Eldorado do Sul, Guaíba e Região Carbonífera, 23 de Outubro de 2017. Página Inicial | Contato
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Edicão n° 172 de Outubro 2017


ARTIGO

ASSÉDIO SEXUAL: Como denunciar e se defender?


Você sabia que mais de 40% de relatos ocorridos em um canal de denuncia estão
ligados ao relacionamento interpessoal? E que dentro desta fatia, as práticas abusivas
ligadas a assédio moral, sexual, agressão física, discriminação ou preconceito
apresentam-se como mais recorrentes, equivalendo a 27,8% das denúncias.

Você também sabia que embora as mulheres sejam as vítimas mais comuns nos casos
de assédio sexual, aproximadamente, 30% dos relatos de assédio sexual são realizados
por homens em canais de denúncia corporativo?

Os números da pesquisa da consultoria ICTS, especializada em gestão ética,
infelizmente reforça um movimento que só cresce na sociedade , provando que ninguém
está inume.

O caso sobre as recentes alegações de assédio sexual contra o poderoso produtor
cinematográfico de Hollywood, Harvey Weinstein, reforçam e trazem à tona este tema
em caráter mundial. Para elucidar o seu leitor, temos um especialista para orientar as
empresas a tratarem desta questão com a seriedade necessária, assim como mostrar às
pessoas, em especial as mulheres, como elas devem agir diante de um abuso.

Sabe-se que o assédio sexual, principalmente contra mulheres, é muito comum, mas
ainda um tabu. No Brasil, temos casos recentes de assédio sexual e atentado ao pudor
em transportes públicos que foram projetados na mídia. Nas empresas, este
comportamento infelizmente é mais recorrente do que se imagina. Além do impacto
psicológico e prejuízos causados na pessoa assediada, este comportamento é crime,
tipificado no código penal, na CLT e descrito também pela OIT (Organização
Internacional do Trabalho). As empresas devem coibir tais tipos de comportamento, por
meio de comunicações internas e treinamentos, deixando esta temática clara em seu
código de conduta.

Há interesse para esta pauta? Caso positivo, colocamos à sua disposição Antônio Carlos
Hencsey, coordenador e docente em Gestão de Riscos de Fraudes Empresariais e
Compliance, e head da área de Ética e Compliance na consultoria global Protiviti.

Abraços e obrigado,

Raphael Mathias
IMAGE Comunicação
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Sobre a Protiviti (www.protiviti.com)

A Protiviti é uma empresa global de consultoria que ajuda empresas a resolverem
problemas em finanças, tecnologia, operações, governança, risco e auditoria interna. A
companhia presta serviços para mais de 60% das empresas da Fortune 1000® e 35%
da Fortune Global 500®.

A Protiviti e suas firmas-membro independentes prestam serviços aos clientes por meio
de uma rede de mais de 70 escritórios em mais de 20 países, contando com mais de
4.500 profissionais em todo o mundo. No Brasil ela está presente desde 2006. A
empresa também trabalha para agências governamentais e empresas de menor porte
e/ou em fase de crescimento, incluindo aquelas que têm por objetivo fazer a abertura de
capital.

Presente na classificação 57 da lista de 2016 da Fortune – 100 Melhores Empresas para
Trabalhar®, a Protiviti é reconhecida em seu segmento entre as "Melhores Empresas
para Trabalhar". A empresa é uma subsidiária integral da Robert Half (NYSE: RHI).
Fundada em 1948, a Robert Half é membro do índice S&P 500 e foi nomeada para
Fortune® na lista "Empresas Mais Admiradas do Mundo" da revista entre 1998-2016.

Informações para imprensa:

IMAGE Comunicação ...

