Eldorado do Sul, Guaíba e Região Carbonífera, 17 de Julho de 2018. Página Inicial | Contato
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Edicão n° 179 de Maio 2018


SAúDE

Tratamento é capaz de detoxificar o corpo e combater a celulite


Como o próprio nome já diz, a lipoescultura gessada promove uma espécie de lipo, com o objetivo de esculpir o corpo através do equilíbrio das células, sem a necessidade de procedimentos mais invasivos como cirurgias plásticas.
Ao contrário do que a maioria das pessoas pensam, o tratamento estético não é feito com gesso, é feito com produtos ortomoleculares. A aplicação leva em torno de uma hora e os resultados podem ser potencializados com a somatização de alguns aparelhos de estética. Os produtos utilizados durante o procedimento são todos genuinamente ortomoleculares e são os responsáveis por enviar o que o corpo precisa, realizando uma destoxificação de dentro para fora.
Patrocinada pela Bothanica Mineral®a técnica promete queimar a gordura, tratar todos os tipos de celulite e melhorar a flacidez. Os resultados costumam aparecer já em 48 horas, estimulando a harmonização do corpo por meio da eliminação de metais pesados, sendo necessárias uma média de 6 a 10 sessões para o resultado final.
A lipoescultura gessada também possui inúmeros benefícios, como a perda de medida de forma natural, a destoxificação do organismo, o aumento de transporte dos aminoácidos, drenagem linfática e oxigenação do tecido conjuntivo. Promove ainda uma espécie de varredura dos radicais livres, onde esses em excesso causam o envelhecimento e o aparecimento de doenças. Por harmonizar as células, a técnica também pode auxiliar no emagrecimento. No entanto, para melhores resultados, é recomendável que haja acompanhamento de uma profissional habilitada.
O tratamento é indicado para todo tipo de pessoa sadia, no entanto, a Fisioterapeuta Dermatofuncional Dra. Andressa Moraes destaca que é fundamental avaliar e conhecer o paciente, pois, cada um precisa de um protocolo específico e diferenciado para se obter um melhor resultado. Além disso, a avaliação também é importante para identificar possíveis contraindicações.

O que fazer para que o tratamento tenha maior durabilidade?
“É preciso manter um corpo bem hidratado, uma alimentação equilibrada e uma prática regular de exercícios físicos. Mesmo que haja certa relutância, com o tempo, o organismo se acostumará com esses bons e saudáveis hábitos”, explica a Dra. Andressa Moraes.


Dra. Andressa Moraes: Pós-graduada em Fisioterapeuta Dermatofuncional, com formação Internacional em Drenagem Linfática pela Escola Leduc e também pela Escola Godoy & Godoy, além de formação Internacional em Diplomatura em Fisioterapia Dermatofuncional, relizada no Chile. É graduada em Fisioterapia pela Faculdade Integrada de Santa Fé do Sul – Funec Fisa (2004). Atuou como Coordenadora do Setor de Fisioterapia da Prefeitura Municipal de Pederneiras, de 2005 a 2012. Atualmente, é Proprietária da clínica Espaço Andressa Moraes, desde 2005, e Diretora na empresa Moraes & Tartari – Distribuidora e Cursos, desde 2016. Também é Especialista em Acupuntura. |

Sobre a Bothanica Mineral®
É uma empresa que segue há 18 anos absoluta no ramo cosmecêutico e nutracêutico genuinamente ortomolecular e referência nacional no mercado de estética corporal. Está presente em todos os estados brasileiros e mais 15 países.
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RS ganha Centro de Reprodução Humana em Lajeado


O sonho de ter um filho agora está mais próximo para quem busca auxílio na medicina e mora no Vale do Taquari e regiões vizinhas: Lajeado será a quinta cidade gaúcha a contar com um Centro de Reprodução Humana. A estrutura, que vai funcionar no Hospital Bruno Born, será inaugurada às 19h desta terça-feira (29/05).

Instalado em uma área de 1,1 mil metros quadrados, o centro conta com tecnologia de ponta 99% importada. Sob a coordenação dos médicos especialistas em reprodução humana assistida Marcos Höher e Silvio Pulita, e com apoio de diversos outros ginecologistas e urologistas, oferecerá diversos exames e tratamentos especializados em reprodução assistida.

O investimento de R$ 3 milhões é resultado de um esforço coletivo dos últimos três anos e contou com o aporte financeiro da Sicredi Lajeado. O Hospital Bruno Born terá três anos de carência para iniciar o pagamento e sete anos para quitar o valor. A parceria com a Sicredi também se estende a pacientes que precisarem parcelar o tratamento com uma linha de crédito especial para pagamento em até 48 vezes.



Diferenciais

Participaram da criação do centro técnicos e especialistas multidisciplinares, com o apoio, inclusive, de pacientes que já precisaram realizar tratamentos para engravidar. “Levou-se em consideração os relatos de homens e mulheres que passaram pela experiência de consultar e se submeter às diferentes técnicas de reprodução assistida. Como fruto, pudemos acatar sugestões e implantar uma série de melhorias não imaginadas no projeto inicial”, revela o médico Marcos Höher.

Foram criadas salas de espera individuais, onde cada paciente ou casal tem mantida a sua privacidade. “Os cônjuges, caso desejem, podem participar de todas as etapas dos tratamentos, inclusive acompanhar as pacientes durante o repouso pós-colocação do(s) embrião(ões).” Também estão à disposição ambientes de descanso para pacientes que quiserem descansar antes de retornar à sua cidade de origem.

A postergação da decisão de ter filhos e o fato de a infertilidade atingir entre 15% e 20% da população estão entre os principais motivos que levam pessoas a buscar tratamentos.



Serviços oferecidos

- Diagnóstico da causa da infertilidade e os respectivos tratamentos para engravidar;

- Tratamentos para novas formações de família: uniões homoafetivas ou família monoparental (mulheres solteiras);

- Acompanhamento, aconselhamento e planejamento reprodutivo;

- Preservação (congelamento) de óvulos, espermatozoides e embriões;

- Diagnóstico de doenças cromossômicas antes mesmo do início da gestação;

- Identificação das causas de abortamento e prevenção da sua recorrência;

- Medicação especial necessária para os tratamentos.



Números

- O projeto, iniciado há três anos, recebeu um investimento de R$ 3 milhões;

- São 1,1 mil metros quadrados de área construída: oito salas de espera individuais e duas coletivas, três consultórios, sala de orientações e dois apartamentos privativos;

- Os tratamentos variam de R$ 750 a R$ 30 mil, de acordo com a complexidade. Há possibilidade de financiamento em até 48 vezes, pela Sicredi;

- Expectativa de atender dois terços do Rio Grande do Sul.



