Eldorado do Sul, Guaíba e Região Carbonífera, 17 de Novembro de 2017. Página Inicial | Contato
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Edicão n° 173 de Novembro 2017


SAúDE

Novembro Azul: Pesquisa da SBOC aponta que brasileiro ainda não adota comportamento preventivo em relação ao câncer de próstata


Apesar de campanhas massivas de informação como a celebração do Novembro Azul, o
brasileiro ainda não adota ações efetivas de combate ao câncer de próstata. Esta é a
uma das conclusões identificadas na primeira pesquisa proprietária da Sociedade
Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), o “Panorama sobre Conhecimento, Hábitos e
Estilo de Vida dos Brasileiros em relação ao Câncer”, na qual foram ouvidas mais de 1,5
mil pessoas, sendo 723 entrevistados do sexo masculino.

De acordo com a pesquisa, o câncer de próstata é a variedade da doença que tem maior
incidência na população masculina – um a cada 4 homens (24%) já foi ou conhece
alguém que foi diagnosticado. Por conta do grande contato e pelas diversas campanhas
de prevenção, 67% sabem que deveriam fazer exames de próstata e 42%, que
deveriam passar por exames de PSA. No entanto, na hora de colocar na prática essa
atitude preventiva, os números despencam. Apenas 22% dos brasileiros fazem exame
de próstata e 20% de PSA. “Este é um dado bastante preocupante, em especial, porque
as taxas de conversão, ou seja número de brasileiros que sabe que deveria fazer
exames e não os faz, é extremamente alta”, afirma o Dr. Volney Soares, oncologista
clínico e Diretor da SBOC.

Entre os estados com melhores índices de informação a respeito da necessidade de se
fazer exames de próstata, apresentam as melhores notas os estados do Acre (93%),
Distrito Federal (86%) e Paraná (82%). No contraponto, Mato Grosso (33%), Rondônia
(40%) e Maranhão (47%) registraram os piores índices.

Já no caso do PSA, paraibanos e alagoanos demonstraram os melhores níveis de
reconhecimento (empatados com 57%), enquanto dois estados do Centro-Oeste
brasileiro tiveram os piores índices: Mato Grosso, com apenas 7% de reconhecimento da
necessidade de fazer este tipo de exame, e Mato Grosso do Sul (21%).

Além de os dados referentes à prevenção do câncer de próstata não serem positivos, o
estudo mostrou uma situação ainda mais preocupante em relação à saúde do homem.
“De modo geral, foi possível perceber que o homem brasileiro hoje só se preocupa
minimamente com a próstata e não tem nenhuma iniciativa preventiva em relação a
outros tipos de câncer de alta incidência, como pulmão, ânus e estômago”, afirma
Soares.

SOBRE A SBOC - SOCIEDADE BRASILEIRA DE ONCOLOGIA CLÍNICA
A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) é a entidade nacional que representa
mais de 1,4 mil especialistas em oncologia clínica distribuídos pelos 26 Estados
brasileiros e o Distrito Federal. Fundada em 1981, a SBOC tem como objetivo fortalecer
a prática médica da Oncologia Clínica no Brasil, de modo a contribuir afirmativamente
para a saúde da população brasileira. Desde novembro de 2017, é presidida pelo médico
oncologista Sérgio Simon, eleito para o biênio 2017/2019. ...

DPOC aumenta risco de doenças cardíacas


Quando falamos em Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, ou DPOC, nos referimos a
duas condições juntas: bronquite crônica, uma inflamação dos brônquios geralmente
provocada pelo fumo; e o enfisema pulmonar, que é uma consequência da destruição
das células dos pulmões, órgãos responsáveis por realizar a troca de gases. A doença
provoca uma limitação do fluxo de ar pelas vias aéreas e destruição do tecido pulmonar
dos pacientes. Como resultado, a capacidade pulmonar do paciente é reduzida, tornando
a respiração mais difícil e dificultando a oxigenação do sangue. Essas características,
complicadas por si só, podem levar a problemas ainda mais sérios, como doenças
cardíacas e depressão. Por isso, é muito importante conscientizar a população sobre a
doença e a importância do diagnóstico precoce.

Os sintomas mais comuns da DPOC são tosse, pigarro, falta de ar, cansaço e catarro.
Sua principal causa é o tabagismo e, por isso, seus sintomas são frequentemente
negligenciados e interpretados como consequências naturais do fumo, e dificilmente
percebidos como indícios de uma doença mais grave. A Organização Mundial da Saúde
(OMS) estima que a DPOC se tornará a terceira maior causa de morte no mundo em
2020[i].

“Além dos seus sintomas tradicionais, a doença também tem outras consequências se
não for tratada da forma correta, como quadros de depressão, por conta da limitação
que os pacientes sofrem em suas atividades cotidianas, e problemas cardíacos, como o
infarto agudo do miocárdio e arritmia cardíaca”, explica o Dr. Mauro Gomes, diretor da
Comissão de Infecções Respiratórias da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia.
Um estudo feito nos Estados Unidos[ii] comprovou que o risco de morte por doenças
cardiovasculares em pacientes com DPOC é duas vezes maior do que em pessoas sem a
condição. Isso ocorre sobretudo porque o tabagismo reduz a capacidade respiratória do
indivíduo e, como resultado, a oxigenação do sangue – e, consequentemente, do
coração – diminui. Outras características que costumam aparecer nos portadores de
DPOC, como a obesidade e o sedentarismo, também podem aumentar o risco de
desenvolver doenças cardiovasculares[iii].

Apesar disso, com um diagnóstico precoce e um tratamento contínuo é possível prevenir
a maior parte das complicações da DPOC. Um dos exames mais simples e acessíveis
para o diagnóstico da DPOC é a espirometria[iv], popularmente chamada de teste do
sopro. O Dr. Mauro explica que “a partir dessa primeira triagem, o paciente deve fazer
outros exames para avaliar a função pulmonar e ter um diagnóstico mais preciso”.
Muitos pacientes ainda não têm conhecimento suficiente sobre os sintomas da doença
ou nunca fizeram o exame[v], o que atrasa o diagnóstico e pode dificultar o tratamento.

A GOLD (Iniciativa Global para DPOC)[vi] aponta o principal grupo de risco da doença:
pessoas com mais de 40 anos, fumantes ou ex-fumantes, que tenham tosse e catarro
constantes e sintam muito cansaço ao fazer esforços. Apesar de ser uma doença grave e
sem cura, a DPOC pode ter seus sintomas controlados com o tratamento adequado. Para
isso, é importante conscientizar a população sobre os sintomas, geralmente
negligenciados, e incentivar a população a realizar exames como a espirometria,
principalmente no caso de fumantes.

Por fim, é importante ressaltar que já existem tratamentos capazes de conter o
progresso da DPOC e controlar os sintomas, garantindo aos pacientes maior qualidade
de vida. “Existem medicamentos broncodilatadores inalatórios capazes de reduzir os
sintomas e as crises da doença. Um exemplo é o tiotrópio, que reduz em 16% o risco de
mortalidade dos pacientes”, ressalta o Dr. Mauro Gomes. O pneumologista também
aponta que “além dos medicamentos, existem algumas medidas muito importantes para
os pacientes, como a prática de atividade física regular com acompanhamento médico,
vacinação e o uso de suplementação de oxigênio quando for necessário”.