5 dicas para preservar a saúde das crianças nas estações primavera e verão


Todos os pais desejam que seus filhos aproveitem os meses de primavera e verão com
plena saúde. Para isso, alguns cuidados são fundamentais para evitar doenças
infectocontagiosas que podem atrapalhar a rotina escolar e a diversão nessas estações.
Por isso, listei abaixo algumas dicas que considero essenciais para essas épocas do ano:

1) Alimentação saudável: Uma das principais bases do desenvolvimento infantil é a
nutrição. Aleitamento materno nos primeiros meses de vida e uma alimentação rica em
legumes, verduras, frutas e carnes são essenciais para a capacitação do sistema
imunológico. Evitar o consumo de açúcar e frituras é fundamental. Nos meses de
primavera e verão, é muito importante hidratar-se devido às temperaturas mais altas
desse período. Lembre-se: a água é a melhor bebida para as crianças;

2) Vacinação: Muitas doenças podem ser prevenidas por meio da vacinação. Manter o
cartão de vacinas da criança sempre atualizado reduz as chances de adoecimento por
hepatite, caxumba, meningite e outras enfermidades potencialmente devastadoras.
Durante a primavera, uma doença comum é a varicela (catapora) que, embora seja
considerada benigna e autolimitada, pode causar consequências graves e até mesmo o
óbito. A vacina contra varicela, por exemplo, deve ser administrada em duas doses: a
primeira com um ano de idade e a segunda três meses depois;

3) Atividades físicas ao ar livre: Atividades físicas como brincadeiras com bola ou pique-
pega, e ainda a prática de esportes são excelentes tanto para a socialização das crianças
como para a sua saúde. Elas auxiliam no desenvolvimento do sistema
musculoesquelético e na função cardiovascular, tornando a criança mais capaz de
combater infecções. Evitar o sedentarismo desde a infância ainda ajuda na prevenção de
doenças como obesidade, diabetes e hipertensão arterial. Nesta época do ano, o ideal
praticar essas atividades ao ar livre, em meio à natureza e longe de ambientes fechados
com pouca circulação de ar, onde há maior risco de transmissão de doenças
contagiosas;

4) Higiene da criança, do ambiente e dos alimentos: A higiene adequada do ambiente,
dos alimentos e da própria criança é uma das grandes aliadas na prevenção de doenças.
A lavagem das mãos antes e após o uso do banheiro e antes das refeições é uma
medida que reduz muito a contaminação por vírus e bactérias. Além disso, a limpeza do
ambiente, principalmente ventiladores e filtros de ar condicionados, auxilia na prevenção
de infecções e alergias respiratórias. O cuidado com a higienização dos alimentos e
utensílios como mamadeiras, por meio da desinfecção com produtos adequados, é muito
importante para interromper o ciclo de transmissão fecal-oral de doenças parasitárias,
por exemplo;

5) Proteção contra os insetos: Durante a primavera e o verão, pode haver aumento da
proliferação de insetos vetores de doenças como dengue, Zika e Chikungunya. Além das
medidas de controle ambiental para impedir a reprodução dos mosquitos, existem
técnicas de proteção mecânica como telas nas janelas e portas, ambientes fechados ao
entardecer e a noite e mosquiteiro no berço. É válido proteger as crianças com roupas
claras e calças compridas e aplicar repelentes adequados para a sua faixa etária.

Lembre-se também que é fundamental manter o acompanhamento em consultas
regulares com o pediatra!

Cristiana Meirelles *
* Formada em Medicina pela UFRJ. Possui títulos de especialista em Pediatria e
Infectologia Pediátrica pela SBP, e Pós-graduada em Síndrome de Down pela Faculdade
de Medicina do ABC/SP. É pediatra parceira da Beep Saúde, plataforma que disponibiliza
atendimento médico 24 horas com conveniência.

PiaR COMUNICAÇÃO | ASSESSORIA DE IMPRENSA ...

Cuidar do sono é a melhor saída para se acostumar com o horário de verão


Começa neste domingo (15), à meia noite, o horário brasileiro de verão, que se
estenderá até o dia 17 de fevereiro. Com a chegada do período – marcado pelos dias
mais longos – alguns cuidados com a saúde devem ser tomados para amenizar o
impacto da mudança de horário no organismo, que normalmente sofre com a alteração
por pelo menos uma semana.

Dentre as precauções que devem ser tomadas, a médica Aliciane Mota, do Instituto
Brasiliense de Otorrinolaringologia (IBORL) defende que o ideal é que a adaptação
comece uma semana antes, mas caso não haja tempo suficiente, a recomendação é
tentar manter a regularidade na hora de dormir e até mesmo de comer, mesmo que não
haja apetite.

