Eldorado do Sul, Guaíba e Região Carbonífera, 20 de Maio de 2018. Página Inicial | Contato
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Edicão n° 179 de Maio 2018


SAúDE

Diversidade de doenças raras é desafio para genética médica


O segundo dia de atividades do XXX Congresso Brasileiro de Genética, que ocorre no Rio de Janeiro, trouxe a visão de profissionais das mais variadas áreas sobre temas relacionados à genética médica. Considerado como um dos maiores programas de saúde pública em pediatria no mundo, junto com programas de vacinação a Triagem Neonatal foi um dos tópicos principais. O médico José Simon Camelo Junior, ressalta que o rastreio de doenças que em sua maioria são genéticas, cumprem um importante papel em diagnosticar a enfermidade antes que ela apareça.

- Existe um painel biológico que no Brasil é feito com seis grupos de doença, mais a triagem visual, auditiva e cardíaca. Infelizmente, a triagem que é feita no Brasil tem problemas estruturais. Teoricamente 100% das crianças deveriam passar pelo procedimento. Apesar de, em algumas regiões, estarmos próximos a essa totalidade em locais especialmente no Norte e Nordeste do Brasil, isso não acontece – explicou.

A média nacional é de aproximadamente 80%. No entanto, observamos índices próximos de 100% no Sul e Sudeste e números preocupantes que chegam a variar de 30 a 40% nas regiões Norte e Nordeste.

A atuação do enfermeiro junto às associações de pacientes e familiares também foi lembrada. Os cuidados individuais e as especificidades de cada doença rara tornam ainda mais importante o trabalho do profissional nos hospitais e centros médicos.

- Imaginem a agonia de uma mãe que depende de uma equipe que vai fazer um procedimento, principalmente, quando o paciente é bebê ou criança pequena. Logo no início da vida, muitas crianças precisam se submeter a procedimentos e situações que podem comprometer os órgãos vitais – afirmou a presidente da Associação Brasileira de Síndrome de Prader Willi, Liane Mufarrej.

A Síndrome de Prader Willi é um complexo distúrbio genético neurocomportamental resultante de uma anomalia do cromossomo 15. Ocorre igualmente em homens e mulheres e em todas as etnias. O debate contou com a participação de representantes da Associação dos Familiares, Amigos e Portadores de Doenças Graves (AFAG), Associação nacional de Osteogênese Imperfeita (ANOI), Associação Carioca de Distrofia Muscular (ACADIM), Associação Maria Vitória (AMAVI) e Associação Brasileira da Síndrome de Prader-Willi.

A relação médico-paciente foi trazida pela palestrante Têmis Maria Felix, que ressaltou características presentes nesse ambiente.

- Existem várias facetas. É preciso habilidade interpessoal, comunicação, empatia, responsabilidade e confiança. Precisamos entender o sofrimento daquele indivíduo, mas ao mesmo tempo não podemos nos colocar no lugar dele - disse.

A médica Ida Vanessa Doederlein Schwartz, falou sobre o microbioma e a relação com os Erros Inatos do Metabolismo.

- Temos uma mistura de nosso DNA com o DNA das bactérias. Em estados de doenças genéticas, é importante pensarmos que a genética das bactérias pode interferir tanto no tratamento como nos sintomas das pessoas que apresentam esse problema – disse.

Os Erros Inatos do Metabolismo são distúrbios de natureza genética que, em geral, correspondem a um defeito em enzima produzido pelo organismo e que causa interrupção de uma via metabólica. Esse processo promove alguma falha de síntese, degradação, armazenamento ou transporte de moléculas no organismo levando a vários problemas para a saúde.

O uso de inteligência artificial também chamou a atenção do público.

- Posso afirmar de um modo muito categórico que isso já está acontecendo. Quem é jovem e está ingressando no mercado de trabalho vai conviver com isso. É uma característica que tende a mudar bastante a atuação do médico. A inteligência artificial pode ser considerada como técnica que simula a atuação do cérebro humano. O subtipo disso é o Machine Learning, que além de imitar o cérebro consegue “aprender” com os erros. Ao fim, chegamos ao “Deep Learning” que faz isso, mas com uma capacidade incrivelmente alta – explicou o médico radiologista, Leonardo Vedolin.

