Eldorado do Sul, Guaíba e Região Carbonífera, 22 de Abril de 2018. Página Inicial | Contato
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Edicão n° 176 de Fevereiro 2018


SAúDE

Interior de São Paulo oferece tratamento mais seguro para doença da próstata


A HBP – Hiperblasia Benigna da Próstata é uma condição que atinge cerca de 14 milhões
de brasileiros entre 50 e 80 anos – de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia e
causa um crescimento anormal da glândula, que obstrui a uretra, podendo causar
problemas no sistema urinário. Os principais sintomas são vontade frequente de urinar –
principalmente durante a noite, dificuldade para iniciar a micção e jato de urina fraco.

Agora, na cidade de Jaú, no interior paulista está disponível uma técnica mais segura e
menos dolorosa para tratar pacientes com aumento da próstata: a vaporização do órgão
com laser verde. O procedimento é feito com anestesia, dura cerca de 40 minutos e
exige em média 24 horas de observação.


Tratamento mais efetivo e seguro

De acordo com o urologista do Hospital Amaral Carvalho, Dr. Renato Prado Costa, "o
laser verde representa um grande avanço no tratamento da doença, pois possibilita a
realização da cirurgia em pacientes de risco, pela idade ou ainda pacientes cardíacos ou
que fazem uso de medicamentos anticoagulantes com baixíssimo risco". Neste
procedimento, o risco de sangramento e absorção de líquidos é muito menor e o
paciente permanece menos tempo internado.

A tecnologia com laser verde consegue tratar uma próstata seis vezes maior que o
normal, é mais rápida e evita sangramentos. Além disso, o tratamento de vaporização
da próstata por meio do laser reduz o tempo de internação e recuperação.

O Hospital Amaral Carvalho conta com equipamento e equipe especializada para a
aplicação da terapia com laser verde. "Esta tecnologia é o que há de mais moderno no
tratamento cirúrgico da Hiperplasia Prostática Benigna atualmente e agora está
disponível aos pacientes de Jaú e região", finaliza o urologista. ...

Fuja da descamação da pele após exposição ao sol


Os dias quentes de verão são atrativos para curtir a praia ou a piscina e conseguir o
desejado bronzeado. É preciso, no entanto, ter cuidados com o sol para evitar a
descamação da pele. A dermatologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos,
Marcia Grieco, explica que isso acontece sempre que a pele é lesionada.

O dano causado é decorrente de descuidos no momento da exposição solar, como
reforça a especialista. "Quando tomamos sol em horário indevido, entre às 10h00 e
16h00, e sem proteção adequada, ocorre o que chamamos de queimadura solar, ou
seja, lesão da epiderme e derme pelo calor intenso, seguida das descamações."

Para quem adora tirar a pele descamada, Marcia Grieco faz um alerta, pois esta atitude
aumenta os riscos de infecção. "A pele nunca deve ser arrancada, assim como as bolhas
também não podem ser perfuradas. Estes procedimentos aumentam as chances de
infecção secundária por bactérias, além de ocasionar cicatrizes e manchas escuras",
reforça a dermatologista.

Alguns sinais ajudam a detectar a queimadura, que é classificada em dois estágios:
superficial e avançado. O primeiro apresenta vermelhidão, inchaço, dor ou queimação.
Já o nível mais grave caracteriza-se pelo surgimento de bolhas e sintomas de insolação.

"Em um estágio mais avançado, além das bolhas na pele, dores de cabeça, febre,
tremores e calafrios e desidratação podem surgir, determinando a insolação. Neste caso,
é necessária a internação e uso de medicação", complementa a médica.

Para aliviar os sintomas, a hidratação é o fator principal. Por isso, é importante a
ingestão de líquido e a aplicação de hidratantes neutros no corpo. Adicionada a estas
primeiras ações, o uso de água termal em compressas e loções calmantes de calamina e
pasta d'água são recomendados também pela dermatologista.



COMPLEXO HOSPITALAR EDMUNDO VASCONCELOS

Localizado ao lado do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, o Complexo Hospitalar
Edmundo Vasconcelos atua em mais de 50 especialidades e conta com cerca de 1.000
médicos. Realiza aproximadamente 12 mil procedimentos cirúrgicos, 13 mil internações,
230 mil consultas ambulatoriais, 145 mil atendimentos de Pronto-Socorro e 1,45 milhão
de exames por ano. Dentre os selos e certificações obtidos pela instituição, destaca-se a
Acreditação Hospitalar Nível 3 - Excelência em Gestão, concedida pela Organização
Nacional de Acreditação (ONA) e o primeiro lugar no Prêmio Melhores Empresas para
Trabalhar Saúde - Hospitais, conquistado em 2017.
Lagoa, 1.450 - Vila Clementino, Zona Sul de São Paulo.

Fonte: TREE Comunicação ...

Nova vacina para HPV amplia para 90% a proteção contra câncer da área genital


No início do ano, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou uma nova
versão da vacina contra o HPV no Brasil. De acordo com o pediatra e membro do Comitê de
Infectologia da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), Juarez Cunha, a vacina
ainda não está à venda na rede privada e ainda não existe uma previsão de quando poderá
ser integrada à campanha de vacinação do SUS. Porém, a novidade pode ser comemorada
pelo médico, pois vai ampliar a proteção.

- A vacina atual protege meninos e meninas de quatro tipos de doenças, enquanto a nova
vai possibilitar aumentar a proteção para nove doenças, principalmente causadoras de
cânceres nas áreas genitais. Hoje, quem toma a vacina está protegido de 70% das
doenças, enquanto a nova versão poderá ampliar para 90% de prevenção – explica.

O pediatra acredita que, na rede privada, a vacina nonavalente contra o HPV deverá ser
vendida dentro de alguns meses.

Desde 2014 no calendário brasileiro, a vacina quadrivalente protege meninas entre nove e
catorze anos. A partir de janeiro de 2017, foi a vez dos meninos serem vacinados contra o
HPV. A imunização atingiu garotos de doze e treze anos. ...