A médica também sugere que a alimentação se baseie em refeições leves com alimentos
de elevada carga hídrica e grande ingestão de líquidos. "Devemos optar sempre por uma
alimentação mais leve e caprichar na ingestão de líquido. Pois com os dias mais longos e
a alta exposição à luz solar, nosso corpo sofre mais com a desidratação e acaba nos
deixando bem mais cansados".

Aliciane alerta para o uso de medicamentos para dormir durante o período, pois
impedem que a fase profunda do sono ocorra, deixando o usuário mais cansado no dia
seguinte. "Certas medicações fazem com que a pessoa durma com maior facilidade e por
mais tempo durante a noite, mas é neste momento em que ocorrem os picos de sono
que acabam sendo reprimidos pelo medicamento, atrapalhando a fase profunda do
sono", alerta a médica.

Outros cuidados que devem ser tomados antes de dormir incluem evitar alimentos
estimulantes como refrigerantes, chocolates, comidas pesadas e que contenham cafeína,
e procurar não praticar exercícios físicos nas três horas que antecedem o sono, pois eles
retardam sua chegada e estimulam o organismo.

Cuidados com as crianças

É normal que os efeitos do horário de verão afetem mais as crianças que tendem a
sofrer mais no processo de adaptação. Segundo a Aliciane Mota, uma saída é que os
pais tentem ser mais firmes na regularidade dos hábitos dos filhos.

Já sobre a alimentação, a médica defende que é normal que elas tenham problemas no
início. "É interessante deixar que a criança coma até um pouco mais do que o normal ou
do que gosta. Isso evita que ela fique tanto tempo sem comer", sugere a médica.




Aliciane Mota *
* Especialista em sono ...

Meu mundo caiu


Já não bastasse a batalha perdida dos anúncios publicitários que implicou na redução do
jornal diário, que ficou tão murcho como as redações que tiveram que se adaptar ao
novo modelo de negócio, agora um novo susto fez com que muitos jornalistas caíssem
da cadeira: circula a notícia de que um robô já consegue fazer 30 mil matérias por mês.
Aí já é injustiça demais!

Agora, caro leitor, cabe a você decidir o que estará por trás das notícias que lemos. Em
tempos em que o ofício jornalístico tem sido tão massacrado, afinal, nossos diplomas já
não são exigidos e hoje basta saber escrever o mínimo e manipular ferramentas digitais
para disputar espaço com jornalistas graduados em coletivas e afins, esse texto é um
apelo e, por isso, vou contar o que significa o ato de escrever para os jornalistas.

Sentar-se à frente de um computador (caderno ou máquina de escrever, se você for
mais retrô) é quase sempre um ritual. Não! As palavras não são tiradas de uma gaveta
ou do bolso da calça. Elas são fruto de vivências, conversas, pesquisas e muito faro. É
um processo prazerosamente construído com o intuito de proporcionar a você, caro
leitor, um momento único de absorção de informação.

Conversar com pessoas nos corredores, ouvir, mesmo sem fazer parte da roda, uma
opinião no metrô, ler as sugestões de pautas enviadas pelas assessorias de imprensa e,
claro, contar com o que sempre deu uma forcinha extra: o valioso "feeling". Entender as
entrelinhas é uma arte. É isso que invocamos ao escrever.

Depois de entrevistar especialistas de diversas opiniões, pessoas que viveram ou
presenciaram o fato, ler pesquisas, relatórios e estatísticas para embasar o texto, o
jornalista pode ficar um bom tempo encasquetado com uma palavra que julga não ter
cumprido o papel que gostaria para transmitir a informação. E o título então? A luta
entre o espaço e as palavras é um jogo que se aprende com a prática. Mas a magia está
em pensar de que maneira as palavras podem se unir para formar um texto. O texto,
nosso produto final, que aliás quer dizer arte de tecer, de entrelaçar uma palavra na
outra como um tecido, por isso, têxtil, texto, textual. É um desafio diário e muito, mas
muito emocionante.

