Eldorado do Sul, Guaíba e Região Carbonífera, 18 de Outubro de 2018. Página Inicial | Contato
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Edicão n° 184 de Outubro 2018


Somos os primeiros do mundo. E agora?
30/01/2018

O Brasil adquiriu, recentemente, o posto de país com o maior número de escolas
médicas no mundo. Os desafios não são poucos, desde a falta de professores com as
titulações necessárias aos cenários de práticas, que são em número insuficiente. Ao
propor essa alternativa como política de estado, a responsabilidade que o Governo
Federal assumiu transita entre o improvável e o perigoso. A partir da segunda metade
da década de noventa, houve a abertura progressiva de diferentes escolas médicas no
Brasil, em sua maioria privadas e em municípios onde a infraestrutura para o
desenvolvimento do curso, em um bom número, era questionável. Convém lembrar que
o conjunto de um curso de medicina é amplo e complexo e o Ministério da Educação faz
uma série de exigências de titulação para a composição do corpo docente. Com este
número aquém do necessário, pelo apelo do momento, presenciamos a abertura “a
cabresto” de uma série de programas de pós-graduação, residências médicas,
mestrados e doutorados. Buscam ensinar ou têm o intuito de preencher uma
necessidade do mercado de ensino sem a devida preocupação na formação dos novos
profissionais?

Além disso, diferentes cursos foram lançados com a alcunha de formar “médicos para o
SUS” ou então “médicos para atenção básica”, como se a medicina fosse segmentada e
os ciclos de saúde e doenças pertencessem a grupos sociais de maneira discriminatória.
A proliferação dos cursos de medicina foi estrategicamente autorizada junto às
necessidades eleitoreiras. O fato é que poucos cursos têm a alta carga horária teórica e
necessitam tanto de cenários de prática como a medicina requer. Fazem parte da
formação médica a atenção básica e os tratamentos de alta complexidade, em seus
diferentes detalhes. Ignorar isso é simplificar a realidade, vendendo para a população a
ideia de que somente a presença do profissional, independente da qualidade de sua
formação, é o suficiente para garantir saúde a todos.

Um médico com formação prejudicada coloca em risco o atendimento daqueles que lhe
confiam seu bem maior, principalmente em situações de estresse e vulnerabilidade.
Desta forma, não há o que comemorarmos com tal posição que acabamos de ocupar. É
necessária a reflexão, o diálogo e principalmente o zelo por aqueles que almejam
formarem-se médicos a fim de que a população tenha serviços de profissionais
resolutivos e que contribuam sim para o desenvolvimento do nosso país.

Dr. Juliano Chibiaque
Diretor de Comunicação da Associação Médica do Rio Grande do Sul






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