Teste de intolerância alimentar pode ajudar no emagrecimento


Você vive brigando com a balança, já fez diversas dietas mirabolantes e nada funcionou?
Então que tal procurar por um nutrólogo ou um endocrinologista para analisar seu perfil
e prescrever uma reeducação alimentar com base nos alimentos que mais te fazem
bem? Essa é a proposta do Dr. Mauro Albuquerque, que atende em sua clínica focada
em medicina esportiva, M. Albuquerque. No local, além de consultar o paciente, ele
também oferece testes para detectar alimentos que não fazem bem para o seu
organismo e que podem, assim, prejudicar o processo de emagrecimento.

De acordo com ele, o exame não é indispensável ao tratamento, porém, é indicado para
que o processo seja mais rápido e personalizado para cada tipo de organismo. "O teste
de intolerância alimentar ajuda na abordagem dos sintomas e no melhor planejamento
alimentar. Promove um programa de dieta personalizado para cada paciente, com isso
as chances de os resultados aparecerem mais rápido, são maiores".

O teste de intolerância alimentar disponível na M. Albuquerque é fruto de uma parceria
com a INSIDE DIAGNÓSTICOS e a EUROIMMUN, laboratório alemão líder mundial em
soluções para diagnósticos laboratoriais. O EUROLINE: Painel Intolerância Alimentar é
aprovado pela ANVISA e estabelece diagnósticos contra alimentos e aditivos alimentares
que podem levar a problemas de saúde inespecíficos, como disfunções gastrointestinais,
doenças inflamatórias da pele, enxaqueca, síndrome da fadiga crônica, além de retardar
o emagrecimento.

O teste EUROLINE-FOOD reconhece a intolerância a diversos alimentos ingeridos em
nosso dia a dia, como cevada, glúten, carne bovina, arroz, frango, leite de vaca, gema
de ovo, batata, cebola, feijão, maçã, banana, morango, melancia, avelã, camarão,
bacalhau, entre outros.


Sobre a M. Albuquerque

Clínica de medicina e performance esportiva e preventiva. Tem em seu escopo as
especialidades de ortopedia, fisioterapia com foco em osteopatia, Nutrologia,
dermatologia e ginecologia. A clínica também oferece os exames mais avançados na
atualidade com tecnologia alemã para identificar alergias e intolerâncias alimentares,
tendo assim uma base melhor para elaborar dietas individualizadas para cada paciente.


Sobre a EUROIMMUN

A EUROIMMUN AG é líder em diagnóstico laboratorial. Mais de 2.400 funcionários em
todo mundo desenvolvem, produzem e distribuem sistemas de testes diagnósticos,
software e soluções em automação. Os produtos da EUROIMMUN são utilizados no
diagnóstico de doenças autoimunes, infecciosas e alérgicas em mais de 150 países, além
de oferecer análises genéticas. ...

Pacientes com Mieloma Múltiplo ganham nova opção de tratamento, após oito anos de espera


Procurar e ter acesso ao tratamento de câncer no Brasil pode se tornar uma missão
desgastante. Às vezes, pacientes e familiares só conseguem obter medicamentos ao
importá-los com seus próprios recursos. Em outras situações, imperam os processos
judiciais, meios legais encontrados para garantir o acesso aos próprios direitos.

A exemplo do mieloma múltiplo (MM), a luta do paciente para receber os mais modernos
tratamentos é árdua e antiga¹. A doença não é só subestimada como subtratada no
país. Para começar, não existem números oficiais de casos desse tipo de câncer. Estima-
se, por enquanto, de 5 a 7 casos a cada 100 mil habitantes. Mas há outro agravante na
história: apesar da maioria dos casos de MM ocorrerem a partir da terceira idade, a
patologia vem sendo diagnosticada em pacientes cada vez mais jovens, antes mesmo
dos 40 anos.

Enquanto nos Estados Unidos 35% dos pacientes são diagnosticados por meio de
exames de rotina – antes mesmo de a doença apresentar sintomas, no Brasil, 85% dos
casos de mieloma múltiplo costumam ser identificados em estágio três, quando as
manifestações são bem explícitas, como as fortes dores lombares e torácicas². Ou seja,
é um momento em que a qualidade de vida já foi bem comprometida.

Entre os sintomas da enfermidade que acomete a medula óssea estão: dores ósseas,
aumento da possibilidade de fraturas, danos aos nervos, infecções e danos renais.

Eu defendo e acredito que a difusão de informações da patologia deve ser intensificada e
constante. Além de alertar os pacientes, esse conteúdo precisa estar acessível aos
médicos e demais profissionais da saúde.

Contribuímos ativamente para isso com o nosso trabalho na International Myeloma
Foundation Latin América, que não só propaga dados sobre a doença, como oferece
apoio aos pacientes e seus familiares.

Em 2004, quando entrei nessa luta após a morte da minha mãe, diagnosticada com o
mieloma múltiplo, esse cenário era ainda mais complicado. Gradativamente a situação
foi mudando.

Para identificar o MM, um dos principais testes é a eletroforese de proteínas, exame de
sangue que mede a quantidade total de imunoglobulina, alterada em pessoas com o
tumor. E a boa notícia: é possível fazê-lo no SUS.

Um dos impasses nessa história, porém, consiste nas dificuldades de acesso ao
tratamento. A não disponibilidade de algumas medicações sempre restringiu as opções
terapêuticas no Brasil – um atraso de quase uma década em relação a outros países.

Felizmente, começamos o ano com uma boa novidade. A droga lenalidomida, já
presente em 70 países, finalmente foi aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de
Vigilância Sanitária). Com isso, esperamos que o remédio passe a ser comercializado
ainda neste primeiro semestre, após mais de oito anos de muita batalha (e espera).

Usada recorrentemente nos Estados Unidos e na Europa, a substância representa um
avanço na classe de medicamentos imunomoduladores, justamente por ser mais potente
e apresentar menos efeitos colaterais. A lenalidomida é um recurso importante em casos
de recidiva (retorno) da doença.

Sua disponibilidade no Brasil representará um marco na história. Agora, mais do que
nunca, o paciente terá uma nova opção de tratamento e mais chances de decidir por
melhor qualidade de vida após o diagnóstico. Sem contar que o medicamento aumenta
as taxas de resposta ao tratamento e desacelera a progressão do mieloma múltiplo.

