Eldorado do Sul, Guaíba e Região Carbonífera, 23 de Setembro de 2018. Página Inicial | Contato
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Edicão n° 183 de Setembro 2018


SAúDE

Setembro Dourado conscientiza sobre câncer infantil com apoio de órgãos estaduais


A luta de quase 30 anos pela prevenção e conscientização sobre o câncer infantojuvenil no Rio
Grande do Sul recebeu, nesta terça-feira (18), mais força e poderosos aliados. No Palácio
Piratini, o Instituto do Câncer Infantil (ICI) comemorou em solenidade o apoio institucional
recebido do governo do Estado na campanha pelo Setembro Dourado, que busca conscientizar
a população sobre a doença, que já é considerada a primeira causa de mortalidade em
crianças e adolescentes de um a 18 anos no Brasil. O Setembro Dourado deve receber apoio
também dos poderes Legislativo e Judiciário.

Maior divulgação se dá pelo trabalho de carinho e acolhimento de envolvidos na organização
sem fins lucrativos na luta contra o câncer, que avança ao longo dos anos. Segundo o diretor
do Conselho Deliberativo do ICI-RS, o jornalista Lauro Quadros, os índices de cura passaram
de 40% para 70% nos últimos anos. “É por causa do diagnóstico precoce que conseguimos
fazer com que os índices melhorassem. Mas só o diagnóstico não funciona, é preciso colaborar
com o tratamento e dar continuidade também”, afirmou Quadros.

“Receber o diagnóstico de câncer é realmente difícil, mas graças aos avanços da pesquisa e
das possibilidades de cura, a esperança é ainda maior agora. A gente sabe o quanto um
exame bem feito e um resultado real podem ser fundamentais. Neste ano, o Instituto nos
procurou buscando apoio e agradecemos aos órgãos que atenderam nosso pedido. As nossas
escolas também, e as Comissões Internas de Prevenção à Violência Escolar (Cipaves),
trabalham e vão continuar trabalhando nas salas de aula pela conscientização dos sintomas
do câncer infantojuvenil”, ressaltou a secretária do Desenvolvimento Social, Trabalho, Justiça
e Direitos Humanos, Maria Helena Sartori.

Além da Secretaria da Educação, a da Saúde também está apoiando o Setembro Dourado
com a divulgação dos sintomas em postos de saúde e hospitais. A Assembleia Legislativa, o
Tribunal de Contas e o Ministério Público, por exemplo, são algumas das instituições que
também estão divulgando a campanha. “Estaremos engajados na mobilização social e
voltaremos a nossa atenção, não só nesse mês, mas em todo os anos nos detalhes, porque
eles salvam vidas”, reiterou Maria Helena.


Antes do evento que comemorou a parceria, um grupo de cerca de 30 pacientes e familiares,
além de colaboradores do Instituto, foram recebidos com uma visita guiada pela servidora
Ângela Chaves dos Santos. A história da sede do governo do Rio Grande do Sul foi contada
pela primeira vez à comitiva. Do saguão principal ao terraço sobre a Ala Residencial, as
crianças e jovens conheceram um pouco sobre os carros históricos que guiaram os primeiros
governadores gaúchos; os quadros de Aldo Locatelli nos salões Negrinho do Pastoreio e
Alberto Pasqualini; e foram recepcionados no gabinete oficial do governador, lugar de onde
saem as principais decisões do Piratini, em abertura exclusiva para a visita.

Sintomas

O câncer já representa a primeira causa de mortalidade por doença entre crianças e
adolescentes de um a 18 anos no Brasil. Dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca),
indicam que todos os anos 12 mil crianças e jovens são diagnosticados com câncer no país,
dos quais 80% possuem chance de cura, se diagnosticados precocemente.

Para prevenir, o Instituto alerta pais, familiares e pessoas próximas às crianças e adolescentes
para os sintomas, que são: cansaço e palidez; dores de cabeça e vômitos; perda significativa
de peso, caroços no corpo, febre prolongada sem causa aparente; sangramento do nariz ou
gengiva; dores nos ossos; manchas roxas na pele ou sangramentos; aumento de tamanho de
barriga; reflexo branco nas pupilas; diminuição da visão ou perda de equilíbrio e dor
generalizada sem causa aparente.

