Eldorado do Sul, Guaíba e Região Carbonífera, 21 de Outubro de 2018. Página Inicial | Contato
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Edicão n° 174 de Dezembro 2017


SAúDE

Câncer de pele: Pesquisa mostra que brasileiros conhecem a doença, mas não tomam medidas preventivas


A exposição ao sol é uma das principais causas relacionadas ao desenvolvimento do
câncer de pele, fato que é entendido por boa parte dos brasileiros, graças às grandes
campanhas de prevenção, segundo constatou pesquisa proprietária da Sociedade
Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), o “Panorama sobre Conhecimento, Hábitos e
Estilo de Vida dos Brasileiros em relação ao Câncer”. Entretanto, o mesmo estudo
identificou que a população ainda deixa a desejar nas atitudes preventivas, o que se
torna ainda mais perigoso com a chegada do verão. A doença é a variedade mais
comum entre os tumores, correspondendo a 30% de todos os casos malignos do País,
de acordo com o INCA.

Segundo o Panorama, o câncer de pele é um dos tipos mais conhecidos pelos brasileiros,
sendo citado por 89% da população. O dado positivo é ainda mais relevante quando
considerado que, além de conhecerem a enfermidade, também reconhecem sua causa
direta: 83% dos brasileiros relaciona a exposição ao sol com o câncer. “Nos últimos
anos, diversas campanhas conduzidas por órgãos públicos, sociedades médicas e pelo
setor produtor de protetores solares conscientizaram a população brasileira sobre os
riscos dos raios ultravioletas e a importância de se proteger adequadamente, cuidando
da pele diariamente. Não à toa, se proteger do sol foi a segunda atitude preventiva
contra o câncer mais lembrada, sendo citada por 86% dos brasileiros, atrás apenas do
antitabagismo”, diz a Diretora da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, Dra. Andreia
Melo.

Além disso, os mesmos 86% da população concordam que a exposição aos raios solares
deve ser controlada desde a infância para evitar complicações na idade adulta. Os altos
índices indicam que as diversas campanhas de prevenção tiveram efeito no nível de
conhecimento. Entretanto, há uma diferença preocupante entre a teoria e a prática.

Ao todo, um em cada quatro brasileiros admite que poderia se proteger do sol, mas que
não o faz – índice que aumenta para um a cada três entre os mais jovens com idades
entre 18 e 29 anos. Além disso, 6% da população demonstra forte resistência,
afirmando que não adotaria o hábito. “A resistência da população a adotar
comportamentos simples no seu dia a dia, como aplicar protetor solar sobre a pele, usar
óculos escuros e chapéu é preocupante. Em alguns estados, essa atitude é
especialmente prejudicial. No Tocantins, por exemplo, quase um a cada cinco habitantes
afirmou que não mudaria suas atitudes preventivas no futuro”, alerta Melo.

Além deles, pernambucanos, capixabas, catarinenses e rondonienses apresentaram altos
índices de oposição a adotar hábitos preventivos em relação ao câncer de pele – cada
um deles 10%. Por outro lado, paraibanos (87%), alagoanos (81%), sergipanos (80%) e
gaúchos (80%) dizem já se protegerem do sol no seu dia a dia. “É crucial que
consigamos melhorar os índices de conversão de conhecimento em ação. Com a
chegada do verão, nosso desafio é levar a população a adotar as medidas de prevenção
necessárias durante toda a estação e que essas medidas sejam utilizadas também nas
outras estações”, finaliza Melo.



SOBRE A SBOC - SOCIEDADE BRASILEIRA DE ONCOLOGIA CLÍNICA

A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) é a entidade nacional que representa
mais de 1,4 mil especialistas em oncologia clínica distribuídos pelos 26 Estados
brasileiros e o Distrito Federal. Fundada em 1981, a SBOC tem como objetivo fortalecer
a prática médica da Oncologia Clínica no Brasil, de modo a contribuir afirmativamente
para a saúde da população brasileira. Desde novembro de 2017, é presidida pelo médico
oncologista Sérgio Simon, eleito para o biênio 2017/2019. ...