Tenho certeza de que vivemos um momento mais do que propício para o paciente
decidir o seu tratamento juntamente com o médico. Com mais recursos, fica mais fácil
analisar e decidir qual a forma de administração mais indicada do medicamento, quais
as melhores combinações e por aí vai. Além de levar em conta, de forma mais
particular, os efeitos colaterais dessas drogas. Devemos comemorar – mas continuar
batalhando.


Referências
1. Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular. Disponível em:
http://www.abhh.org.br/noticia/avancos-no-tratamento-do-mieloma-multiplo-
continuam/. Acesso em dezembro de 2017.
2. Internacional Myeloma Foundation Latin América. Disponível em:
http://www.myeloma.org.br/. Acesso em dezembro de 2017.


Por: Christine Jerez Telles Battistini, fundadora da IMF Latin América (fundação sem fins
lucrativos), filha de uma portadora de mieloma múltiplo, que travou durante anos a dura
batalha contra a doença. ...

Região Central vai ganhar unidade exclusiva para reabilitação de pacientes


O Hospital de Caridade de Jaguari vai ser ampliado a partir das próximas semanas para
melhorar o atendimento à população de, pelo menos, 32 municípios da Região Central
do Rio Grande do Sul. O objetivo é aumentar e readequar parte do prédio para instalar
uma Unidade de Cuidados Continuados Integrados (UCCI). Dos 52 leitos, 25 serão
reformados e adaptados para atender a pacientes que precisam de reabilitação, como
idosos e pessoas com deficiência. O convênio entre o governo do Estado e a prefeitura
de Jaguari foi assinado nesta quarta-feira (7), no Palácio Piratini.

O investimento previsto é de R$ 1 milhão. O recurso será transferido do Fundo Estadual
para o Fundo Municipal da Saúde, em parcelas, conforme a execução das obras.
Segundo o secretário adjunto da Saúde, Francisco Paz, a medida é uma novidade no
Sistema Único de Saúde (SUS) e vai ajudar a desafogar os hospitais.

“Estamos inaugurando uma nova forma de fazer o atendimento de pacientes crônicos,
que precisam de tratamento e reabilitação, mas que não precisam ficar efetivamente em
um ambiente hospitalar. Dessa forma, aliviamos a ocupação de leitos de Unidades de
Tratamento Intensivo (UTIs) e de Emergência, evitamos internações desnecessárias de
pacientes que podem dormir em casa e aumentamos a capacidade de recuperação da
população, principalmente entre os idosos, as pessoas com deficiência e os pacientes
crônicos, que vem aumentando com os avanços da medicina”, explicou Paz.

O prazo para a conclusão do serviço é de até dois anos, mas a expectativa do prefeito
de Jaguari, Beto Turchiello, é abrir a unidade até o fim de 2018. “A partir da assinatura
do convênio, começamos o processo de licitação para ampliar e adequar a estrutura do
hospital. Estamos muito felizes por sermos o primeiro município a fazer esse tipo de
parceria, ainda mais porque sabemos que toda a região vai ser beneficiada. Vamos
trabalhar muito para ter tudo pronto até dezembro”, garantiu. A formação e o
treinamento das equipes multidisciplinares começaram em 2017.

Uma vez pronta, a UCCI vai receber uma importante ajuda de custeio do governo
federal, cerca de R$ 1,7 milhão por mês, conforme informou Paz. O atendimento será
feito exclusivamente pelo SUS.

O governador José Ivo Sartori elogiou o vanguardismo da proposta. “Parece algo
singelo, mas é uma grande novidade. Vai ser bom para toda a Região Central,
especialmente para aquelas pessoas que precisam de atenção especial para ter
qualidade de vida. Mesmo com a escassez de recursos que atinge o Rio Grande do Sul,
temos feito o possível em áreas essenciais, como a Saúde”, destacou.

A nova unidade vai ser referência para os municípios da 4ª Regional de Saúde: Agudo,
Cacequi, Capão do Cipó, Dilermando de Aguiar, Dona Francisca, Faxinal do Soturno,
Formigueiro, Itaara, Itacurubi, Ivorá, Jaguari, Jari, Júlio de Castilhos, Mata, Nova
Esperança do Sul, Nova Palma, Paraíso do Sul, Pinhal Grande, Quevedos, Restinga Seca,
Santa Maria, Santiago, São Francisco de Assis, São João do Polêsine, São Martinho da
Serra, São Pedro do Sul, São Sepé, São Vicente do Sul, Silveira Martins, Toropi,
Unistalda e Vila Nova do Sul.

Na mesma reunião, Sartori também assinou a cedência de um imóvel que pertence ao
Estado e está em desuso para a prefeitura de Jaguari, pelo período de 20 anos. O
terreno de 400 metros quadrados e o prédio que nele existe irão abrigar um Centro de
Referência Especializado de Assistência Social (Creas). Segundo a prefeitura, um
contrato de R$ 250 mil com a União vai garantir a instalação do centro.

Também participaram da reunião o secretário da Saúde, João Gabbardo dos Reis; a
secretária de Desenvolvimento Social, Trabalho, Justiça e Direitos Humanos, Maria
Helena Sartori; o secretário da Modernização Administrativa e dos Recursos Humanos,
Raffaele Di Cameli; deputados estaduais; prefeitos e vereadores da Região Central. ...

95% das mulheres utilizam a internet como fonte de informação sobre saúde e bem-estar


A preocupação com a saúde está cada vez mais presente na rotina dos brasileiros,
especialmente, das mulheres. De acordo com a pesquisa “Saúde no Brasil 2017”
realizada pelo Grupo Minha Vida1, 95% do público feminino utiliza a internet para buscar
informações sobre saúde e bem-estar. Entre as ferramentas digitais advindas desta
tecnologia, os aplicativos também ganham papel importante na prevenção de situações
incômodas, como a dor de cabeça, que, segundo pesquisa do IBOPE Inteligência²,
encomendada pela marca Neosaldina®, o estilo de vida é o maior gatilho do problema.