Sobre o instituto

Criado em 1991, o Instituto do Câncer Infantil é uma organização sem fins lucrativos que atua
para aumentar as chances de cura do câncer infantojuvenil. Por meio do instituto, os
pacientes de diversos centros oncológicos contam com apoio multiprofissional (pedagógico,
psicológico, nutricional, odontológico, entre outros).

As famílias também recebem apoio social com auxílios de vestuário, calçados e
alimentos.Desde 2008, o instituto mantém a Central de Doações, que apresenta o ICI e seus
projetos para a comunidade, buscando o apoio à causa, para transformá-las em realidade.
Informações sobre como doar no telefone 51 3331.8704, pelo e-mail ici@ici.ong e no site
www.reparenodetalhe.com. ...

Rio Grande do Sul atinge meta da vacinação contra pólio e sarampo


Mais de 95% das crianças gaúchas maiores de um ano e menores de cinco tomaram as
vacinas que protegem contra a poliomielite e o sarampo durante a campanha de vacinação
deste ano, ocorrida entre 6 de agosto e 14 de setembro.

O estado registrou os índices de 95, 53% de cobertura vacinal da pólio e 95,59% do sarampo.
Para as cidades que ainda não atingiram a meta, a recomendação do Ministério da Saúde e da
Secretaria Estadual da Saúde (SES) é que sigam com a campanha, aplicando as duas vacinas
como uma dose extra ao calendário vacinal de rotina e continuem atualizando o Sistema de
Informações do Programa Nacional de Imunizações (Sipni). As vacinas estão disponíveis
durante o ano inteiro para todas as faixas etárias.

Dados parciais da campanha

Ao todo, 387 municípios gaúchos alcançaram percentual igual ou superior à meta, 42
municípios estão com cobertura entre 90% e 95% e 68 estão abaixo de 90%. Das 19
Coordenadorias Regionais da Saúde (CRSs), apenas três ainda não atingiram a meta: a 1ª e a
2ª, que abrangem Porto Alegre e Grande Porto Alegre, e a 3ª, de Pelotas.

A 1ª e 3ª CRSs, porém, estão com dados próximos de alcançar a cobertura recomendada. A
maior preocupação é a capital: Porto Alegre está com um dos menores índices do Rio Grande
do Sul, com apenas 76,48%, e registra 22 casos confirmados de sarampo.

Os dados do resultado da campanha ainda podem sofrer alterações, pois dependem da
digitação por parte dos municípios no Sipni.

Confira aqui o relatório dos dados vacinais por municípios.

Sarampo

O sarampo não era registrado no país desde 2015. Contudo, neste ano, voltaram a ser
registrados diversos casos, inclusive, tendo causado oito mortes no Norte do país. No RS são
29 casos confirmados, dos quais 22 foram em Porto Alegre.

Os demais ocorreram em São Luiz Gonzaga (1 caso), Vacaria (1), Viamão (3) e Alvorada (2).
Os surtos no país estão sendo relacionados à importação, já que o genótipo do vírus que está
predominando na circulação é o mesmo que foi identificado na Venezuela, país que enfrenta
um surto da doença desde 2017.

Informações dos casos confirmados de sarampo no RS:

69% sexo masculino;

82,5% faixa-etária de 15-29 anos;

69% sem registro de vacina ou não vacinado.

Pólio

Também chamada de poliomielite, está erradicada do Brasil desde 1994, com o último caso
registrado no estado em 1983. Neste modelo da campanha, a vacinação é indiscriminada, ou
seja, indicada para todas as crianças dessa faixa etária, independente se estão com as doses
de rotina em dia ou não e desde que não tenham sido vacinadas nos últimos 30 dias.

Vacinas

As vacinas utilizadas para a campanha são a oral da poliomielite (VOP) e a tríplice viral, que
protege contra o sarampo, rubéola e caxumba.

A da pólio está disponível durante o ano todo nas unidades básicas de saúde (UBSs) e é
indicada para crianças menores de 1 ano de idade em 3 doses: a primeira aos 2 meses,
seguidas de outras duas, aos 4 e 6 meses, todas elas injetáveis. A proteção é completada
com dois reforços da vacina oral, aos 15 meses e aos 4 anos.

Em relação ao sarampo, a proteção ocorre por meio da vacina tríplice viral, indicada no
calendário básico quando a criança completa 1 ano. Aos 15 meses, ela é complementada com
a vacina tetraviral, que protege contra as mesmas três da tríplice viral acrescida da varicela
(ou catapora).