I
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Dia Nacional de Consciência da Doença de Pompe


Antecipando o Dia Nacional de Conscientização da Doença de Pompe – celebrado no dia 28 de junho –, a campanha promoverá um calendário de atividades voltados aos profissionais da saúde e educará a população em geral quanto aos sintomas da doença. As aulas médicas e palestras, que acontecem entre os dias 20 de maio e 20 de junho, são uma iniciativa da Academia Brasileira de Neurologia (ABN) e da Sociedade Brasileira de Genética Médica (SBGM), com apoio da Sanofi Genzyme.

Para a Dra. Carolina Fischinger, Presidente da SBGM, a proposta da campanha é alertar e capacitar os médicos sobre a importância de perceber os sintomas da doença para um diagnóstico precoce. Ao mesmo tempo, chamar atenção da população para que fique atenta às pequenas alterações ou ao desconforto contínuo ao executar as tarefas do dia a dia. “Dificuldade para respirar e subir escadas, insônia ou fraqueza nos músculos podem ser um sinal da doença", conclui a médica.

Segundo o Coordenador do Departamento Científico de Moléstias Neuromusculares da ABN, Dr. Marcondes França Jr, estima-se que a doença de Pompe afete 2.500 pessoas no Brasil, mas apenas 10% estão diagnosticadas e pouco mais de 100 pacientes estão em tratamento. No mundo, a doença afeta 1 a cada 57 mil pessoas nascidas¹. “Por ser uma doença rara com sintomas comuns, exige cuidados. Quanto mais cedo o diagnóstico, maiores são as chances de se gerenciar a doença e proporcionar mais qualidade de vida ao paciente”, explica o neurologista.

CONHEÇA POMPE

É uma doença progressiva rara que, quando não tratada, se agrava com o tempo. É causada pela deficiência na atividade da enzima Alfaglicosidade Ácida (GAA), que gera o acúmulo gradativo de glicogênio e interfere na função celular. As células são danificadas, resultando em fraqueza muscular que afeta a movimentação, a respiração e a função cardíaca². Os músculos pélvicos, glúteos, do abdome e das coxas são os primeiros a sentirem os efeitos da falta de energia. Embora a deficiência genética responsável por causar a doença esteja presente desde o nascimento, os sintomas podem aparecer pela primeira vez a qualquer momento, na infância ou até na idade adulta.

EXAMES E DIAGNÓSTICO

O primeiro passo para identificação da doença é uma avaliação clínica com base nos sintomas apresentados. Após a suspeita, um exame de sangue ajudará a medir a atividade de enzima Alfaglicosidade Ácida (GAA). Se o valor ficar abaixo do normal, aumentam as chances da doença. Um exame de DNA é solicitado para obter a confirmação da doença através da identificação de mutações no gene GAA3.

TRATAMENTO

Quanto mais cedo o diagnóstico, maiores são as chances de administrar a doença e oferecer mais qualidade de vida ao paciente. O tratamento é feito com a reposição da enzima deficiente, administrada por meio de injeções intravenosas (na veia). Uma equipe multidisciplinar formada por fisioterapeuta, endocrinologista, neurologista e ortopedista acompanham o paciente e a evolução da doença em todas as fases da vida4.

POMPE E AS DIFICULDADES DO DIA A DIA

A prática de atividades físicas

Um dos principais sinais pode ser a dificuldade de praticar atividades físicas. O paciente, muitas vezes, não consegue correr ou andar pela falta de força muscular. “Quando respira, apoia as mãos nos joelhos, sente muito cansaço, dor muscular crônica e o esforço para inspirar/expirar é maior”, explica Dr. Marcondes.

Desafio para subir escadas e até mesmo levantar da cadeira

O grande desafio do paciente é ter força muscular para executar tarefas simples, como subir escadas ou até levantar da cadeira. Os músculos mais afetados são os glúteos, abdominais e da região pélvica. “Não há perda de equilíbrio ou controle dos movimentos, apenas a falta de força muscular para realizá-los”, informa Dra. Fischinger.

Dificuldade para dormir

Outra área afetada pela doença é o sono. Os pacientes, geralmente, não dormem direito. Segundo a presidente da SBGM, o motivo é a falta de energia para movimentar o diafragma e os músculos intercostais responsáveis pela inspiração/expiração. Isto acaba provocando interrupções no sono, insônia, irritabilidade, cansaço diurno e dor de cabeça.

Aumento no tamanho do coração

O comprometimento do funcionamento da enzima Alfaglicosidade Ácida (GAA) causa o excesso de glicogênio no organismo. Esta substância se espalha pelo corpo, afetando, sobretudo, os músculos e o coração. Nas formas infantis da doença, o coração aumenta de tamanho, o que acaba interferindo com sua função. Os pacientes podem desenvolver sintomas como falta de ar, inchaço no corpo e palpitações. “Quando não tratada adequadamente, essa manifestação cardíaca pode levar o paciente a óbito”, conclui Marcondes.


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SBOC e AMB lançam alerta conjunto sobre comportamento de risco do brasileiro em relação ao cigarro


A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) e a Associação Médica Brasileira (AMB) lançam um alerta nacional para um cenário preocupante no País: o mau comportamento de muitos brasileiros em relação ao risco representado pelo cigarro. Em celebração ao Dia Mundial Sem Tabaco, 31 de maio, as duas entidades se uniram para promover o conhecimento e mudança de atitude do brasileiro com respeito ao tabagismo, que possui relação com os tumores de pulmão, cavidade oral, laringe, esôfago, estômago, bexiga, colo do útero e leucemias.



Apesar das campanhas de conscientização para os danos causados pelo hábito terem gerado avanços no nível de conhecimento e atitude dos brasileiros, ainda há mitos e lacunas que continuam a habitar o imaginário popular. Um dos mais perigosos se refere a um suposto limite seguro de cigarros que poderiam ser consumidos sem acarretar risco de desenvolver câncer: 21% dos brasileiros acreditam nisso, em maior ou menor grau, de acordo com dados da pesquisa proprietária da SBOC “Os brasileiros e o câncer: entendimentos e atitudes”.



A crença equivocada vai na contramão de outros dados positivos identificados pelo levantamento. O cigarro é, por exemplo, o fator causador de câncer mais lembrado pelos brasileiros, sendo citado por nove em cada dez (93%). Um percentual similar da população (91%) também afirma que evitar o fumo é um passo importante a ser tomado para não desenvolver qualquer forma de câncer.



“Não há como negar que tivemos avanços significativos na conscientização da população quanto aos riscos que o tabaco traz ao organismo. Segundo os dados da pesquisa da SBOC, dos 30% que têm ou tiveram contato com cigarro, um pouco mais da metade (16%) já deixou de fumar. Entretanto, como o mito do limite seguro para o uso do tabaco mostra, há ainda muito espaço para melhoria. Dois dos principais centros do país, por exemplo, possuem uma taxa elevada de fumantes: cerca de um quarto dos habitantes de São Paulo (26%) e Rio de Janeiro (24%) mantém o hábito”, afirma Sergio D. Simon, Presidente da SBOC.