Uma das opções de serviços tecnológicos que possui o compromisso de conscientização
é o NeosApp, desenvolvido pela marca Neosaldina®. O aplicativo pioneiro é focado em
ajudar quem sofre com a dor de cabeça e está disponível gratuitamente para os
sistemas Android e iOS nas lojas Apple Store e Google Play. O serviço é uma ferramenta
inteligente que mapeia a rotina dos usuários por meio da coleta de dados do aparelho
mobile, tais como geolocalização, ruído e temperatura. O monitoramento e cruzamento
das informações recomendam conteúdo em formatos de dicas e sugestões para as
indisposições causadas pela dor de cabeça, colaborando assim, para a prevenção.



De acordo com a psicóloga Juliane Peres Mercante, especialista em cefaleias e doutora
pelo departamento de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da
USP, “a utilização dos aplicativos e portais direcionados se tornou relevante, acessível e
comum. Ao conhecer de forma mais aprofundada todos os tipos e formatos de serviço, a
população descobre novas maneiras de cuidar da saúde, identificando sintomas e
avaliando melhor o dia-a-dia. Trazem também informações qualificadas aos especialistas
no momento do diagnóstico ou acompanhamento de rotina habitual”.



Nos casos de dor de cabeça, os impactos podem ser ainda maiores, impedindo as
pessoas de exercerem algumas atividades. Ainda segundo o levantamento do IBOPE
Inteligência², 95% dos entrevistados tiveram dor de cabeça no mês anterior de análise
da pesquisa e isso dificultou ou impediu a realização de tarefas como trabalhar (70%),
estudar (65%), dormir (50%), realizar atividades físicas (50%), sair com os amigos
(49%) e namorar (39%).



A Dra. Juliane salienta que os números desta pesquisa demonstram os impactos da dor
de cabeça na vida das pessoas e diz que é preciso encontrar maneiras para prevenir a
dor: “Atividades relaxantes e que mantém o bom condicionamento físico e mental são
essenciais para alcançar o equilíbrio e evitar a sobrecarga no dia a dia,
consequentemente, uma dor de cabeça”, afirma a especialista.



Ela ainda reforça que “dedicar um tempo para cuidar somente de si e investir no
autoconhecimento são maneiras assertivas contra possíveis desconfortos, como a dor de
cabeça porque com isso as pessoas passam a detectar os momentos que desencadeiam
a dor e, consequentemente, procuram evitá-los”.



Principais achados da pesquisa Grupo Minha Vida1:

· 95,4% das respondentes utilizam a internet para se informar sobre saúde e bem-
estar.

· 60,1% das entrevistadas não lidam muito bem com o estresse e suas maiores
preocupações costumam ser problemas com a família, com o dinheiro e com a saúde.



Principais achados da pesquisa IBOPE2:

· 97% afirmam ter tido dor de cabeça no mês anterior ao da pesquisa e a
percepção que a dor dificultou ou impediu a realização das atividades rotineiras,
impactando na qualidade de vida, esteve presente em 95% dos casos, como trabalhar
(70%), estudar (65%), dormir (50%), realizar atividades físicas (50%), sair com os
amigos (49%) e namorar (39%).



Sobre a pesquisa Minha Vida

Em sua quinta edição, a pesquisa Life Insights: Health Report 2017, do Grupo Minha
Vida, obteve 4.715 respostas, com participações de respondentes de todos os Estados,
classes sociais, faixas etárias e sexos. Realizadas com a base de leitores do portal, a
pesquisa apresenta um panorama sobre as percepções e hábitos dos consumidores no
mercado de saúde e apontam que a internet é o principal meio de informação sobre o
assunto, tendo os sites especializados um grande papel na formação da opinião.



Sobre a pesquisa Neosaldina®

A pesquisa é uma realização do IBOPE Inteligência¹, encomendada pela marca
Neosaldina® para avaliar o panorama da dor de cabeça no Brasil, da farmacêutica
Takeda. A mostra foi feita entre 15 e 25 de agosto de 2016 com mais de mil brasileiros
entre 18 e 55 anos, que tiveram dor de cabeça entre maio e julho de 2016. A margem
de erro da pesquisa é de três pontos percentuais.



SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. NEOSALDINA®
É UM MEDICAMENTO. SEU USO PODE TRAZER RISCOS. PROCURE O MÉDICO E O
FARMACÊUTICO. LEIA A BULA.



NEOSALDINA® Drágeas dipirona, mucato de isometepteno, cafeína. NEOSALDINA®
Solução oral – Gotas dipirona, cloridrato de isometepteno, cafeína. Indicações: como
analgésico e antiespasmódico, indicado para o tratamento de diversos tipos de dor de
cabeça ou cólicas. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER
CONSULTADO3.

Registro MS 1.0639.0231



Sobre a Takeda Farmacêutica

Sediada em Osaka, Japão, a Takeda é uma companhia farmacêutica global que investe
em pesquisa e inovação para comercializar mais de 700 produtos em 70 países, sendo
especialmente forte na Ásia, América do Norte, Europa e Mercados Emergentes,
incluindo América Latina, Rússia-CIS e China. Fundada há mais de 230 anos, é hoje uma
das 15 maiores farmacêuticas do mundo e a número 1 no Japão, graças ao esforço
contínuo de seus 31.000 colaboradores em lutar pela melhoria da saúde e um futuro
mais brilhante das pessoas em todo o mundo, por meio da liderança na inovação de
medicamentos. Com a integração da Millennium Pharmaceuticals e da Nycomed, a
Takeda vem se transformando, aumentando sua expertise terapêutica e alcance
geográfico.

A Takeda está entre as 10 principais farmacêuticas do Brasil e tem duas fábricas
instaladas em território nacional - Jaguariúna (SP) e São Jerônimo (RS) –, contando com
quase 2.000 colaboradores. A área de MIPs (medicamentos isentos de prescrição) possui
medicamentos conhecidos como Neosaldina®. Na área de prescrição médica, as
principais especialidades atendidas pela Takeda são: gastroenterologia, cardiometabólica
e imunologia, além da oncologia, lançada em 2015.