A Boehringer Ingelheim

Medicamentos inovadores para pessoas e animais têm sido, há mais de 130 anos, o foco
da empresa farmacêutica Boehringer Ingelheim. A Boehringer Ingelheim é uma das 20
principais farmacêuticas do mundo e até hoje permanece como uma empresa familiar.
Dia a dia, cerca de 50.000 funcionários criam valor pela inovação para as três áreas de
negócios: saúde humana, saúde animal e fabricação de biofármacos. Em 2016, a
Boehringer Ingelheim obteve vendas líquidas de cerca de € 15.9 bilhões. Os
investimentos em pesquisa e desenvolvimento correspondem a 19,6% do faturamento
líquido (mais de € 3 bilhões).

A responsabilidade social é um elemento importante da cultura empresarial da
Boehringer Ingelheim, o que inclui o envolvimento global em projetos sociais como o
“Mais Saúde” e a preocupação com seus colaboradores em todo o mundo. Respeito,
oportunidades iguais e o equilíbrio entre carreira e vida familiar formam a base da
gestão da empresa, que busca a proteção e a sustentabilidade ambiental em tudo o que
faz.

No Brasil, a Boehringer Ingelheim possui escritórios em São Paulo e Campinas, e
fábricas em Itapecerica da Serra e Paulínia. Há mais de 60 anos no país, a companhia
estabelece parcerias com instituições locais e internacionais que promovem o
desenvolvimento educacional, social e profissional da população. A empresa recebeu, em
2017, a certificação Top Employers, que a elege como uma das melhores empregadoras
do país por seu diferencial nas iniciativas de recursos humanos. Para mais informações,
visite www.boehringer-ingelheim.com.bre www.facebook.com/BoehringerIngelheimBrasil
...

Diabetes: vacinas contra algumas doenças previnem complicações


São pelo menos 16 milhões de diabéticos no Brasil, segundo dados da Organização
Mundial da Saúde (OMS). Pelo menos porque, segundo a Federação Internacional do
Diabetes, um em cada dois diabéticos brasileiros nem sabe que tem a doença, o que
elevaria esse total para cerca de 24 milhões de pessoas. E, mesmo aqueles com
diabetes sob controle, com glicemia, pressão arterial e colesterol dentro da normalidade,
muitas vezes pecam na prevenção.

"Os quadros infecciosos são muito complicados para os diabéticos de qualquer idade e
muitas vezes o paciente não é informado da lista de vacinas que deve tomar", afirma o
presidente da Associação Brasileira de Clínicas de Vacinação (ABCVAC), Geraldo
Barbosa. De acordo com ele, encabeçam essa lista as vacinas anuais contra gripe e,
principalmente, contra a pneumonia. "são duas complicações graves para os diabéticos,
já que ambas tendem a elevar perigosamente os níveis de açúcar no sangue. Os
diabéticos de qualquer idade têm acesso à vacina contra gripe na rede pública, mediante
apresentação de receita médica comprovando o quadro clínico, mas apenas aqueles com
mais de 60 anos podem receber também a vacina contra a pneumonia. "Para a maioria
dos doentes ela só está disponível nas clínicas privadas e é bom lembrar que o diabetes
tipo 2 vem acometendo pacientes cada vez mais jovens," alerta Barbosa.

Outra recomendação importante é a vacinação contra as hepatites A e B. O Centro de
Controle de Doenças Infecciosas (CDC), em Atlanta, nos Estados Unidos, indica ainda
que os diabéticos adultos tomem a vacina tríplice, contra tétano, difteria e coqueluche,
lembrando que esta última, que estava praticamente desaparecida, voltou a circular pelo
mundo na esteira dos movimentos antivacina. A lista inclui também a vacinação contra o
herpes zoster. "Nosso conselho é que o diabético converse com seu médico sobre seu
calendário de vacinas e esteja protegido contra infecções que podem ter efeito grave
sobre seu quadro clínico."

O Ministério da Saúde reforça o alerta à população sobre o crescimento da doença no
país. O diagnóstico da enfermidade aumentou 61,8% em 10 anos, segundo dados da
pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por
Inquérito Telefônico (Vigitel) do Ministério da Saúde. Entre 2006 e 2016, o número de
pessoas que dizem saber do diagnóstico de diabetes passou de 5,5% para 8,9%. As
mulheres lideram o ranking: 9,9% da população feminina declarou possuir a doença
contra 7,8% dos homens.

O crescimento do diabetes é uma tendência mundial, devido ao envelhecimento da
população, mudanças dos hábitos alimentares e prática de atividade física. De acordo
com a Pesquisa Vigitel, 18% da população das capitais brasileiras consomem alimentos
doces em cinco ou mais dias da semana, sendo maior entre mulheres (19,7%) do que
entre homens (16,0%). O comportamento é mais comum entre jovens de 18 a 24
(26,2%) seguido pela faixa etária de 25 a 34 (20,6%). O levantamento foi feito, a partir
de perguntas que indagavam sobre a frequência semanal do consumo de sorvetes,
chocolates, bolos, biscoitos ou doces. "Alimentação adequada e prática de exercícios
físicos é essencial para conter a doença. Além da ampliação de acesso ao tratamento,
temos atuado fortemente na promoção de hábitos saudáveis", afirmou o ministro
Ricardo Barros.

SOBRE A ABCVAC

A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CLINICAS DE VACINAS – ABCVAC tem como intuito
representar o interesse setorial das Clínicas de Vacinas, na defesa das boas práticas de
mercado e da melhoria contínua na promoção da saúde através da Vacinação, em todo
território nacional, interagindo com os diferentes órgãos governamentais, empresariais e
afins. ...

Diabetes: o que você precisa saber a respeito


Segundo a Organização Mundial de Saúde, mais de 415 milhões de pessoas convivem
com o diabetes em todo o mundo. Isso significa que, a cada onze pessoas, uma delas
sofre com a doença. No Brasil, o problema avança com uma velocidade preocupante,
com quase 15 milhões de indivíduos impactados. Para conscientizar a população sobre a
importância da prevenção e do tratamento adequado da condição, foi estabelecido em
14 de novembro o Dia Mundial do Diabetes.

"Muitas pessoas desconhecem os riscos reais do diabetes e só procuram ajuda médica
quando estão em um estágio avançado da condição, o que pode ser muito perigoso",
explica a diretora de Relacionamento com Prestadores de Saúde e Odonto da
SulAmérica, Dra. Tereza Veloso. Para contribuir com a conscientização da população
sobre a doença, a especialista listou os pontos a seguir:

O que é o diabetes e como posso saber se tenho?

Dra. Tereza Veloso: "O diabetes é uma doença crônica que ocorre quando o organismo
não consegue produzir (tipo 1) ou usar adequadamente (tipo 2) a insulina, hormônio
responsável por permitir que a açúcar que conseguimos através dos alimentos seja
utilizado como fonte de energia. Como consequência, o indivíduo fica com um alto nível
de glicose no sangue, o que, por longos períodos, pode causar danos irreversíveis ao
organismo. Cerca de 90% dos casos referem-se ao diabetes de tipo 2. Para saber se
você possui a doença, basta fazer um simples exame de medição da taxa glicêmica, que
demora cerca de três minutos. Caso haja alterações consideráveis, é necessário procurar
um médico especializado".

