Eldorado do Sul, Guaíba e Região Carbonífera, 11 de Dezembro de 2019. Página Inicial | Contato
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Edicão n° 194 de Setembro de 2019


EDUCAçãO

Conhecidos os campeões da superfinal entre Jergs x Cergs nas modalidades futsal, basquete e handebol


As sete superfinais entre as equipes campeãs do Campeonato Estudantil do Rio Grande do Sul
(Cergs) e dos Jogos Escolares do Rio Grande do Sul (Jergs) nas modalidades futsal, basquete
e handebol (feminino e masculino nas categorias juvenil e infantil) ocorreram em Novo
Hamburgo. Os alunos classificados participarão da etapa regional sul que ocorrerá em
Cascavel (PR), de 2 a 6 de setembro. Os campeões e vice-campeões de cada categoria da
etapa regional serão os representantes gaúchos para os Jogos Escolares da Juventude,
competição organizada pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB), que ocorrerá em Blumenau
(SC) entre 16 e 30 de novembro

Veja as escolas campeãs:

– Futsal feminino infantil: Colégio GuSch (São Leopoldo)

– Futsal feminino juvenil: Instituto Estadual de Educação Cristóvão Mendoza (Caxias do Sul)

– Futsal masculino infantil: Colégio Franciscano Sant`Anna (Santa Maria)

– Basquete feminino juvenil: Colégio Mauá (Santa Cruz do Sul)

– Handebol masculino infantil: Escola Estadual de Ensino Médio Luiz Moschetti (Capão da
Canoa)

– Handebol feminino infantil: Colégio São Domingos (Torres)

– Handebol masculino juvenil: Colégio La Salle Carmo (Caxias do Sul)

O secretário do Esporte e Lazer, João Derly, destacou a importância dos jogos escolares. “Essa
experiência é inesquecível para as crianças e os adolescentes, pois a prática esportiva é
benéfica para a vida.Todos participantes já são campeões, por isso desejo muito boa sorte e
novas façanhas para os alunos classificados e espero que os demais continuem praticando e
competindo”, afirmou.

Organizado pela Secretaria do Esporte e Lazer, o Cergs é direcionado para as escolas da rede
privada gaúcha. É dividido entre 12 modalidades esportivas, masculinas e femininas. Nas
modalidades coletivas estão o basquete, futsal, handebol e vôlei. Nas individuais, o atletismo,
badminton, ciclismo, ginástica rítmica, judô, natação, tênis de mesa e xadrez.

Os Jergs são promovidos pela Secretaria da Educação (Seduc), organizados e supervisionados
pela Assessoria de Esporte Educacional do Departamento Pedagógico e executados pelas
Coordenadorias Regionais de Educação (CRE), em parceria com prefeituras e a comunidade
escolar gaúcha. São modalidades do Jergs o atletismo, basquetebol, futsal, handebol, tênis de
mesa, voleibol e xadrez, além de atletismo, bocha paralímpica e tênis de mesa para alunos
com deficiência.

As demais finais entre os classificados do Cergs e dos Jergs serão em outubro. ...

Educação bilíngue de surdos é tema de encontro promovido pela Seduc


A Secretaria da Educação (Seduc) promove, entre a terça-feira (13/8) e a quinta (15/8), o
seminário Educação Bilíngue de Surdos: Teorias, Políticas e Práticas. A abertura será às 9h, no
Teatro da Unisinos Porto Alegre (avenida Nilo Peçanha, 1.600, bairro Boa Vista) com a
presença do secretário da Educação, Faisal Karam.

A proposta é compartilhar conhecimentos e metodologias relacionados à educação de surdos,
além de disseminar estudos e pesquisas na área da surdez com o intuito de buscar a
construção de políticas públicas. O seminário é realizado em parceria com a Unisinos e o
Ministério da Educação (MEC).

O objetivo do evento é compartilhar conhecimentos e metodologias relacionados à educação
de surdos, assim como orientar e apoiar os sistemas de ensino brasileiros, disseminando
estudos e pesquisas na área da surdez.

O público inscrito é formado por professores, técnicos, estudantes universitários,
pesquisadores e tradutores/intérpretes de Língua de Sinais. No total, representantes de 62
municípios gaúchos estarão presentes, além de inscritos de outros de sete Estados.