O XXX Congresso Brasileiro de Genética Médica, encerra na sexta-feira (18/05). As atividades ocorrem no Centro de Convenções Sul América, no Rio de Janeiro (RJ). O evento é promovido pela Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica (SBGM). Também acontecem de forma paralela o VII Congresso Brasileiro da Sociedade Brasileira de Triagem Neonatal e Erros Inatos do Metabolismo e o IV Congresso Brasileiro de Enfermagem em Genética e Genômica.

Fonte: PlayPress ...

Ciência de dados pode auxiliar pediatras a diagnosticarem situações de forma mais rápida


O uso da ciência de dados para auxiliar os médicos na tomada de decisões e a expectativa da circulação do vírus da gripe no Brasil esse ano estão entre os principais debates do primeiro dia do XI Congresso Gaúcho de Atualização em Pediatria. O evento, promovido pela Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), reúne mais de mil especialistas do estado no Centro de Eventos da PUCRS, em Porto Alegre.

Alinhada ao momento tecnológico que a sociedade vive, a SPRS convidou o cientista de dados especialista em business analytics, Ricardo Cappra para falar sobre como o Big Data pode contribuir para as tomadas de decisões dos pediatras.

- A medicina está descobrindo a ciência de dados nesse momento e está fazendo perguntas específicas, que é onde está o valor do banco de dados. Sempre tivemos amostras de pesquisa muito pequenas e limitadas, o que dificultava a abordagem de entendimento de uma situação que se repetia em todo o mundo. A ciência de dados vai, então, organizar as informações e dar subsídios para um diagnóstico com mais velocidade para que o médico possa decidir a partir dos resultados obtidos. A inserção do pediatra nesse universo se dará pela curiosidade, ele tem que perceber que esse novo mundo está aberto, que tem uma nova fonte de informações à disposição. Vão surgir ferramentas de todos os lados e, nesse momento, o médico deve estar disposto a acessá-las - destacou Cappra.

Embora seja difícil antecipar como será a circulação do vírus da influenza no Brasil, em comparação com as ocorrências no hemisfério norte do planeta, o presidente do departamento de infectologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Marco Aurélio Palazzi Sáfadi, apontou um cenário otimista.

- Nem sempre o que ocorreu lá pode acontecer aqui, pois o vírus tem uma grande capacidade de mutação. Muitas vezes quando chega, ele já sofreu alterações que podem deixá-lo mais agressivo ou ao contrário. Nesse ano, a América do Norte e a Europa tiveram um predomínio do tipo H3N2 e a vacina aplicada lá funcionou de maneira limitada, não exercendo a proteção adequada sobre o vírus. A boa notícia é que aqui fizemos uma adaptação para comportar um H3N2 mais próximo do que está circulando. Ainda não tivemos a oportunidade de avaliar pois com o atraso do frio, ainda há poucas incidências de gripe, mas, de acordo com os dados divulgados recentemente pelo Ministério da Saúde, observamos a circulação de três tipos, H1N1, H3N2 e B, de forma semelhante, ao contrário do que ocorreu no hemisfério norte - explicou Sáfadi.

Para o presidente do XI Congresso Gaúcho de Atualização em Pediatria, Sérgio Amantéa, as apresentações demonstram que a SPRS está alinhada com o que há de mais moderno, como a questão de banco de dados e algoritmos, e com o que seja de interesse coletivo dos especialistas, como a possibilidade de um novo surto de influenza no país.

Respeitar as diferenças entre os profissionais e os pacientes, sugerir dicas sobre prescrições de medicamentos, alergia à proteína do leite e diagnóstico precoce do autismo foram outros temas abordados ao longo do dia. Dois debates entre especialistas com posições opostas sobre as doses da vacina HPV e medicamento para tosse integraram, ainda, a programação. Paralelamente, ocorreram três atividades de "conversa com especialista".

Na sexta-feira (18/05), o Congresso retoma com um painel de dicas práticas sobre indicações dos leites especiais nos primeiros anos de vida do bebê e com uma conferência sobre manejo de reações alérgicas no consultório. Além disso, será apresentado o uso de antimicrobianos em otites e pneumonias e ocorrerá um debate sobre imunoestimulantes na prevenção de infecções respiratórias. O simpósio sobre ômega 3 no desenvolvimento infantil encerra a programação da manhã. O painel sobre os efeitos do uso da maconha na visão do neurologista e psiquiatra dá início às atividades da tarde, seguido pela conferência sobre a febre amarela. Uma palestra motivacional com Karolina Oliani, de São Paulo, também consta na programação. O simpósio sobre alergias alimentares e dicas práticas sobre o teste do pezinho encerram o segundo dia do Congresso.