SBD-RS incentiva a proteção à pele durante as festas de fim de ano


Os motoristas que aproveitaram o feriado de Natal para viajar ao Litoral Norte na sexta-
feira (22/12) e no sábado (23/12), receberam orientações de prevenção ao câncer de pele,
através de materiais informativos. A iniciativa da Sociedade Brasileira de Dermatologia –
Secção RS (SBD-RS), em parceria com a concessionária Triunfo Concepa, integra as ações
da campanha Dezembro Laranja, que se estenderá durante o verão. O objetivo é incentivar
a adoção de medidas de fotoproteção e a realização de consultas regulares ao
dermatologista. ...

Indicação para prêmio mostra a importância da pesquisa genética para a medicina


Entre os cerca de 450 mil médicos e mais de dois milhões de outros profissionais que
lidam diretamente com a saúde no país, o geneticista Salmo Raskin, que trabalha com
pesquisa genética e doenças raras, foi um dos três finalistas da categoria “Saúde” do
Prêmio Veja-Se 2017, promovido pela revista Veja. O feito é um importante alerta para
a necessidade de estudar e difundir informações sobre o tema. O médico é associado da
Sociedade Brasileira de Genética Médica e já presidiu a entidade, lutando para
conquistar mais espaço para o assunto no país.

- Esta é uma área de atuação da medicina que é muito negligenciada no Brasil. A
premiação significa muito e foi uma surpresa quando me avisaram. As pessoas estão,
lentamente, deixando de ver as doenças raras como algo desimportante. Hoje, a
sociedade já começa a debater sobre os obstáculos pelos quais estes pacientes passam
diariamente – analisa Salmo Raskin.

De acordo com o médico geneticista, existem aproximadamente três milhões de
brasileiros com doenças raras, divididos em oito mil doenças.

- Como podemos ver pelos dados, as doenças raras afetam a vida de muitos brasileiros.
As pessoas estão buscando informações sobre alguns problemas e a medicina está muito
avançada. Atualmente, existem medicamentos e tratamentos para estes problemas, o
que não existia há bem pouco tempo. Daqui a cinco anos, já perceberemos uma melhora
ainda mais significativa nesta área – afirma.

O Prêmio Veja-Se busca valorizar as histórias inspiradoras de cidadãos excepcionais que,
muitas vezes longe dos holofotes, se destacaram em 2017 como agentes de mudança na
sociedade brasileira. Os três finalistas de cada categoria são escolhidos pela equipe da
revista, com base em indicações feitas por especialistas de todas as regiões do Brasil. As
categorias são: Educação, Saúde, Diversidade, Políticas Públicas, Inovação e Cultura.

Fonte: PlayPress ...

Porto Alegre recebe ação nacional de conscientização ao câncer de pele


O tom laranja fez bonito no Largo Glênio Peres, no Centro de Porto Alegre, na sexta-feira
(15/12). Especialistas da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção RS (SBD-RS)
participaram da iniciativa da Rede Globo chamada Ação Global e receberam a população
para repassar orientações e entregar materiais informativos sobre a prevenção ao câncer
de pele. O objetivo foi oferecer orientações de saúde de forma gratuita à população gaúcha.

- É muito importante que as ações do Dezembro Laranja estejam em acordo com outras
iniciativas sociais como esta, a fim de disseminar a prevenção sobre o cancer de pele, tão
frequente aqui no Rio Grande do Sul e o de maior incidência no Brasil. Se as pessoas que
orientamos aqui conversarem com pelo menos mais duas pessoas em sua família,
conseguiremos disseminar o conhecimento de medidas de fotoproteção e das lesões de pele
suspeitas. Ressaltamos ainda a importância da procura por um dermatologista especialista
– declarou a presidente da SBD-RS, Clarissa Prati.

O serviço foi ofertado entre 8h e 14h e, de acordo com a dermatologista, nas duas
primeiras horas mais de 200 pessoas foram contempladas.

A iniciativa contou, ainda, com a transmissão ao vivo do programa Bem-Estar, da Rede
Globo, no qual o diretor da SBD-RS, Fabiano Siviero Pacheco, também alertou sobre a
prevenção da doença. ...

Mudança de comportamento traz riscos de propagação da AIDS


As mudanças nas relações interpessoais e a maior disponibilidade de tratamentos e
taxas de sobrevida para pacientes diagnosticados com a AIDS são, para o infectologista
Frank James Ferraz da Silva, os principais fatores que contribuem para a propagação da
Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. No ano passado, o Rio Grande do Sul ficou em
primeiro lugar do ranking de taxa de mortalidade pela doença no Brasil, com 9,6 óbitos
por 100 mil habitantes.