A afiliada no Brasil adquiriu em julho de 2012 o laboratório nacional Multilab - com
portfólio focado em MIPs, genéricos e genéricos de marca – com o objetivo de
diversificar a carteira de produtos da companhia e aproximar-se ainda mais da nova
classe média. ...

Fevereiro Roxo: mal de Alzheimer pode ser tratado com Medicina Nuclear


O Alzheimer é uma doença degenerativa que atinge as funções cognitivas, como a
memória e a fala. De acordo com a Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAZ), cerca
de 1,2 milhão de brasileiros têm a doença. Em fevereiro, a campanha Fevereiro Roxo
alerta para o diagnóstico e o cuidado com esta doença.

Uma alternativa que tem sido eficaz no diagnóstico precoce da condição é feita com o
auxílio da medicina nuclear, que atua na detecção antes mesmo do surgimento de
sintomas mais severos. "Os exames de Medicina Nuclear analisam o funcionamento das
células e, portanto, consegue detectar alterações mais precoces e extensas do que os
métodos tradicionais, como tomografia computadorizada e ressonância magnética",
explica o médico nuclear e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear,
George Barberio Coura Filho – responsável clínico da Dimen SP (www.dimen.com.br).

As imagens obtidas por meio dos equipamentos PET/CT, que analisa se o metabolismo
cerebral está preservado por meio da marcação da glicose com flúor-18, e SPECT
Cerebral, que verifica a perfusão, possibilitam o diagnóstico específico da doença, ainda
que ela esteja no processo inicial.

Medicina Nuclear

Ainda pouco conhecida pelos brasileiros, a especialidade analisa a anatomia dos órgãos e
também seu funcionamento em tempo real, permitindo diagnósticos e tratamentos mais
precoces e precisos. A prática atua na detecção de alterações das funções do organismo
acometidos por cânceres, doenças do coração e problemas neurológicos, entre outros.

A medicina nuclear conta com exames de alta tecnologia, como o PET/CT, que é capaz
de realizar um mapeamento metabólico do corpo e captar imagens anatômicas de
altíssima resolução, com reconstrução tridimensional, localizando com exatidão nódulos,
lesões tumorais e inúmeras outras condições clínicas. O SPECT/CT é a tecnologia de
diagnóstico mais rápida, precisa e com menos radiação, que permite melhor localização
anatômica dos achados de cintilografia, permitindo um procedimento mais preciso e
menos invasivo.

Sobre a DIMEN

A DIMEN – referência em Medicina Nuclear no País, com mais de 36 anos de atuação –
possui doze unidades nos estados de São Paulo e Minas Gerais. No Brasil, é pioneira no
uso de cirurgia radioguiada e na tecnologia PET-CT. A nova unidade na capital paulista
está localizada na Av. Conselheiro Rodrigues Alves, 325, Vila Mariana.

...

Quatro hábitos evitáveis que contribuem para o aumento na incidência de câncer entre jovens


Estimativas apontam que a cada ano são feitos 12 milhões de diagnósticos de câncer no
mundo. Se considerarmos apenas o Brasil, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer
(INCA), foram registrados em torno de 600 mil novos casos em 2016 – em 2015, eram
520 mil. Considerando total global, a Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que
uma grande parte dos casos estão relacionados ao nosso modo de vida. E mais: a
entidade destaca a perigosa relação entre hábitos pouco saudáveis da nova geração e o
aumento nos índices de tumores entre jovens com menos de 30 anos.

"O câncer é segunda maior causa de morte entre pessoas de 15 a 29 anos no país,
perdendo apenas para óbitos decorrentes de acidentes e violência. Entre 2009 e 2013,
de acordo com os dados mais recentes fornecidos pelo Inca, 17.500 jovens brasileiros
morreram em decorrência de tumores malignos", diz o Dr. Andrey Soares, oncologista
clínico do Centro Paulista de Oncologia (CPO) – Grupo Oncoclínicas.

O especialista explica que a somatória destes dados resulta em um alerta importante: é
preciso rever nossos hábitos de vida – ou a falta deles – para frear as estatísticas
crescentes ano a ano. "O incentivo à prática constante de exercícios físicos, dieta
equilibrada, consumo moderado de bebidas alcoólicas e outras medidas simples surgem
não apenas como iniciativas essenciais para frear os índices aumentados do câncer como
uma maneira de promoção à qualidade de vida e bem estar geral. Essas medidas
contribuem também para a potencialização do processo de tratamento para pessoas
diagnosticadas com a doença e outras condições como diabetes e hipertensão".

Para reforçar essa percepção, o Dr. Andrey ressalta que sobrepeso e sedentarismo estão
no topo dos fatores que afetam especialmente a saúde da geração de adultos nascidos
nos anos 1990. "Millennials têm o dobro de risco de desenvolver câncer no cólon
(segmento do intestino grosso) e quatro vezes mais chance de receberem um
diagnóstico de câncer no reto em comparação à geração Baby Boomers, indivíduos com
55 anos ou mais, apenas para citar mais um exemplo dos malefícios do sedentarismo e
da ingestão de alimentos pobres em vitaminas e fibras", afirma o oncologista do CPO,
citando estudo recentemente promovido pela Sociedade Americana de Câncer (ACS,
sigla do inglês American Cancer Society).

E não são só os tumores intestinais que estão relacionados ao nosso comportamento
diário. A obesidade já tida como importante contribuinte para o aparecimento de ao
menos outros nove tipos de câncer: esôfago, vesícula, fígado, pâncreas, rins, útero,
ovário, mama e próstata. "Fatores como sedentarismo, consumo aumentado de carne
vermelha, fast food, comida processada, álcool e cigarro também são hábitos comuns
entre os jovens que podem trazer malefícios à saúde. Se não atentarmos para os
hábitos que colaboram para a redução do risco de câncer, teremos futuramente um
contingente cada vez mais aumentado de pacientes nos consultórios oncológicos",
finaliza.