Fonte: PlayPress ...

Especialistas internacionais reúnem-se em São Paulo para discutir novos rumos da cardiologia


O evento realiza-se nos dias 31 de maio, 1º e 2 de junho, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Reunirá mais de sete mil médicos de todo o Brasil e sua grade de palestras e apresentação de trabalhos inclui alguns dos mais reconhecidos especialistas internacionais e brasileiros da especialidade e disciplinas correlatas. Inscrições permanecerão abertas até 21 de maio.

A conferência de abertura, "Women and heart disease: American College of Cardiology (ACC) perspective and future directions"/ "Mulheres e doenças cardíacas: perspectiva da ACC e tendências futuras", coordenada pelo presidente do Congresso, Dr. João Fernando Monteiro Ferreira, e pelo presidente da Socesp, Dr. José Francisco Kerr Saraiva. A conferencista será a convidada internacional Athena Poppas, diretora de Ecocardiografia do Lifespan Cardiovascular Institute East Providence dos Estados Unidos e membro do board do ACC.

Na sequência, o presidente da Socesp coordenará, juntamente com o Dr. Antônio Carlos Palandri, o "Simpósio ACC/Socesp: Insuficiência Cardíaca e Disfunção ventricular". Dando continuidade, o convidado internacional, Dr. Richard Kovacs (Indiana University School Indianapolis Estados Unidos) ministrará a palestra "Escolhendo o tratamento certo na prática clínica a partir de trials e registros de controle de qualidade: o que realmente funciona".

Ainda na sessão de abertura, será possível acompanhar a palestra "Análise crítica dos métodos diagnósticos na avaliação de pacientes com disfunção ventricular", ministrada pelo cardiologista Dr. Ibraim Masciarelli Pinto.

A programação completa está disponível no site: http://www.socesp2018.com.br/ ...

Ao contrário do que se pensa, pintar as unhas frequentemente pode enfraquecê-las


Há alguns mitos quando o assunto é o cuidado com as unhas, principalmente sobre o que fazer para deixá-las mais fortes. Muitas pessoas acreditam que o uso constante do esmalte pode ajudar, mas esta informação está equivocada, de acordo com a secretária científica da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção RS (SBD-RS), Vanessa Santos Cunha.

- Os esmaltes comuns, se usados continuamente e por longos períodos, de forma geral, deixam as unhas mais fracas. A sugestão é optar por produtos hipoalergênicos, sem tolueno e formaldeído (duas das principais substâncias dos esmaltes relacionadas a alergias). Além disso, deve-se evitar remoção das cutículas e manter as unhas não muito longas – explica Vanessa.

Se é falso que a pintura constante ajuda na fortificação, quem acredita que a alimentação saudável e balanceada traz benefícios para as unhas está certo.

- Dietas com um adequado teor proteico, aliadas a cuidados básicos de higiene podem garantir uma unha mais saudável, bonita e forte – complementa a secretária científica da SBD-RS.

Com relação às unhas dos pés, a orientação é semelhante às das mãos: manter sem esmalte ou, no máximo, alternar períodos com e sem o produto. Também é indicado mantê-las curtas para evitar trauma no sapato. A rotina de corte varia de uma pessoa para outra.

Fonte: PlayPress ...

Melanoma: Lesões podem ser sinal de câncer de pele


Os cânceres de pele são os mais incidentes no Brasil, representando cerca de 30% de todos os casos da doença – um número que chega a 180 mil novos casos por ano, segundo dados do INCA (Instituto Nacional de Câncer). O melanoma corresponde a 4% deste total, mas, apesar de ser um dos tipos de tumores que afetam o órgão com menor prevalência entre a população, é considerado o mais grave e com grande potencial metastático. Entretanto, a chance de cura é de mais de 90% se houver diagnóstico precoce.