- No primeiro momento, tivemos aquele “boom” da descoberta e do medo de uma
patologia que matava a pessoa de repente. Neste período, ficou muito mais direcionado
à homossexualidade e não à atividade sexual ou outros meios de contágio.
Posteriormente, mudaram os comportamentos dos jovens, que começaram a “ficar” com
outras pessoas e, percebendo que a doença já não era mais uma sentença de morte,
aquele medo reduziu – explica o médico, que também é sócio da Associação Médica do
Rio Grande do Sul (AMRIGS).

Embora a AIDS, hoje, seja considerada uma doença tratável, o infectologista afirma que
a prevenção ainda exerce um papel fundamental para garantir uma vida mais saudável.

- Não é porque o prognóstico melhorou e o acesso aos medicamentos está mais fácil que
se deve ignorar a existência da doença. É preciso ter consciência que a AIDS ainda mata
e faz sofrer, criando, no mínimo, uma nova rotina e restrições às condutas diárias.
Acredito que um caminho possível é falar a linguagem do jovem de hoje – sugere o
especialista.

A AIDS é causada pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) que pode ser
transmitido na relação sexual, no compartilhamento de seringas e objetos que furam ou
cortam ou durante a gestação e amamentação. Desta forma, o uso de preservativo e
cuidados básicos de higiene são as principais atitudes para evitar a doença ou outras
infecções que afetam o sistema imunológico.

Embora o Rio Grande do Sul esteja na liderança das estatísticas, o boletim
epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgado no início de dezembro, afirma que a
taxa de detecção está caindo gradativamente nos dez últimos anos, no Brasil. Na Região
Sul, houve uma queda de 19,3% nos casos.

Dezembro é lembrado como o mês da Luta Contra a AIDS. O objetivo é promover troca
de informações e experiências sobre o tema. O assunto faz parte da campanha
institucional da AMRIGS, “Saúde preventiva: Pratique esta ideia!”. ...

Mais da metade de quem tem diabetes não checa sua glicemia


Todo mundo conhece alguém que têm diabetes. Também, pudera, de acordo com a
pesquisa Life Insights: Health Report1 conduzida pelo portal Minha Vida, cerca de 1 em
cada 10 pessoas possuem a doença. Isso vem ao encontro das estatísticas nacionais:
um estudo publicado recentemente pelo Ministério da Saúde2 aponta que 8,9% dos
brasileiros afirmam conviver com a condição, cuja incidência cresceu em 61,8% nos
últimos 10 anos.

Por ser uma condição crônica, o diabetes precisa ser controlado constantemente. E sim,
com esse cuidado é possível levar uma vida cheia de saúde. E isso depende,
principalmente, do monitoramento diário da glicemia.

E é aí que está o problema: a pesquisa do portal Minha Vida revela que 1 em cada 3
diabéticos acredita não ser necessário checar os níveis de açúcar no sangue. No entanto,
fazer um monitoramento mais próximo de sua glicemia ajuda a saber se o tratamento
está indo bem, entender melhor as oscilações ao longo do dia, ter controle dos
alimentos que se ingere, prevenir possíveis complicações e até mesmo a evitar a
hipoglicemia noturna.


Dificuldades de medição
Apesar de 62,8% dos entrevistados que possuem diabetes considerarem importante
checar a glicemia, apenas 47,6% o fazem diariamente. E, dentre os que checam, 60,6%
o fazem apenas uma vez ao dia.

Mas por que as pessoas não fazem esse monitoramento? Dentre as dificuldades
encontradas, a maior parte dos respondentes (37,6%) destacou o preço elevado das
fitas de medição. Este obstáculo foi seguido pelo incômodo físico causado pela agulha
(18,4%) e pela falta de acesso ao glicosímetro (13,4%), aparelho necessário para
realizar esta medição em casa.

O estudo aponta ainda outro dado preocupante: 1 em cada 5 portadores deste quadro
não sabe o tipo de diabetes que tem. Identificar se o diabetes é tipo 1 ou tipo 2 é
fundamental para a escolha do melhor tratamento, afinal enquanto o primeiro é uma
condição autoimune, o segundo é muito mais impactado por mudanças de hábito, como
alimentação e exercícios.