Já passamos por muitas transformações na maneira como nos comunicamos. Mas ler o
que um robô escreveu, acho um exagero. Gosto de saber que cada palavra usada ali
tem uma alma, o autor debruçou-se para descobri-las, esforçou-se para consegui-las e
isso agora não tem mais valor? Quem nunca se emocionou com a emoção de um
repórter ao relatar uma tragédia? Com o envolvimento de âncoras narrando fatos
tocantes? Quem nunca invejou um jornalista esportivo em campo acompanhando um
grande campeão? Para mim, nada substituirá o olhar crítico e sensível dos repórteres. Já
leram os artigos? Os editoriais? É preciso bagagem para ter opiniões, é preciso
conhecimento de várias causas para apontar uma direção. Jornalistas são formados para
falar em nome da população; é um papel civil.

E quando os jornalistas fazem perguntas ao entrevistado que eram a vontade de muitos,
inclusive, a sua? E quando eles se aposentam e escrevem livros contando os bastidores
da apuração de grandes acontecimentos? Como fica a história do nosso país sem a
participação da imprensa cumprindo o papel de investigar? Um robô não vai fazer
jornalismo literal, que coloca no texto os acontecimentos ordinários no momento exato
da entrevista como o som do relógio na sala, o tom firme da voz do entrevistado ou a
vista maravilhosa do escritório. Tudo isso faz a sua imaginação voar. Ou melhor, congela
o tempo e faz parecer que você está lá.

Os estudantes de jornalismo são antes de mais nada corajosos, desbravadores. Virão
para o mercado com muitos desafios e com propósitos bem definidos: denunciar,
informar, contar, relatar, emocionar. Lutar contra as injustiças, contra o quase
rebaixamento da classe, comprometer-se com um jornalismo sério e avesso às "fake
news". Mais que isso, fazer com que as palavras ganhem significados e construam
narrativas que serão inseridas nos relatos históricos de uma nação. Fazer com que as
letras ganhem sons, cores, sabores. Que os textos escritos sejam reais, transmitam
emoções e sentimentos.

Eu não sou um robô.

Danielle Mendonça
Comunicação e Conteúdo ...

Milho e proteína animal crescendo juntos


O milho é o principal insumo do segmento de carne suína e de aves. O grão é
responsável por 65% da composição da ração animal. Junto com a soja, impacta, em
média, 70% no total dos custos de produção. Quando as safras são aquém das
expectativas, como em 2015/2016, o preço da saca aumenta e impacta nos custos do
setor. Frente a isso, o setor tende a buscar polos de produção, seja internamente ou no
exterior – Paraguai e Argentina são exemplos de fornecedores confiáveis do setor. Já em
períodos com produção em alta, como neste ano, as consequentes quedas de preços do
milho geram incertezas sobre a continuidade da boa oferta na safra seguinte. Essa é
uma equação desafiadora e determinante para o desempenho da cadeia produtiva de
proteína animal. Um crescimento sustentável depende da sinergia entre produtores e
agroindústrias, da criação de condições para que as relações comerciais resultem em
"ganha-ganha". O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento tem feito a sua
parte aprimorando programas de vendas e de escoamento de excedentes nas regiões
produtoras. Mas é preciso garantir a sustentabilidade e a estabilidade do fornecimento
de insumos para o setor de proteína animal. Hoje, há uma variação muito grande no
preço do milho, com diferenças significativas em cada estado. O valor da saca chegou a
R$ 20 em alguns pontos do país, sendo que há pouco mais de um ano atingira
patamares superiores a R$ 60. A gangorra está sempre pendendo para um lado. Da boa
safra 2016/2017, apenas 65% foi comercializado – 43 milhões de toneladas, de acordo
com levantamento da Conab, que prevê produção total de 97,7 milhões após a
finalização da colheita. Os embarques até setembro somam 16,7 milhões de toneladas.
Investir no planejamento estratégico da aquisição e estocagem de grãos e ampliar a
realização de negociações no mercado futuro são algumas das vias para a criação de um
cenário de maior previsibilidade para o setor. São estímulos como esses, para a
produtividade e a saúde financeira de todos os elos da cadeia, que permitirão que o
Brasil – mesmo em períodos de intempéries – siga sua escalada global na produção e
venda de aves e suínos. Unindo forças, temos muito a avançar.