Esse tipo de tumor surge por conta do crescimento anormal dos chamados melanócitos, células que produzem a melanina, dando cor e pigmentação à pele. Pessoas de pele clara, cabelos claros e sardas são mais propensas a desenvolver o câncer de pele. A idade é um fator que também deve ser considerado, pois quanto mais tempo de exposição da pele ao sol, mais envelhecida ela fica. Evitar a exposição excessiva e constante aos raios solares sem a proteção adequada é a melhor medida – e isso vale desde a infância. Vale lembrar que, mesmo áreas não expostas diretamente ao sol e menos visíveis – como o couro cabeludo - podem apresentar manchas suspeitas.

De acordo com Dr. Bernardo Garicochea, oncologista e especialista em genética do CPO, unidade do Grupo Oncoclínicas em São Paulo, é importante a avaliação frequente de um dermatologista para acompanhamento das lesões cutâneas. "As alterações a serem avaliadas como suspeitas são o que qualificamos como 'ABCD'- Assimetria, Bordas irregulares, Cor e Diâmetro. A análise da mudança nas características destas lesões é de extrema importância para um diagnóstico precoce".

Além dos cuidados gerais indicados à toda a população quando o assunto é câncer de pele, o que inclui o uso do protetor solar e atenção ao período de exposição solar prolongada, pessoas com propensão a desenvolver o melanoma devem estar constantemente mais atentas, pois ele pode surgir em áreas difíceis de serem visualizadas. "Uma lesão aparentemente inocente pode ser suspeita aos olhos do médico. Métodos diagnósticos auxiliares, como biópsia e dermatoscopia*, podem ser indicados. Além disso, pacientes que já tiveram um tumor de pele diagnosticado estão sob maior risco de apresentar uma recidiva, e devem ser submetidos a exames dermatológicos periódicos", diz o Dr. Bernardo.

Novos tratamentos dobram chances de cura

O melanoma é o tipo de câncer que apresenta o maior número de mutações genéticas no DNA do tumor. Essas mutações podem confundir o sistema imunológico do paciente e dificultar a ação de terapias tradicionais. Por isso, a imunoterapia é uma das grandes aliadas no tratamento da doença.

"A Imunoterapia é o tratamento que promove a estimulação do sistema imunológico por meio do uso de substâncias modificadoras da resposta biológica. Em resumo, trata-se de um grupo de drogas que, ao invés de mirar o câncer, ajuda as nossas defesas a detectá-lo e agredi-lo", explica o oncogeneticista do CPO.

De acordo com ele, 3% dos melanomas são hereditários. Ele indica alguns pontos de atenção que podem indicar propensão à doença:

Pessoas que possuem uma grande quantidade de pintas escuras espalhadas pelo corpo;
Incidência de melanoma em algum parente muito jovem (menos de 35 anos);
Mais de dois casos de melanoma na família (em qualquer idade).

Nesses casos, há um teste genético capaz de identificar se há predisposição genética ao melanoma. O teste coleta uma amostra de saliva ou sangue para detectar a presença de genes ligados à doença. Já para quem não conta com um histórico ou indicação que justifique a realização do exame específico de analise do DNA, o Dr. Bernardo recomenda que, em especial para áreas em que há mais dificuldade de visualização, seja solicitado a um familiar ou conhecido um apoio para a avaliação dos sinais existentes no corpo. "Muitas das pintas suspeitas surgem nas costas e pescoço, lugares de difícil visualização. É muito importante também estar atento a manchas que surjam sob as unhas, na palma das mãos e planta dos pés", finaliza o Dr. Bernardo

*Dermatoscopia é um método que utiliza o dermatoscópio, espécie de microscópio que aumenta a imagem da pele em 10 a 70 vezes e permite a visualização das estruturas cutâneas sem nenhum corte ou desconforto. As imagens colhidas ficam em computador e são regularmente comparadas a cada visita médica. ...

Neuronutriente pode ajudar crianças em fase escolar, apontam pesquisas


Uma das preocupações dos pais com crianças em fase escolar é se elas estão bem nutridas e atentas para enfrentar com sucesso os desafios inerentes ao período. Além de uma alimentação balanceada, pesquisas indicam um papel importante do DHA, tipo específico de ácido graxo poliinsaturado da classe dos ômega 3, de influência positiva para crianças em fase escolar.

