Eldorado do Sul, Guaíba e Região Carbonífera, 12 de Dezembro de 2018. Página Inicial | Contato
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Edicão n° 176 de Fevereiro 2018


GERAL

80 mil veículos devem usar a Free Way rumo ao litoral neste final de semana


A Triunfo Concepa estima que cerca de 80 mil veículos utilizem a Free Way em direção
ao litoral norte neste final de semana. Para a sexta-feira (16) são aguardados 45 mil
veículos. Já no sábado (17), a expectativa é de que aproximadamente 35 mil façam seu
deslocamento às praias pela rodovia.

Para que os motoristas possam programar sua viagem a fim de evitar os períodos de
maior movimento, a concessionária recomenda os melhores horários para viajar: na
sexta-feira antes das 16h e no sábado após o meio-dia. Já para a volta do litoral, no
domingo (18), a indicação é iniciar o deslocamento de retorno à capital e região
metropolitana antes das 14h.

Além dos melhores horários, a Triunfo Concepa disponibiliza uma série de recursos para
facilitar o deslocamento na Free Way e minimizar possíveis acúmulos de veículos em um
mesmo período:

Melhores horários e canais de informação

A concessionária alerta para que os motoristas se informem sobre os melhores horários
para viajar e acompanhem as notícias de condições de tráfego para saber se é um bom
momento de pegar a estrada. Para isso, a Triunfo Concepa oferece inúmeros canais de
comunicação: perfis no Twitter (twitter.com/triunfoconcepa) e Facebook
(facebook.com/triunfoconcepa), Radiovia Free Way, app Triunfo Concepa e site
www.triunfoconcepa.com.br, com acesso às câmeras de monitoramento, e Alô Free Way
(0800 647 2000).

Uso do acostamento na ida e retorno do litoral

Desde a temporada passada, o acostamento passou a ser utilizado como faixa adicional
de tráfego, sempre que necessário, tanto na ida quanto na volta das praias. Na ida,
acontece do km 75 ao 60, em Gravataí. No retorno, do km 1,5, em Osório, ao 26, em
Santo Antônio da Patrulha. Para saber se o acostamento está liberado ao tráfego, os
motoristas devem ficar atentos à sinalização na rodovia, feita com painéis de luzes
piscantes. Quando eles estiverem ativados, o tráfego pelo acostamento é autorizado,
mas apenas neste trecho. Ao trafegar no acostamento como faixa adicional a velocidade
máxima permitida passa a ser de 70 km/h. A liberação de tráfego no acostamento, bem
como sua interrupção, é amplamente divulgada pelos canais de comunicação da
concessionária.

Operação Papa Fila

Conforme o fluxo nas praças de pedágio de Santo Antônio da Patrulha e Gravataí, a
concessionária fará a Operação Papa Fila, que consiste em disponibilizar funcionários
para recolherem as tarifas de pedágio já nas filas. Dessa forma, ao passar pela cabine,
basta que os motoristas apresentem comprovante de pagamento, o que contribui com a
fluidez no tráfego.

Estrutura operacional

Durante a Operação Verão, a concessionária reforça suas equipes de atendimento e
operacionais. Os usuários da rodovia contam com cerca de 430 profissionais atuando
diretamente nas praças de pedágio e nos serviços de atendimento emergencial médico e
mecânico. Outros 37 veículos estão disponíveis para atendimentos de emergência:

- 4 guinchos pesados

- 11 guinchos leves

- 5 unidades de resgate/USA

- 11 viaturas de inspeção

- 1 veículo para transporte de animais

- 1 caminhão pipa

- 4 viaturas de supervisão

Além disso, a Triunfo Concepa também conta com seis painéis de mensagens variáveis,
65 câmeras de monitoramento (que cobrem 88% do trecho concedido) e contadores de
fluxo na rodovia.

Sobre a Triunfo

A TPI - Triunfo Participações e Investimentos S.A. (TPIS3) é uma das principais
empresas brasileiras do setor de infraestrutura, com forte atuação nos segmentos de
concessões rodoviárias, aeroportuária e geração de energia. Listada desde 2007 no Novo
Mercado, o mais alto nível de governança corporativa da B3, a Triunfo baseia sua
estratégia de crescimento na diversificação de seu portfólio, por meio de projetos bem
estruturados com foco na geração de valor aos acionistas.



...

Marketing digital em 2018: saiba quais são as tendências


O ano recém começou, mas muitos empreendedores já estão trabalhando para inovar
em comunicação com seus públicos. Existem algumas tendências para o marketing que
valem ser analisadas e aplicadas de acordo com o plano de divulgação das marcas. A
diretora executiva da Trend Marketing, Caroline Brogni, explica quais são os principais
caminhos para apostar em 2018.

