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Edicão n° 204 de Junho 2020


50 mil pessoas por ano devem receber tratamento contra a hepatite C no Brasil
26/07/2019

Nas vésperas do Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais, comemorado no dia 28 de
julho, o Ministério da Saúde alerta para a importância do diagnóstico e tratamento da doença.
Atualmente, mais de 500 mil pessoas convivem com o vírus C da Hepatite e ainda não sabem,
já que se trata de uma doença silenciosa que geralmente não apresenta sintomas até que
atinja maior gravidade. Nesta segunda-feira (22), em Campo Grande (MS), o ministro da
Saúde, Luiz Henrique Mandetta, divulgou o novo Boletim Epidemiológico de Hepatites Virais
como parte da estratégia de prevenção das atividades do Julho Amarelo, que visa prevenir as
hepatites A, B, C, D e E. Na ocasião, houve ainda um ato de vacinação contra a doença no
âmbito do Movimento Vacina Brasil, do qual o cantor Michel Teló é embaixador e participou da
ação.

"Queremos aumentar o número de testagem e já estamos ampliando a expectativa de
tratamento para 50 mil tratamentos por ano. Até 2030, com vacina e tratamento pretendemos
ter números praticamente zero de hepatite no Brasil. Desses casos que foram tratados, vamos
evitar cânceres de fígado, insuficiências hepáticas, transplantes e outras complicações. Agora,
precisamos aumentar a testagem”, afirmou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, que
lembrou ainda que é preciso tratar ainda mais pessoas e, com isso, "eliminar a sombra da
hepatite no Brasil".

Desde janeiro deste ano, foram enviados para todos os estados 24 mil tratamentos completos
para hepatite C. A expectativa é que cerca de 50 mil pessoas com infecção pelo vírus C sejam
tratadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) ainda neste ano.

Para incentivar a busca pelo diagnóstico e tratamento da doença, em outubro de 2017, o
Ministério da Saúde, em parceria com estados e municípios pactuaram o plano de eliminação
da hepatite C até 2030. Anualmente, o Ministério da Saúde envia aos estados cerca de nove
milhões de testes rápidos para o diagnóstico desta condição.

Neste ano, o Governo Federal realizou a maior compra já realizada no Brasil para o tratamento
da hepatite C, com um dos menores preços do mundo. Em 2019, o Ministério da Saúde já
adquiriu 42.947 tratamentos sofosbuvir/ledipasvir e sofosbuvir/velpatasvir. Outros sete mil
tratamentos estão em processo de aquisição. A medida é mais uma ação em prol da
eliminação da hepatite C no Brasil até 2030.

Desta forma, todos as pessoas diagnosticadas com hepatite C têm a garantia de acesso ao
tratamento, independente do dano no fígado, assegurando universalização do acesso previsto
desde março de 2018. Essa ação coloca o Brasil como protagonista mundial no combate a
hepatite C segundo o site do Ministério da Saúde.

Entretanto, segundo apurou o Jornal Eco do Jacuí, no Rio Grande do Sul não é bem assim que
acontece. Centenas de pessoas aguardam pelo tratamento onde o acesso é dificultado pela
burocracia e pelo excesso de exames e requisições que são pedidas. Quando o paciente
consegue reunir todos os documentos necessários, geralmente a validade da receita já está
vencida. Sem contar com o fato de que uma pessoa que já fez o tratamento com a medicação
antiga que era disponível (interferon Peguilado) e não obteve a cura, agora precisa fazer
novamente todos os exames (os mesmos que já foram apresentados e comprovados no
tratamento anterior).






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