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Edicão n° 220 de Outubro 2021


Copom eleva juros básicos da economia para 6,25% ao ano
22/09/2021

Em meio ao aumento da inflação de alimentos, combustíveis e energia, o Banco Central
(BC) apertou ainda mais os cintos na política monetária. Por unanimidade, o Comitê de
Política Monetária (Copom) elevou a taxa Selic - juros básicos da economia - de 5,25%
para 6,25% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros.

A taxa está no nível mais alto desde julho de 2019, quando estava em 6,5% ao ano.
Esse foi o quinto reajuste consecutivo na taxa Selic. De março a junho, o Copom tinha
elevado a taxa em 0,75 ponto percentual em cada encontro. No início de agosto, o BC
passou a aumentar a Selic em 1 ponto a cada reunião.

Em comunicado, o Copom informou que deverá elevar novamente a Selic em um ponto
percentual na próxima reunião, no fim de outubro. Com o teto da meta de inflação
estourado em 2021, o órgão informou que trabalha para trazer a inflação de volta para o
intervalo da meta em 2022 e, “em algum grau”, em 2023.

“O Copom considera que, no atual estágio do ciclo de elevação de juros, esse ritmo de
ajuste [um ponto percentual por reunião] é o mais adequado para garantir a
convergência da inflação para a meta no horizonte relevante e, simultaneamente,
permitir que o Comitê obtenha mais informações sobre o estado da economia e o grau
de persistência dos choques”, destacou o texto.

Com a decisão de hoje (22), a Selic continua num ciclo de alta. De julho de 2015 a
outubro de 2016, a taxa permaneceu em 14,25% ao ano. Depois disso, o Copom voltou
a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano em
março de 2018. A Selic voltou a ser reduzida em agosto de 2019 até alcançar 2% ao ano
em agosto de 2020, influenciada pela contração econômica gerada pela pandemia de
covid-19. Esse era o menor nível da série histórica iniciada em 1986.

Inflação
A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação
oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em agosto,
o indicador fechou no maior nível para o mês desde 2000 e acumula 9,68% em 12
meses, pressionado pelo dólar, pelos combustíveis e pela alta da energia elétrica.

O valor está acima do teto da meta de inflação. Para 2021, o Conselho Monetário
Nacional (CMN) tinha fixado meta de inflação de 3,75%, com margem de tolerância de
1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não podia superar 5,25% neste ano nem ficar
abaixo de 2,25%.

No Relatório de Inflação divulgado no fim de junho pelo Banco Central, a autoridade
monetária estimava que, em 2021, o IPCA fecharia o ano em 5,82% no cenário base.
Mesmo com uma queda nos índices no segundo semestre, esse cenário considera o
estouro do teto da meta de inflação em 2021.

A projeção está abaixo das previsões do mercado. De acordo com o boletim Focus,
pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial
deverá fechar o ano em 8,35%. A projeção oficial só será atualizada no próximo
Relatório de Inflação, no fim deste mês.

Crédito mais caro
A elevação da taxa Selic ajuda a controlar a inflação. Isso porque juros maiores
encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas
mais altas dificultam a recuperação da economia. No último Relatório de Inflação, o
Banco Central projetava crescimento de 4,6% para a economia em 2021.

O mercado projeta crescimento maior. Segundo a última edição do boletim Focus, os
analistas econômicos preveem expansão de 5,04% do Produto Interno Bruto (PIB, soma
dos bens e serviços produzidos pelo país) neste ano.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial
de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da
economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que
pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a
poupança.

Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o
consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade
monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco
de subir.

Fonte: Agência Brasil






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