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Edicão n° 188 de Fevereiro 2019


Casos de Aids registram redução progressiva nos últimos dez anos no RS
01/12/2018

A taxa de detecção de Aids no Rio Grande do Sul apresentou redução progressiva nos últimos
dez anos, passando de 46,1 novos casos por 100 mil habitantes em 2007 para 29,4 em 2017,
o que representa queda de 36,2%. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Saúde (MS)
nessa terça-feira (27), em alusão ao Dia Mundial de Luta contra a Aids (1º de dezembro).

Na data, a Secretaria da Saúde (SES) reforça o compromisso de enfrentar a epidemia, já que
o RS apresenta uma taxa superior à do Brasil (18,3 casos/100 mil habitantes), sendo a
terceira mais elevada do país (1º Roraima com 36,8 e 2º Amapá com 29,8 casos/100 mil
habitantes). Em dezembro, será lançada a versão virtual do boletim epidemiológico estadual,
que será disponibilizada no site da Secretaria da Saúde.

Gestantes

A taxa de detecção de gestantes com HIV no Brasil apresentou tendência de aumento, sendo
de 2,8 casos para cada mil nascidos vivos em 2017. O RS ocupa o 1º lugar no ranking dos
estados com a maior taxa de detecção, com 9,5 casos para cada mil nascidos vivos.

No Brasil, no período de 2007 a 2017, foi possível observar uma redução na taxa em crianças
menores de cinco anos, chegando a 2,0/100.000 habitantes em 2017. No RS, essas taxas vêm
oscilando ano a ano, porém com tendência de declínio, passando de 13,1 casos por 100 mil
habitantes em 2007 para 6,0/100 mil habitantes em 2017, o que corresponde a uma queda de
54,2%. Porto Alegre, apesar da tendência de declínio, segue sendo a capital com a maior taxa
no país (12,9/100 mil habitantes em 2017).

O tratamento oportuno e adequado das gestantes infectadas pelo HIV evita a transmissão
vertical e consequentemente diminui o número em crianças. A adoção de todas as medidas de
profilaxia, desde o pré-natal até o parto e nascimento, pode reduzir as chances de transmissão
vertical para menos de 1%. A iniciativa estadual de adotar em caráter obrigatório a testagem
do HIV em todas as gestantes e parturientes, independentemente do número de testagens
anteriores, resultou no aumento expressivo da cobertura, principalmente em instituições
privadas e conveniadas, passando de 83% em 2013 para 97,2% em 2017. Essas ações
contribuíram para o aumento do número de gestantes com diagnóstico conhecido.

Mortalidade

No Brasil, o coeficiente de mortalidade padronizado por Aids no período de 2007 a 2017
apresentou uma queda, passando de 5,6 para 4,8 óbitos/100 mil habitantes. Na Região Sul, o
mesmo fato se repete, tendo o coeficiente passado de 8,0 para 6,4 óbitos/100 mil habitantes.
No RS, a mortalidade por Aids tem sido quase o dobro da mortalidade no Brasil nos últimos
anos. Porém, é possível observar um declínio de 21,7% na mortalidade no estado, passando
de 11,5 em 2007 para 9,0 óbitos/100 mil habitantes em 2017. Na capital, apesar da redução
da mortalidade nos últimos anos, é possível verificar que Porto Alegre apresenta o maior
coeficiente entre as capitais brasileiras em 2017, sendo de 24,2 óbitos/100 mil habitantes.

Os dados do boletim epidemiológico apontam redução da taxa de detecção na população em
geral e em menores de cinco anos e queda na mortalidade ao longo dos últimos anos. Apesar
dos avanços, o RS ainda apresenta a terceira taxa de detecção mais elevada entre os estados
brasileiros. Atualmente, aproximadamente 59.600 pessoas fazem uso de terapia antirretroviral
no estado.

Prevenção e diagnóstico

Para fazer frente a este desafio, o Rio Grande do Sul vem investindo em ações de prevenção
combinada, enquanto estratégia de combate e controle da epidemia. Entre as diferentes
tecnologias de prevenção, destaca-se a PEP (Profilaxia Pós-Exposição ao HIV), que consiste no
uso de antirretrovirais em até 72h após uma possível exposição ao vírus, com objetivo de
evitar a infecção. Outra opção de prevenção, destinada a subgrupos populacionais específicos,
é a PREP (Profilaxia Pré-Exposição), que consiste no uso continuado de antirretrovirais por
pessoas soronegativas.

A Atenção Básica tem sido o espaço prioritário de oferta de testagem para HIV, Sífilis e
Hepatites Virais, considerando o papel fundamental das unidades de saúde nas comunidades.
Atualmente, 391 (98%) dos municípios gaúchos oferecem testagem para essas infecções na
Atenção Básica.






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