Tire dúvidas no site do Centro Estadual de Vigilância em Saúde
(https://cevs.rs.gov.br/vacinacao-polio-e-sarampo). ...

Aproximação com o médico e gestão pedagógica


A aproximação com todas as entidades médicas será uma das matrizes do novo grupo que foi
eleito recentemente no pleito do Cremers. Uma comitiva da chapa vencedora foi recebida pelo
presidente da AMRIGS, Alfredo Floro Cantalice Neto, na sede da entidade associativista médica.

- Queremos ter uma atuação mais proativa do que reativa. A intenção é que sejamos mais
pedagógicos e não apenas punitivos. Acreditamos que entre as atuações do Cremers estão a
educação e apoio à classe médica em geral. Por isso a aproximação com a AMRIGS é importante
- afirmou o médico Eduardo Neubarth Trindade, integrante da nova gestão.

Entre as ferramentas que o Cremers pretende usar para promover essa aproximação com o
médico estão o uso de tecnologias EAD e recursos tecnológicos que facilitam o acesso a
informação para o jovem médico, sem que necessariamente ele precise fazer um deslocamento
de forma física para ter acesso ao conhecimento.

A chapa 2 venceu as eleições para comandar o Cremers durante o quinquênio 2018-2023.
Grande movimento marcou a votação presencial, realizada no dia 7 de agosto, na sede do
Conselho em Porto Alegre. A apuração ocorreu no dia 8 de agosto e finalizada após as 22h,
confirmou o resultado. Dos 15.797 votos válidos, a chapa vencedora angariou 8.224 (52%). A
posse dos 40 novos conselheiros será no dia 1º de outubro. ...

SES abre processo para contratação emergencial de técnicos de enfermagem


A Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul informa que estarão abertas, de 5 a 14 de
setembro, as inscrições ao processo seletivo simplificado para a contratação emergencial de 65
técnicos de enfermagem.

Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (51) 3288-5840 ou 3288-5841, ou ainda
pelo site: www.saude.rs.gov.br. ...

Capital gaúcha é pioneira em programa de rastreamento do câncer de intestino


Uma iniciativa pioneira coloca a cidade de Porto Alegre como destaque no rastreamento do
câncer de intestino. A solenidade foi realizada no início da tarde de sexta-feira (31/08), no
Auditório Moacyr Scliar da UFCSPA com a participação do presidente da Associação Médica do
Rio Grande do Sul (AMRIGS).

O projeto inicia com a população-alvo de 60-75 anos (aquela de maior risco deste câncer e,
por isso, com elevada recomendação de rastreamento. Na capital, o procedimento será
realizado através do teste de sangue oculto nas fezes do tipo imunoquímico de 2/2 anos em
pessoas assintomáticas de 60-75 anos. O teste será realizado em todos os postos de saúde da
capital. Havendo resultado positivo, o paciente será encaminhado para a realização de
colonoscopia.

- O rastreamento de colo uterino, por exemplo, é algo que é feito há bastante tempo no
Brasil, mas não alcança a cobertura desejada. O câncer de mama também tem efeitos
importantes e com necessidade de aumentar a cobertura. Porém, nenhuma cidade faz
rastreamento do câncer de intestino e colo retal. É um procedimento caro, mas que traz
muitos benefícios para pessoas que são diagnosticadas precocemente – afirmou o secretário
Municipal de Saúde, Erno Harzheim.

O prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Júnior, destacou importantes avanços que estão
sendo feitos pela cidade de Porto Alegre.

- Estamos conseguindo quebrar alguns paradigmas em um modelo que é extremamente
burocrático que é o poder público municipal que curiosamente é o que menos deveria ser,
porque estamos lidando com questões que afetam as pessoas diretamente nas suas vidas –
disse.

O projeto terá parceria do Instituto Nacional de Câncer – INCA e da Universidade Federal de
Ciências da Saúde de Porto Alegre. A reitora da Universidade Federal de Ciências da Saúde de
Porto Alegre, Lúcia Campos Pellanda, valorizou em seu discurso a importância do trabalho
para a sociedade e para o meio acadêmico.

Saiba mais:

- Pessoas com familiar de 1º grau com história de câncer colorretal serão encaminhadas para
colonoscopia sem precisar fazer o teste de sangue oculto nas fezes.

- O câncer colorretal (câncer de intestino) é o 3º câncer mais comum em homens e o 2o mais
comum em mulheres no Brasil.

