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Edicão n° 184 de Outubro 2018


Mais da metade de quem tem diabetes não checa sua glicemia
12/12/2017

Todo mundo conhece alguém que têm diabetes. Também, pudera, de acordo com a
pesquisa Life Insights: Health Report1 conduzida pelo portal Minha Vida, cerca de 1 em
cada 10 pessoas possuem a doença. Isso vem ao encontro das estatísticas nacionais:
um estudo publicado recentemente pelo Ministério da Saúde2 aponta que 8,9% dos
brasileiros afirmam conviver com a condição, cuja incidência cresceu em 61,8% nos
últimos 10 anos.

Por ser uma condição crônica, o diabetes precisa ser controlado constantemente. E sim,
com esse cuidado é possível levar uma vida cheia de saúde. E isso depende,
principalmente, do monitoramento diário da glicemia.

E é aí que está o problema: a pesquisa do portal Minha Vida revela que 1 em cada 3
diabéticos acredita não ser necessário checar os níveis de açúcar no sangue. No entanto,
fazer um monitoramento mais próximo de sua glicemia ajuda a saber se o tratamento
está indo bem, entender melhor as oscilações ao longo do dia, ter controle dos
alimentos que se ingere, prevenir possíveis complicações e até mesmo a evitar a
hipoglicemia noturna.


Dificuldades de medição
Apesar de 62,8% dos entrevistados que possuem diabetes considerarem importante
checar a glicemia, apenas 47,6% o fazem diariamente. E, dentre os que checam, 60,6%
o fazem apenas uma vez ao dia.

Mas por que as pessoas não fazem esse monitoramento? Dentre as dificuldades
encontradas, a maior parte dos respondentes (37,6%) destacou o preço elevado das
fitas de medição. Este obstáculo foi seguido pelo incômodo físico causado pela agulha
(18,4%) e pela falta de acesso ao glicosímetro (13,4%), aparelho necessário para
realizar esta medição em casa.

O estudo aponta ainda outro dado preocupante: 1 em cada 5 portadores deste quadro
não sabe o tipo de diabetes que tem. Identificar se o diabetes é tipo 1 ou tipo 2 é
fundamental para a escolha do melhor tratamento, afinal enquanto o primeiro é uma
condição autoimune, o segundo é muito mais impactado por mudanças de hábito, como
alimentação e exercícios.

Veja infográfico aqui: infogram.com/life-insights-diabetes-1hkv2nj79e9o6x3


Uma questão de hábito
A grande maioria dos entrevistados afirma utilizar medicamentos para tratar dos
sintomas associados à condição (70,8%). Mas, além dos remédios, é comprovado que o
controle da alimentação e a prática constante de atividades físicas são fundamentais no
tratamento e, em casos iniciais, podem até reduzir a quantidade de medicação
necessária.

"O exercício auxilia no ajuste do controle glicêmico e reduz a dose necessária de insulina
e medicamentos orais, além de diminuir o percentual de gordura e aumentar a massa
magra", conta a educadora física Luciana Mendonça Arantes, do Centro Avançado de
Recuperação e Estética Rio Claro (CARE). Mesmo assim, a atividade física parece ser o
hábito mais difícil de ser adotado. Apenas 35% dos respondentes com diabetes praticam
atividade física regularmente.

No que diz respeito à alimentação, a maioria entende bem como evitar açúcar e doces é
um passo importante (63,9% deles evitam o consumo de alimentos açucarados). No
entanto, apenas um terço deles faz um controle mais próximo dos carboidratos ingeridos
de modo geral, o que inclui massas, pães e tubérculos. Sabia que o pão francês é um
dos alimentos com maior índice glicêmico?

"O índice glicêmico representa a velocidade com que a glicose é absorvida no intestino:
quanto maior o IG, mais rápida é esta absorção, o que é ruim para quem tem diabetes",
afirma o nutrólogo Roberto Navarro, membro da Associação Brasileira de Nutrologia
(ABRAN). No entanto, apenas 45,9% observa esse índice na hora de escolher o que
comer, o que pode favorecer picos de insulina nas refeições (que, aliás, normalmente
são detectados com um monitoramento constante da glicose).

Por fim, 83,7% dos entrevistados afirmam não necessitar da aplicação de insulina.
Dentre aqueles que necessitam do medicamento, 66,7% o aplicam até 3 vezes ao dia.
Além disso, 8,9% sabem que precisam fazer a aplicação diária, mas preferem não fazê-
lo. Quanto ao método de aplicação do hormônio, a seringa é o mais frequente entre os
leitores (52,4%), seguida pela caneta de aplicação (40,5%) e pelo aparelho de aplicação
contínua (7,1%).



Sobre o Life Insights

O Life Insights é o departamento de pesquisas do Minha Vida, o maior portal de saúde e
bem-estar brasileiro, destinado a entender a fundo os hábitos e preferências dos leitores
do portal, identificando tendências de mercado. Os dados apresentados são da pesquisa
Life Insights: Health Report 2017, referentes a quem declarou possuir diabetes, base de
277 respostas.






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