Outro sinal de alerta se refere à quantidade de cigarros que os brasileiros consomem diariamente. Dos 30% que afirmaram já ter tido contato direto com o fumo – sejam ex-fumantes ou fumantes –, mais da metade (54%) consome entre dez cigarros e mais de dois maços por dia. Além disso, seis em cada dez brasileiros que fumam ou já fumaram mantêm o hábito entre 10 e mais de 30 anos.



“O tabagismo é a principal causa de mortes evitáveis no mundo e tem uma relação especial com o câncer, sendo responsável por cerca 30% dos falecimentos relacionados à doença. Os danos causados pelo tabaco são cumulativos, logo, o contato prolongado com a substância é extremamente prejudicial à saúde – ainda mais em quantidades significativas. Fumantes têm 20 vezes mais chances de desenvolver a doença no pulmão, dez vezes mais na laringe e de duas a cinco vezes mais no esôfago. O tema foi amplamente abordado em reunião de fevereiro/2018 do Conselho Científico da AMB e retratado no último Jornal da AMB (JAMB), para levar informações aos associados, disponibilizando em seu site as apresentações realizadas no encontro”, ressalta Lincoln Lopes Ferreira, Presidente da Associação Médica Brasileira (AMB).



Para piorar a situação, os brasileiros que ainda fumam tendem a manter outros comportamentos prejudiciais acima da média do restante da população. Segundo a pesquisa proprietária da SBOC, um em cada três fumantes (32%) não realiza qualquer exame preventivo (a média nacional é 24%) e 10% não se preocupam com produtos ou situações que podem favorecer o surgimento de um câncer – dobro da média nacional, que é 5%. Além disso, quem é fumante acredita muito menos na cura da doença: 32% contra a média de 20% dos brasileiros como um todo.



“É extremamente preocupante ver que os fumantes, uma parte da população que se expõe muito ao risco de desenvolver câncer, se preocupam tão pouco em fazer exames, o que aumenta muito as chances de um diagnóstico tardio. E o fato desses brasileiros não acreditarem na cura da doença também liga o alerta vermelho, por poder gerar um comportamento contrário aos tratamentos – que, segundo suas crenças, não trariam resultado. É essencial que redobremos nossos esforços de conscientização para que a população que ainda fuma entenda a extensão dos riscos corridos toda vez que um cigarro é colocado na boca e compreenda a importância dos exames preventivos para o diagnóstico precoce, que melhora muito as chances de cura”, alerta Sergio D. Simon.

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5 dicas importantes se o seu filho precisar de muletas


Correr e pular são as possibilidades que uma criança tem para desbravar um mundo tão cheio de novidades e aventuras. Infelizmente, essas atividades podem ocasionar alguns tipos de lesão mais comuns na infância como as contusões musculares, as fraturas e os entorses de tornozelo, mecanismos de trauma relacionados a quedas que afetam principalmente mão, punho, pé e tornozelo.

Segundo o fisioterapeuta que atua na área de Pesquisa e Desenvolvimento de produtos da Mercur, Regis Severo, o objetivo do tratamento nestes casos é sempre possibilitar a recuperação da lesão e dos movimentos perdidos com o período de repouso ou imobilização. "Em grande parte das lesões as condutas envolvem o repouso da região lesionada, evitando o movimento das articulações e o apoio de peso durante a caminhada ou para ficar em pé", explica.

Ele ressalta que muletas e outros dispositivos de auxílio a caminhada tem importante papel na funcionalidade das crianças que necessitem de apoio para se deslocar. O papel deles vai muito além de possibilitar que a criança fique em pé. É preciso, sobretudo, proporcionar movimentos e uma postura mais próximos do padrão do pequeno. Por este motivo a escolha da muleta não pode ocorrer apenas pelo tamanho e altura do produto, é preciso observar outras características, principalmente ergonômicas.

"Quanto maior for o tempo de uso das muletas, que varia de acordo com cada tipo de lesão, maiores devem ser os cuidados para que a criança consiga desenvolver a caminhada sem comprometer outras estruturas corporais. Desvios posturais e o surgimento de dores articulares e musculares em alguns casos podem ser resultantes do uso de produtos inadequados. Por isso é importante que um profissional da saúde oriente quanto ao uso do produto em qualquer circunstância", ressalta.


Confira algumas dicas do fisioterapeuta:

Peso e dimensões dos apoios de mão e antebraço: Elas devem ser adequadas às dimensões corporais das crianças. Em alguns casos, as pessoas costumam apenas cerrar os tubos de uma muleta para pessoa adulta e adaptar para a altura da criança, o que não é aconselhável. O peso é outro importante fator a ser considerado. Muletas específicas para crianças, com dimensões compatíveis com o biotipo, como a Muleta Infantil da Mercur, apresentam peso menor sem comprometer a resistência e geram menor esforço muscular dos membros superiores para levantar e impulsionar as muletas para frente.

Experimente: Procure experimentar o produto com a criança antes da compra, observando se o apoio da criança na muleta está adequado e se ela consegue manter uma postura mais próxima do normal com o uso. Verifique sempre se o apoio de mão (manopla) apresenta dimensões adequadas ao tamanho das mão da criança. Isto é importante, pois é neste ponto que a criança irá descarregar o peso do corpo e concentrar maior pressão. Se o apoio não for adequado, há risco de sobrecarregar o punho e mão, o que pode levar ao aparecimento de dores e lesões nesta região.

Segurança: A criança precisa sentir-se segura! Obviamente, a caminhada com muletas é algo que precisa ser aprendido e somente com o uso a criança irá desenvolver uma caminhada mais segura e funcional. Porém, já nas primeiras experiências de uso o produto deve transmitir segurança e estabilidade, sem gerar incertezas sobre sua qualidade e resistência. Opte por produtos registrados na ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e que informem o peso suportado.

Prefira muletas com ponteiras de Borracha: As ponteiras são a parte do produto que faz o contato com o solo e por isso tem papel importante na estabilidade da caminhada e na segurança. A borracha proporciona melhor aderência ao solo, reduzindo o risco de quedas que ocorre com o uso de ponteiras de plástico.

Orientação profissional sempre: Busque com o médico ou fisioterapeuta que acompanha a reabilitação orientações sobre a forma mais adequada de caminhar. Os ajustes de altura do produto também devem ser orientados para evitar alterações na postura da criança. Alguns detalhes como a posição dos braços, inclinação do corpo, entre outros são extremamente importantes para a saúde global da criança. Fique de olho!

