do agente é
possível com o uso de antibióticos.



...

Posicionamento da Associação Médica do Rio Grande do Sul


A Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS) repudia a charge publicada na edição
do jornal Zero Hora de terça-feira (20/11). Ao sugerir que os médicos não se importam com
a população, o autor da tirinha desconsidera o trabalho de profissionais que, muitas vezes,
atuam sob condições precárias, com déficit de infraestrutura.

Justamente por prezarmos pela qualidade de vida e bem-estar dos pacientes,
intensificamos, nos últimos anos, a luta pela profissionalização e exigimos dos governos
investimento em um plano de carreira para aqueles que atuam na rede pública de saúde.

Reforçamos, ainda, nossa opinião de que há médicos brasileiros que podem atender as
vagas que estarão disponíveis após a saída dos profissionais cubanos do programa Mais
Médicos. Prova disto é que, em 2018, contamos com mais de 6 mil formandos e recém-
formados em Medicina inscritos na Prova AMRIGS, teste que avalia os conhecimentos e
também é utilizado como forma de seleção para Programas de Residência Médica.

Alfredo Floro Cantalice Neto
Presidente da AMRIGS ...

Acesso a medicação gratuita facilita tratamento da psoríase


As estimativas mostram que aproximadamente 10% dos pacientes ficam, hoje,
totalmente à mercê da doença que é grave e traz impactos não só do ponto de vista
clínico, mas de qualidade de vida. Para um paciente com câncer, por exemplo, o impacto
é enorme, mas como não há, na grande parte deles, lesões visíveis, as demais pessoas
não têm medo de sua aparência. Já a psoríase, pelas alterações muito visíveis, é origem
de muito preconceito. A médica associada da Sociedade Brasileira de Dermatologia –
Secção RS, Jaquelini Barboza, acredita que haverá uma mudança muito impactante na
forma como é feito o tratamento de pacientes de casos mais graves.

- Estudos mostram que a psoríase atinge quase 2% da população brasileira e o acesso
mais fácil aos medicamentos será um grande alento a todos os pacientes. A estimativa é
que o Governo Federal disponibilize em estoque os medicamentos, a partir de fevereiro
ou março de 2019 - explica.

Segundo a médica, um dos grandes problemas atuais é a falta de diagnóstico correto e a
utilização de pomadas ineficazes, prática que aumenta a inflamação. A psoríase,
segundo a dermatologista, é uma doença de pele que acomete todas as faixas etárias
por meio de placas vermelhas com escamas, mais prevalentes nos joelhos, cotovelos e
couro cabeludo, mas também podem aparecer em outras partes do corpo, inclusive no
rosto. A psoríase também está relacionada com a depressão e pode estar associada a
outras doenças que afetam órgãos como o coração, as articulações, olhos e até
intestinos.

- A psoríase é uma doença crônica, imuno-mediada e que necessita de tratamento a
longo prazo. A incorporação dos imunobiológicos foi uma grande vitória. Precisamos
manter os movimentos de conscientização para os pacientes e também aos profissionais
da saúde de que há diversos tratamentos eficazes para o controle desta dermatose que
em muito afeta a qualidade de vida - explica a presidente da Sociedade Brasileira de
Dermatologia - SBD-RS, Clarissa Prati.

Esclarecimentos sobre a doença foi o tema de um evento inédito realizado na cidade de
Santa Cruz do Sul, em prol do Dia Mundial da Psoríase. O encontro, em 29 de outubro,
reuniu ao redor de 120 pessoas vindas de mais de sete cidades da região, que doaram 1
kg de ração ao Abrigo São Francisco, localizado na cidade de Santa Cruz do Sul. A
iniciativa teve o apoio da Associação Comercial e Industrial de Santa Cruz (ACI) e da
Psoríase Brasil, uma entidade sem fins lucrativos de apoio ao paciente. ...

Manuseio do recém-nascido exige cuidado e delicadeza


O controle da firmeza na região do pescoço é um processo natural no desenvolvimento
do bebê e exige atenção dos pais e familiares ao manusearem o recém-nascido. A
orientação mais importante é que todos precisam sustentar a cabeça e o pescoço com a
palma da mão sempre que o tirar do berço ou o carregar no colo. O motivo para isso é
que os músculos do bebê recém-nascido não são fortes o suficiente para dar firmeza na
cabeça.

- Os pais devem fazer o suporte da cabeça do bebê com suas mãos, de forma a apoiar a
região cervical, principalmente quando ao pegar o bebê com a intenção de levantá-lo ou
tirá-lo da posição deitada. Por volta dos dois ou três meses de idade, a musculatura
começa a ficar mais firme. O bebê que ao passar dos três meses continua com o
“pescoço” muito mole, isto é, a região cervical está hipotônica e com isto o bebê acaba
por não conseguir fazer este suporte por si mesmo, deve ser avaliado de forma a
buscar uma possível causa e independente disto, iniciar uma intervenção de
estimulação motora adequada – explica o responsável pelo Comitê de Desenvolvimento e
Comportamento da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), Renato Santos
Coelho.

Geralmente ao final do primeiro mês de vida, o bebê consegue erguer um pouco a
cabeça e olhar para os lados quando deitado de bruços. De três a quatro meses há uma
evolução e o bebê consegue manter o corpo um pouco erguido com firmeza. A partir
dos cinco ou seis meses ele consegue manter a cabeça levantada sem dificuldade. As
fases seguintes permitirão que ele role sente e engatinhe. ...




Edição n° 185 - Novembro 2018

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