- Quando diagnosticado em fases iniciais, a chance de cura é maior e, além disso, na maioria
dos casos, o câncer colorretal é precedido por lesões pré-malignas, que, caso identificadas e
tratadas, não evoluirão para câncer;

- Por isso, existem recomendações internacionais para realizar rastreamento do câncer
colorretal. A recomendação é considerada fraca para pessoas de 50-60 anos (alguns falam em
45-60 anos) e é forte em pessoas de 60-75 ANOS.

- Porto Alegre possui cerca de 150 mil habitantes com 60-75 anos. ...

Campanha de vacinação contra pólio e sarampo terá novo Dia D no sábado


A Campanha Nacional de Vacinação contra o sarampo e poliomielite terá um novo dia de
mobilização. O Ministério da Saúde e a Secretaria da Saúde (SES) estão orientando os
municípios que ainda não atingiram a meta de 95% de cobertura que neste sábado (1º)
abram os postos para receber por mais um dia o público-alvo, que são todas as crianças de 1
ano de idade a menores de 5. A medida é um alerta para vacinar cerca de 150 mil crianças
que ainda não estão protegidas contra as duas doenças. A campanha tinha término previsto
para esta sexta-feira (31).

No Rio Grande do Sul, 140 cidades já ultrapassaram a meta prevista. Assim, a recomendação
destina-se aos demais 357 municípios gaúchos ou aos que não chegarem ao patamar até esta
sexta-feira. Na média, o estado apresenta uma cobertura de 71%, o que corresponde a mais
de 750 mil doses de vacinas aplicadas desde a abertura da campanha, no dia 6 de agosto.

Doses aplicadas por vacina e coberturas por idade*
1 ano: pólio - 88.416 doses, 62,5% / sarampo - 87.756 doses, 62,1%
2 anos: pólio - 94.619 doses, 74,0% / sarampo - 94.272 doses, 73,7%
3 anos: pólio - 99.832 doses, 77,6% / sarampo - 99.802 doses, 77,6%
4 anos: pólio - 94.894 doses, 72,4% / sarampo - 94.735 doses, 72,3%
Total: pólio - 377.761 doses, 71,4% / sarampo - 376.565 doses, 71,2%

Quantidade de municípios gaúchos por coberturas*
Acima de 95%: 140 municípios
Entre 90 e 94%: 74 municípios
Entre 80 e 89%: 122 municípios
Entre 70 e 79%: 84 municípios
Entre 60 e 69%: 52 municípios
Entre 50 e 59%: 21 municípios
Abaixo dos 50%: 04 municípios
* Fonte: SIPNI (acesso em 29/08/18 – às 15 horas)
Acesse aqui a tabela completa das doses e coberturas por município

Vacinas

As vacinas utilizadas para esta estratégia são a vacina oral da poliomielite (VOP) e a tríplice
viral, que protege contra o sarampo, rubéola e caxumba. Esta também é uma oportunidade
para que as crianças atualizem a vacinação de rotina.

A da pólio está disponível durante o ano todo nos postos e é indicada para crianças menores
de 1 ano de idade em 3 doses: a primeira aos 2 meses, seguidas de outras duas, aos 4 e 6
meses, todas elas injetáveis. A proteção é completada com dois reforços da vacina oral, aos
15 meses e aos 4 anos.

Em relação ao sarampo, a proteção ocorre por meio da vacina tríplice viral, indicada no
calendário básico quando a criança completa 1 ano. Aos 15 meses, ela é complementada com
a vacina tetraviral, que protege contra as mesmas três da tríplice viral acrescida da varicela
(ou catapora).

Sarampo

O sarampo não era registrado no país desde 2015. Contudo, neste ano, voltaram a ser
registrados diversos casos, inclusive, tendo causado cinco mortes no Norte do país. No RS,
até o momento, são 23 casos confirmados, dos quais 16 foram em Porto Alegre. Os demais
ocorreram em residentes de São Luiz Gonzaga (1 caso), Vacaria (1), Viamão (3) e Alvorada
(2).

Pólio

Também chamada de poliomielite ou paralisia infantil, está erradicada do Brasil desde 1994,
com o último caso registrado no estado em 1983. Neste modelo da campanha, a vacinação é
indiscriminada, ou seja, indicada para todas as crianças dessa faixa etária, independente se
estão com as doses de rotina em dia ou não e desde que não tenham sido vacinadas nos
últimos 30 dias.
... ...




Edição n° 183 - Setembro 2018

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