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Edicão n° 187 de Janeiro de 2019


Impactos da gravidez cada vez mais tarde
07/12/2017

Muitas mulheres optam por adiar os planos de maternidade para um momento da vida
em que já tenham alcançado seus objetivos profissionais, financeiros e até pessoais.
Essa opção pode resultar em dificuldades para engravidar. Cada mulher nasce com uma
quantidade predeterminada de óvulos. Esse número diminui progressivamente com o
avançar da idade, sendo que essa perda se acelera a partir dos 35 anos. Após os 40, a
diminuição se torna mais crítica, até atingir a menopausa. Esses marcos de idade, do
ponto de vista quantitativo, dependem principalmente de fatores genéticos. Mulheres
que nascem com maior número de óvulos chegarão à menopausa mais tarde, e aquelas
que tiverem um número menor, poderão chegar a essa fase de forma precoce.
Outro fator que influencia fortemente o potencial ovariano é a qualidade dos óvulos.
Independente do número de óvulos, é inevitável a perda qualitativa a partir dos 35
anos. A qualidade influencia em fatores como a chance de engravidar ou de vir a ter um
aborto, por exemplo, assim como a taxa de fertilização. Dessa forma, os fatores que
garantem a fertilidade ovariana são o número de óvulos (chamado de reserva ovariana)
e a sua qualidade, que é determinada unicamente pela idade, independentemente dos
hábitos de vida da mulher. Assim, o melhor momento para engravidar é em idade
jovem, já que os potenciais quantitativos e qualitativos estão preservados.
Quando uma mulher opta pelo plano de gestação mais tarde, a chance de algum desses
fatores estar comprometido, dificultando a gestação, é maior. Além disso, aquelas que
nascem com um número de óvulos menor, ou que tiveram a sua reserva prejudicada por
alguma condição de saúde (cirurgia com retirada de parte dos ovários, quimioterapia
etc.) podem apresentar um quadro de falência ovariana precoce (ou menopausa
prematura). Nesses casos, a única opção que viabiliza uma gestação é a recepção de
óvulos de uma paciente doadora.
No Brasil, a doação é permitida, porém não dispomos de bancos de óvulos. Assim, para
que uma paciente receba óvulos doados, necessita de uma doadora. Quem doar deve,
obrigatoriamente, estar se submetendo a um tratamento de fertilização in vitro por
algum fator de infertilidade que não envolva os ovários.
A relação doadora-receptora é anônima. Os profissionais da clínica de reprodução são os
responsáveis por viabilizar o procedimento, preservando aspectos de compatibilidade,
como características físicas e tipo sanguíneo. A doadora deve também passar por uma
triagem rigorosa, com avaliações ginecológica, genética, psicológica, assim como de
saúde em geral, garantindo que a doação e o tratamento sejam feitos com segurança.
Os óvulos coletados durante o tratamento serão compartilhados entre os dois casais, em
número idealmente igual, e após serão fertilizados com o sêmen de seus receptivos
parceiros. Ainda vale ressaltar que a paciente doadora não pode doar ilimitadamente,
controle que também é garantido pela clínica onde será submetida ao tratamento.
No Brasil, a lista de pacientes receptoras é bem maior do que a de doadoras, o que
torna a espera bastante longa (em média, de um a dois anos). Em outros países onde a
doação é permitida, existem bancos de óvulos congelados, garantindo um acesso mais
rápido. Dessa forma, alguns casais optam pelo tratamento fora do Brasil. A Espanha,
que tem experiência e renome nessa área, costuma ser o destino da maioria dos casais
brasileiros que fazem essa opção.
O programa de doação de óvulos (assim como de esperma) no nosso país ainda
necessita evoluir bastante para garantir um melhor acesso aos casais que precisam
desse recurso. Nesse sentido, há bastante discussão dos pontos de vista ético e
burocrático, e as clínicas de reprodução estão cada vez mais se estruturando para
propiciar melhores opções para esses pacientes, já que são elas que viabilizam o
tratamento.
Para as mulheres que planejam adiar a maternidade, pode ser válido fazer avaliações
periódicas do seu potencial ovariano, na tentativa de evitar uma possível dificuldade no
futuro. O congelamento de óvulos, para posterior fertilização, pode se tornar uma opção
válida em alguns casos.

Ana Luiza Berwanger*

*ginecologista do Fertilitat - Centro de Medicina Reprodutiva






Edicão n° 187 de Janeiro de 2019
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