FOTOS: Divulgação/Mercur


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Primeiro genérico brasileiro para prevenção do HIV é aprovado pela ANVISA


A ANVISA, órgão responsável por aprovar os medicamentos no País, concedeu no dia 23 deste mês, o registro do primeiro genérico para prevenção da infecção pelo vírus HIV fabricado no Brasil. O remédio, composto por duas drogas – entricitabina e tenofovir – foi desenvolvido pela indústria farmacêutica brasileira Blanver e, quando tomado diariamente, pode ser mais um elemento para redução das chances de se contrair a doença. A fórmula bloqueia a ação das enzimas que permitem ao RNA se replicar nas células hospedeiras, reduzindo a carga viral no corpo do paciente.

O genérico está previsto para ser distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a partir do segundo semestre, por meio de uma Parceria de Desenvolvimento Produtivo (PDP) já aprovada. A Blanver irá transferir a tecnologia e o conhecimento para a produção do remédio ao Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos), braço da Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz). E, também, prevê disponibilizar o medicamento para venda em canais privados.

"A Blanver é uma empresa nacional que sempre se norteou pela qualidade e inovação, e que viabilizará a produção e distribuição no Brasil de um medicamento importante para ajudar no combate de novas incidências da doença, a um custo mais acessível", explica Sérgio Frangioni, CEO da Blanver.

Inicialmente o genérico será direcionado, principalmente, aos cidadãos que estão em grupos de risco. De acordo com o Ministério da Saúde, as maiores incidências da doença estão entre homens que fazem sexo com homens (10,5%) e usuários de drogas (5,9%).



HSH – Homens que fazem sexo com homens

PS – Mulheres profissionais do sexo

PUD – usuários de droga

Crack – usuários de crack

Histórico

A priori, o medicamento de referência era usado apenas para compor esquemas antirretrovirais para tratamento de pessoas que já tinham a doença. Porém, desde 2012, os Estados Unidos liberaram a fórmula para prevenção da infecção em quem não tem a doença. Nesta época, a farmacêutica Blanver foi pioneira e começou a desenvolver o genérico da formulação para o Brasil. Esta estratégia de prevenção também passou a ser vista pelo Ministério da Saúde brasileiro como um caminho para diminuir o número de novos registros. De acordo com o órgão, o País registra, em média, 40 mil novos casos da doença por ano.

O remédio genérico da Blanver também vai ao encontro da meta 90-90-90 estabelecida pela UNAIDs, a agência da ONU para assuntos relacionados à AIDS. A ação prevê que, até 2020, 90% das pessoas vivendo com HIV sejam diagnosticadas. Dentre o total de pessoas diagnosticadas, a expectativa é que 90% passem a usar os medicamentos, para que 90% dos pacientes que estiverem em tratamento comecem a apresentar carga viral indetectável, ou seja, quando o vírus já está em pequena quantidade no organismo.

MINI-BULA

200 mg entricitabina +

300 mg fumarato de tenofovir desoproxila

Blanver Farmoquímica e Farmacêutica S.A.

Comprimidos Revestidos

USO ORAL. USO ADULTO.

Frascos com 30 comprimidos revestidos (contendo dessecante). cada comprimido revestido contém 200 mg de entricitabina e 300 mg de fumarato de tenofovir desoproxila (equivalente a 245 mg de tenofovir desoproxila).
INDICAÇÕES: Tratamento da infecção pelo HIV-1 e Profilaxia Pré-Exposição
CONTRAINDICAÇÕES: é contraindicado para pacientes com hipersensibilidade conhecida a qualquer um dos seus componentes

ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES: Acidose Láctica e Hepatomegalia Grave com Esteatose,
Infecção pelo VHB, Nova Incidência ou Agravamento de Insuficiência Renal, Síndrome da Reconstituição Imune, Falha Virológica Precoce. Usar entricitabina + fumarato de tenofovir desoproxila para reduzir o risco de adquirir HIV-1 somente em indivíduos comprovadamente HIV negativos. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação do médico ou cirurgião- dentista. O medicamento entricitabina + fumarato de tenofovir desoproxila não possui segurança e eficácia comprovadas como intervenção a casais sorodiscordantes para o HIV-1 que possuem o desejo de engravidar. Este medicamento é contraindicado durante a amamentação devido ao risco de reações adversas ao lactente. Se não houver tratamento alternativo, a amamentação e a doação de leite materno deverão ser interrompidos.

TODO O MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DE CRIANÇAS.

REAÇÕES ADVERSAS: acidose lática e hepatomegalia grave com esteatose, exacerbações graves e agudas da hepatite B, nova incidência ou agravamento de insuficiência renal, efeitos ósseos do fumarato de tenofovir desoproxila, Síndrome da reconstituição imune, cefaleia, tonturas e elevação da creatinoquinase.



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Diversidade de doenças raras é desafio para genética médica


O segundo dia de atividades do XXX Congresso Brasileiro de Genética, que ocorre no Rio de Janeiro, trouxe a visão de profissionais das mais variadas áreas sobre temas relacionados à genética médica. Considerado como um dos maiores programas de saúde pública em pediatria no mundo, junto com programas de vacinação a Triagem Neonatal foi um dos tópicos principais. O médico José Simon Camelo Junior, ressalta que o rastreio de doenças que em sua maioria são genéticas, cumprem um importante papel em diagnosticar a enfermidade antes que ela apareça.

- Existe um painel biológico que no Brasil é feito com seis grupos de doença, mais a triagem visual, auditiva e cardíaca. Infelizmente, a triagem que é feita no Brasil tem problemas estruturais. Teoricamente 100% das crianças deveriam passar pelo procedimento. Apesar de, em algumas regiões, estarmos próximos a essa totalidade em locais especialmente no Norte e Nordeste do Brasil, isso não acontece – explicou.

A média nacional é de aproximadamente 80%. No entanto, observamos índices próximos de 100% no Sul e Sudeste e números preocupantes que chegam a variar de 30 a 40% nas regiões Norte e Nordeste.

A atuação do enfermeiro junto às associações de pacientes e familiares também foi lembrada. Os cuidados individuais e as especificidades de cada doença rara tornam ainda mais importante o trabalho do profissional nos hospitais e centros médicos.

- Imaginem a agonia de uma mãe que depende de uma equipe que vai fazer um procedimento, principalmente, quando o paciente é bebê ou criança pequena. Logo no início da vida, muitas crianças precisam se submeter a procedimentos e situações que podem comprometer os órgãos vitais – afirmou a presidente da Associação Brasileira de Síndrome de Prader Willi, Liane Mufarrej.

A Síndrome de Prader Willi é um complexo distúrbio genético neurocomportamental resultante de uma anomalia do cromossomo 15. Ocorre igualmente em homens e mulheres e em todas as etnias. O debate contou com a participação de representantes da Associação dos Familiares, Amigos e Portadores de Doenças Graves (AFAG), Associação nacional de Osteogênese Imperfeita (ANOI), Associação Carioca de Distrofia Muscular (ACADIM), Associação Maria Vitória (AMAVI) e Associação Brasileira da Síndrome de Prader-Willi.