Veja infográfico aqui: infogram.com/life-insights-diabetes-1hkv2nj79e9o6x3


Uma questão de hábito
A grande maioria dos entrevistados afirma utilizar medicamentos para tratar dos
sintomas associados à condição (70,8%). Mas, além dos remédios, é comprovado que o
controle da alimentação e a prática constante de atividades físicas são fundamentais no
tratamento e, em casos iniciais, podem até reduzir a quantidade de medicação
necessária.

"O exercício auxilia no ajuste do controle glicêmico e reduz a dose necessária de insulina
e medicamentos orais, além de diminuir o percentual de gordura e aumentar a massa
magra", conta a educadora física Luciana Mendonça Arantes, do Centro Avançado de
Recuperação e Estética Rio Claro (CARE). Mesmo assim, a atividade física parece ser o
hábito mais difícil de ser adotado. Apenas 35% dos respondentes com diabetes praticam
atividade física regularmente.

No que diz respeito à alimentação, a maioria entende bem como evitar açúcar e doces é
um passo importante (63,9% deles evitam o consumo de alimentos açucarados). No
entanto, apenas um terço deles faz um controle mais próximo dos carboidratos ingeridos
de modo geral, o que inclui massas, pães e tubérculos. Sabia que o pão francês é um
dos alimentos com maior índice glicêmico?

"O índice glicêmico representa a velocidade com que a glicose é absorvida no intestino:
quanto maior o IG, mais rápida é esta absorção, o que é ruim para quem tem diabetes",
afirma o nutrólogo Roberto Navarro, membro da Associação Brasileira de Nutrologia
(ABRAN). No entanto, apenas 45,9% observa esse índice na hora de escolher o que
comer, o que pode favorecer picos de insulina nas refeições (que, aliás, normalmente
são detectados com um monitoramento constante da glicose).

Por fim, 83,7% dos entrevistados afirmam não necessitar da aplicação de insulina.
Dentre aqueles que necessitam do medicamento, 66,7% o aplicam até 3 vezes ao dia.
Além disso, 8,9% sabem que precisam fazer a aplicação diária, mas preferem não fazê-
lo. Quanto ao método de aplicação do hormônio, a seringa é o mais frequente entre os
leitores (52,4%), seguida pela caneta de aplicação (40,5%) e pelo aparelho de aplicação
contínua (7,1%).



Sobre o Life Insights

O Life Insights é o departamento de pesquisas do Minha Vida, o maior portal de saúde e
bem-estar brasileiro, destinado a entender a fundo os hábitos e preferências dos leitores
do portal, identificando tendências de mercado. Os dados apresentados são da pesquisa
Life Insights: Health Report 2017, referentes a quem declarou possuir diabetes, base de
277 respostas. ...

Como a saúde mental afeta o corpo


A última edição do ano do Ciclo de Palestras da Associação Médica do Rio Grande do Sul
(AMRIGS) trouxe duas visões distintas para o desafio que médicos enfrentam ao
trabalhar a saúde mental da população. O encontro, realizado na noite de segunda-feira
(04/12), no auditório da AMRIGS, contou com dois painéis: um sobre comportamento
suicida e outro sobre psicodermatoses. Na primeira abordagem, a psiquiatra da infância
e adolescência, Berenice Rheinheimer, chamou a atenção para a necessidade de
melhoria no acompanhamento de casos de tentativas de suicídio no Brasil.

- Levando em consideração apenas esses casos já é um problema de saúde pública.
Sabe-se que são pessoas que estão em risco. O Brasil não possui um bom banco de
dados de tentativa de suicídio. Por isso, é urgente que essas informações sejam
registradas - disse.

Uma portaria de 2014 estabeleceu a notificação imediata das tentativas de suicídio, mas
a medida é ainda pouco conhecida. Outra estratégia é trabalhar na base da pirâmide que
ilustra os casos. De cada 100 habitantes, 17 tiveram o pensamento; 5 chegaram a
efetuar um plano; 3 realizaram a tentativa e 1 foi atendido em pronto socorro. Entre os
fatores principais para a incidência de casos estão: separação, perda de emprego, queda
de patamar econômico e perturbações familiares. Como fatores de proteção estão a
religiosidade, a gravidez, a presença de crianças no meio familiar, o suporte social e a
resiliência e boa habilidade social de se recuperar de um fato negativo. A preocupação
com o público adolescente também é muito presente. São 800 mil casos de suicídio por
ano no Brasil com predominância para idade entre 15 e 19 anos.