- Antes de mais nada, o empresário precisa pensar: qual é o propósito da minha
empresa? Qual é a razão da minha marca existir? O que a minha empresa vale ou
representa para o público que a consome? Esta é uma preocupação que vem crescendo
nas grandes empresas e agora também deve fazer parte do mercado das pequenas e
médias. Os consumidores estão cada vez mais escolhendo marcas que tem propósito e
pagando este diferencial. – destaca Caroline Brogni.

Segundo a consultora de marketing, pequenas e médias empresas também precisam
ter um planejamento de comunicação. As empresas estão deixando de atuar
internamente, já que muitas vezes não possuem conhecimento profundo em estratégias
digitais, passando a contratar profissionais especializados para criar ações que atendam
o seu nicho de mercado.

Outras tendências em marketing digital para 2018:

- Marketing de conteúdo: o marketing de conteúdo continua em alta. Uma excelente
ferramenta que estabelece autoridade e confiança com o público potencial. A aposta em
blogs, conteúdo relevante em redes sociais e assessoria de imprensa são apostas que
valem ser utilizadas na comunicação.

- Influenciadores digitais: os influenciadores digitais estão cada vez mais ganhando
força e destaque nas mídias digitais, mas para contratá-los é necessário fazer uma
avaliação para entender quem é o influenciador da sua marca, analisar seu
comprometimento, se o conteúdo é de qualidade, se existe frequência na publicação e o
impacto que as postagens possuem. As agências estão aptas a fazer esta avaliação e
identificar qual é a melhor alternativa para a empresa, além de criar materiais que
envolvam este influenciador. Vale salientar que quanto mais personalizado for esse
press release, maior a chance do envolvimento do mesmo.

- Chatbots: os chatbots representam uma grande evolução na relação entre pessoas,
marcas e tecnologia, pois eles tendem a chegar mais perto possível de uma conversa
real com uma pessoa. A Vivo, operadora de telefonia, tem utilizado os chatbots com
seus clientes via Facebook Messenger e tem obtido um excelente resultado.

Fonte: PlayPress ...

OIT pede que governo revise pontos da reforma trabalhista


A Organização Internacional do Trabalho (OIT) cobrou do Governo Federal a revisão
sobre pontos da reforma trabalhista (Lei nº 13.467/2017) que tratam da prevalência de
negociações coletivas sobre a lei. No novo relatório do Comitê de Peritos da OIT,
publicado nesta quarta-feira (7), o organismo internacional pede que o governo torne a
legislação compatível à Convenção nº 98, norma ratificada pelo Brasil que trata do
direito de sindicalização e de negociação coletiva.

No mesmo sentido, a OIT pediu ainda a revisão da possibilidade de contratos individuais
de trabalho estabelecerem condições menos favoráveis do que aquelas previstas em lei.
A reforma trabalhista estabelece a livre negociação entre empregador e empregado com
diploma de nível superior e que receba salário igual ou superior a duas vezes o teto do
Regime Geral de Previdência Social (RGPS).

De acordo com o procurador do Ministério Público do Trabalho (MPT) e assessor
internacional da instituição, Thiago Gurjão Alves, o recado do Comitê de Peritos da OIT é
claro: a possibilidade genérica de prevalência do negociado sobre o legislado viola
convenções internacionais. "Esperamos que não só o governo, que deverá responder
pelas vias diplomáticas adequadas, mas também os atores do sistema judicial, em
particular o Poder Judiciário, estejam atentos à diretriz expressa do Comitê de Peritos,
pois não é possível interpretar a legislação ordinária em contrariedade ao que
estabelecem convenções internacionais ratificadas pelo Brasil, como tem defendido o
MPT", destacou.

Para o procurador-geral do MPT, Ronaldo Fleury, o relatório reafirma o posicionamento
da instituição em favor do trabalho decente. "A manifestação do Comitê de Peritos da
OIT sobre a Lei 13.467, em particular a assertividade e o destaque adotados, vai ao
encontro dos esforços do MPT no sentido de seguir em sua postura institucional de
defesa dos direitos fundamentais dos trabalhadores, inclusive daqueles previstos em
normas internacionais, diante do adverso cenário legislativo interno", frisou.