A relação médico-paciente foi trazida pela palestrante Têmis Maria Felix, que ressaltou características presentes nesse ambiente.

- Existem várias facetas. É preciso habilidade interpessoal, comunicação, empatia, responsabilidade e confiança. Precisamos entender o sofrimento daquele indivíduo, mas ao mesmo tempo não podemos nos colocar no lugar dele - disse.

A médica Ida Vanessa Doederlein Schwartz, falou sobre o microbioma e a relação com os Erros Inatos do Metabolismo.

- Temos uma mistura de nosso DNA com o DNA das bactérias. Em estados de doenças genéticas, é importante pensarmos que a genética das bactérias pode interferir tanto no tratamento como nos sintomas das pessoas que apresentam esse problema – disse.

Os Erros Inatos do Metabolismo são distúrbios de natureza genética que, em geral, correspondem a um defeito em enzima produzido pelo organismo e que causa interrupção de uma via metabólica. Esse processo promove alguma falha de síntese, degradação, armazenamento ou transporte de moléculas no organismo levando a vários problemas para a saúde.

O uso de inteligência artificial também chamou a atenção do público.

- Posso afirmar de um modo muito categórico que isso já está acontecendo. Quem é jovem e está ingressando no mercado de trabalho vai conviver com isso. É uma característica que tende a mudar bastante a atuação do médico. A inteligência artificial pode ser considerada como técnica que simula a atuação do cérebro humano. O subtipo disso é o Machine Learning, que além de imitar o cérebro consegue “aprender” com os erros. Ao fim, chegamos ao “Deep Learning” que faz isso, mas com uma capacidade incrivelmente alta – explicou o médico radiologista, Leonardo Vedolin.

O XXX Congresso Brasileiro de Genética Médica, encerra na sexta-feira (18/05). As atividades ocorrem no Centro de Convenções Sul América, no Rio de Janeiro (RJ). O evento é promovido pela Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica (SBGM). Também acontecem de forma paralela o VII Congresso Brasileiro da Sociedade Brasileira de Triagem Neonatal e Erros Inatos do Metabolismo e o IV Congresso Brasileiro de Enfermagem em Genética e Genômica.

Fonte: PlayPress ...

Ciência de dados pode auxiliar pediatras a diagnosticarem situações de forma mais rápida


O uso da ciência de dados para auxiliar os médicos na tomada de decisões e a expectativa da circulação do vírus da gripe no Brasil esse ano estão entre os principais debates do primeiro dia do XI Congresso Gaúcho de Atualização em Pediatria. O evento, promovido pela Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), reúne mais de mil especialistas do estado no Centro de Eventos da PUCRS, em Porto Alegre.

Alinhada ao momento tecnológico que a sociedade vive, a SPRS convidou o cientista de dados especialista em business analytics, Ricardo Cappra para falar sobre como o Big Data pode contribuir para as tomadas de decisões dos pediatras.

- A medicina está descobrindo a ciência de dados nesse momento e está fazendo perguntas específicas, que é onde está o valor do banco de dados. Sempre tivemos amostras de pesquisa muito pequenas e limitadas, o que dificultava a abordagem de entendimento de uma situação que se repetia em todo o mundo. A ciência de dados vai, então, organizar as informações e dar subsídios para um diagnóstico com mais velocidade para que o médico possa decidir a partir dos resultados obtidos. A inserção do pediatra nesse universo se dará pela curiosidade, ele tem que perceber que esse novo mundo está aberto, que tem uma nova fonte de informações à disposição. Vão surgir ferramentas de todos os lados e, nesse momento, o médico deve estar disposto a acessá-las - destacou Cappra.

Embora seja difícil antecipar como será a circulação do vírus da influenza no Brasil, em comparação com as ocorrências no hemisfério norte do planeta, o presidente do departamento de infectologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Marco Aurélio Palazzi Sáfadi, apontou um cenário otimista.

- Nem sempre o que ocorreu lá pode acontecer aqui, pois o vírus tem uma grande capacidade de mutação. Muitas vezes quando chega, ele já sofreu alterações que podem deixá-lo mais agressivo ou ao contrário. Nesse ano, a América do Norte e a Europa tiveram um predomínio do tipo H3N2 e a vacina aplicada lá funcionou de maneira limitada, não exercendo a proteção adequada sobre o vírus. A boa notícia é que aqui fizemos uma adaptação para comportar um H3N2 mais próximo do que está circulando. Ainda não tivemos a oportunidade de avaliar pois com o atraso do frio, ainda há poucas incidências de gripe, mas, de acordo com os dados divulgados recentemente pelo Ministério da Saúde, observamos a circulação de três tipos, H1N1, H3N2 e B, de forma semelhante, ao contrário do que ocorreu no hemisfério norte - explicou Sáfadi.

Para o presidente do XI Congresso Gaúcho de Atualização em Pediatria, Sérgio Amantéa, as apresentações demonstram que a SPRS está alinhada com o que há de mais moderno, como a questão de banco de dados e algoritmos, e com o que seja de interesse coletivo dos especialistas, como a possibilidade de um novo surto de influenza no país.

Respeitar as diferenças entre os profissionais e os pacientes, sugerir dicas sobre prescrições de medicamentos, alergia à proteína do leite e diagnóstico precoce do autismo foram outros temas abordados ao longo do dia. Dois debates entre especialistas com posições opostas sobre as doses da vacina HPV e medicamento para tosse integraram, ainda, a programação. Paralelamente, ocorreram três atividades de "conversa com especialista".

Na sexta-feira (18/05), o Congresso retoma com um painel de dicas práticas sobre indicações dos leites especiais nos primeiros anos de vida do bebê e com uma conferência sobre manejo de reações alérgicas no consultório. Além disso, será apresentado o uso de antimicrobianos em otites e pneumonias e ocorrerá um debate sobre imunoestimulantes na prevenção de infecções respiratórias. O simpósio sobre ômega 3 no desenvolvimento infantil encerra a programação da manhã. O painel sobre os efeitos do uso da maconha na visão do neurologista e psiquiatra dá início às atividades da tarde, seguido pela conferência sobre a febre amarela. Uma palestra motivacional com Karolina Oliani, de São Paulo, também consta na programação. O simpósio sobre alergias alimentares e dicas práticas sobre o teste do pezinho encerram o segundo dia do Congresso.

Fonte: PlayPress ...

Especialistas internacionais reúnem-se em São Paulo para discutir novos rumos da cardiologia


O evento realiza-se nos dias 31 de maio, 1º e 2 de junho, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Reunirá mais de sete mil médicos de todo o Brasil e sua grade de palestras e apresentação de trabalhos inclui alguns dos mais reconhecidos especialistas internacionais e brasileiros da especialidade e disciplinas correlatas. Inscrições permanecerão abertas até 21 de maio.