Quais as causas?

Dra. Tereza Veloso: "O diabetes não possui uma causa específica, porém é uma doença
que envolve diversos fatores de risco, como hereditariedade, alimentação e estilo de
vida. Pesquisas apontam que o excesso de peso e o sedentarismo são as principais
causas do diabetes de tipo 2."

Quais os principais sintomas da doença?

Dra. Tereza Veloso: "A manifestação do diabetes de tipo 1 pode incluir sintomas como
sede excessiva, rápida perda de peso, muita vontade de urinar, má cicatrização, vômitos
e dores estomacais, entre outros. No segundo tipo da doença, os sintomas costumam
ser menos evidentes, o que explica a dificuldade em diagnosticar precocemente o
problema."

Quais os tratamentos?

Dra. Tereza Veloso: "Ainda não existe uma cura definitiva para o diabetes, mas um
tratamento para controlar o nível de açúcar no sangue, o que é feito através da
aplicação de insulina ou pelo uso de medicamentos orais, principalmente no tipo 2. Além
disso, a prática regular de exercícios e uma alimentação mais saudável são essenciais
para qualquer tipo de diabetes, pois ajudam no controle dos níveis glicêmicos. É
essencial buscar um acompanhamento médico e realizar exames periodicamente para
verificar a existência de complicações da doença."

A SulAmérica disponibiliza conteúdos sobre este e diversos outros temas de saúde e
bem-estar por meio do site do programa Saúde Ativa
(http://programasaudeativa.com.br/), que tem o objetivo de incentivar a adoção de
hábitos de vida mais saudáveis, prevenindo doenças e proporcionando uma melhor
qualidade de vida.

Sobre a SulAmérica
A SulAmérica é a maior seguradora independente do Brasil, com uma rede de
distribuição de mais de 30 mil corretores independentes. Fundada em 1895, a
companhia possui mais de 5 mil funcionários e atua em várias linhas de seguros, como
saúde e odontológico, automóveis e outros ramos elementares, vida, além de outros
segmentos, como previdência privada, investimentos e capitalização. A SulAmérica tem
mais de 7 milhões de clientes, de pessoas físicas a grandes empresas, em todo o país.
Em 2016, a companhia registrou receitas totais de R$ 16,8 bilhões. ...

Um alerta para os cuidados com a saúde masculina


O câncer de próstata é o segundo tipo de tumor mais comum entre os homens. No ano
passado, o Instituto Nacional do Câncer (INCA) projetava seis mil novos casos. O câncer
de pele não melanoma, mais frequente no país, também tem alta incidência no estado e,
em Porto Alegre, e é o primeiro mais incidente na população masculina. As patologias
foram tema de palestra na quinta-feira (09/11), na Associação Médica do Rio Grande do
Sul (AMRIGS).

- Sempre devemos reforçar a importância da prevenção mas, além disso, devemos
selecionar os pacientes que efetivamente precisam ser tratados como os casos mais
agressivos para evitar a sua evolução. Os demais costumam ter uma evolução branda e
podem ter acompanhamento médico – explicou o urologista Herbert Sauer.

O médico reforçou ainda que, em localidades que deixaram de fazer a procura pelo
tumor de forma preventiva, foram registrados aumento de até 21% dos casos da
doença. Sauer também apresentou dados de países que fazem o acompanhamento
médico, conhecido como vigilância ativa, como a Suécia, onde 50% dos pacientes
diagnosticados o fazem. No Brasil, ainda não existem números de amostragem, mas os
casos de acompanhamento têm aumentado cada vez mais.

A exposição sobre o câncer de pele foi ministrada pelo cirurgião oncológico Gerson
Junqueira. Ele apresentou para a plateia as estatísticas de ocorrências da doença no
estado, indicando o Rio Grande do Sul e Porto Alegre entre as maiores áreas de
incidências e prevalências da doença. Além disso, destacou as ações que ocorrem no
próximo mês, marcado pela campanha Dezembro Laranja.

- O carcinoma basocelular é o mais frequente, mas temos ainda o carcinoma espino
celular e o melanoma, mais raro e agressivo. O tratamento passa sempre pela cirurgia
e, quando diagnosticados precocemente e tratados de forma correta, há altas chances
de cura em todos os tipos da patologia - explicou Junqueira.

Ainda sobre a temática do câncer de pele, a AMRIGS realiza na segunda-feira (04/12),
outra edição do seu Ciclo de Palestras. A ocasião também contará com palestra sobre o
comportamento suicida. A iniciativa faz parte da campanha institucional “Saúde
preventiva: Pratique esta ideia!”. ...

Alteração na próstata não é sinônimo de câncer


O resultado positivo de alteração na próstata não é o veredito de um câncer. A glândula,
encontrada somente nos homens, apresenta duas importantes complicações que
merecem ser diferenciadas. Segundo o urologista do Complexo Hospitalar Edmundo
Vasconcelos, Fernando Almeida, o órgão pode desenvolver a hiperplasia benigna, que
não tem relação com o tumor maligno.

Os principais fatores que diferem estas duas doenças são os sintomas e a ausência
deles. Almeida explica que, no caso da hiperplasia, que se caracteriza pelo aumento da
glândula de forma benigna, indícios claros são constatados, como jatos de urina fracos,
dificuldade ao urinar e idas constantes ao banheiro. Já em quadros de câncer na
próstata, o cenário é diferente.

"O câncer de próstata é um tumor que surge geralmente pequeno e, por isso, não
apresenta sintomas. Para conseguir detectar esse problema, ainda em sua fase inicial, é
indicado que homens com histórico familiar procurem um médico após 45 anos e, aos 50
anos, para quem não tem casos na família", adverte o especialista.

Para um diagnóstico mais preciso, dois tipos de exames são aconselhados ao paciente. O
primeiro é o de sangue, denominado Antígeno Prostático Específico (PSA), e o de toque
retal, que detecta apenas o tumor já palpável. Com esses dois resultados, o médico
consegue dimensionar o risco da doença e pedir, caso necessário, uma biopsia.

O urologista ressalta ainda que atualmente existe uma preocupação maior com o tipo de
tumor e o tratamento adequado. Por apresentar características, como alta prevalência e
evolução lenta, são feitas avaliações da necessidade de realizar a cirurgia para a
remoção da próstata.

"Estima-se hoje que entre 10% a 15% dos homens terão o tumor. A grande discussão é
que, em função da evolução lenta, demora a ter metástase e aparecimento da doença
após os 50 anos, existe uma chance muito grande de a pessoa morrer de outras causas
e não do câncer", reforça.

Apesar desse novo olhar para a doença, o alerta para o diagnóstico precoce mantém-se.
Como frisa o médico, as chances de cura aumentam quando o tumor é descoberto cedo.
"Quando conseguimos diagnosticar um pequeno nódulo e ainda no início, as chances de
cura são de acima de 90%, chegando a 95%, de acordo com o tipo de câncer de
próstata."