Abaixo, Dr. Andrey Soares lista os principais fatores que podem contribuir para o
surgimento do câncer:

Tabagismo: Antigamente, o hábito de fumar era visto com elegância e glamour, sendo
incentivado até pelas propagandas que mostravam atores famosos tragando seus
cigarros, o que estimulava esse costume entre as pessoas mais jovens. O cigarro era
liberado nos restaurantes e até na sala de aula. Hoje, o uso do cigarro pela geração
Millenials, na maioria das vezes, vem acompanhando de bebidas alcoólicas. Estimativas
apontam que 75% dos casos de câncer de pulmão são decorrentes do uso do tabaco e
os fumantes têm cerca de 20 vezes mais risco de desenvolver a doença. Além disso, o
cigarro também é responsável pelo aparecimento do tumor na cabeça e pescoço.

Etilismo: O consumo exagerado de bebidas alcoólicas tem se mostrado um dos hábitos
mais frequentes entre jovens adultos. Essa prática traz consequências para a saúde
física, sendo um depressor do sistema nervoso central e gerando impactos nocivos a
diversos órgãos, como o fígado, o coração e o estômago. Uma pesquisa publicada no
Alcohol and Alcoholism mostra que as consequências podem ser ainda maiores: segundo
o periódico basta uma dose de bebida alcoólica por dia para aumentar o risco das
mulheres desenvolverem câncer de mama em 5%. A conclusão é parte de uma revisão
de 113 estudos feita por pesquisadores da Alemanha, França e Itália. Para mulheres que
bebem mais – três ou mais doses por dia – o risco de contrair a doença aumenta em
50%.

Sedentarismo: Pode parecer um pouco clichê relacionar a saúde com a prática de
exercícios físicos diários, mas esse é um fator que pode diminuir bastante o risco de
aparecimento da doença. Mais de um terço dos jovens brasileiros está acima do peso, de
acordo com dados do Ministério da Saúde e, esse fato, leva a um risco maior de
desenvolver doenças como colesterol alto, diabetes e hipertensão arterial. Com o avanço
da tecnologia, os jovens passam mais horas em frente ao computador, plugados no
celular ou tablets, deixando de lado as atividades físicas. Mas com pequenos ajustes na
rotina, como pequenas caminhadas diárias e subir e descer escadas ao invés de utilizar
o elevador, é possível dar um salto na qualidade de vida e prevenir inúmeras doenças,
não apenas o câncer. A recomendação da OMS é que pessoas de 18 a 64 anos
pratiquem pelo menos 150 minutos de exercícios moderados por semana – ou, em
média, pouco mais de 20 minutos por dia.

Infecções Virais: A geração de jovens e adultos com menos de 30 anos preza e valoriza
muito a liberdade sexual. Trata-se de um grupo que nasceu após o "boom" do HIV e,
apesar de bem informada e consciente dos riscos envolvendo doenças sexualmente
trasmissíveis, apresenta índices elevados de contágio pelo chamado papilomavírus
humano – conhecido como HPV. Mais comum tipo de infecção sexualmente trasmissível
em todo o mundo, o vírus atinge de forma massiva a população feminina - 75% das
brasileiras sexualmente ativas entrarão em contato com o HPV ao longo da vida, sendo
que o ápice da transmissão do vírus se dá na faixa dos 25 anos.

Após o contágio, ao menos 5% dessas brasileiras irá desenvolver câncer de colo do
útero em um prazo de dois a dez anos, uma taxa alarmante. O tumor já é considerado
um problema de saúde pública no Brasil e faz parte do Plano de Ações Estratégicas para
o Enfrentamento das Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) no país, o que inclui
a vacinação contra o HPV para meninos e meninas com idades entre 9 e 26 anos. Além
do HPV, existem algumas infecções virais que também podem estar relacionadas ao
aparecimento do câncer. A hepatite B e C, por exemplo, podem desenvolver o câncer de
fígado. Já o HIV pode ser responsável por tumores hematológicos como linfoma.

Exposição Solar: Os jovens estão acostumados a se prevenirem contra o sol quando vão
para a praia no verão. Porém, a exposição solar vai muito além, pois para pessoas que
costumam ficar expostas aos raios solares, é preciso reforçar o uso do protetor
diariamente, principalmente no rosto. Se a exposição for maior, como na praia ou
piscina, por exemplo, é importante abusar do protetor no corpo todo, usar chapéus e
evitar horários em que a incidência solar esteja mais forte. Em geral, as pessoas
costumam relacionar os casos de câncer de pele exclusivamente ao melanoma, mas
95% dos casos de tumores cutâneos identificados no Brasil são classificados como não
melanoma, um índice que está diretamente relacionado à constante exposição à
radiação ultravioleta (UV) do sol.

Sobre o CPO

Fundado há mais de três décadas pelos oncologistas clínicos Sergio Simon e Rene Gansl,
o Centro Paulista de Oncologia CPO - Grupo Oncoclínicas, oferece cuidado integral e
individualizado ao paciente oncológico. Com um corpo clínico com mais de 50
oncologistas e hematologistas e uma capacitada equipe multiprofissional com psicólogos,
nutricionistas, farmacêuticos, enfermeiros e reflexologistas. Oferece consultas médicas
oncológicas e hematológicas, aplicação ambulatorial de quimioterápicos, imunobiológicos
e medicamentos de suporte, assistência multidisciplinar ambulatorial, além de um
serviço de apoio telefônico aos pacientes 24 horas por dia e acompanhamento médico
durante internações hospitalares.

O CPO possui a acreditação em nível III pela Organização Nacional de Acreditação (ONA)
e a Acreditação Canadense Diamante (Accreditation Canada), do Canadian Council on
Health Services Accreditation, o que confere ao serviço os certificados de "excelência em
gestão e assistência" e qualifica a instituição no exercício das melhores práticas da
medicina de acordo com os padrões internacionais de avaliação. A instituição possui uma
parceria internacional com o Dana Farber Institute / Harvard Cancer Center, que garante
a possibilidade de intercâmbio de informações entre os especialistas brasileiros e
americanos, bem como discussão de casos clínicos. Além disso, ainda, proporciona a
educação médica continuada do corpo clínico do CPO, com aulas, intercâmbios e eventos
com novidades em estudos e avanços no tratamento da doença. Atualmente o CPO
possui duas unidades de atendimento em São Paulo, nos bairros de Higienópolis e Vila
Olímpia. ...