Dados da educação de surdos no RS

A rede estadual de ensino conta com cinco escolas específicas para surdos, localizadas em
Porto Alegre, Esteio, Novo Hamburgo, Caxias do Sul e Santa Maria. Além disso, 707
instituições de ensino do RS fazem o atendimento inclusivo dos 1.279 alunos surdos e
deficientes auditivos matriculados nas escolas estaduais. ...

Programa busca corrigir distorção idade-série dos Anos Finais do Ensino Fundamental


Mais de 4 mil estudantes serão beneficiados até 2022 com iniciativa lançada pela Secretaria da
Educação (Seduc) para corrigir a defasagem de idade-série dos estudantes do 6º ao 9º ano do
Ensino Fundamental. Batizado como Aceleração RS – Anos Finais, o projeto piloto já iniciou em
18 municípios a partir do monitoramento do nível da aprendizagem das turmas criadas para a
correção de fluxo.

Conforme dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira
(Inep), em 2018, no Rio Grande do Sul, a taxa de reprovação do 6º ao 9ª ano do Ensino
Fundamental era de 19,1%. Além disso, de acordo com informações do sistema ISE (Seduc),
cerca de 65 mil alunos dos anos finais estão em distorção de idade-série de dois anos ou mais.

A diretora-adjunta do Departamento Pedagógico da Seduc, Nely Moreira, ressalta que o
programa quer priorizar ainda o rendimento e aprendizagem. “É preciso resolver os gargalos
desta etapa para que os nossos jovens cheguem ao Ensino Médio mais preparados. Se tiverem
uma alfabetização em tempo correto e uma qualificação nos demais anos, teremos melhores
resultados na educação do Estado”, afirma.

A coordenadora do programa, Leony Marques, explica que o projeto irá ocorrer por meio das
formações continuadas de professores, do monitoramento das ações pedagógicas e dos planos
de ações para intensificar o aprendizado nas disciplinas que os alunos têm maior dificuldade.
“O objetivo é analisar a escola como um todo para que não ocorram novas reprovações. Este
programa não é um fim em si, mas o início para que não tenhamos mais estudantes fora da
idade-série”, destaca.

Regiões contempladas

O lançamento do programa foi realizado durante formação continuada de professores. O
encontro, que ocorreu entre os dias 8 e 9 de agosto, no Auditório Paulo Freire, foi uma das
primeiras ações do programa Aceleração RS – Anos Finais. Participam escolas das
Coordenadorias Regionais de Educação (CREs) de Porto Alegre, São Leopoldo, Passo Fundo,
Santa Maria, Osório, Guaíba, Pelotas, Canoas e Gravataí.
...

Centros da juventude de Viamão e da Restinga formam mais 290 jovens em cursos profissionalizantes


Nesta terça-feira (30/7), o Centro da Juventude (CJ) da Restinga, na capital, formou 90 jovens
nos cursos de assistente administrativo, empreendedorismo juvenil (cabelos afro/barbearia e
culinária saudável), fotografia, informática e manutenção de computadores.

No CJ de Viamão, foram entregues 200 certificados na sexta-feira (26/7), referentes aos
workshops de técnicas de barbearia, embelezamento de unhas, informática, assistente
administrativo e inglês básico e intermediário. Além destes, o CJ ofereceu oficinas de esportes,
construção de materiais artísticos, música, dança, meditação e oficina de leitura e escrita.

O Secretário de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH), Catarina Paladini, reiterou a
importância de oferecer oportunidades de trabalho e qualificação profissional aos jovens: “Nosso
papel é dar condições para que essa juventude que sonha, que quer voar, consiga realizar”.

O Programa de Oportunidades de Direitos (POD), é um projeto gerenciado pela SJCDH e
fomentado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Os CJ´s oferecem cursos de
qualificação profissional em áreas diversas, como informática, assistente administrativo, mundo
do trabalho e empreendedorismo juvenil. ...

Roda de conversa debate a inclusão no ensino fundamental


As secretarias municipais de Educação (Smed) e Desenvolvimento Social e Esporte (SMDSE)
promoveram nesta quarta-feira, 31, a segunda Roda de Conversa Inclusiva deste ano, no
auditório do 6º andar da Smed. O tema central do encontro foi Os desafios da inclusão no
ensino fundamental. A discussão complementa o debate iniciado na primeira roda de
conversa, em maio, sobre os desafios da inclusão na educação infantil. Atualmente, o público
da educação especial na rede municipal de ensino conta com aproximadamente três mil
estudantes com deficiência, além de vários casos ainda em avaliação.