COMPLEXO HOSPITALAR EDMUNDO VASCONCELOS

Localizado ao lado do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, o Complexo Hospitalar
Edmundo Vasconcelos atua em mais de 50 especialidades e conta com cerca de 1.400
médicos. Realiza aproximadamente 12 mil procedimentos cirúrgicos, 13 mil internações,
230 mil consultas ambulatoriais, 145 mil atendimentos de Pronto-Socorro e 1,45 milhão
de exames por ano. Dentre os selos e certificações obtidos pela instituição, destaca-se a
Acreditação Hospitalar Nível 3 - Excelência em Gestão, concedida pela Organização
Nacional de Acreditação (ONA) e o Prêmio Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil,
conquistado pelo sexto ano consecutivo em 2016.

Rua Borges Lagoa, 1.450 - Vila Clementino, Zona Sul de São Paulo.
Tel. (11) 5080-4000
Site: www.hpev.com.br
Facebook: www.facebook.com/ComplexoHospitalarEV
Twitter: www.twitter.com/Hospital_EV
YouTube: www.youtube.com/user/HospitalEV ...

Alteração na próstata não é sinônimo de câncer


O resultado positivo de alteração na próstata não é o veredito de um câncer. A glândula,
encontrada somente nos homens, apresenta duas importantes complicações que
merecem ser diferenciadas. Segundo o urologista do Complexo Hospitalar Edmundo
Vasconcelos, Fernando Almeida, o órgão pode desenvolver a hiperplasia benigna, que
não tem relação com o tumor maligno.

Os principais fatores que diferem estas duas doenças são os sintomas e a ausência
deles. Almeida explica que, no caso da hiperplasia, que se caracteriza pelo aumento da
glândula de forma benigna, indícios claros são constatados, como jatos de urina fracos,
dificuldade ao urinar e idas constantes ao banheiro. Já em quadros de câncer na
próstata, o cenário é diferente.

"O câncer de próstata é um tumor que surge geralmente pequeno e, por isso, não
apresenta sintomas. Para conseguir detectar esse problema, ainda em sua fase inicial, é
indicado que homens com histórico familiar procurem um médico após 45 anos e, aos 50
anos, para quem não tem casos na família", adverte o especialista.

Para um diagnóstico mais preciso, dois tipos de exames são aconselhados ao paciente. O
primeiro é o de sangue, denominado Antígeno Prostático Específico (PSA), e o de toque
retal, que detecta apenas o tumor já palpável. Com esses dois resultados, o médico
consegue dimensionar o risco da doença e pedir, caso necessário, uma biopsia.

O urologista ressalta ainda que atualmente existe uma preocupação maior com o tipo de
tumor e o tratamento adequado. Por apresentar características, como alta prevalência e
evolução lenta, são feitas avaliações da necessidade de realizar a cirurgia para a
remoção da próstata.

"Estima-se hoje que entre 10% a 15% dos homens terão o tumor. A grande discussão é
que, em função da evolução lenta, demora a ter metástase e aparecimento da doença
após os 50 anos, existe uma chance muito grande de a pessoa morrer de outras causas
e não do câncer", reforça.

Apesar desse novo olhar para a doença, o alerta para o diagnóstico precoce mantém-se.
Como frisa o médico, as chances de cura aumentam quando o tumor é descoberto cedo.
"Quando conseguimos diagnosticar um pequeno nódulo e ainda no início, as chances de
cura são de acima de 90%, chegando a 95%, de acordo com o tipo de câncer de
próstata."



COMPLEXO HOSPITALAR EDMUNDO VASCONCELOS

Localizado ao lado do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, o Complexo Hospitalar
Edmundo Vasconcelos atua em mais de 50 especialidades e conta com cerca de 1.400
médicos. Realiza aproximadamente 12 mil procedimentos cirúrgicos, 13 mil internações,
230 mil consultas ambulatoriais, 145 mil atendimentos de Pronto-Socorro e 1,45 milhão
de exames por ano. Dentre os selos e certificações obtidos pela instituição, destaca-se a
Acreditação Hospitalar Nível 3 - Excelência em Gestão, concedida pela Organização
Nacional de Acreditação (ONA) e o Prêmio Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil,
conquistado pelo sexto ano consecutivo em 2016.

Rua Borges Lagoa, 1.450 - Vila Clementino, Zona Sul de São Paulo.
Tel. (11) 5080-4000
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Projeto "Educação em diabetes Tipo 2 – uma experiência no teatro" mostra os desafios no tratamento


O Dia Mundial do Diabetes, comemorado no dia 14 de novembro, atenta para a
importância da conscientização sobre o diagnóstico precoce e tratamento correto da
doença, que já é considerada uma epidemia global de acordo com a OMS¹. Pensando
nisso, a AstraZeneca, biofarmacêutica global, iniciou o projeto "Educação em diabetes
Tipo 2 – uma experiência no teatro", que desde 2016 tem o objetivo de retratar os
desafios no tratamento, passando por todas as etapas da doença, desde o diagnóstico às
principais sensações do paciente que convive com essa condição, em formato de peça de
teatro.

O projeto é coordenado por colaboradores da AstraZeneca e em 2017 já foi realizado em
cidades das regiões sul, sudeste, nordeste e centro-oeste, impactando mais de 900
pessoas. Ainda em novembro, devem ocorrer mais seis apresentações em instituições
como Associação Paulista de Medicina, Projeto Social Dom Bosco e também no XXI
Congresso da SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes).

Segundo o Dr. Marcelo Horácio, Diretor Médico da AstraZeneca Brasil, um dos méritos
desse projeto é seu poder de envolver os espectadores, que incluem pacientes,
familiares e acompanhantes, fazendo com que as pessoas se sintam à vontade para
participar, aprender e fazer perguntas sobre a doença e falar sobre o assunto. "A
AstraZeneca vem fazendo um trabalho de destaque sobre o diabetes tipo 2. O formato
da peça, interativo e de fácil entendimento, é fundamental para a educação dos
pacientes, que muitas vezes relutam em aderir ao tratamento.

O compromisso da companhia com os pacientes com Diabetes Tipo 2 vai além da
sensibilização direta com os pacientes, é o caso do projeto Early Action in Diabetes, uma
iniciativa global que pretende servir de modelo para ações de urgência e emergência no
controle mundial da doença com base em quatro pilares: prevenção, diagnóstico
precoce, controle e acesso ao tratamento correto. Para direcionar as ações propostas, foi
elaborada a "Declaração de Berlim", que tem a participação de 30 países e está nas
mãos das autoridades locais para que se coloquem em prática os pontos destacados no
Early Action in Diabetes. "Com nossos esforços em Diabetes, conseguimos abranger toda
o ciclo da doença, com ações que vão desde a prevenção e controle da epidemia global,
até o engajamento do paciente com o autocuidado, por meio da adesão correta ao
tratamento", completou Horácio.