A conferência de abertura, "Women and heart disease: American College of Cardiology (ACC) perspective and future directions"/ "Mulheres e doenças cardíacas: perspectiva da ACC e tendências futuras", coordenada pelo presidente do Congresso, Dr. João Fernando Monteiro Ferreira, e pelo presidente da Socesp, Dr. José Francisco Kerr Saraiva. A conferencista será a convidada internacional Athena Poppas, diretora de Ecocardiografia do Lifespan Cardiovascular Institute East Providence dos Estados Unidos e membro do board do ACC.

Na sequência, o presidente da Socesp coordenará, juntamente com o Dr. Antônio Carlos Palandri, o "Simpósio ACC/Socesp: Insuficiência Cardíaca e Disfunção ventricular". Dando continuidade, o convidado internacional, Dr. Richard Kovacs (Indiana University School Indianapolis Estados Unidos) ministrará a palestra "Escolhendo o tratamento certo na prática clínica a partir de trials e registros de controle de qualidade: o que realmente funciona".

Ainda na sessão de abertura, será possível acompanhar a palestra "Análise crítica dos métodos diagnósticos na avaliação de pacientes com disfunção ventricular", ministrada pelo cardiologista Dr. Ibraim Masciarelli Pinto.

A programação completa está disponível no site: http://www.socesp2018.com.br/ ...

Ao contrário do que se pensa, pintar as unhas frequentemente pode enfraquecê-las


Há alguns mitos quando o assunto é o cuidado com as unhas, principalmente sobre o que fazer para deixá-las mais fortes. Muitas pessoas acreditam que o uso constante do esmalte pode ajudar, mas esta informação está equivocada, de acordo com a secretária científica da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção RS (SBD-RS), Vanessa Santos Cunha.

- Os esmaltes comuns, se usados continuamente e por longos períodos, de forma geral, deixam as unhas mais fracas. A sugestão é optar por produtos hipoalergênicos, sem tolueno e formaldeído (duas das principais substâncias dos esmaltes relacionadas a alergias). Além disso, deve-se evitar remoção das cutículas e manter as unhas não muito longas – explica Vanessa.

Se é falso que a pintura constante ajuda na fortificação, quem acredita que a alimentação saudável e balanceada traz benefícios para as unhas está certo.

- Dietas com um adequado teor proteico, aliadas a cuidados básicos de higiene podem garantir uma unha mais saudável, bonita e forte – complementa a secretária científica da SBD-RS.

Com relação às unhas dos pés, a orientação é semelhante às das mãos: manter sem esmalte ou, no máximo, alternar períodos com e sem o produto. Também é indicado mantê-las curtas para evitar trauma no sapato. A rotina de corte varia de uma pessoa para outra.

Fonte: PlayPress ...

Melanoma: Lesões podem ser sinal de câncer de pele


Os cânceres de pele são os mais incidentes no Brasil, representando cerca de 30% de todos os casos da doença – um número que chega a 180 mil novos casos por ano, segundo dados do INCA (Instituto Nacional de Câncer). O melanoma corresponde a 4% deste total, mas, apesar de ser um dos tipos de tumores que afetam o órgão com menor prevalência entre a população, é considerado o mais grave e com grande potencial metastático. Entretanto, a chance de cura é de mais de 90% se houver diagnóstico precoce.

Esse tipo de tumor surge por conta do crescimento anormal dos chamados melanócitos, células que produzem a melanina, dando cor e pigmentação à pele. Pessoas de pele clara, cabelos claros e sardas são mais propensas a desenvolver o câncer de pele. A idade é um fator que também deve ser considerado, pois quanto mais tempo de exposição da pele ao sol, mais envelhecida ela fica. Evitar a exposição excessiva e constante aos raios solares sem a proteção adequada é a melhor medida – e isso vale desde a infância. Vale lembrar que, mesmo áreas não expostas diretamente ao sol e menos visíveis – como o couro cabeludo - podem apresentar manchas suspeitas.

De acordo com Dr. Bernardo Garicochea, oncologista e especialista em genética do CPO, unidade do Grupo Oncoclínicas em São Paulo, é importante a avaliação frequente de um dermatologista para acompanhamento das lesões cutâneas. "As alterações a serem avaliadas como suspeitas são o que qualificamos como 'ABCD'- Assimetria, Bordas irregulares, Cor e Diâmetro. A análise da mudança nas características destas lesões é de extrema importância para um diagnóstico precoce".

Além dos cuidados gerais indicados à toda a população quando o assunto é câncer de pele, o que inclui o uso do protetor solar e atenção ao período de exposição solar prolongada, pessoas com propensão a desenvolver o melanoma devem estar constantemente mais atentas, pois ele pode surgir em áreas difíceis de serem visualizadas. "Uma lesão aparentemente inocente pode ser suspeita aos olhos do médico. Métodos diagnósticos auxiliares, como biópsia e dermatoscopia*, podem ser indicados. Além disso, pacientes que já tiveram um tumor de pele diagnosticado estão sob maior risco de apresentar uma recidiva, e devem ser submetidos a exames dermatológicos periódicos", diz o Dr. Bernardo.

Novos tratamentos dobram chances de cura

O melanoma é o tipo de câncer que apresenta o maior número de mutações genéticas no DNA do tumor. Essas mutações podem confundir o sistema imunológico do paciente e dificultar a ação de terapias tradicionais. Por isso, a imunoterapia é uma das grandes aliadas no tratamento da doença.

"A Imunoterapia é o tratamento que promove a estimulação do sistema imunológico por meio do uso de substâncias modificadoras da resposta biológica. Em resumo, trata-se de um grupo de drogas que, ao invés de mirar o câncer, ajuda as nossas defesas a detectá-lo e agredi-lo", explica o oncogeneticista do CPO.

De acordo com ele, 3% dos melanomas são hereditários. Ele indica alguns pontos de atenção que podem indicar propensão à doença:

Pessoas que possuem uma grande quantidade de pintas escuras espalhadas pelo corpo;
Incidência de melanoma em algum parente muito jovem (menos de 35 anos);
Mais de dois casos de melanoma na família (em qualquer idade).