O relatório da OIT foi em resposta à provocação feita em conjunto pela Central Única
dos Trabalhadores (CUT) e Confederação Sindical Internacional (CSI). A íntegra do
relatório do Comitê de Peritos da OIT pode ser acessada no seguinte link:
http://www.ilo.org/wcmsp5/groups/public/---ed_norm/---
relconf/documents/meetingdocument/wcms_617065.pdf

Atuação do MPT – Em abril de 2017, Ronaldo Fleury e Thiago Gurjão, discutiram o
assunto em reunião com o diretor-geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT),
Guy Rider, e com a diretora do Departamento de Normas, Corinne Vargha, em Genebra
(Suíça). O procurador-geral destacou que pontos da reforma trabalhista violam
convenções da OIT. O MPT apresentou informações e documentos e expressou
preocupações em especial quanto ao negociado sobre o legislado.

No Relatório de 2017, o Comitê de Peritos afirmou que a Convenção nº 98 da OIT é
incompatível com a prevalência das convenções e acordos coletivos sobre a lei para
reduzir o patamar legal mínimo de proteção dos trabalhadores. O procurador-geral
apresentou, na oportunidade, consulta técnica sobre esse tema à diretora do
Departamento de Normas da OIT, Corinne Vargha.

Em resposta à consulta feita MPT, o Departamento de Normas da OIT ratificou as
observações do Comitê de Peritos no sentido de que a possibilidade ampla de
flexibilização dos direitos dos trabalhadores por meio de negociação coletiva, como está
no texto da reforma trabalhista aprovada pela Câmara e em tramitação no Senado, viola
a Convenção nº 98.

Assessoria de Comunicação
Procuradoria-Geral do Trabalho ...

O excesso de confiança dos consumidores contribui para o aumento de crimes virtuais


Os consumidores acreditam estar seguros e protegidos on-line, porém os hackers tem
provado o contrário, roubando US$ 172 bilhões de 978 milhões de consumidores em 20
países no último ano, de acordo com o Norton Cyber Security Insights Report 2017,
divulgado em 22 de janeiro, pela Norton by Symantec (NASDAQ: SYMC).
Globalmente, as vítimas de crimes virtuais compartilham um perfil muito parecido:
geralmente são consumidores que fazem uso diário de múltiplos dispositivos, seja em
casa ou em movimento, e têm um ponto cego quando se trata de princípios básicos de
segurança cibernética. Este grupo tende a usar a mesma senha em várias contas ou
compartilhá-la com outras pessoas. Igualmente preocupante, 39% das vítimas globais
de crimes virtuais, apesar da sua experiência, ganharam confiança em sua capacidade
de proteger seus dados e informações pessoais de ataques futuros e 33% acreditam que
eles correm baixo risco1 de se tornar uma vítima de crimes virtuais.

No Brasil, 62 milhões de consumidores foram vítimas de crimes virtuais- mais da
metade da população on-line de adultos do Brasil. As perdas totalizaram R$ 22 bilhõese
cada vítima perdeu uma média de (33,9 horas)lidando com as consequências após a
descoberta.

"As atitudes dos consumidores revelaram uma desconexão perigosa: apesar de um fluxo
constante de falhas cibernéticas relatadas pela mídia, muitas pessoas parecem sentirem-
se invencíveis e ignorar o uso de precauções básicas para protegerem-se", disse Fran
Rosch, vice-presidente executivo da unidade de Consumo da Symantec. "Esta
discrepância destaca a necessidade de segurança digital do consumidor e a urgência das
pessoas estarem atentas aos cuidados básicos quando se trata de fazer sua parte para
prevenir de crimes virtuais", completa o executivo.

Brasileiros adquirem medidas de segurança cibernética, mas deixam suas portas virtuais
desbloqueadas
Os consumidores utilizam tecnologias de proteção de dispositivos, como identificação de
impressões digitais, correspondência de padrões e reconhecimento facial: 40% usam
identificação de impressão digital, 25% usam correspondência de padrões, 18% usam
VPN pessoal, 14% utilizam ID de voz, 12% utilizam autenticação de dois fatores e 12%
utilizam reconhecimento facial. Ainda assim, consumidores que adotaram essas
tecnologias foram descuidados com a senha e foram vítimas de crimes virtuais.

Consumidores que demonstraram confiança, são mais propensos a ataques, já que tem
maior número de dispositivos e alguns novos. 44% das vítimas de crimes virtuais no
Brasil possuíam um dispositivo inteligente para transmissão de conteúdo, em
comparação com 41% das não vítimas. Eles também eram três vezes mais propensos a
possuir um dispositivo doméstico conectado.

Apesar de sofrer com crimes virtuais no ano passado, quase 1/4 das vítimas no Brasil
usou a mesma senha on-line em todas as contase 65% compartilham a mesma senha
para pelo menos um dispositivo ou conta com outros, negando os esforços de
segurança. Em comparação, apenas 23% das não vítimas de crimes virtuais reutilizam
senhase 42% compartilham suas senhas com outras pessoas.Além disso, 35% escrevem
suas senhas em um pedaço de papele são quase duas vezes mais propensos a usar
senhas diferentes e salvar sua senha em um arquivo em seu computador/ smartphone
do que não-vítimas.