Francisco Turra
Presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA)
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Dedicação e amor pelas nossas crianças


A proximidade do dia 12 de Outubro, nos provoca uma reflexão sobre valores que a
sociedade como um todo têm esquecido. A sinceridade, o afeto, o carinho e o respeito
são características que muitas vezes são facilmente identificadas nos consultórios
pediátricos e não são raras as situações nas quais desejaríamos que os adultos
aprendessem um pouco com os nossos pacientes.

Um dos maiores esforços que nós, médicos, empreendemos é na conscientização dos
pais para a importância dos primeiros 1000 dias de vida e o papel que os pais e
responsáveis têm na formação física e psicológica das crianças. Nesse estágio há um
rápido crescimento e desenvolvimento do organismo e, por isso, o corpo e os órgãos
crescem, enquanto o cérebro e os sistemas digestório e imunológico se desenvolvem.
Entre os principais cuidados estão uma nutrição adequada, o afeto, a higiene, a
educação, o vínculo familiar e a vacinação, além de outras condições ambientais.

Nesse aspecto é indispensável que a sociedade trabalhe a conscientização da população
pela gravidez desejada e planejada. A chegada de um filho, traz uma série de impactos
para qualquer casal, seja no âmbito financeiro ou na rotina pessoal e profissional de
cada um, cabendo a eles a tomada de decisão no melhor momento de suas vidas. Esse
cuidado, faz com que toda estrutura física, psicológica e financeira sejam melhores
permitindo condições apropriadas durante a gestação, nascimento e desenvolvimento do
bebê.

Lembramos, ainda, que o carinho e dedicação começa quando a criança ainda está na
barriga. Falar com o filho desde os primeiros dias de vida é uma maneira de fortalecer a
ligação entre os pais e a criança estimulando a linguagem e desenvolvimento cognitivo.
Ambientes tumultuados e estressantes podem estimular a ansiedade no bebê, além de
ser prejudicial para as relações familiares,

Dedicamos nossa vida a esses pequenos seres que encantam a todos. Ainda que, em
muitos casos, as condições para o exercício profissional não sejam as ideais é o sorriso
de uma criança que faz o médico superar qualquer barreira.

Alfredo Floro Cantalice Neto

Presidente da AMRIGS

...

Os três "E"s do século 21


Não é novidade que o mundo está caminhando para uma era de maiores desigualdades
sociais, colapsos econômicos e disrupções em praticamente 90% das indústrias e
negócios que conhecemos. Dados recentes demonstram que, ao menos dos Estados
Unidos, mais de 65% dos americanos, nos próximos anos, irão perder seus empregos e
terão de migrar para os chamados "servicos freelancers". Mas e no Brasil, o que
podemos esperar dessa reviravolta do século 21?

Uma das forças inevitáveis dessas mudanças é a tecnologia aliada a inteligência artificial
e a mecanização avançada de praticamente todas as atividades repetitivas e mecânicas
desenvolvidas pelo homem. Afinal, um robô pode fazer muito mais e melhor, com menos
custo, do que um ser humano. Pode ser cruel, mas é efetivo. E o mercado busca
efetividade!

A grande questão surge quando começamos a analisar o impacto dessas mudanças no
meio social. A desigualdade ficou escancarada no mais recente estudo feito no Brasil,
onde os 6 brasileiros mais ricos concentram a renda dos 100 milhões mais pobres… um
choque óbvio! Mas um choque…

Porém, quando você, trabalhador, que está endividado, com bancos participando
ativamente do seu orçamento, com a inflação corroendo seu poder de compra, com
aumentos recorrentes (desde alimentos a combustíveis), que caminho seguir em um
mundo onde o dinheiro está escasso, o desemprego bate a sua porta e o mercado está
tão disperso quanto todas as inovações que vemos dia a dia?

Minha teoria está na base de aplicação (ou da falência) dos 3 "es" do século 21:
Emprego, Empregabilidade e Empreendedorismo. Explico.

Toda economia de mercado baseia-se fundamentalmente nessa estrutura. Não estou
falando dos teóricos econômicos nem acadêmicos. Estou falando do mundo real. Afinal,
uma economia sem empregos, sem empregabilidade e sem empreendedores, vai
invariavelmente sucumbir.