O mesmo tema, porém com um questionamento diferente, foi trazido pelo médico
dermatologista Paulo Ricardo Martins de Souza, mestre em Ciências Médicas pela
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e doutor em Saúde e
Comportamento pela Universidade Católica de Pelotas (UCPEL). O comportamento
repetitivo (compulsivo) foi lembrado pelo especialista como a síndrome mais comum.

- Todos os indivíduos desenvolvem mecanismos e técnicas para eliminar a ansiedade.
Isso pode ser aliviado na medida em que o paciente identifica o problema e busca o
médico que lhe dará o suporte necessário - disse.
Durante a palestra foram lembrados casos comuns de isolamento social de pessoas que
se recolhem por causa de olheiras, halitose, anorexia, odores nos pés ou axilas e outros.

O Ciclo de Palestras AMRIGS busca apresentar conteúdos presentes no dia a dia das
pessoas. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (51) 3014 2039. ...

Entenda a relação do glúten com a sua saúde


A discussão acerca dos alimentos que contêm glúten – farinha de trigo, cevada, centeio
e nos derivados dos mesmos cereais, como pão, macarrão, biscoito, bolo e tantos outros
produtos presentes nas mesas dos brasileiros – continua como um dos principais tópicos
quando o assunto é saudabilidade. Entre tanta opinião disseminada pela internet e até
mesmo pela mídia, Marcela Tardioli, consultora em nutrição da Associação Brasileira das
Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (ABIMAPI),
alerta: "somente um profissional da área da saúde, médico ou nutricionista, pode avaliar
e indicar a restrição do glúten da dieta do paciente, mediante diagnóstico de alergia ou
intolerância".

Para enriquecer o debate, a especialista separou algumas das principais dúvidas sobre
glúten na alimentação. Confira:

Qual o benefício do consumo do glúten?

O glúten é formado pela ligação entre duas proteínas, a gliadina e a glutenina, além de
outras moléculas, que formam uma substância aderente, com elasticidade e insolúvel
em água. Além disso, seu consumo se relaciona paralelamente à ingestão de
carboidratos, muitas vezes na versão integral, que traz benefícios nutritivos, como
saciedade e maior quantidade fibras, vitaminas, minerais na alimentação. Para mostrar
sua importância, um estudo analisou a dieta de 64.714 mulheres e 45.303 homens, no
período de 1986 até 2010, mostrando que nos casos restrição ao glúten sem
necessidade, notou-se um menor consumo de grãos integrais e um aumento do risco de
doenças coronarianas.

Posso substituir o glúten na minha dieta sem acompanhamento de médico ou
nutricionista?

Não. De acordo com o Conselho Regional de Nutricionistas (CRN), essa substituição só é
recomendada sob orientação de um médico (por diagnóstico), por meio de exames,
confirmando disfunções relacionadas, como a doença celíaca. Ou, quando eliminada a
hipótese de doença celíaca, existam sinais clínicos evidenciados no diagnóstico
nutricional de sensibilidade ao glúten. Somente para esses casos há a recomendação do
nutricionista para orientação da dieta, após diagnóstico médico.

É verdade que o nosso corpo não digere glúten?

Não. Em um indivíduo saudável o glúten é digerido normalmente para conseguir realizar
sua função nas células. Só terão problemas neste processo, pessoas que apresentem
doença celíaca ou sensibilidade ao glúten, onde especificamente essa proteína não
consegue ser digerida completamente.

Para evitar a retirada de glúten nestes casos, um grupo de cientistas do Instituto
Agrícola de Melhoramento Genético em Vegetais de Córdoba, Espanha, iniciou um
estudo para modificação experimental do trigo. Conforme explicado anteriormente, o
glúten é composto por duas proteínas, a glutenina e a gliadina, esta última a grande
responsável pelas reações indesejáveis da doença celíaca. Eles usaram uma técnica para
remover 90% das gliadinas no cereal, adicionando genes que desencadeiam um
processo chamado interferência de RNA, o que impede a produção de proteínas
específicas. Esta tecnologia de reduzir de forma precisa e eficiente a quantidade de um
dos compostos causadores da intolerância e sensibilidade ao glúten possibilitará
futuramente a formulação de novos produtos que apresentem o nutriente mesmo para
esse público.

Não me sinto bem quando consumo massa ou pão, sou intolerante ao glúten?