O diabetes afeta 14,3 milhões de pessoas apenas no Brasil, segundo a Federação
Internacional de Diabetes. Prevê-se que até 2040 o número total de pessoas
diagnosticadas com a doença no mundo chegará a 642 milhões – 10,4% da população
mundial – elevando os custos dos sistemas de saúde para US$ 673 bilhões¹.

Agenda:

11/11 Santos/SP - SESC Santos - R. Conselheiro Ribas, 136, Aparecida, Santos/SP.
Início: 11h00

12/11 Campinas/SP - Parque Ecológico Dom Bosco - Av comendador Emílio Pieri, Vida
Nova, Campinas/SP. Início: 10h30

12/11 Blumenau/SC - Igreja da Matriz – Catedral São Paulo Apóstolo – Rua Quinze de
Novembro, s/n, Centro, Blumenau/SC. Início: 08h50

16/11 São Paulo/SP - Apresentação dentro do Congresso Brasileiro de Diabetes - restrita
a participantes do evento.

22/11 Fortaleza/CE - Auditório do Centro Integrado de Diabetes e Hipertensão - Dois
horáios: 09h00 e 15h00.

Referências:

¹Global Report on diabetes, World Health Organization, 2016.

²International Diabetes Federation, IDF Diabetes Atlas, Seventh Edition, 2015.

Sobre o Early Action in Diabetes

A iniciativa Early Action in Diabetes – um trabalho de colaboração plurianual, envolvendo
vários interessados, teve início em 2015, promovida e financiada pela AstraZeneca, em
parceria com a World Heart Federation e Primary Care Diabetes Europe. O objetivo foi o
de promover medidas locais tangíveis, a fim de implementar políticas centradas nos
quatro pilares do Early Action: Prevenção, Diagnóstico Precoce, Controle e Acesso ao
Tratamento correto.

Em 2016, especialistas internacionais ofereceram-se como voluntários para participar
dos quatro Grupos Internacionais de Trabalho, cada um com a tarefa de analisar as
últimas melhores práticas na formulação de políticas em cada uma dessas quatro áreas
e consolidar esses resultados em um único documento, a Declaração de Berlim, cuja
missão é ajudar os países a ajustar o seu foco nas políticas que provavelmente trarão
benefícios às suas populações, oferecendo apoio para avaliação do progresso e atuando
como catalisadores internacionais da mudança que busca uma verdadeira transformação
da vida das pessoas.

Sobre a AstraZeneca

A AstraZeneca é uma empresa biofarmacêutica global, voltada para inovação, com foco
principal na descoberta, desenvolvimento e na comercialização de medicamentos de
prescrição, principalmente para o tratamento de doenças em três principais linhas
terapêuticas - Oncologia, Doenças Cardiovasculares & Metabólicas e Respiratório. A
companhia também atua nas áreas autoimunidade, neurociência e infecção. A
AstraZeneca opera em mais de 100 países e seus medicamentos inovadores são usados
por milhões de pacientes em todo o mundo. Para mais informações acesse:
www.astrazeneca.com ...

Câncer de próstata e de pele têm alta incidência entre os gaúchos


Com o objetivo de proporcionar uma maior conscientização sobre o câncer de próstata e o
câncer de pele, a Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS) realizará, nesta quinta-
feira (09/11), a partir das 19h, no Centro de Eventos AMRIGS (Av. Ipiranga, 5311 - Porto
Alegre), uma exposição sobre os tópicos.

Um dos palestrantes o dia, o médico urologista, Herbert Sauer, reforça que, com o
envelhecimento da população brasileira, cada vez mais casos de câncer de próstata tem sido
diagnosticados. Por outro lado, o tratamento com atencedência da doença tem permitido a
realização de procedimentos menos invasivos, com taxas de cura cada vez maiores e
associadas a complicações menos frequentes.

O tema do câncer de pele será apresentado pelo cirurgião oncológico, Gerson Junqueira, que
também fala sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce. Os meses de
novembro e dezembro são cruciais para a conscientização das pessoas a evitar a exposição
excessiva ao sol no verão. No Rio Grande do Sul, o número de casos de câncer de próstata e
câncer de pele é alto. No Brasil, os dados mostram que são entre 60 e 90 casos,
respectivamente, para cada cem mil habitantes – relata Junqueira.

O Ciclo de Palestras AMRIGS visa apresentar conteúdos associados com as demandas da
atualidade no cotidiano das pessoas. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (51)
3014 2039. ...

Confira como alterações na Lei dos Planos de Saúde podem afetar os pacientes



Em discussão na Câmara dos Deputados, o projeto de lei 7419/2006 visa alterar em muitas
questões a norma que dispõe sobre o funcionamento dos planos de saúde privados. A
proposta trará mudanças no cenário atual, como o escalonamento do último reajuste no valor
dos planos por mudança de faixa etária, realizado a partir dos 59 anos de idade do
beneficiário, a obrigação dos convênios de oferecer planos individuais e familiares; o custeio
pelo convênio dos gastos de acompanhantes na Unidade de Terapia Intensiva (UTI); a
ampliação da assistência garantida a recém-nascidos, entre outras.

Em tese, o objetivo principal é contribuir para que o beneficiário tenha acesso a um serviço de
qualidade sem precisar arcar com valores excessivos para mantê-lo. No entanto, por se
tratarem de diversas questões e também de muitas partes envolvidas e interessadas nas
mudanças, as emendas na Lei ainda dividem opiniões entre os próprios parlamentares,
juristas e representantes de instituições de saúde e defesa do consumidor. Diante das
divergências, é importante que o cidadão beneficiário dos planos de saúde entenda como será
afetado por essa possível transformação na legislação.

De acordo com a Dra. Tatiana Viola de Queiroz, advogada especializada em Direito do
Consumidor no Nakano Advogados Associados, a mudança mais significativa e preocupante é
que essa alteração pode proibir a aplicação do Código de Defesa do Consumidor nos contratos
de planos de saúde. Isso significa que as decisões judiciais em ações contra planos de saúde
não poderiam mais se basear no Código.

Além dessa, as principais mudanças propostas são:

1) Possibilitar a implantação de serviços com menos garantias, sob o argumento de serem
mais "acessíveis" financeiramente;

2) Remover a obrigatoriedade das operadoras devolverem ao SUS os valores que o sistema
público gastou no atendimento de usuários de planos de saúde;

3) Retirar o teto para reajustes de planos individuais definidos pela ANS;

4) Tornar o rol de cobertura obrigatória um limite máximo para a cobertura de procedimentos
– hoje a lista de procedimentos é uma garantia mínima, e não máxima;

Uma grande preocupação com essa tramitação é que ainda não há rascunho do relatório
disponível e a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça, órgão
máximo sistema de defesa dos consumidores, teve sua participação negada na audiência
pública para discutir o assunto. Isso é muito perigoso, pois demonstra que a questão não será
abertamente discutida. Além disso, em sete audiências públicas realizadas pela Comissão
Especial que trata do tema na Câmara dos Deputados, dentre as 19 pessoas ouvidas, apenas
uma era representante de entidades de defesa dos consumidores, frente a 13 representantes
de fornecedores

Ainda entre as principais mudanças propostas pelo PL-7419/2006 está a obrigatoriedade dos
convênios médicos privados custearem os gastos do acompanhante de paciente menor de
idade que esteja na UTI ou unidade semelhante. Na visão da especialista do Nakano
Advogados Associados, a proposta tem fundamento. "Em geral, os planos de saúde
consideram que não há necessidade de permanência dos pais ou responsáveis em caso de
internação na UTI. No entanto, já tivemos relatos, inclusive de médicos, sobre a contribuição
da companhia dos entes para a melhora do quadro do enfermo", defende. Atualmente a lei
exige apenas que os planos de saúde cubram as despesas de acompanhantes em casos de
internação hospitalar de menores.

