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Edicão n° 214 de Abril de 2021


Ações contribuem para a redução da mortalidade infantil no estado
17/10/2017

Para chegar ao final do ano com um índice histórico de apenas um dígito, ou seja,
aproximadamente 9,5%, os médicos apostam em três fatores preponderantes que
ajudam a reduzir as taxas de mortalidade infantil. Um deles é o combate à doenças
infecto-contagiosas e prevalentes. O incentivo ao aleitamento materno e o
acompanhamento do processo de crescimento e desenvolvimento também integram os
aspectos de decréscimo de óbitos infantis.

- O investimento no pré-natal, principalmente no tratamento das afecções maternas e
assistência adequada durante o trabalho de parto e ao recém-nascido no momento do
nascimento é onde deve estar o foco da redução. Além disso, a instituição do
monitoramento do trabalho de parto junto com a assistência ao recém-nascido no
momento do nascimento colaborou para a redução da anóxia como causa das mortes –
explica o médico associado da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS),
Érico Faustini.

Os três municípios gaúchos com o menor coeficiente de mortalidade infantil (CMI) são
Charqueadas (2,6), Jaguarão (2,9) e Sarandi (3,2). Os dados são do Atlas
Socioeconômico do Rio Grande do Sul e apontam os resultados até 2015.

A preocupação do pediatra deve-se ao fato de que justamente a maioria das mortes
infantis ocorre nos primeiros seis dias de vida e está relacionada com as afecções do
período perinatal, causas associadas a problemas durante a gestação, trabalho de parto
e nascimento.

- As enfermidades maternas podem não estar relacionadas com a gravidez, como a
hipertensão arterial sistêmica ou ser relacionada com a gestação, como ruptura
prematura das membranas e complicações da placenta. Constituem-se em situações
associadas ao nascimento prematuro e aos óbitos por doença da membrana hialina,
infecções ou prematuridade extrema. A assistência deficiente no trabalho de parto
geralmente estão relacionadas às mortes por anóxia – complementa Érico Faustini.

A redução do CMI no estado é reflexo de um pacto firmado em 1990, entre o Brasil e a
Organização das Nações Unidas (ONU), onde o país comprometia-se a reduzir em 2/3 os
óbitos de menores de cinco anos até 2015. O objetivo fazia parte das metas do milênio
como meio de reduzir a pobreza e desigualdade social. Em 2013 o Brasil atingiu o CMI
de 14,4.






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