Não. Para determinar alguma doença relacionada ao consumo de glúten é necessário
acompanhamento de um profissional de saúde que poderá encaminhar os exames
necessários para determinar se apresenta algum tipo de intolerância ou sensibilidade. É
importante tomar cuidado, pois existem outras enfermidades com sinais semelhantes à
intolerância, como a síndrome do intestino irritável (SII), que causa dor abdominal,
inchaço, gases, diarreia e constipação, que são queixas frequentes usadas como
justificativa da retirada do glúten na alimentação.

Dieta livre de glúten ajuda na perda de peso?

Não. Muitas vezes esta informação é propagada, porém, na verdade a perda ou controle
de peso é gerado pela mudança na alimentação e nos hábitos de vida, como prática
regular de atividade física, dieta balanceada e o não tabagismo.

O glúten pode fazer parte de uma alimentação saudável?

Sim. Dentro de uma alimentação balanceada e hábitos saudáveis de vida, a presença de
glúten na dieta contribui para uma maior variedade de alimentos, principalmente os
carboidratos, como pães, massas e biscoitos, além dos grãos integrais, que apresentam
um aporte nutricional benéfico e uma quantidade de fibra necessária para o
funcionamento adequado do nosso intestino.

Porque pães sem glúten são menos macios?

Quando sovamos uma massa que contém glúten, criam-se estruturas capazes de
prender o gás carbônico gerado pelas leveduras do fermento. Traduzindo: isso faz com
que o pão tenha capacidade de crescer e conservar o seu tamanho. Por isso, aqueles
que não contem glúten tornam-se um pouco mais quebradiços e menos macios.

Retirar o glúten da dieta é uma maneira adequada de aumentar mais nutrientes na
alimentação?

Não. Um estudo recente divulgado em 2016 publicado na revista Clinical Nutrition,
mostrou que dietas sem glúten são mais pobres em fibras, principalmente pela exclusão
de alimentos naturalmente fontes de fibras, como os grãos. Também comprovou que
elas são um pouco mais pobres em ácido fólico e vitamina D.


Fonte: TREE Comunicação ...

Parceria entre Saúde e Novartis beneficia mais de 23 mil pacientes


Uma parceria que vai garantir nos próximos 10 meses o abastecimento dos principais
medicamentos de alto custo fornecidos pelo Laboratório Novartis para a Secretaria da
Saúde (SES) foi oficializada nessa terça-feira (28) em Porto Alegre.
A entrega dos medicamentos será feita de forma programada e diretamente nas
Coordenadorias Regionais de Saúde e na capital. Com a medida, o produto chegará na
Farmácia do Estado e nas farmácias dos municípios com mais rapidez e agilidade.

De acordo com o secretário da Saúde, João Gabbardo dos Reis, a parceria inovadora
estabelecida com a Novartis reforça o compromisso da secretaria com a saúde da população
e, neste caso específico, com mais de 23 mil usuários desses medicamentos de alto custo,
que não sofrerão interrupção em seus tratamentos. Entre os beneficiados, estão pacientes
transplantados que necessitam de tratamento continuo, para evitar a rejeição dos órgãos, e
também pacientes oncológicos. ...

Governo do Estado e Famurs discutem repasses para a Saúde


Representantes do governo do Estado e da Federação das Associações de Municípios do
Rio Grande do Sul (Famurs) reuniram-se, na manhã desta quarta-feira (29), para
debater os repasses à área da Saúde. O encontro ocorreu na sede da entidade.
A Famurs entregou ao secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Branco, uma proposta para o
pagamento da dívida de R$ 459 milhões do Estado com os municípios. Desse valor, R$
180 milhões são relativos ao ano de 2014. O restante corresponde aos anos de 2015,
2016 e 2017.
Como resposta, Branco propôs ao presidente da entidade e prefeito de Rio dos Índios,
Salmo Dias de Oliveira, discutir o tema no próximo dia 19, uma vez que, até a primeira
quinzena de dezembro, deve estar concluída a operação de venda do excedente
acionário do Banrisul, considerada peça-chave para garantir fluxo de caixa ao Tesouro
do Estado.
O chefe da Casa Civil também frisou que somente a venda das ações do Banrisul não
resolve totalmente a questão. A governabilidade do Estado para os próximos anos
depende também da adesão ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF).
“O Estado só terá o mínimo de governabilidade a partir do sucesso dessas duas
medidas. Com o êxito dessas iniciativas, teremos possibilidade de pagar o funcionalismo
em dia e começar a honrar os compromissos com municípios e fornecedores. Não
teremos condições de pagar todas as dívidas à vista, mas poderemos estabelecer um
cronograma”, explicou Branco.
Ao final do encontro, o presidente da Famurs confirmou o apoio da entidade às medidas
de ajuste fiscal propostas pelo governo. De acordo com Salmo, a posição é fruto de
consulta interna junto aos prefeitos e será externada aos deputados estaduais nos
próximos dias. ...

