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Edicão n° 183 de Setembro 2018


Entenda como doenças respiratórias prejudicam a qualidade do sono
10/01/2018

Os desafios das doenças respiratórias vão além da dificuldade do diagnóstico e a
banalização dos sintomas, frequentemente deixados de lado. Tosse e fadiga são os
principais indícios de que algo não vai bem com o sistema respiratório, porém, muitas
vezes, os pacientes demoram para procurar ajuda médica. Antes de se consultar com
um especialista, é comum que as pessoas busquem receitas caseiras e recorram à
automedicação, acreditando que o problema não seja grave. Ao contrário do que se
imagina, pacientes com doenças respiratórias crônicas não precisam conviver com os
sintomas, já que com o tratamento correto e acompanhamento médico, é possível
conviver bem com a condição. A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, também
conhecida como DPOC, é um dos exemplos desse tipo de doença. Ela é caracterizada
pela dificuldade da passagem de ar para os pulmões e pode ser manifestada como
bronquite, uma inflamação das vias respiratórias, e/ou enfisema pulmonar, que diminui
a elasticidade dos pulmões e provoca a destruição de partes dos pulmões.

Um estudo realizado nos Estados Unidos[i], com mais de 13 mil pacientes com DPOC,
mostrou que 64% deles sentem que a doença tem impacto negativo na sua qualidade de
vida. Os resultados também ressaltam que 76% dos pacientes fizeram teste do sopro e
que apenas metade deles usavam pelo menos uma medicação para a DPOC. No Brasil,
os dados sobre o conhecimento da doença também são alarmantes. Segundo a pesquisa
“Panorama da Saúde do Brasileiro”[ii], encomendada pela Boehringer Ingelheim para o
IBOPE Inteligência, pouco mais da metade dos brasileiros não sabe nada sobre a DPOC,
embora seja uma doença comum e que afeta mais de 7 milhões de pessoas só no
Brasil[iii].

A DPOC tem como principais sintomas a dificuldade para respirar e o cansaço constante,
que podem limitar as atividades do cotidiano do paciente. É comum que pacientes com
DPOC despertem algumas vezes durante a noite, porque a condição dos pulmões exige
um aumento do seu esforço respiratório[iv]. Durante o sono, o metabolismo fica mais
lento, causando algumas oscilações na respiração, que não costumam fazer com que
pessoas saudáveis acordem, mas, no caso dos pacientes com doenças respiratórias
crônicas, essas alterações no fluxo de ar podem provocar tosse e falta de ar durante a
noite[v]. “Muitos pacientes procuram o médico apenas quando começam a ter muitos
problemas ao dormir, como despertares e insônia. Uma das queixas mais frequentes é
da sensação de cansaço. Por isso, a redução da qualidade de sono está atrelada à baixa
qualidade de vida dos pacientes com doenças pulmonares crônicas. Em pacientes
especificamente com DPOC, a queda da oxigenação durante o sono pode levar a
arritmias cardíacas e ao infarto do coração”, reforça o Dr. José Roberto Megda Filho,
Pneumologista e Médico do Sono da Residência de Clínica Médica do Hospital
Universitário de Taubaté e membro das Sociedades Brasileira e Europeia de
Pneumologia.

O Dr. Megda ressalta a importância do acompanhamento da evolução das doenças
crônicas: “Além de um tratamento medicamentoso contínuo, também costumo
recomendar a prática de exercícios físicos, para estimular a respiração e melhorar a
disposição e o condicionamento do paciente. Em alguns casos, também precisamos
implementar o uso do oxigênio durante a noite e/ou durante dos exercícios”.

Causada pelo tabagismo e pela exposição a poluentes, a Organização Mundial da Saúde
(OMS) estima que a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) será a terceira causa
de morte no mundo em 2020[vi]. A falta de informação sobre os sintomas e a
subutilização do exame de espirometria (testes de sopro) são alguns dos principais
fatores que dificultam o diagnóstico da doença[vii]. “Por ser mais observada em pessoas
na terceira idade, é comum que a população não dê a atenção devida quando os
primeiros sinais aparecem, como tosse e cansaço constantes. Geralmente, os pacientes
acreditam que esses sintomas fazem parte do processo de envelhecimento e acham que
são consequências naturais do estilo de vida, como sedentarismo e tabagismo e, por
isso, demoram em procurar ajuda especializada”, explica o Dr. José Megda.

Segundo o GOLD (Iniciativa Global para DPOC), existem 5 sinais que podem ajudar os
pacientes a identificar a doença: ter mais de 40 anos, ser fumante ou ex-fumante, ter
tosse e catarro constante e sentir cansaço ao fazer esforço. Ao detectar esses sinais, as
pessoas devem procurar um pneumologista. Apesar de ser uma doença grave e sem
cura, existem medicamentos que são capazes de estabilizar o progresso da doença e
controlar os sintomas, aumentando a qualidade de vida dos pacientes. Um deles é o
tiotrópio, princípio ativo que é superior na redução do risco de exacerbações moderadas
a graves da DPOC, capaz de diminuir em 16% o risco de mortalidade dos pacientes[viii].






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