Plano de saúde ao recém-nascido

Segue em tramitação no Senado o projeto de lei 77/2017, que está na Comissão de Assuntos
Sociais pra ser apreciado e propõe o aumento de 30 para 90 dias de assistência médica
garantida pelos planos de saúde ao recém-nascido. A medida abrange os filhos naturais e
adotivos do beneficiário ou dos seus dependentes – pai, mãe ou responsável legal do
nascituro.

Segundo a Dra. Tatiana Viola, a proposta é importante, principalmente para os casos de
gestações de risco e de nascimentos prematuros, e também em função da delicadeza do
período em que se encontra a criança. "São situações que exigirão a utilização de recursos e
tratamentos, normalmente, caros, em uma fase crucial para o desenvolvimento daquela nova
vida", finaliza a advogada.

A atual lei de planos de saúde tem muitas lacunas e brechas que favorecem o mercado,
apesar da relação já ser protegida pelo Código de Defesa do Consumidor. E claro que precisa
de mudanças, para detalhar direitos já garantidos e não as propostas que estão sendo feitas,
ainda mais com a pressa e sem o cuidado necessário para um assunto tão importante.

Os 140 projetos do Legislativo, analisados conjuntamente pela Comissão Especial para rever
em regime de urgência a Lei 9.656/98, precisam de uma análise detalhada, paciente e sob o
olhar da defesa do consumidor, especialmente, porque tais mudanças impactarão muitos os
milhões de consumidores que utilizam os planos privados de saúde.

Sobre a Dra. Tatiana Viola de Queiroz – Advogada do escritório Nakano Advogados
Associados, Pós-graduada e especialista em Direito do Consumidor, Pós-graduada e
especialista em Direito Bancário, Coordenadora no escritório Nakano Advogados Associados,
integrante da Comissão de Saúde Pública e da Comissão do Jovem Advogado da OAB,
Membro
do Conselho de Administração do PROCON RJ, Palestrante da OAB – Seção de São Paulo,
Conciliadora e Mediadora, Assessora de Eventos, ex-membro do CDUST – Conselho de
Usuários da Anatel, atuou na PROTESTE – Associação de Consumidores por mais de 7 anos.

Sobre o escritório Nakano Advogados Associados – Fundado em 2010 e com escritório (sede)
em Santana, em São Paulo (SP), também mantém escritórios na Avenida Paulista (São Paulo
– SP) e em Alphaville (Barueri – SP). Atua exclusivamente na área da Saúde, atendendo o
paciente, o profissional e as instituições de saúde, com a expertise de advogados
especializados em Direito à Saúde, e abrangendo os âmbitos médico, hospitalar, odontológico,
previdenciário, trabalhista e tributário na Saúde. Sua experiência e fidelização traduzem seu
diferencial e reconhecimento no mercado. Sua equipe comprometida atende diferentes
conflitos com eficiência, segurança, transparência e humanidade, respeitando a dignidade do
ser humano e o direito à vida

Fonte: Agência Comunicado ... ...

Emagrecimento e reeducação alimentar para pessoas com diabetes


A diabetes é uma doença que atinge diversas pessoas. Estima-se que 8,9% dos brasileiros
possuem diabetes, que é uma doença que surge devido as altas taxa de açúcar contida no
sangue. A insulina é um hormônio necessário para quebrar a glicose do sangue e quando o
pâncreas não consegue mais produzir a quantidade de insulina que o organismo necessita, a
pessoa desenvolve a diabetes. Entre os sintomas estão alteração visual, fadiga e náuseas. As
pessoas com maior risco de adquirir a doença são as obesas, sedentárias, hipertensas, com
mais de 40 anos e com elevadas taxas de colesterol.
Um dos principais fatores de risco da doença é o sobrepeso. Por isso, é fundamental cuidar da
saúde e manter uma dieta adequada. O Método 5S pode ajudar nesse processo, pois, além do
emagrecimento, também promove mais qualidade de vida.

Emagrecimento e o Método 5S

Acredita-se que uma das principais causas do crescimento da diabetes seja o estilo de vida do
brasileiro. Nos últimos dez anos o número de diabéticos no Brasil cresceu 61,8%, muito em
função do estilo de vida carregado de estresse e má alimentação.
Não há uma cura definitiva para o problema, mas ela pode ser controlada através da
alimentação. Uma boa forma de ajudar no tratamento é o método 5S, que orienta uma
restrição na ingestão de carboidratos, contribuindo, consequentemente, para o controle da
glicemia.
O método 5S estimula o emagrecimento saudável, promovendo a perda de gordura, a
preservação de massa magra e o resgate do peso ideal, renovando a saúde, a autoestima e o
bem-estar. Em função de todos esses benefícios, o método é altamente indicado para os
diabéticos.
Existem 3 importantes etapas no método 5S que é perda de peso, manutenção e reeducação.
A fisioterapeuta dermatofuncional Dra. Andressa Moraes afirma que isso promove um
emagrecimento rápido e saudável “Essas fases irão gerar a reprogramação hipotalâmica, que
acontece por ação anti-inflamatória dos suplementos e alimentos e pela reeducação dos
hábitos de vida diários como o controle do peso e autoconhecimento”, aponta.
Desde que a doença esteja controlada, o método é indicado para todos os tipos de diabetes. A
associação do método 5S com atividade física é um fator fundamental, tanto na prevenção
quanto no tratamento da diabetes, desde que praticada de maneira regular e moderada.
Outro ponto importante é o acompanhamento diário que o método traz. A Dra. Andressa
Moraes destaca a importância desse acompanhamento para os diabéticos. “O
acompanhamento diário, irá gerar um autocontrole e uma disciplina ao paciente, que muitas
vezes acabam se sabotando e não conhecendo seus maus hábitos alimentares”, explica.

Contraindicações

O método 5S é contraindicado para pacientes em tratamento de câncer, hipertensos,
diabéticos descompensados, pós-bariátrico imediato e pacientes psiquiátricos.

Hepatite C
Segundo informações recentemente divulgadas pelo Estadão, pessoas com Hepatite C
tem mais chances de desenvolver diabetes. Estudos realizados a partir dos anos 2000 nos
Estados Unidos alertam para a relação dessa Hepatite C com o desenvolvimento da diabete
tipo 2. O vírus da hepatite C é capaz de interferir na ação da insulina e modificar suas ações e
a bloqueia, com isso a diabete pode ser desenvolvida. Um dos estudos feitos nos EUA
mostrou que pessoas já diagnosticadas com hepatite C tinham quatro vezes mais chances de
ter diabete tipo 2 do que aquelas que nunca tiveram contato com o vírus.