Nesses casos, há um teste genético capaz de identificar se há predisposição genética ao melanoma. O teste coleta uma amostra de saliva ou sangue para detectar a presença de genes ligados à doença. Já para quem não conta com um histórico ou indicação que justifique a realização do exame específico de analise do DNA, o Dr. Bernardo recomenda que, em especial para áreas em que há mais dificuldade de visualização, seja solicitado a um familiar ou conhecido um apoio para a avaliação dos sinais existentes no corpo. "Muitas das pintas suspeitas surgem nas costas e pescoço, lugares de difícil visualização. É muito importante também estar atento a manchas que surjam sob as unhas, na palma das mãos e planta dos pés", finaliza o Dr. Bernardo

*Dermatoscopia é um método que utiliza o dermatoscópio, espécie de microscópio que aumenta a imagem da pele em 10 a 70 vezes e permite a visualização das estruturas cutâneas sem nenhum corte ou desconforto. As imagens colhidas ficam em computador e são regularmente comparadas a cada visita médica. ...

Neuronutriente pode ajudar crianças em fase escolar, apontam pesquisas


Uma das preocupações dos pais com crianças em fase escolar é se elas estão bem nutridas e atentas para enfrentar com sucesso os desafios inerentes ao período. Além de uma alimentação balanceada, pesquisas indicam um papel importante do DHA, tipo específico de ácido graxo poliinsaturado da classe dos ômega 3, de influência positiva para crianças em fase escolar.

Um estudo realizado pela Emory University, em Atlanta, nos Estados Unidos fez a suplementação de mulheres grávidas com DHA ou placebo. A pesquisa envolveu mais de mil participantes, acompanhando a gestação e o desenvolvimento das crianças até os cinco anos de idade. Aos cinco anos de idade, as crianças cujas mães tomaram o suplemento durante a gravidez apresentaram aumento na capacidade de atenção sustentada durante a fase escolar.

"As crianças apresentaram diferenças significativas em itens relativos ao comportamento e atenção, o que sugere que, em etapas futuras da vida escolar, quando atividades mais desafiadoras serão impostas, essas crianças possam apresentar melhor desempenho", afirma a Dra. Maria Inês Harris, consultora científica de OmegaPURE DHA,

Pesquisa feita pela Open University of the Netherlands, na Holanda, analisou a presença do DHA no sangue de crianças de sete anos de idade e os dados coletados sugerem que o elevado nível desses ácidos graxos está positivamente relacionado com o desempenho em leitura e soletração.

Estudos clínicos mostraram que a suplementação de crianças com DHA leva a uma melhora no desenvolvimento e na precisão da visão. Outro estudo clínico realizado pelo National Institute on Alcohol Abuse and Alcoholism, em Bethesda, nos Estados Unidos, sugere que a suplementação com ácidos graxos DHA e o ácido eicosapentaenóico (EPA) pode reduzir a agressividade e impulsividade em crianças.

OmegaPURE DHA é o suplemento com a maior concentração e alta pureza de ácidos graxos ômega 3 DHA já registradas no Brasil. Além do teor superior a 90%, a linha OmegaPURE apresenta zero colesterol, zero gorduras saturadas e zero gorduras monoinsaturadas. A tecnologia gastrorresistente, aplicada à menor cápsula do mercado, assegura um maior conforto gástrico porque impede refluxo com odor de peixe – uma queixa bastante comum de quem consome ômega 3 em cápsulas convencionais. As cápsulas de tamanho reduzido são de fácil deglutição, permitindo seu consumo de forma confortável também por crianças e idosos.

O ômega 3 DHA pode ser obtido pela alta ingestão de peixes de água fria, porém o brasileiro consome, em média, apenas 9 quilos de pescado por ano, quando o ideal, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), são 12 quilos. Além disso, existe a questão da contaminação dos peixes por metais pesados. A suplementação com OmegaPURE DHA traz a certeza da alta pureza dentro dos mais rígidos padrões de qualidade. ...

Crossfit: aumento no número de lesões vem preocupando médicos


As atividades de alta intensidade caíram no gosto do brasileiro. Uma das mais famosas é o crossfit, que é praticado por famosos como Bruna Marquezine, Giovanna Antonelli e Bruno Gagliasso. Mas, apesar de ser o queridinho do momento, o crossfit tem preocupado os médicos.

A modalidade é alvo de muitas críticas pelo número elevado de lesões associadas ao treinamento. Como comprovado no estudo divulgado recentemente no The Journal of Strength & Condition Research, do Reino Unido. Para a pesquisa, foram ouvidos 132 praticantes de crossfit, 73,5% (97) afirmou ter sofrido alguma lesão durante o treinamento. Os participantes relataram 186 lesões, 7% (9) dessas precisaram de intervenção cirúrgica.

O estudo apontou ainda que as taxas de lesões do crossfit são semelhantes às relatadas em outros esportes, como o levantamento de peso olímpico, a ginástica e o rúgbi.

O médico ortopedista e subespecialista em cirurgia de coluna Rodrigo Souza Lima explica que as lesões são causadas pela prática incorreta. "Todo exercício tem uma maneira correta de se praticar, mas infelizmente as pessoas estão cada vez mais adeptas ao crossfit sem orientação. Isso gera uma sobrecarga nas articulações, principalmente na coluna, causando peso excessivo e a pessoa começa a sentir dor", destaca Lima.

Fonte: imprensa@grupobjetiva.com ...

Médico debate temas neurológicos como suicídio, bipolaridade e drogas


A cidade de Dom Pedrito (RS) recebe mais uma edição da Caravana AMRIGS, promovida pela Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS), em parceria com a Cooperativa Pedritense de Médicos (Copermed), a Sociedade de Medicina de Dom Pedrito (SMDP) e a Associação de Psiquiatria do Rio Grande do Sul. O evento, que ocorrerá na sexta-feira (04/05), debate problemas neurológicos e abrange temas como suicídio, bipolaridade e drogas. O palestrante, Rafael Moreno Ferro de Araújo é médico, pós-graduado em psiquiatria, mestre e doutorando em medicina e neurociências.

A palestra acontece às 19h30min, na Copermed, localizada na Rua Dr. Trilha de Lemos, 1420, Centro de Dom Pedrito. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (51) 3014-2007 com Maria da Graça Schneider.

Fonte; PlayPress ...

Rio Grande do Sul já vacinou mais de 500 mil pessoas contra a gripe


A Secretaria da Saúde (SES) divulgou nesta sexta-feira (27) o primeiro balanço da Campanha de Vacinação contra a Gripe 2018. Desde a última segunda-feira (23), quando iniciou a campanha, 17% dos grupos prioritários (crianças, trabalhadores da saúde, gestantes, puérperas, indígenas aldeados e idosos) já foram imunizados. No total, em todos os públicos, já foram aplicadas 547.005 doses.

A vacina está disponível em todas as 1,8 mil unidades de saúde do Estado e a campanha prossegue até 1º de junho. No dia 12 de maio, todas as unidades estarão excepcionalmente abertas, marcando o Dia D de Mobilização. A meta é chegar à cobertura de 90% nos grupos prioritários.