SINDIHOSPA alerta para golpe contra familiares de pacientes


Há novos episódios de golpes envolvendo familiares de pacientes de instituições de
saúde da Capital e do Estado. O alerta é do Sindicato dos Hospitais e Clínicas de Porto
Alegre (SINDIHOSPA), que desde o ano passado trata com prioridade o tema pelo
Comitê de Segurança Patrimonial, que reúne representantes de hospitais e clínicas de
Porto Alegre com os órgãos de segurança pública.

Por telefone, criminosos entram em contato com familiares de pacientes internados e
exigem pagamentos de exames ou procedimentos de saúde. Na maioria dos casos, os
golpistas se passam por médicos e cobram depósitos imediatos em contas bancárias.

Para evitar novos casos, os hospitais têm tomado medidas para garantir que os
pacientes não caiam no golpe. Cartazes, avisos nos sites e esclarecimentos no momento
da internação informam os procedimentos internos e ressaltam que as instituições não
solicitam depósitos bancários por telefone para pagamentos de despesas de pacientes
que se encontram em atendimento ou internados.

“Queremos alertar a população para que não seja prejudicada em um momento de
fragilidade. Instituições vinculadas ao sindicato estão orientando os familiares e
investindo na segurança de seus dados”, informa o presidente do SINDIHOSPA, Henri
Siegert Chazan.

O Comitê de Segurança Patrimonial orienta os pacientes a registrarem ocorrência policial
para que os crimes sejam investigados. ...

Psicoterapia Breve: a terapia dos tempos contemporâneos


Sempre com grande procura pelos psicólogos e estudantes de psicologia, em 2018 o
Instituto Ampliatta lança a sua 7ª Edição do Curso de Formação em Psicoterapia Breve,
visando ampliar os conhecimentos da psicoterapia considerada chave em situações
agudas de crises e emergências, dois paradigmas da nossa era.
A psicóloga, Livre Docente (PhD) de diretora do Ampliatta, Carmen Maria Bueno Neme
(Pilé), explica o que é a Psicoterapia Breve e por que o Instituto Tem nesse curso um de
seus maiores sucessos.

O que é a chamada Psicoterapia Breve?
Psicoterapia Breve é uma técnica psicoterápica, desenvolvida na década de 50 e que
cada vez mais se torna imprescindível a prática do psicólogo e do psicoterapeuta. Essa é
uma técnica específica, utilizada pelos psicólogos em tratamentos de crises agudas e
emergenciais, cujo tempo é um fator chave, sendo muito mais curto do que o das
psicoterapias tradicionais.
Com a Psicoterapia Breve, o resultado do tratamento aparece mais depressa, aliviando
de forma mais imediata o sofrimento dos pacientes e isso é muito importante. Outro
benefício incrível desse tipo de terapia é que, além da definição inicial das metas,
também ocorre a avaliação final dos resultados, junto com o paciente. Mesmo com
poucas sessões, essa avaliação final é feita para verificação do atingimento dos
objetivos.
Ao longo de desses mais de 70 anos de aplicação nos consultórios de psicologia, a
Psicoterapia Breve teve sua eficiência e objetividade cientificamente demonstradas, em
diferentes contextos de aplicação, diante de variados problemas humanos e diversas
faixas etárias de pacientes.

Por que a terapia é chamada de “breve”?
Por que essa psicoterapia tem um foco de ação delimitado, determinado e objetivo. O
objetivo e objeto da terapia é definido já de início, junto com o paciente. Desde o
primeiro atendimento, o psicólogo trabalha em um foco específico, que é o eixo
fundamental da problemática do paciente. Com isso, a terapia abrevia o tempo de
tratamento, se tornando mais curto e, em alguns casos, se resumindo a poucas e
efetivas sessões. Isso é muito importante nos dias de hoje, em que as possibilidades
financeiras das pessoas são mais limitadas e o número de sessões, oferecidas pelos
convênios, bastante reduzidos.

Que tipo de paciente pode se beneficiar da Psicoterapia Breve?
A Psicoterapia Breve pode ser aplicada em pacientes de qualquer faixa etária, até
mesmo em grupos, famílias e casais. Há imensas possibilidades de enquadramento
dessa ferramenta psicológica nos consultórios. Aplicável a variados tipos de problemas
mentais, principalmente os de natureza aguda (não crônica), a Psicoterapia Breve traz
resultados rápidos e eficazes nessas condições, além de ter caráter preventivo e por isso
podendo ser aplicada até em ambientes escolares. Isso sem falar que, sem as
ferramentas das intervenções breves, como poderíamos solucionar as questões em
hospitais, ambulatórios e prontos-socorros? Nesses lugares, os acontecimentos são
sempre de caráter emergencial, urgente, rápido e constantes. Por isso, todos os
problemas precisam de soluções rápidas. É aí que entra, magistralmente, a Psicoterapia
Breve, com seus tratamentos de respostas efetivas e ágeis.
E no caso de tratamento de adolescentes?
Um exemplo típico da efetividade da Psicoterapia Breve é no atendimento de
adolescentes que, muitas vezes procuram o psicólogo, não pode determinação própria,
mas encaminhados pela família. Na minha prática clínica, diante desse quadro,
normalmente eu proponho a Psicoterapia Breve, com 5 a 8 sessões, nas quais iremos
avaliar em conjunto, a problemática, as dificuldades e também as habilidades que o
adolescente apresenta, fazendo intervenções em torno desse foco definido e
reavaliando, após essa meta estabelecida, o resultado das ações, num período mais
curto e produtivo.
Outro caso em que a Psicoterapia Breve é bastante oportuna é no atendimento a
crianças. A criança está em pleno desenvolvimento e eu, particularmente, sou muito
crítica com as terapias de longa duração na infância. Se você delimita corretamente um
foco terapêutico que é essencial naquele momento e naquela problemática que a criança
e a família apresentam, não há necessidade de uma psicoterapia de longa duração, a
não ser em casos mais graves. Mas é bom observar que, aqui não estamos falando de
reabilitação; estamos falando da psicoterapia infantil.

