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Edicão n° 184 de Outubro 2018


Transtorno de identidade de gênero: Desafio para pais e médicos
07/11/2017

O tema está mais presente nos consultórios médicos e ainda é repleto de dúvidas,
anseios e inquietações. Atualmente o transtorno de identidade de gênero passou a ser
chamado de disforia de gênero, que se caracteriza pela incongruência, desconforto
persistente e sofrimento com o sexo imposto no nascimento. Entre as características
está a forte vontade de pertencer ao outro gênero e ser tratado como tal. Estudos
comprovam que os jovens enfrentam discriminação e preconceito. Mais da metade sofre
bullying, transtorno de humor, transtornos alimentares e não são raros casos de
automutilação.

- É importante ser feito um trabalho de identificação com o sexo de nascimento, mas
sem diminuir ou desvalorizar o sexo oposto. A partir da evolução do quadro, é
obrigatório que seja feito um trabalho com uma equipe multidisciplinar afastando fatores
estressores do paciente - afirma o médico do Comitê de Desenvolvimento e
Comportamento da Sociedade de Pediatria do RS, Renato Santos Coelho.

O diagnóstico é construído com o passar do tempo. Quanto mais idade tiver, maior será
o conflito entre o que a criança sente e o como ela se enxerga. Trata-se de algo que não
acontece da noite para o dia.

- Quando se chega a uma idade que esse sofrimento ocorre é importante atuar de forma
eficaz com os pais para avaliar se é algo que persistirá ou se será uma passageiro. Pode
evoluir para um quadro de homoafetividade, mas não uma disforia onde ela vai
continuadamente brigar com o que ela é fisicamente - completa.

A orientação é ajudar a criança a se aceitar como nasceu. Se a disforia chegar a fase de
pós-adolescência, é possível evoluir o tratamento para etapas seguintes que é o
tratamento hormonal para bloquear as características sexuais do sexo indesejado e, se
persistir, é dado encaminhamento para a última etapa que é a cirurgia.

O psiquiatra e pediatra, Victor Mardini, entende que é preciso estímulo para que ela
tenha atividades relacionadas ao gênero de nascimento, mas sem exageros.

- Não é porque um menino pegou uma boneca que alguém vai dizer um monte de
coisas. É preciso respeitar, mas estimular o lado de atividades de comportamentos
relacionados com o sexo anatômico da criança - explica.

O médico reforça que o diálogo para tudo é fundamental. Estar aberto a conversa é o
melhor caminho. É preciso lembrar que comportamentos, as vezes desviantes, durante a
infância e adolescência são comuns. Para se pensar em disforia, um dos critérios é
observar se há uma insatisfação clara com o gênero que se apresenta e uma
incongruência por um período superior a 6 meses. Em alguns casos, é recomendada,
ainda, uma consulta só dos pais com o pediatra, já que muitas vezes eles sentem-se
mais à vontade de dizer o que pensam sem a presença da criança ou adolescente no
consultório.
...






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