O primeiro "E" de emprego, retrata o que estamos ficando "sem". O termo significa o
trabalho que precisa ser feito mediante remuneração e subordinação de uma pessoa a
outra. A nova economia caminha a passos largos para uma onda de desemprego jamais
vista, que vai obrigar governos a criarem mecanismos de suporte social nunca antes
imaginados para tantos desempregados. Hoje já somos 14 milhões deles!

O segundo "E" trata da empregabilidade. A empregabilidade é aquilo que possibilita que
eu tenha aptidões ou capacidades relevantes para que eu possa atuar em diversas
frentes, ou ser "desejado" pelo mercado como profissional. Assim, uma pessoa
empregável, dificilmente fica sem emprego. Ser qualificado para tanto nos parece o
maior desafio afinal.

Já o terceiro e último "E" do empreendedorismo, fecha o ciclo: é aquela iniciativa que
cria oportunidades baseadas nas carências ou deficiências do mercado, e
consequentemente busca pessoas empregáveis para os empregos criados pela iniciativa
empreendedora. Percebem o ciclo?

Contudo, como estamos enfrentando essa crise institucional de empregos, estamos com
muitos trabalhadores que não estão sendo "empregaveis" para o mercado, justamente
em função das iniciativas empreendedoras que, por sua vez, estão criando um mercado
cada vez mais exigente de profissionais que sejam interessantes, e não meramente
executores.

No mundo do século 21, ser empregável significa não ter apenas uma formação em uma
área do conhecimento. Significa sim, ser multifuncional, conectado, atualizado, humano
e eficiente. Significa voltar para a escola, mas não aquela que conhecemos e fomos
formados, mas sim uma nova escola, que vem sendo criada por empreendedores! Mas
para isso os trabalhadores precisam de iniciativas que possibilitem a eles se re-
capacitarem a cada novo ciclo, para então retornarem ao mercado e assim manter a
roda da fortuna girando.

As diferenças sociais tendem a ficar cada vez mais gritantes e escancaradas com as
tecnologias. Afinal, quanto mais eficientes, mais iremos perceber o quanto somos
injustos e focados em manter um sistema de trocas baseado no seculo 19. Afinal, gerar
empregos parece ter se tornado coisa do passado, ja que, para um mercado altamente
informatizado, os "empregaveis" teriam seu caminho certo, e os empreendedores vão
investir cada vez mais em soluções que necessitem mais e mais de empregáveis.

Nos resta saber se, na ponta final dos resultados, os "não empregaveis" terão sua
chance de se "empregabilizar" ou se deverão se sujeitar unicamente a uma distribuição
de renda universal mínima, mais conhecido dos brazucas como bolsa-família. Em qual
dos "E"s você está agora?

Vinicius Carneiro Maximiliano *
* Advogado corporativo e gestor contábil. Com MBA em Direito Empresarial pela FGV e
especialista em Direito Eletrônico pela PUC/MG, atuou como advogado de Propriedade
Intelectual no Brasil para a Motion Picture Association (MPA), Associação de Defesa da
Propriedade Intelectual (ADEPI) e também para a União Brasileira de Video (UBV). ...

Mês das Crianças: a comodidade para a "nova geração condomínio"


Com a ausências de espaços públicos seguros, com estrutura e grandes espaços para
crianças e adolescentes brincarem e socializarem livremente, muitos pais abandonaram
as casas de ruas de grandes e médias cidades e buscaram como opção os condomínios
verticais e horizontais. Mesmo quando o recém casal planeja uma nova moradia, já se
programa pensando no crescimento da família e no tempo que passam fora da
residência, por causa do trabalho e do trânsito das grandes cidades. Tudo isso, porque
infelizmente o planejamento urbano das cidades ainda não incorpora a necessidade total
de segurança e lazer das famílias.

Essas famílias que escolhem morar em condomínios, se esforçam para ficar livres da
violência, acidentes e tantos outros acontecimentos infelizes do dia a dia. Um dos
motivos dos pais se sentirem mais seguros em relação a seus filhos morarem em
condomínio é o fato de usufruírem de uma portaria – com profissionais treinados - que
controla a entrada e saída de pessoas e carros, circuitos de câmeras e, em alguns casos,
profissionais que trabalham como segurança, representando maior garantia e menos
riscos aos pequenos.