Um estudo realizado pela Emory University, em Atlanta, nos Estados Unidos fez a suplementação de mulheres grávidas com DHA ou placebo. A pesquisa envolveu mais de mil participantes, acompanhando a gestação e o desenvolvimento das crianças até os cinco anos de idade. Aos cinco anos de idade, as crianças cujas mães tomaram o suplemento durante a gravidez apresentaram aumento na capacidade de atenção sustentada durante a fase escolar.

"As crianças apresentaram diferenças significativas em itens relativos ao comportamento e atenção, o que sugere que, em etapas futuras da vida escolar, quando atividades mais desafiadoras serão impostas, essas crianças possam apresentar melhor desempenho", afirma a Dra. Maria Inês Harris, consultora científica de OmegaPURE DHA,

Pesquisa feita pela Open University of the Netherlands, na Holanda, analisou a presença do DHA no sangue de crianças de sete anos de idade e os dados coletados sugerem que o elevado nível desses ácidos graxos está positivamente relacionado com o desempenho em leitura e soletração.

Estudos clínicos mostraram que a suplementação de crianças com DHA leva a uma melhora no desenvolvimento e na precisão da visão. Outro estudo clínico realizado pelo National Institute on Alcohol Abuse and Alcoholism, em Bethesda, nos Estados Unidos, sugere que a suplementação com ácidos graxos DHA e o ácido eicosapentaenóico (EPA) pode reduzir a agressividade e impulsividade em crianças.

OmegaPURE DHA é o suplemento com a maior concentração e alta pureza de ácidos graxos ômega 3 DHA já registradas no Brasil. Além do teor superior a 90%, a linha OmegaPURE apresenta zero colesterol, zero gorduras saturadas e zero gorduras monoinsaturadas. A tecnologia gastrorresistente, aplicada à menor cápsula do mercado, assegura um maior conforto gástrico porque impede refluxo com odor de peixe – uma queixa bastante comum de quem consome ômega 3 em cápsulas convencionais. As cápsulas de tamanho reduzido são de fácil deglutição, permitindo seu consumo de forma confortável também por crianças e idosos.

O ômega 3 DHA pode ser obtido pela alta ingestão de peixes de água fria, porém o brasileiro consome, em média, apenas 9 quilos de pescado por ano, quando o ideal, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), são 12 quilos. Além disso, existe a questão da contaminação dos peixes por metais pesados. A suplementação com OmegaPURE DHA traz a certeza da alta pureza dentro dos mais rígidos padrões de qualidade. ...

Crossfit: aumento no número de lesões vem preocupando médicos


As atividades de alta intensidade caíram no gosto do brasileiro. Uma das mais famosas é o crossfit, que é praticado por famosos como Bruna Marquezine, Giovanna Antonelli e Bruno Gagliasso. Mas, apesar de ser o queridinho do momento, o crossfit tem preocupado os médicos.

A modalidade é alvo de muitas críticas pelo número elevado de lesões associadas ao treinamento. Como comprovado no estudo divulgado recentemente no The Journal of Strength & Condition Research, do Reino Unido. Para a pesquisa, foram ouvidos 132 praticantes de crossfit, 73,5% (97) afirmou ter sofrido alguma lesão durante o treinamento. Os participantes relataram 186 lesões, 7% (9) dessas precisaram de intervenção cirúrgica.

O estudo apontou ainda que as taxas de lesões do crossfit são semelhantes às relatadas em outros esportes, como o levantamento de peso olímpico, a ginástica e o rúgbi.

O médico ortopedista e subespecialista em cirurgia de coluna Rodrigo Souza Lima explica que as lesões são causadas pela prática incorreta. "Todo exercício tem uma maneira correta de se praticar, mas infelizmente as pessoas estão cada vez mais adeptas ao crossfit sem orientação. Isso gera uma sobrecarga nas articulações, principalmente na coluna, causando peso excessivo e a pessoa começa a sentir dor", destaca Lima.

Fonte: imprensa@grupobjetiva.com ...