De acordo com a coordenadora de Educação Especial da diretoria Pedagógica da Smed,
Cláudia Amaral Lamprecht, para o suporte à inclusão nas escolas da rede municipal, a Smed
possui 65 professores em Salas de Inclusão e Recurso (SIR); 12 professores especialistas para
o Programa de Trabalho Educativo (PTE); duas professoras para Altas Habilidades e quatro
professoras para atendimento de alunos com deficiência visual. Alémdisso, há
aproximadamente 50 monitores e mais de 200 estagiários de apoio à inclusão, exclusivamente
nas Escolas Municipais de Ensino Fundamental (Emefs).

Os professores da SIR Cassiano Leal, da Emef Chapéu do Sol, Tirza Verri, da Emef Neusa
Goulart Brizola, e Jucélia Rodrigues, da Emef Timbaúva, compartilharam durante a tarde suas
experiências com a adaptação e flexibilização do currículo para inclusão de alunos com
deficiência.

A professora Jucélia acredita que a adaptação curricular não deve ser algo específico para os
alunos com deficiência. “A adaptação curricular é um planejamento que deve englobar toda a
escola. Já começa no portão e tem que sair do colégio. E não é só para o aluno com
deficiência, também contempla a diversidade”, destaca Jucélia. Já a professora Tirza assegura
que o vínculo criado entre educador e família ajuda no desenvolvimento dos alunos. “A nossa
relação com a família tem que ser, em um primeiro momento, de acolhida”, explica.

As adaptações curriculares podem ser significativas, que são de grande porte e eliminam,
inicialmente, os objetivos básicos para introduzir objetivos que ainda não estão previstos; ou
não significativas, que não modificam a programação e são de pequeno porte. E o professor
Cassiano trouxe um exemplo simples de adaptação que objetivava à inclusão de uma
estudante na aula de educação física: ao utilizar cabos de vassouras como canaleta, foi
possível que jogasse bocha com os colegas, participando da parte prática da aula.

O encontro também contou com a presença do diretor de Acessibilidade e Inclusão Social da
SMDSE, Jorge Heleno Brasil, e de demais entidades parceiras, como a Associação de Pais e
Amigos dos Excepcionais (Apae), Conselho Regional de Fonoaudiologia (Crefono), Instituto
Federal do Rio Grande do Sul e a Fundação de Proteção Especial (FPE).

A próxima roda de conversa está prevista para o dia 17 de setembro e debaterá o trabalho
desenvolvido pela Escola Bilíngue de Surdos Salomão Watnick, que atende desde a educação
infantil até a Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Rodas de Conversa Inclusiva - O principal objetivo das rodas é a troca de experiências e ideias
entre educadores e a comunidade em geral. Os encontros contam com as presenças de
familiares, estudantes, educadores, professores de escolas das redes municipal, comunitária e
privada, e estagiários de educação especial da rede municipal. A programação ocorre a cada
dois meses no auditório do 6º andar, na sede da Smed (rua dos Andradas, 680 - Centro
Histórico).

Suporte à inclusão - A Sala de Integração e Recursos (SIR) é um serviço de apoio à inclusão
no ensino fundamental para alunos com deficiência, transtorno global do desenvolvimento e
altas habilidades. A finalidade da SIR é facilitar o acesso, a participação e a aprendizagem no
ensino regular. O atendimento dos alunos com deficiência auditiva, visual e altas habilidades
acontece em escolas polo de cada região da cidade.

Já o Programa de Trabalho Educativo (PTE) é oferecido para alunos das quatro escolas
especiais e alunos do ensino regular atendidos nas SIRs. O objetivo é preparar alunos com
deficiência ou transtornos globais do desenvolvimento em fase de conclusão do ensino
fundamental para o mercado de trabalho, oferecendo novas possibilidades de aprendizagem
para além do espaço escolar. O PTE está presente nas quatro escolas especiais do município
(Lucena Borges, Lygia Averbuck, Elyseu Paglioli e Tristão Sucupira Vianna), no CMET Paulo
Freire, na Escola Bilíngue de Surdos Salomão Watnick e alunos de ensino comum atendidos
nas Salas de Integração e Recursos (SIR-PTE).
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