Diminuindo as fronteiras entre oCrimes virtuais e a "Vida Real"

83% dos consumidores do Brasil acreditam que crimes virtuais devem ser tratados como
um ato criminoso. No entanto, quando pressionados, houve controvérsias, 32% dos
entrevistados creditam que roubar informações on-line não é tão ruim quanto roubar
propriedades na "vida real". Quando apresentados exemplos de crimes virtuais, 44% dos
consumidores responderam acreditar que, eventualmente, seja aceitável certos
comportamentos moralmente questionáveis on-line, como, leitura de e-mails de outra
pessoa (25%), usar um e-mail falso ou o e-mail de outra pessoa para identificar-se on-
line (20%) e até mesmo acessar a conta bancária de alguém sem sua permissão (16%).

O estado de confiança dos consumidores
Apesar dos ataques cibernéticos deste ano, os consumidores geralmente continuam
confiando nas instituições que gerenciam seus dados e informações pessoais. No
entanto, os brasileiros já não estão tão confiantes em algumas instituições e
organizações.

· Os consumidores ganharam ou mantiveram confiança em organizações como bancos e
instituições financeiras (76%) e provedores de serviços de proteção contra roubo de
identidade (70%) apesar dos ataques foram destaques na mídia este ano.

· Alternativamente, mais de metade dos consumidores brasileiros (73%) perderam
confiança no governo para gerenciar seus dados e informações pessoais no ano passado.
35% perderam confiança nas plataformas de redes sociais.

· 47 % das vítimas de crimes virtuais no Brasil aumentaram sua confiança em si
mesmos para gerenciar seus dados e informações pessoais.

Para saber mais sobre o impacto real dos crimes virtuais e como os consumidores
podem proteger sua informação digital, acesse aqui para obter mais informações.

Sobre Norton Cyber Security Insights Report

O Norton Cyber Security Insights Report é uma pesquisa on-line, da qual participaram
21,549 pessoas, a partir de 18 anos, em 20 diferentes mercados, encomendado pela
Norton da Symantec e produzido pela empresa de pesquisa Reputation Leaders. A
margem de erro para a amostra é de +/-.7%. A amostra do Brasil reflete a contribuição
de 1,099 brasileiros. Adultos, +18. A margem de erro é de +/- 3.0% para amostra total
do Brasil. Os dados foram coletados entre 5 e 24/outubro de 2017 por Reputation
Leaders.


Como definimos o crime cibernético

A definição de crimes virtuais continua a evoluir, à medida que abre caminho para que
os cybers criminosos visem os consumidores de novas maneiras. A cada ano,
avaliaremos as atuais tendências do crimes virtuais e atualizaremos a metodologia do
relatório, conforme necessário, para garantir que o relatório Norton Cyber Security
Insights forneça uma imagem instantânea precisa sobre o impacto do crimes virtuais
nos dias atuais. No relatório 2017 Norton Cyber Security Insights, um crime cibernético
é definido como, mas não limitado a uma série de ações específicas, incluindo roubo de
identidade, fraude de cartão de crédito ou a senha da sua conta comprometida. Para os
propósitos deste relatório, uma vítima de crimes virtuais é um entrevistado que
confirmou um ou mais desses incidentes ocorreram. Para mais informações, visite
www.symantec.com/content/dam/symantec/docs/about/2017-ncsir-global-results-
en.pdf



Sobre a Symantec

A Symantec Corporation (NASDAQ: SYMC), líder mundial em segurança cibernética,
ajuda organizações, governos e pessoas a protegerem seus dados mais importantes,
onde quer que estejam. Organizações em todo o mundo buscam na Symantec soluções
estratégicas e integradas para se defenderem de ataques sofisticados, seja em
endpoints, na nuvem ou em infraestrutura. Da mesma forma, uma comunidade global
de mais de 50 milhões de pessoas e famílias confia nas suítes de produtos Norton e
LifeLock da Symantec para proteger suas vidas digitais em casa e também em seus
dispositivos. A Symantec opera uma das maiores redes civis de inteligência cibernética
do mundo. Isto permite que a empresa identifique e ofereça proteção contra as ameaças
mais avançadas. Para obter informações adicionais, visite o site www.symantec.com ou
conecte-se conosco no Facebook, Twitter e LinkedIn.

Informações para a Imprensa:

Agência Ideal H+K Strategies – (11) 4873-7900 – www.agenciaideal.com.br
Talita Marcon – talita.marcon@idealhks.com.br – ramal 7919 ou (11) 94272-5887
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