Outra razão que leva os pais a optar por locais assim é porque pensam no bem-estar
das crianças, que precisam de um bom espaço para brincar. De fato, em qualquer lugar,
a garotada precisa de cuidado especial para evitar imprevistos indesejáveis como
acidentes, doenças, entre outras coisas. Por isso, é necessário ficar atento e ter a
certeza de que o dinheiro investido neste conforto - dos prédios e vilas residências -está
sendo mesmo revertido em cuidados necessários para que os pequenos estejam sempre
seguros, possam brincar e viver a infância com qualidade.

A área de lazer é um dos locais preferidos das crianças, pois são nos playgrounds onde
passam horas brincando nas caixas de areia e nos brinquedos, os quais precisam ser
constantemente cuidados e higienizados para não serem um agente contaminador de
doenças, vírus e bactérias, ou se tornarem locais para se machucar. Por isso é
necessário prezar também pela limpeza e manutenção.

Logo, todas as áreas do condomínio, incluindo as áreas de lazer, merecem muita
atenção quanto à limpeza, pois é fundamental para a saúde tanto das crianças quanto
dos adultos. Os moradores, administradores e síndicos dos condomínios devem,
portanto, valorizar a limpeza e manutenção profissional e ao terceirizar estes serviços
reconhecem a importância da especialização, pois sabem sobre a extrema importância
de preservar a saúde da família como um todo e também do patrimônio dos
condôminos.
Por isso, mesmo morando em condomínios, é necessária a atenção com a garotada e os
pais devem se lembrar que crianças de até 10 anos não devem ficar muito tempo
distantes ou andar sozinhas, pois podem sofrer acidentes em qualquer lugar como na
escada, no elevador, na parte elétrica, entre outros locais. É fundamental também que
crianças de até 5 anos estejam constantemente acompanhadas de um adulto nas
brincadeiras do playground e, na área da piscina, independente da idade, todas as
crianças não devem estar desacompanhadas em nenhum momento.

Artigo de:

Amilton Saraiva, especialista em condomínios da GS Terceirização.
www.gsterceirizacao.com.br ...

Identificar você será tão fácil como apresentar o seu telefone celular


Em nossos telefones celulares convergem uma variedade de ferramentas e serviços que
são úteis em nossa vida cotidiana: fazer pagamentos, agendar reuniões, conversar, abrir
portas, acionar dispositivos domésticos, acessar espaços físicos e informação digital.
Controlar a maior parte da nossa vida a partir de um único dispositivo portátil, leve e
que está sempre conosco, não apenas simplifica a vida, mas também nos proporciona
mais segurança. Parece inevitável que todas as atividades de nossa vida sigam a
tendência da mobilidade.

Não parece impossível que nós cidadãos possamos levar nossas identificações pessoais
no telefone, mas diante desta possibilidade surge uma pergunta: O que será necessário
em termos de infraestrutura, tecnologia e interoperabilidade para passar da ideia à
realidade?

A identificação móvel é uma credencial de identificação segura transmitida por um órgão
do governo ao smartphone de um cidadão. Embora o setor do governo continue a ser
uma fronteira que ainda não foi completamente atravessada, esta situação está
mudando gradualmente, sobretudo em razão dos indiscutíveis benefícios e vantagens:
as identificações móveis disponibilizam aos governos uma oportunidade sem
precedentes para oferecer aos cidadãos novos níveis de comodidade, melhorar a
capacidade do governo para implementar seus principais programas de identificação
segura, como para as carteiras de habilitação, cédulas nacionais de identidade,
certificados de licenciamento de veículos, autorizações de residência, passaportes, entre
outros.

Por exemplo, uma identificação móvel permite recuperar com segurança e em tempo
real, informações sobre acidentes, crimes ou apólices de seguro, permite aos cidadãos
se identificarem de forma segura e confiável, e ajuda os governos a alcançarem um nível
maior de agilidade na emissão de identificações.