Médico debate temas neurológicos como suicídio, bipolaridade e drogas


A cidade de Dom Pedrito (RS) recebe mais uma edição da Caravana AMRIGS, promovida pela Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS), em parceria com a Cooperativa Pedritense de Médicos (Copermed), a Sociedade de Medicina de Dom Pedrito (SMDP) e a Associação de Psiquiatria do Rio Grande do Sul. O evento, que ocorrerá na sexta-feira (04/05), debate problemas neurológicos e abrange temas como suicídio, bipolaridade e drogas. O palestrante, Rafael Moreno Ferro de Araújo é médico, pós-graduado em psiquiatria, mestre e doutorando em medicina e neurociências.

A palestra acontece às 19h30min, na Copermed, localizada na Rua Dr. Trilha de Lemos, 1420, Centro de Dom Pedrito. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (51) 3014-2007 com Maria da Graça Schneider.

Fonte; PlayPress ...

Rio Grande do Sul já vacinou mais de 500 mil pessoas contra a gripe


A Secretaria da Saúde (SES) divulgou nesta sexta-feira (27) o primeiro balanço da Campanha de Vacinação contra a Gripe 2018. Desde a última segunda-feira (23), quando iniciou a campanha, 17% dos grupos prioritários (crianças, trabalhadores da saúde, gestantes, puérperas, indígenas aldeados e idosos) já foram imunizados. No total, em todos os públicos, já foram aplicadas 547.005 doses.

A vacina está disponível em todas as 1,8 mil unidades de saúde do Estado e a campanha prossegue até 1º de junho. No dia 12 de maio, todas as unidades estarão excepcionalmente abertas, marcando o Dia D de Mobilização. A meta é chegar à cobertura de 90% nos grupos prioritários.

Confira as doses aplicadas e a cobertura por grupo elegível:

Crianças: 44 mil doses (7,43%)

Trabalhador da saúde: 54 mil doses (17,37%)

Gestantes: 13 mil doses (12,69%)

Puérperas: 4 mil doses (24,75%)

Indígenas: 3 mil doses (15%)

Idosos: 326 mil doses (22,27%)

Professores: 15 mil doses (12,86%)

População prisional: 2 mil doses

Comorbidades: 83 mil doses

Total de doses aplicadas: 547.005 ...

Doenças no fígado são debatidas em evento na capital gaúcha


Um distúrbio do sistema imunológico que faz com que o corpo não reconheça suas próprias células do fígado. A hepatite autoimune (HAI), que afeta principalmente mulheres com menos de trinta anos, foi um dos destaques no segundo e último dia do Simpósio Paloma Jara, promovido pela Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), no Hotel Sheraton, em Porto Alegre. O evento reuniu, no domingo (29/04) e segunda-feira (30/04), grandes nomes do cenário nacional e internacional em gastroenterologia pediátrica.

As médicas Gilda Porta e Marcela Galuppo apresentaram resultados de estudos realizados no Brasil e na Argentina sobre a hepatite autoimune e insuficiência hepática aguda.

- Fizemos um mapeamento para saber o que acontece com a hepatite autoimune em nosso país e concluímos que a situação da doença é mais grave no Brasil do que no resto do mundo. O tipo mais comum é a hepatite 1, prevalente no sexo feminino e se apresenta de forma precoce nas crianças com hepatite autoimune Tipo 2 – afirmou Gilda Porta.

A pediatra Irene Miura trouxe, em sua aula, informações da insuficiência hepática aguda, uma síndrome clínica e complexa, de evolução fatal quando não diagnosticada e tratada precocemente.

- A prevalência da doença é de dezessete casos a cada mil habitantes por ano, nos Estados Unidos. A hepatite E, dengue e febre amarela são os principais vírus causadores desta patologia. Com a introdução de complexos protocolos de cuidados intensivos, observamos, nas últimas três décadas, uma queda considerável na incidência de edema cerebral e hipertensão intracraniana, que estão entre as principais consequências da patologia – relatou Irene.

A conferência magna do Simpósio foi realizado pela médica de Madrid que intitula nome o evento. Paloma Jara falou sobre hepatites virais em crianças detalhando o trabalho realizado na Europa.

Segundo a gastroenterologista pediátrica Débora Duro, que atua em Miami, nos Estados Unidos, a reabilitação intestinal e nutricional também estão ligadas ao modo como a família recebe a notícia e as informações dos médicos.

