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Edicão n° 184 de Outubro 2018


Sociedade de Pediatria do RS esclarece dúvidas sobre a febre amarela
23/01/2018

Os casos recentes no Brasil de febre amarela acenderam o sinal de alerta e trazem uma
série de dúvidas na população. O alerta da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul
(SPRS) é de cuidado, especialmente em relação a imunização, necessária como medida
preventiva, mas reforça que não deve haver uma corrida desenfreada em busca de
vacinas.

- A vacina está disponível em todas as unidades de saúde. É de rotina para todas as
crianças que completam 9 meses. Apenas uma dose é necessária para qualquer pessoa,
que assim, estará protegida para toda a vida contra a febre amarela – explica o diretor
da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul, Benjamin Roitman.

A vacina fracionada neste momento está sendo utilizada apenas no Sudeste do país e dá
proteção por 8 anos. Aqui no RS é a vacina integral, que dá proteção para toda a vida.
Como é uma vacina de vírus vivo atenuado, deve-se ter precaução na indicação de
vacina. Pessoas de mais de 60 anos só devem receber com indicação médica. Grávidas e
bebês com menos de 9 meses não devem receber a vacina apenas em situações
especiais (vivendo em área de circulação do vírus, por exemplo).

- Como o RS não tem circulação de vírus da febre amarela, não há indicação de vacinar
estes grupos. Mesmo os adultos ou crianças que não receberam vacina, não tem
necessidade de correr para unidades de saúde para se vacinar. Devem procurar a vacina
as crianças que completam 9 meses (rotina) pessoas que necessitam de certificado de
vacinação para alguma viagem ao exterior ou pessoas que viajarão para as áreas de
circulação do vírus (São Paulo, RJ, Minas Gerais, Bahia, no momento). Não podemos
esquecer de recomendar o uso de repelentes às pessoas que viajam a estes lugares,
principalmente àqueles que não se recomenda receber a vacina (como grávidas) –
completa Benjamin.

A febre amarela é uma doença viral grave que pode levar ao óbito (cerca de 30% é
mortalidade). Se reconhecida e tratada precocemente (tratamento basicamente de
suporte) a evolução é melhor. Os sintomas iniciais se parecem com as demais viroses
como febre alta, dor no corpo, mialgias, cefaleia, náuseas e vômitos que podem evoluir
para insuficiência hepática (com icterícia - daí o nome febre amarela), sintomas
hemorrágicos e insuficiência renal.

Um conceito importante é que existem dois tipos de contaminação. A silvestre é
disseminada pelos mosquitos Haemagogus e Sabethes, circulantes em matas, e não em
cidades. A versão urbana é transmitida pelo Aedes aegypti, o mesmo da dengue, do zika
e da chikungunya. Não há registro de febre amarela urbana no Brasil desde 1942. As
mortes de agora foram causadas pela versão silvestre, unicamente. No entanto, a maior
preocupação das autoridades é com a versão urbana pelo seu potencial de disseminação
já que circularia nas cidades, em meio a um número muito maior de pessoas.

Litoral do RS

Um tema que tem levantado dúvidas diz respeito ao litoral do Rio Grande do Sul. O
estado, não tem circulação de vírus. Segundo o médico, Benjamin Roitman, a extensão
da recomendação de vacinação às pessoas que moram no litoral visa apenas proteger
esta população pelo que ocorre no Brasil, (até então não tinha indicação de se vacinar).
Não é necessário se vacinar por viagem ao litoral. Lembrando que a doença é
transmitida por mosquitos, não passa de pessoa a pessoa nem de macacos a pessoas.
Então, mesmo que eu encontre um paulista no nosso litoral com febre não há como
pegar a doença apenas por estar junto. Cabe salientar que a F.A. é do tipo silvestre, ou
seja, de circulação apenas em áreas de matas, periféricas às grandes cidades. Onde
vivem macacos e mosquitos hemagogos (estes insetos que transmitem a doença). Por
último, protejam os macacos: eles são os sentinelas e "avisam" quando o vírus está
presente em nosso meio e nunca passam a doença para os humanos.


Fonte: PlayPress






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