Uma tecnologia que tem a capacidade de disponibilizar um ecossistema seguro
necessário para facilitar o fornecimento de identificações para os cidadãos, através dos
smartphones. Para compreender melhor esta tecnologia imaginemos uma viagem.
Atualmente, para fazer viagens locais se utiliza no aeroporto uma cédula de identidade
nacional ou uma carteira de habilitação, e um cartão de embarque separadamente em
papel ou em um smartphone. Com uma identificação móvel é possível um maior nível de
segurança, comodidade e flexibilidade, tanto para o cidadão, como para a parte que
realiza a autenticação. Agora ao invés de transportar nas carteiras, as identificações
podem ser armazenadas com segurança nos smartphones.

Além disso, esta é também uma plataforma flexível, concebida a partir de padrões
abertos de segurança que lhe permitem implementar soluções interoperáveis, que
podem emitir identificações em uma jurisdição e validar em outras, como para uma
carteira de habilitação produzida em uma cidade e que poderá ser validada em muitas
outras.

Em um sistema tradicional de emissão segura para elementos de segurança em
telefones celulares, o órgão de emissão deve ser integrado com um operador de
telecomunicações, que emite o cartão SIM, ou com um fabricante de equipamentos
originais que desenvolve o telefone. Ambos têm a capacidade de controlar as chaves que
permitem carregar o applet da identificação móvel, para o elemento seguro
correspondente. Com este sistema fechado, os governos ou as autoridades emissoras
têm apenas duas opções: integrar-se com todos os operadores de telecomunicações ou
associar-se à uma entidade de terceira parte de confiança, que já tenha sido integrada
com todos ou quase todos os operadores de telecomunicações no país.

Nós não devemos esquecer de que para adotar com sucesso as identificações móveis, é
necessário considerar os interesses dos governos e dos cidadãos. Além disso, deve-se
respeitar os seguintes princípios: caráter voluntário, interoperabilidade, segurança,
privacidade, acesso em áreas remotas e disponibilidade permanente com ou sem
conexão.

Por Jorge Castrillo, Vice Presidente de Soluções de Identificação Governamental para a
América Latina da HID Global ...

Entenda o que é segurança colaborativa e qual sua importância na sociedade


O tema da segurança pública é motivo de preocupação de toda a sociedade. Ainda nos
deparamos com elevados índices de criminalidade que atingem as pessoas e seus
patrimônios das mais variadas formas. Essa questão é, majoritariamente,
responsabilidade do Estado, mas é também dever dos cidadãos procurar formas de
colaborar com a segurança local, incentivando iniciativas disruptivas.

Cada vez mais pessoas se utilizam da facilidade de acesso à internet e da quantia de
dispositivos móveis para intensificar sua voz, demonstrando quais são as reais
necessidades da população e agindo de maneira proativa em benefício de todos.

Dessa forma, o conceito de segurança colaborativa pode ser resumido em um conjunto
de ações para unir a sociedade em prol de medidas de vigilância em comum.
Atualmente, existem diversos instrumentos presentes no mercado que atuam de forma
a incentivar a integridade das pessoas em locais específicos. Frente aos crescentes
níveis de insegurança já existem propostas que unem iniciativas das diferentes esferas
da população, como o City Câmera, da prefeitura de São Paulo, que convocou os
moradores da cidade para compartilhar seus circuitos de vigilância no intuito de
fortalecer a rede de monitoramento do município.

Essas ferramentas que concedem – mediante a prévia autorização –, o acesso remoto às
câmeras de segurança, residenciais e corporativas, que estão viradas para a rua,
permitem a mobilização dos próprios moradores da região para realizar o
monitoramento das imagens, de maneira que seja possível acionar o órgão ou pessoa
responsável no caso de atividades suspeitas.

Esse tipo de tecnologia promove maior inclusão dos usuários na revolução digital e
também auxilia os poderes públicos na filtragem, análise e interpretação das imagens.
Dessa forma, a inovação pode ir ao encontro do bem-estar das pessoas, contribuindo
para a sua segurança física. Os avanços estão, aos poucos, mudando o formato de
relação entre a sociedade, a polícia e o governo. O real objetivo por trás de ferramentas
que possibilitam esse tipo de ação é explorar formas de aprimorar a comunicação e
como torná-la mais eficiente, gerando um melhor atendimento para todos.

Ricardo Luiz *
*Gerente de Negócios da Tecvoz, empresa de tecnologia referência no mercado de
Circuito Fechado de TV (CFTV).
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Edição n° 172 - Outubro 2017

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