Dra. Andressa Moraes: Pós-graduada em Fisioterapeuta Dermatofuncional Especialização em
acupuntura, com formação Internacional em Drenagem Linfática pela Escola Leduc e também
pela Escola Godoy & Godoy, além de formação Internacional em Diplomatura em Fisioterapia
Dermatofuncional, realizada no Chile. É graduada em Fisioterapia pela Faculdade Integrada de
Santa Fé do Sul - Funec Fisa (2004). Atuou como Coordenadora do Setor de Fisioterapia da
Prefeitura Municipal de Pederneiras, de 2005 a 2012. Atualmente, é Proprietária da clínica
Espaço Andressa Moraes, desde 2005, e Diretora na empresa Moraes & Tartari - Distribuidora
e Cursos, desde 2016. Também é Especialista em Acupuntura.
...

Transtorno de identidade de gênero: Desafio para pais e médicos


O tema está mais presente nos consultórios médicos e ainda é repleto de dúvidas,
anseios e inquietações. Atualmente o transtorno de identidade de gênero passou a ser
chamado de disforia de gênero, que se caracteriza pela incongruência, desconforto
persistente e sofrimento com o sexo imposto no nascimento. Entre as características
está a forte vontade de pertencer ao outro gênero e ser tratado como tal. Estudos
comprovam que os jovens enfrentam discriminação e preconceito. Mais da metade sofre
bullying, transtorno de humor, transtornos alimentares e não são raros casos de
automutilação.

- É importante ser feito um trabalho de identificação com o sexo de nascimento, mas
sem diminuir ou desvalorizar o sexo oposto. A partir da evolução do quadro, é
obrigatório que seja feito um trabalho com uma equipe multidisciplinar afastando fatores
estressores do paciente - afirma o médico do Comitê de Desenvolvimento e
Comportamento da Sociedade de Pediatria do RS, Renato Santos Coelho.

O diagnóstico é construído com o passar do tempo. Quanto mais idade tiver, maior será
o conflito entre o que a criança sente e o como ela se enxerga. Trata-se de algo que não
acontece da noite para o dia.

- Quando se chega a uma idade que esse sofrimento ocorre é importante atuar de forma
eficaz com os pais para avaliar se é algo que persistirá ou se será uma passageiro. Pode
evoluir para um quadro de homoafetividade, mas não uma disforia onde ela vai
continuadamente brigar com o que ela é fisicamente - completa.

A orientação é ajudar a criança a se aceitar como nasceu. Se a disforia chegar a fase de
pós-adolescência, é possível evoluir o tratamento para etapas seguintes que é o
tratamento hormonal para bloquear as características sexuais do sexo indesejado e, se
persistir, é dado encaminhamento para a última etapa que é a cirurgia.

O psiquiatra e pediatra, Victor Mardini, entende que é preciso estímulo para que ela
tenha atividades relacionadas ao gênero de nascimento, mas sem exageros.

- Não é porque um menino pegou uma boneca que alguém vai dizer um monte de
coisas. É preciso respeitar, mas estimular o lado de atividades de comportamentos
relacionados com o sexo anatômico da criança - explica.

O médico reforça que o diálogo para tudo é fundamental. Estar aberto a conversa é o
melhor caminho. É preciso lembrar que comportamentos, as vezes desviantes, durante a
infância e adolescência são comuns. Para se pensar em disforia, um dos critérios é
observar se há uma insatisfação clara com o gênero que se apresenta e uma
incongruência por um período superior a 6 meses. Em alguns casos, é recomendada,
ainda, uma consulta só dos pais com o pediatra, já que muitas vezes eles sentem-se
mais à vontade de dizer o que pensam sem a presença da criança ou adolescente no
consultório.
... ...

Rim, esse esquecido


Quem tem mais de 40 anos provavelmente já fez pelo menos uma visita ao
cardiologista. Quem leva uma vida estressante e está acima do peso possivelmente já
começou essas visitas antes mesmo dessa idade. A ampla divulgação da prevenção de
doenças cardíacas tem contribuído muito para o aumento da longevidade dos brasileiros.
A nossa expectativa de vida subiu de 62,5 anos em 1980 para 75 anos em 2016, o que
é um resultado intermediário na avaliação da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Estamos numa posição superior, por exemplo, a países como Paraguai e Bolívia; mas
atrás de Uruguai, Chile e Cuba. Em países como Japão e Suíça essa idade está em 83
anos.

Infelizmente o mesmo cuidado e atenção com o coração não se observam em relação
aos rins. Muitas vezes quando o paciente descobre uma doença renal já desenvolveu um
quadro crônico, e haverá necessidade de transplante e tratamentos que substituem a
função dos rins, como a hemodiálise e a diálise peritoneal.

Como se trata de uma doença silenciosa é difícil estabelecer um protocolo de sintomas
que identifiquem o início de uma doença renal. A prevenção nesse caso passa
principalmente por evitar outras doenças que estão associadas com a doença renal,
como a hipertensão, o diabetes e a obesidade.

Voltando aos rins; o que os maiores especialistas no assunto buscam é a incorporação
por outros especialistas de rotinas de avaliação da função renal: a mensuração da
creatinina e da ureia ao exame de sangue dos pacientes, e a realização de um EAS, que
é um exame simples de urina. Assim, o nefrologista poderia ser rapidamente acionado e
a doença renal crônica evitada.

É nosso dever usar todos os espaços para alertar a população dos cuidados com esse
órgão que – assim como o coração - tem uma missão fundamental para a manutenção
da vida: é o rim que filtra todo o nosso sangue diariamente e elimina as toxinas do
nosso corpo. Quando ele para de funcionar, é preciso conectar a pessoa a uma máquina
pelo menos três vezes semana, em sessões de 4 horas, no caso da hemodiálise.

No Brasil cerca de 111 mil pacientes fazem diálise e a estimativa é que mais de 30 mil
novas pessoas passem a precisar do tratamento todos os anos. Essa deveria ser uma
terapia transitória. O resultado dessa conta complexa é que 20 mil pacientes em diálise
morrem por ano.
As clínicas que oferecem o tratamento – 68% delas concentradas no Sul e Sudeste do
país - são 70% privadas, embora a maioria seja custeada pelo Sistema Único de Saúde,
e estão com taxa de ocupação de 85%, de acordo com o último censo da Sociedade
Brasileira de Nefrologia.

É fato que o tratamento vem evoluindo ao longo dos anos e a chegada de novas terapias
como a hemodiafiltração de alto volume representa um alento. A terapia acaba de ser
trazida da Europa para o Brasil e já está atendendo 1% dos pacientes crônicos com
ótimos resultados para o bem-estar geral do paciente. Mas ao pensar na equação entre
qualidade de vida e longevidade a medicina preventiva tem se mostrado como a melhor
prática.

Dê atenção ao seu rim. Ele pode estar carente de cuidados.

Por Ana Beatriz Barra*

(*) Nefrologista, gerente médica da Fresenius Medical Care ...