Dezembro Laranja aborda doenças de pele e comportamento suicida


A saúde mental é o tema da última edição do Ciclo de Palestras da Associação Médica do
Rio Grande do Sul (AMRIGS). O evento, que ocorre na segunda-feira (04/12), a partir
das 19h, traz dois painéis: psicodermatoses e comportamento suicida. O Dezembro
Laranja tem como objetivo proporcionar informação e conhecimento para profissionais
da saúde e população em geral.

Causada por um componente psicológico, onde o paciente agride a sua pele de forma
involuntária, a psicodermatose será apresentada pelo dermatologista Paulo Ricardo
Martins de Souza.

Mestre em Ciências Médicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e
doutor em Saúde e Comportamento pela Universidade Católica de Pelotas (UCPEL),
Souza é responsável pelos ambulatórios de psicodermatoses e doenças de boca do
serviço de dermatologia da Santa Casa de Porto Alegre, onde também atua como
preceptor.

Devido à grande procura ao longo do ano, o tema comportamento suicida retornou nesta
edição. A psiquiatra da infância e adolescência, Berenice Rheinheimer, será a
responsável pela palestra. A médica é mestra pela UFRGS, membro do Comitê de
Prevenção do Suicídio da Associação de Psiquiatria do Rio Grande do Sul e preceptora do
Programa de Residência Médica do HMIPV- UFCSPA.

O Centro de Eventos AMRIGS está localizado na Avenida Ipiranga, 5311. As inscrições
estão encerradas.

Fonte: playPress ...

Você sabe o que são doenças oportunistas e porque elas atacam o imunodeprimido?


Pessoas que possuem o vírus da AIDS e que ficam doentes com frequência ou demoram
muito tempo para se recuperar totalmente precisam ter cuidado. Com o corpo
vulnerável muitas outras doenças aproveitam para atacar o organismo. Pensando nisso,
a EUROIMMUN explica um pouco mais sobre a imunodepressão e algumas doenças
oportunistas.


O Imunodeprimido e as doenças oportunistas

Um sistema imunológico fraco, deixa o corpo indefeso e uma imunodeficiência pode se
desenvolver. Em contato com um determinado antígeno, o imunodeprimido não é capaz
de criar anticorpos já que suas células não estão mais funcionando. Uma simples gripe
pode acabar evoluindo para uma pneumonia e levar também ao óbito. É o que acontece
com os pacientes com HIV, que o vírus destrói o seu sistema imunológico fazendo com
que eles fiquem suscetíveis a esses microrganismos. É o caso também de pacientes em
tratamentos quimioterápicos, idosos e crianças.

As doenças autoimunes como esclerose múltipla e o lúpus afetam o tecido que se
conecta aos órgãos, provocando um colapso do sistema imunológico. A rubéola,
hemocromatose, líquor, herpes e a sífilis também são doenças oportunistas que atacam
com mais facilidade o imunodeprimido.


Fatores que enfraquecem seu sistema imunológico

A causa mais comum de um sistema imunológico enfraquecido são: desnutrição,
ingestão de álcool, alguns medicamentos mais fortes ou de uso prolongado (corticoides
e imunossupressores), exercícios físicos muito cansativos, fatores hormonais e infecções
por alguns vírus, como o HIV.


Diagnóstico

A EUROIMMUN disponibiliza testes laboratoriais altamente indicados para a detecção do
tipo de doença, inclusive para sua detecção no sistema nervoso central. A partir do teste
laboratorial o médico de sua confiança definirá qual será o melhor tipo de controle e a
melhor forma de tratamento para a doença.

Testes relacionados à estas doenças podem ser encontrados através dos links:

§ Rubéola

§ Líquor

§ Herpes

§ Hemocromatose

§ Sífilis


Fernanda Brandão
Assessora de Comunicação ...




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