Por que a psicoterapia Breve é considerada tão oportuna para o tempo atual?
O momento em que vivemos, com diversos tipos de crises humanas que envolve
falências, desempregos, desagregações de casais e famílias, dificuldades dos jovens no
mundo fragmentado, a Psicoterapia Breve pode ser considerada como ferramenta
fundamental no trabalho dos psicólogos
A meu ver, ela nunca foi tão apropriada, como é agora, no panorama atual
contemporâneo, em que o ser humano se debruça sobre uma infinidade de crises
pessoais, desde econômicas, familiares, crises de valores e existenciais. Essas crises
desestabilizam as pessoas nos mais diversos contextos atingindo suas respectivas
famílias, grupos de convívio e comunidades.
Nesse tipo de contexto social, a Psicoterapia Breve é muito eficiente, pois de acordo com
o seu caráter de curta duração e foco determinado na essência do problema, é uma
terapia muito propícia para ser aplicada em situações de crise, choques, emergências,
urgências e até catástrofes.

O paciente pode procurar ajuda, pedindo que se realize a PB?
Sabendo da existência da Psicoterapia Breve, alguns pacientes procuram psicólogos,
pedindo esse tipo de serviço, mas a grande maioria das pessoas está começando a
descobrir agora essa possibilidade de atendimento.
A Psicoterapia Breve está sendo cada vez mais difundida e tem se tornado até uma
exigência na contratação de psicólogos, principalmente em ambientes de saúde. Aos
poucos, será considerada não apenas um diferencial, mas uma ferramenta essencial nas
clínicas e consultórios de todo país.

Todos psicólogos podem oferecer a Psicoterapia Breve em seus atendimentos?
A Psicoterapia Breve requer do psicólogo uma formação especifica e hoje em dia, temos
testemunhado uma procura intensa pelos Cursos de Formação que oferecemos no
Instituto Ampliatta.
Para um profissional da psicologia, fazer Psicoterapia Breve não é mais fácil do que fazer
psicoterapia de longa duração, por que ela exige muito mais do terapeuta, mais
conhecimento, mais agilidade no diagnostico, no planejamento do tratamento, nas
intervenções. Isso tudo por que o processo tem que ser breve e mostrar resultado ao
final, tal como foi combinado entre o psicoterapeuta e paciente. Por isso é que a
metodologia é tão especial e exige um conhecimento específico.
O psicólogo que não tem essa formação pode se equivocar, achando que a PB é só uma
abreviação da psicoterapia de longa duração tradicional. Isso não é verdade, é uma
técnica específica, com uma metodologia que envolve começo, meio e fim. As pessoas
sem formação não estão capacitadas para aplicar esse tipo de tratamento.

A Psicoterapia Breve é um dos carros-chefes na programação do Instituto Ampliatta. Por
que?
Uma das grandes personalidades que introduziu a Psicoterapia Breve no Brasil foi o Dr.
Mauricio Knobel, um psicólogo argentino já falecido, naturalizado brasileiro, da
UNICAMP, da PUC – Campinas; além da Dra. Matilde Neder e outros profissionais que
também ajudaram na implantação nacional desse tipo de psicoterapia.
Eu e a Cristiane Dameto, a outra psicóloga e diretora do Instituto Ampliatta, fomos
alunas do Dr. Maurício e tivemos a felicidade de trazê-lo a Bauru, algumas vezes, na
década de 90, para dar o curso de formação de Psicoterapia Breve aqui no interior do
Estado de São Paulo.
O sucesso da iniciativa foi tão grande que ele nos autorizou a dar continuidade a essa
formação em Psicoterapia Breve. Por isso, desde os anos 90, nós temos oferecido Cursos
de Formação Clínica em Psicoterapia Breve aos psicólogos de todo interior. Esse histórico
para nós é muito valioso e importante. Além do nosso relacionamento com o Dr.
Mauricio Knobel, a Dra. Matilde Neder foi minha orientadora de doutorado na área da
psicossomática e psicologia hospitalar.
Considero que, por conta da Psicoterapia Breve é que houve uma democratização real
do acesso das pessoas, de diferentes camadas, a esse tratamento, podendo atender
esse conceito perfeito de saúde integral; pois os tratamentos mais céleres são mais
acessíveis a grande massa da população que precisa de atendimento psicológico e cujos
convênios de saúde oferecem possibilidades de poucas sessões.
Enquanto as pessoas, hoje em dia, têm uma vida mais agitada e atribulada, precisando
mais de resultados rápidos em todas as áreas, infelizmente, a maioria dos cursos de
graduação de psicologia não oferece essa possibilidade na sua grade de cursos – de
estudar e ter estágios supervisionados de Psicoterapia Breve, o que é uma grande perda
para os alunos, pois todos os psicólogos irão precisar, em um momento de suas vidas
profissionais, atuar com essa ferramenta. Sem essa formação, limita muito a profissão,
pois as aplicações são muito extensas.

Fale mais sobre o Curso de Psicoterapia Breve oferecido pelo Instituto Ampliatta?
No Instituto Ampliatta, que fica na cidade de Bauru, há 8 anos oferecemos um Curso de
Formação específica para a Psicoterapia Breve, que é bastante reconhecido e procurado.
Nesse curso, estudamos a teoria, a técnica, as intervenções, os recursos terapêuticos,
as aplicações em todas as faixas etárias e diferentes públicos, além de contextos
diversificados de utilização da ferramenta. Nosso programa é muito interessante e
completo e a cada ano, temos incrementado o conteúdo da formação.
Nosso curso tem início no dia 10 de março e termina em julho do ano que vem. Um ano
de curso, com aulas em um sábado, a cada mês. Das 9h às 15h.
As inscrições podem ser feitas diretamente no site do Ampliatta -
www.ampliatta.com.br - e as vagas são limitadas. No site e na nossa fanpage, também
podem ser encontradas maiores informações sobre formas de pagamento, política de
descontos e temáticas do programa.
Para melhor atendimento, temos o nosso whatsapp para contato com o público – (014)
99740-1578. ... ...




Edição n° 176 - Fevereiro 2018

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