'Dezembro Vermelho' vai para sanção de Temer


O Dia Mundial de Luta Contra a Aids é 1º de dezembro, mas o mês inteiro está prestes a
ser dedicado para atividades direcionadas ao enfrentamento do HIV/Aids e outras doenças
sexualmente transmissíveis (DSTs). É o que prevê Dezembro Vermelho, projeto de lei da
Câmara aprovado recentemente pelo Senado. O texto segue para sanção presidencial.

De autoria da deputada federal Erika Kokay (PT-DF), a proposta cria o Dezembro Vermelho,
movimento dedicado à prevenção, assistência, proteção e promoção dos direitos humanos
das pessoas que vivem com o vírus da Aids. "Com essa proposição, queremos que o mês
inteiro seja dedicado à prevenção, assistência, proteção e promoção dos direitos humanos
das pessoas que convivem com o vírus".

De acordo com a proposta, a iluminação de prédios públicos com luz vermelha, a realização
de palestras e atividades educativas, a veiculação de campanhas na mídia e a promoção de
eventos para alertar a população sobre os riscos de se contrair essas doenças.

A mobilização em torno do Dezembro Vermelho deverá se apoiar em parcerias entre o
poder público, sociedade civil e organismos internacionais, obedecendo às diretrizes
traçadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para enfrentamento da Aids e DSTs.

...

Exames de sequenciamento genético em recém-nascidos não substituem o teste do pezinho convencional


A utilização de painéis genéticos na triagem neonatal já é factível do ponto de vista técnico,
contudo não deve ser realizada em substituição à triagem neonatal pelas metodologias
convencionais. A Sociedade Brasileira de Genética Médica (SBGM) e a Sociedade Brasileira de
Triagem Neonatal e Erros Inatos do Metabolismo (SBTEIM) alertam que, até o momento, não
há evidências científicas sobre a indicação para realizar teste do pezinho por análise de DNA.

- A triagem neonatal teve início no Brasil na década de oitenta, sendo institucionalizada em
2001. Ela desempenha um papel importante na prevenção da morbidade e mortalidade de
recém-nascidos, possibilitando a identificação de seis doenças pelo serviço disponibilizado pelo
Sistema Único de Saúde (SUS). Já a triagem do serviço de saúde privado oferece testes que
abrangem mais de cinquenta doenças diferentes, utilizando tecnologias convencionais já
validadas e aplicadas em outros países – esclarece a presidente da SBGM, Carolina Fischinger
Moura de Souza.

As entidades reforçam que, no contexto de testes preditivos, o aconselhamento genético com
o médico geneticista é fundamental antes da realização de qualquer exame genético para
melhor compreensão dos beneficios e da limitação dos resultados.

- A Analise genética (de DNA) quando realizada em indivíduos sem manifestação clínica (bebês
assintomáticos), ainda requer mais estudos pilotos, principalmente na população brasileira que
apresenta características genéticas próprias. Lembramos que todos os testes de triagem deve
apresentar alta sensibilidade e especificidade. Portanto, resultados genéticos falsamente
alterados podem causar um enorme estresse as famílias envolvidas. Além disso há condições
genéticas em que a manifestação clínica pode ser tardia ou mesmo nunca manifestar-se
mesmo com a alteração genética presente – complementa Carolina.

Por reconhecer a importância da genética na área diagnóstica, a SBGM e a SBTEIM acreditam
ser fundamental alertar para a diferença entre exames diagnósticos e de triagem. ...

Palestra online sobre o setor de Saúde


Participantes de projetos da Saúde do SEBRAE/RS e empreendimentos que atuam no
segmento terão a oportunidade de participar da “Palestra online – Novos paradigmas para o
mercado da Saúde”. O evento gratuito ocorrerá no dia 1º de novembro, a partir das 14h. Mais
informações e inscrições pelo site: https://goo.gl/pctgak.

A apresentação será realizada pela especialista em Tecnologia e Informação em Saúde, Ruth
Dornelles. Ela irá falar sobre a transformação do mercado e a busca pela sustentabilidade das
empresas de saúde, novo pensamento, melhor performance e resultados e formação de
parcerias, agregando valor ao cliente.

A técnica da Gerência de Indústria, Comércio e Serviços da entidade Ana Paula Rezende
explica que a ideia é evidenciar formas de ampliar a sustentabilidade dos pequenos negócios
do setor de Saúde com um olhar mais humanizado. “O SEBRAE/RS começou a atuar
efetivamente nessa área no início de 2017 e notou que existe uma concentração de micro e
pequenas empresas no setor de serviços que se relacionam com este campo. Por isso,
estamos buscando especialistas para qualificar os empreendedores, para melhorar a relação
deles com os clientes através de ferramentas para atrair, fidelizar, monitorar e prevenir
doenças dos pacientes. O que todos querem é atenção e cuidados”, avalia a técnica.

Saiba mais:
Ruth Dornelles, administradora, especialista em Informação e Tecnologia em Saúde, possui
MBA em Auditoria em Saúde, sócia diretora da Saúde brasil, consultora credenciada
SEBRAE/RS.
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Crescimento do número de casos de diabetes infantil exige atenção


O número de pacientes com diagnóstico de Diabete Insulino Dependente está crescendo
nos últimos anos, especialmente em crianças menores de cinco anos de idade. O alerta é
da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul que recomenda que pais e pediatras
estejam atentos aos primeiros sintomas, para que haja um encaminhamento para
atendimento especializado, o mais cedo possível. Esse cuidado ajuda a evitar
diagnósticos já em situação avançada da doença e descompansação metabólica, a
chamada cetoacidose diabética, que requer um manejo hospitalar em unidade de
tratamento intensivo.

Segundo a médica da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul, Cristiane Kopacek, o
diabete mais frequente na infância é o Diabete Tipo 1 ou Diabete Dependente de
Insulina.

- Os sintomas em crianças maiores costumam ser aumento da frequencia urinária
(poliúria), aumento da sede (polidipsia) e aumento da fome (polifagia), associado a
perda de peso. Mas em crianças menores, em lactentes, muitas vezes esses sintomas
ficam mascarados com aumento do número de troca das fraldas, irritabilidade,
alterações comportamentais e alterações do sono, mudança do padrão alimentar. O
diagnóstico é realizado com medidas de glicose aumentada no sangue: acima de 200 em
qualquer horário do dia e acima de 126 em jejum – explica.

O ideal é que sempre que houver um diagnóstico haja um acompanhamento psicológico
de suporte para a família, pelas mudanças e necessidades de adaptações no cotidiano e
cuidado com a saúde. Outro alerta é para a mudança nos procedimentos quando a
criança evolui para fase da adolescência.

- Na medida em que a criança cresce e entra na adolescência, se estimula alguma
autonomia supervisionada no cuidado ao diabete, como por exemplo, realizar os
controles de hemoglicoteste nas pontas de dedo e até mesmo a aplicação de insulina. No
entanto, é muito importante que haja supervisão, pois não é infrequente que
adolescentes mascarem resultados e alterem a prescrição médica- completa Cristina.

Outro cuidado é que na adolescência é muito frequente a necessidade de aumento de
dose da insulina por interferência dos hormônios da puberdade, aumento do apetite e
ação da insulina. ... ...




Edição n° 173 - Novembro 2017

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