- Conseguimos fazer com que crianças pequenas vivam com um intestino curto de alguns centímetros. O que percebemos é que os pais são fundamentais para o desenvolvimento dos filhos, pois são eles que seguem nossas orientações diariamente, e que, com as nossas ajudas, fazem com que os pacientes consigam sobreviver - avaliou.

A médica norte-americana Marialena Mouzaki trouxe suas experiências sobre doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA, ou NAFLD em inglês) e a esteato-hepatite não alcoólica (EHNA ou NASH, em siglas em inglês) em pacientes não obesos. De acordo com ela, em muitos casos, o problema não é identificado, por não apresentar obesidade. A especialista lembra que as doenças são, hoje, a causa mais frequente de doença hepática nos países ocidentais.

O gastroenterologista pediátrico de Barcelona, na Espanha, Francisco Javier Martín de Carpi, ministrou palestra sobre doença intestinal pediátrica. O médico Hector Escobar, também de Barcelona, abordou novos tratamentos em fibrose cística. Casos de cirurgia na Hipertensão Portal foram explicados pelo médico norte-americano Riccardo Superina.

O simpósio foi encerrado com uma mesa-redonda sobre estudos experimentais em gastroenterologia no Brasil. A médica de São Paulo, Cláudia Oliveira, mostrou sua pesquisa sobre doença hepática gordurosa não alcoólica, enquanto o médico de Porto Alegre, Mário Reis Alvarez-da-Silva, mostrou avanços na pesquisa sobre doença hepática gordurosa alcoólica. O Simpósio Paloma Jara aconteceu nos dias 29 e 30 de abril no Centro de Eventos do Hotel Sheraton.

Os pediatras gaúchos já começam a contagem regressiva para o XI Congresso Gaúcho de Pediatria, que ocorre entre 16 e 19 de maio, no Centro de Eventos da PUCRS, em Porto Alegre (RS). Outras informações podem ser obtidas no site gauchopediatria.com.br. ...

Por que o diagnóstico de Alzheimer é tão importante?


Em 2010 o número de pessoas com demência foi estimado em 36 milhões no mundo todo. Com a falta de medidas preventivas e curas, a letalidade fica mais alta a cada ano. O número de pessoas afetadas é projetado para duplicar a cada 20 anos, em 2050 serão 115 milhões de pessoas com Doença de Alzheimer.

O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa progressiva, descoberta em 1907 com cerca de 70% dos casos de demência na velhice. A prevalência e incidência da doença de Alzheimer aumenta com o avançar da idade e é o tipo mais comum de demência em todo o mundo, causando sintomas como perda de memória, linguagem prejudicada, dificuldades de concentração e de tomada de decisão, confusão e desorientação.

A importância do diagnóstico

No País, mais da metade dos idosos brasileiros com Alzheimer ainda não sabe que possui a doença e, entre os pacientes diagnosticados, apenas um em cada quatro recebem o tratamento adequado. Quanto mais cedo o diagnóstico for feito, maiores serão as chances de tratar os sintomas corretamente, podendo postergar em anos a evolução da doença, os sintomas e complicações.

Como diagnosticar o Alzheimer

Entre os diferentes métodos de diagnóstico, a investigação progride ao nível da análise de biomarcadores, moléculas que refletem as lesões cerebrais características da doença. A atenção direciona-se para pequenas proteínas, denominadas beta-amiloide 42, ou seja, através de um exame de sangue em um laboratório de confiança solicitado pelo médico o paciente consegue antecipar esse diagnóstico.

Linha completa de biomarcadores para Doença de Alzheimer

O kit de Tau fosforilada (181) no líquor teve seu registro aprovado recentemente, e completa a linha de biomarcadores de Alzheimer da EUROIMMUN. A quantificação da proteína Tau fosforilada na amostra de líquor é um dos indicadores de degeneração neuronal.

Testes disponíveis para diagnóstico de Alzheimer da empresa EUROIMMUN:

- Proteína beta amiloide 1-40 (catálogo: EQ 6511-9601-L)

- Proteína beta amiloide 1-42 (catálogo: EQ 6521-9601-L)

- Proteína Total Tau (catálogo: EQ 6531-9601-L)

- Proteína Tau fosforilada (catálogo: EQ 6591-9601-L)

Fonte:

Assessora de Comunicação

www.mgapress.com.br ... ...




Edição n° 179 - Maio 2018

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