Confira as doses aplicadas e a cobertura por grupo elegível:

Crianças: 44 mil doses (7,43%)

Trabalhador da saúde: 54 mil doses (17,37%)

Gestantes: 13 mil doses (12,69%)

Puérperas: 4 mil doses (24,75%)

Indígenas: 3 mil doses (15%)

Idosos: 326 mil doses (22,27%)

Professores: 15 mil doses (12,86%)

População prisional: 2 mil doses

Comorbidades: 83 mil doses

Total de doses aplicadas: 547.005 ...

Doenças no fígado são debatidas em evento na capital gaúcha


Um distúrbio do sistema imunológico que faz com que o corpo não reconheça suas próprias células do fígado. A hepatite autoimune (HAI), que afeta principalmente mulheres com menos de trinta anos, foi um dos destaques no segundo e último dia do Simpósio Paloma Jara, promovido pela Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), no Hotel Sheraton, em Porto Alegre. O evento reuniu, no domingo (29/04) e segunda-feira (30/04), grandes nomes do cenário nacional e internacional em gastroenterologia pediátrica.

As médicas Gilda Porta e Marcela Galuppo apresentaram resultados de estudos realizados no Brasil e na Argentina sobre a hepatite autoimune e insuficiência hepática aguda.

- Fizemos um mapeamento para saber o que acontece com a hepatite autoimune em nosso país e concluímos que a situação da doença é mais grave no Brasil do que no resto do mundo. O tipo mais comum é a hepatite 1, prevalente no sexo feminino e se apresenta de forma precoce nas crianças com hepatite autoimune Tipo 2 – afirmou Gilda Porta.

A pediatra Irene Miura trouxe, em sua aula, informações da insuficiência hepática aguda, uma síndrome clínica e complexa, de evolução fatal quando não diagnosticada e tratada precocemente.

- A prevalência da doença é de dezessete casos a cada mil habitantes por ano, nos Estados Unidos. A hepatite E, dengue e febre amarela são os principais vírus causadores desta patologia. Com a introdução de complexos protocolos de cuidados intensivos, observamos, nas últimas três décadas, uma queda considerável na incidência de edema cerebral e hipertensão intracraniana, que estão entre as principais consequências da patologia – relatou Irene.

A conferência magna do Simpósio foi realizado pela médica de Madrid que intitula nome o evento. Paloma Jara falou sobre hepatites virais em crianças detalhando o trabalho realizado na Europa.

Segundo a gastroenterologista pediátrica Débora Duro, que atua em Miami, nos Estados Unidos, a reabilitação intestinal e nutricional também estão ligadas ao modo como a família recebe a notícia e as informações dos médicos.

- Conseguimos fazer com que crianças pequenas vivam com um intestino curto de alguns centímetros. O que percebemos é que os pais são fundamentais para o desenvolvimento dos filhos, pois são eles que seguem nossas orientações diariamente, e que, com as nossas ajudas, fazem com que os pacientes consigam sobreviver - avaliou.

A médica norte-americana Marialena Mouzaki trouxe suas experiências sobre doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA, ou NAFLD em inglês) e a esteato-hepatite não alcoólica (EHNA ou NASH, em siglas em inglês) em pacientes não obesos. De acordo com ela, em muitos casos, o problema não é identificado, por não apresentar obesidade. A especialista lembra que as doenças são, hoje, a causa mais frequente de doença hepática nos países ocidentais.

O gastroenterologista pediátrico de Barcelona, na Espanha, Francisco Javier Martín de Carpi, ministrou palestra sobre doença intestinal pediátrica. O médico Hector Escobar, também de Barcelona, abordou novos tratamentos em fibrose cística. Casos de cirurgia na Hipertensão Portal foram explicados pelo médico norte-americano Riccardo Superina.

O simpósio foi encerrado com uma mesa-redonda sobre estudos experimentais em gastroenterologia no Brasil. A médica de São Paulo, Cláudia Oliveira, mostrou sua pesquisa sobre doença hepática gordurosa não alcoólica, enquanto o médico de Porto Alegre, Mário Reis Alvarez-da-Silva, mostrou avanços na pesquisa sobre doença hepática gordurosa alcoólica. O Simpósio Paloma Jara aconteceu nos dias 29 e 30 de abril no Centro de Eventos do Hotel Sheraton.

Os pediatras gaúchos já começam a contagem regressiva para o XI Congresso Gaúcho de Pediatria, que ocorre entre 16 e 19 de maio, no Centro de Eventos da PUCRS, em Porto Alegre (RS). Outras informações podem ser obtidas no site gauchopediatria.com.br. ...

Por que o diagnóstico de Alzheimer é tão importante?


Em 2010 o número de pessoas com demência foi estimado em 36 milhões no mundo todo. Com a falta de medidas preventivas e curas, a letalidade fica mais alta a cada ano. O número de pessoas afetadas é projetado para duplicar a cada 20 anos, em 2050 serão 115 milhões de pessoas com Doença de Alzheimer.

O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa progressiva, descoberta em 1907 com cerca de 70% dos casos de demência na velhice. A prevalência e incidência da doença de Alzheimer aumenta com o avançar da idade e é o tipo mais comum de demência em todo o mundo, causando sintomas como perda de memória, linguagem prejudicada, dificuldades de concentração e de tomada de decisão, confusão e desorientação.

A importância do diagnóstico

No País, mais da metade dos idosos brasileiros com Alzheimer ainda não sabe que possui a doença e, entre os pacientes diagnosticados, apenas um em cada quatro recebem o tratamento adequado. Quanto mais cedo o diagnóstico for feito, maiores serão as chances de tratar os sintomas corretamente, podendo postergar em anos a evolução da doença, os sintomas e complicações.

Como diagnosticar o Alzheimer

Entre os diferentes métodos de diagnóstico, a investigação progride ao nível da análise de biomarcadores, moléculas que refletem as lesões cerebrais características da doença. A atenção direciona-se para pequenas proteínas, denominadas beta-amiloide 42, ou seja, através de um exame de sangue em um laboratório de confiança solicitado pelo médico o paciente consegue antecipar esse diagnóstico.

Linha completa de biomarcadores para Doença de Alzheimer

O kit de Tau fosforilada (181) no líquor teve seu registro aprovado recentemente, e completa a linha de biomarcadores de Alzheimer da EUROIMMUN. A quantificação da proteína Tau fosforilada na amostra de líquor é um dos indicadores de degeneração neuronal.

Testes disponíveis para diagnóstico de Alzheimer da empresa EUROIMMUN:

- Proteína beta amiloide 1-40 (catálogo: EQ 6511-9601-L)

- Proteína beta amiloide 1-42 (catálogo: EQ 6521-9601-L)

- Proteína Total Tau (catálogo: EQ 6531-9601-L)

- Proteína Tau fosforilada (catálogo: EQ 6591-9601-L)

Fonte:

Assessora de Comunicação

www.mgapress.com.br ... ...




Edição n° 179 - Maio 2018

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